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VÍ A MINHA ESPOSA SENDO FUDIDA PELO NOSSO INQUILIN

  • Enviado: 12 de março de 2006 12:24

Corpo do conto

Sou casado há cinco anos com uma mulher muito bonita e gostosa. Ela é loira, tem 27 anos, olhos verdes, seios médios, coxas e panturrilhas grossas de malhar todos os dias na academia. É um verdadeiro tesão, mesmo com roupas comuns, ela chama a atenção dos homens por onde passa. Se estiver com um short ou uma saia mais curta, fica ainda mais tesuda. Na praia então, é um colírio para os olhos ver aquele corpinho maravilhoso enfiado em um minúsculo biquíni, deixando a sua bunda gostosa toda à mostra.

Após três anos de casamento, passei a insinuar quando transávamos, a presença de um outro homem na nossa cama. Enquanto à fodia gostoso, sempre colocava o dedo em sua boca e falava coisas como chupa safada este outro cacetão e, ficava perguntando se ela gostaria de levar mais de uma pica ao mesmo tempo. No momento da foda, ela sempre chupava com vontade o meu dedo e balançava a cabeça positivamente sobre essa fantasia, mas após a transa, ela não tocava mais no assunto e não demonstrava com clareza se gostaria realmente disso. Não sei bem porque, mas eu também não falava mais sobre o assunto, acho que era por certa vergonha em sugerir abertamente que ela trepasse com outro homem. Na hora da foda nós concordávamos com tudo, mas após gozar, batia uma inibição natural de dar continuidade às fantasias.

Ocorre que neste período, tínhamos um outro imóvel que era constantemente alugado. Nessa época em que estávamos fantasiando estas situações, surgiu um rapaz jovem assim como nós chamado Carlos Alberto, recém-chegado de João Pessoa – PB, de meia idade, muito bem afeiçoado, com corpo definido e boa estatura, querendo alugar este nosso outro imóvel, que ficava no mesmo bairro em que morávamos. Percebi que a Sabrina, minha esposa, demonstrou boa impressão pelo rapaz, pois apesar de muito discretamente não deixava de admirá-lo, ainda que de modo disfarçado. Após acertar os detalhes em relação ao aluguel, o rapaz passou a morar neste outro imóvel, pois segundo ele, era exatamente o que ele estava procurando naquele momento.

Com o passar do tempo, percebi que sempre que transávamos, a minha esposa pedia para eu colocar o dedo na sua boquinha e passava a chupar cada vez com mais tesão. Não demorei muito para associar aquilo ao nosso novo inquilino e passei a falar no ouvido dela se era o pau dele que ela estava chupando e se estava gostando. Mal ela balançou a cabeça concordando e já estava gozando feito uma puta no cio, sem tirar o meu dedo da sua boca. Apesar de tudo isso, após a transa, nós continuávamos a não tocar mais no assunto. Até que em uma oportunidade, quando transávamos disse a ela que iria chamar o Beto, (como ele era mais comumente chamado) para vir pagar o aluguel aqui em casa e que, seria ela quem o receberia. Ela gozou na hora, chupando o meu dedo e com a pica na buceta.

No começo do mês seguinte, tomei coragem e disse para o Beto ir pagar o aluguel lá em casa no sábado próximo às 16:00 h, inventei a desculpa que havia encerrado a conta no Banco e não tivera havido tempo para abrir outra . Na sexta-feira, dia anterior, deixei a minha mulher subindo pelas paredes, mas não a penetrei, inventando que estava com muita dor de cabeça, apenas a chupei e deixei-a me chupar, inclusive também o meu dedo, sempre falando aquelas sacanagens no ouvido dela. Depois que ela já estava louca, pedi um comprimido e fingi não poder continuar a transa. No dia seguinte, o sábado, logo cedo ela já estava se esfregando em mim, mas como tinha que ir trabalhar, novamente deixei ela a ver navios. Na saída do trabalho, aproveitei para comprar um conjuntinho preto, com uma sainha super curta e uma camisetinha baby-loock, além de uma sandália de salto também preta para ela. Como ela é loira e tem a pele clara, fica muito bem usando a cor preta.

