Welcome, visitor! [ Register | Loginrss

As melhores acompanhantes do BRASIL estão aqui!

Tipo do usuario: guest

Uma noite após o trabalho…

  • Enviado: 11 de abril de 2002 06:09

Corpo do conto

Posso te fazer uma pergunta?

E se eu te ligasse e fosse te pegar no trabalho agora?

se eu dissesse que queria trepar com você hoje e de

qualquer maneira? Você toparia?

Fico aqui imaginando que sim e no que aconteceria….

Já te escrevi uma vez sobre isso, mas não continuei a

historia , ficamos apenas no carro… Imagina o que

aconteceria depois… Chegaríamos no Motel, sorrindo,

nos beijando, eu de braguilha aberta e você já sem

calcinha, com a saia do tailler lá em cima, quase como

uma mini-saia… A moca da