Ao chegar em casa, por volta das 14:00 h, após o almoço mostrei-lhe as roupas e pedi para ela provar pois gostaria de ver como ficaria. A princípio ela estranhou a surpresa, mas logo gostou e foi provar as roupas. Quando ela voltou, eu fiquei de pau duro na hora, ela estava simplesmente um verdadeiro tesão de mulher. Nesse momento, já era por volta das 15:00 h e passamos a nos beijar e nos esfregar um ao outro. Após muito amasso, tirei a sua calcinha, mas sem tirar nenhuma outra peça da roupa e passei a boliná-la gostoso. Ela já estava completamente encharcada de tanto tesão.

Neste momento, por volta das 15:30 h tocou o meu telefone celular (como eu já havia combinado com um amigo do trabalho, alegando a ele uma desculpa qualquer para poder sair de casa). Após essa ligação, eu inventei para ela que era do trabalho, pois havia ficado uma documentação pendente e que eu teria que ir lá naquele momento. A minha intenção era deixá-la louca para fuder junto com o Beto que estava prestes a chegar. Apanhei a sua calcinha e a pus discretamente no bolso, enquanto ia em direção à saída. Ela veio me acompanhar até o portão e para a minha alegria, o plano houvera saído melhor que a encomenda pois, o Beto veio um pouco antes do horário marcado e já estava chegando ao portão. Só tive tempo de cumprimentá-lo, explicar muito rapidamente a razão da minha saída e convidá-lo a entrar. Enquanto ele era recebido pela minha esposa toda ensopada de tesão, vestida com aquela micro-saia, blusinha baby-loock realçando os biquinhos duros dos seios, de salto alto e sem calcinha, eu fingi sair em direção ao trabalho. Ao sair dei uma piscada para a minha esposa e fui.

Dei a volta no quarteirão e voltei, pensei assim, caso não ocorra nada, já vai ter dado tempo de não encontrar com ele e invento para a Sabrina, a desculpa de ter esquecido alguma coisa para levar ao trabalho. Caso eles venham a se entender, vou chegar bem na hora do início da transa. Foram uns dos passos mais ansiosos da minha vida. Para a minha felicidade, prevaleceu a segunda hipótese. Ao me aproximar da casa, o fiz com muito cuidado para não ser visto, passei pelo portão, aproximei-me e percebi o som de vozes vindo da sala. Dei a volta por trás até chegar ao outro lado da casa, onde há uma escada para a laje e uma visão encoberta e privilegiada, através do pergolado, para a sala onde eles estavam.

Eles estavam em pé, um de frente para o outro e, notei quando o Beto percebendo que ela estava cheia de tesão, elogiou-a bastante dizendo que ainda não tinha percebido o quanto ela era linda e gostosa. Após isso e diante da passividade da minha esposa, ele pegou na mão dela, beijou-a e passou-a levemente sobre o seu cacete super-duro por cima da calça, dizendo para ela sentir como ele havia ficado por causa dela. Nesse momento ela fez menção de esboçar uma resistência, tentando fugir dele, mas ele a segurou firme pelo braço e lhe deu um beijo de língua, o qual após um breve esboço de reação dela, foi totalmente correspondido.

Enquanto eles se beijavam demoradamente, pude ver o Beto apalpando a bunda da minha esposa. Percebendo que ela estava sem a calcinha, ele a chamou de gostosona safada, voltando a beijá-la com todo o tesão e bolinando a xoxotinha dela por baixo da micro-saia. Logo depois, ele levantou a blusinha dela e passou a mamar nos seios da minha esposa enquanto continuava a bolinar a bucetinha dela. A Sabrina estava ofegante e alisava com carinho a cabeça dele enquanto tinha os biquinhos dos seios sugados.

Em seguida, ele a levou para o sofá e a sentou, ficando em pé na sua frente. Ela rapidamente baixou a calça dele e viu saltar um cacetão enorme e pulsante bem na altura da sua boca. O cacete do Beto era grande e grosso, do jeito que a Sabrina gosta. Ela estava louca por um cacete e não perdeu tempo, abocanhou como pôde aquela tora de pica, como se fosse um grande sorvete de morango. Ele segurava na cabeça dela e a fazia quase engasgar com o cacete enfiado na boca. Às vezes socava com força na boquinha dela, às vezes a deixava lamber e chupar o cacete todinho, incluindo os bagos, que ela também não deixava que escapassem e, outras vezes, esfregava e batia com o cacete no rosto dela, chamando-a de puta safada.

A essa altura eu já estava batendo uma gostosa punheta , vendo a minha esposinha mamando na rola de um outro homem. Nesse momento, o Beto segurou firme nos cabelos da Sabrina e acelerou os movimentos, socando o cacete na boca dela. Logo em seguida, ele fez jorrar fortes jatos de porra dentro da boca da minha esposa. Era tanta gala que ela chegou a engasgar enquanto uma parte escorria pelo canto dos lábios. Para não engasgar completamente, ela teve que engolir boa parte da porra daquele macho. Em seguida, chamando-a de sua putinha safada, ele a fez lamber o seu cacete até deixá-lo totalmente limpo com a língua. Logo depois, ele a deitou de costas no sofá e passou a chupar, lamber e mordiscar toda a bucetinha da minha esposa. Ela alisava os cabelos dele e chegava a revirar os olhos, gemendo de tanto tesão. Ele a fez gozar duas vezes seguidas na boca dele, enquanto ela o chamava de macho gostoso e implorava para que ele a fodesse de todas as formas, que a fizesse de sua puta e a chamasse de cadela no cio.

Ouvindo isso ele a levantou, sentou-se no sofá com o cacete apontado para cima, tirou uma camisinha da carteira, vestiu-a cuidadosamente no cacete e mandou que ela cavalgasse de frente para ele. De onde eu estava, pude ver a minha esposa subindo e descendo no cacete de outro macho, enquanto ele apertava a bunda dela e mamava gostoso nos seus seios, passando a língua e sugando com vontade os mamilos rosinhas da minha mulher. Vendo tudo isso, não resisti e explodi em um gozo que foi um dos mais gratificantes por mim vividos até então. Gozei a ponto de ficar literalmente zonzo por alguns segundos, tamanho foi o tesão que senti vendo a minha amada Sabrina levando vara e rebolando gostoso tão próxima a mim.

Após cavalgar bastante no cacete dele, a Sabrina gozou novamente dizendo que ele era o macho que ela sempre quis fuder e que adorava o cacete dele. Logo em seguida, ele a beijou gostoso na boca e falou que iria fudê-la na nossa cama de casal. Na seqüência, ainda com o cacete enfiado na buceta dela, ele levantou com ela atracada em sua cintura e a levou para o nosso quarto. Nesse instante, eu rapidamente saí do lugar onde estava e sutilmente, segui-os pelo lado de fora da casa até chegar à parede do nosso quarto onde há pequeninos cobogos, que servem para favorecer a luminosidade no ambiente. De onde eu estava, encoberto pela parede e com apenas parte de um dos olhos na pequena abertura de um dos cobogos, poderia ver toda a cama sem poder ser percebido por eles. Assim que chegaram, ele sem tirar o cacete de dentro dela, a deitou na cama e estando ele por cima, passou a foder com fortes estocadas na posição de frango assado a buceta da minha esposinha. Eu via e ouvia os gemidos da minha mulher junto com o som das fortes estocadas.

Após ele passar cerca de 20 minutos bombando forte na bucetinha da minha esposa, só então passaram a tirar por completo as roupas um do outro, ficando completamente nus. Nesse momento, senti um tesão inexplicável ao ver a minha amada Sabrina, totalmente nua embaixo de um outro homem também nu e levando fortes estocadas na sua bucetinha. Eles estavam totalmente entregues um ao outro, foi aí que após deitar sobre a minha esposa ele continuou bombando, enquanto ela entrelaçava as pernas por sobre as costas dele.

Nessa posição, com as pernas entrelaçadas sobre ele e remexendo gostoso o quadril, a minha esposa gozou pela quarta vez em cerca de uma hora e meia de foda. Nesse instante, ela passou a gritar que ele empurrasse tudo na bucetinha dela, que ela iria dar sempre para ele, que ele era muito gostoso e era o macho dela, enquanto dizia isso, ela arranhava as costas dele e o prendia cada vez mais com as pernas. Cheguei a ficar um tanto impressionado com o desempenho da Sabrina, pois mesmo nas nossas melhores fodas, ela não chegou a se entregar daquela forma. Após ela gozar, ele a beijou demoradamente e disse que queria comer o cuzinho dela, que ela era a sua puta e tinha que dar o cuzinho para o macho dela. Percebi certo receio dela quanto à dor, mas diante destas palavras dele e dos afagos e carinhos que ele fazia na orelha e pescoço dela, a Sabrina acabou cedendo pedindo apenas que ele fosse carinhoso e colocasse devagarzinho.

Ele prontamente concordando, pegou um lubrificante que estava na gaveta do guarda-roupa e colocou a minha esposa de quatro na beira da cama, lubrificando bastante o cuzinho dela e o cacetão dele. Depois foi enfiando um dedo na bundinha dela, logo em seguida enfiou mais um dedo e pediu para ela começar a rebolar. Após alguns minutos assim, ele lubrificou novamente o cuzinho dela, encostou a cabeça da pica na entrada e foi empurrando devagarzinho. Ela tentou desistir porque o cacete dele era muito grosso, mas novamente ele convenceu-a a prosseguir, sempre a acariciando e beijando as suas costas. Depois de mais alguns minutos, no momento da entrada da cabeça da rola, ouvi a Sabrina soltar um gemido com misto de dor e prazer. Em seguida, ele continuou empurrando devagar até quase encostar os bagos na bunda da minha mulher. Neste momento, ele parou um pouco e pediu para ela rebolar no cacete dele.

Á partir daí, ela foi aos poucos se acostumando com o cacetão dele enfiado no cuzinho dela e passou a empinar a bunda para trás e rebolar com mais vontade. Diante disso, o Beto passou a bombar com mais força no cuzinho da minha esposa. Segurava-a pelos cabelos, chamando-a de sua putona gostosa, vadia, cadela safada e enfiava cada vez mais forte na bunda dela. Ela estava completamente entregue àquele macho e rebolava sem para a sua bunda maravilhosa no cacete dele. Em certo momento, ele subiu em cima das ancas dela e passou a enfiar o cacete ainda mais forte no cuzinho dela. De onde eu estava e na posição em que eles ficaram em relação a mim, pude ver perfeitamente o cacete dele entrando e saindo do cuzinho dela, enquanto a sua buceta estava totalmente exposta e inchada de tanto levar rola do seu macho.

Nesse momento, ela gritava cada vez mais e ele socava o cacete cada vez mais forte, até que os dois explodiram em um gozo quase que simultâneo. Primeiro foi ela que gozava pela quinta vez naquela tarde e, segundos depois foi ele que gemeu alto enquanto socava no cuzinho da minha mulher. Após alguns minutos parados, ele tirou a rola do cuzinho dela e percebi que a camisinha havia estourado, pois saía grande quantidade de porra do cuzinho dela. Um pouco depois, ela ainda meio tonta, pediu para ele ir embora, pois eu já estaria perto de chegar. Já era próximo das 19:00 h, ele colocou o dinheiro do aluguel em cima da bunda dela, deu-lhe um beijo e um cheiro na orelha, tomou um banho rapidamente, enxugou-se com a minha toalha, vestiu a sua roupa e a fez prometer que ele iria poder fudê-la outras vezes. Foi embora, deixando a minha esposa ali, na minha cama, toda arrombada, mas muito feliz.

Depois de quase uma hora eu apareci, ela já havia tomado banho e fingiu que nada havia acontecido, mas à partir daquele dia, ela me convenceu a ir ela mesma, todos os meses ao apartamento dele para vistoriar o imóvel e receber o aluguel.

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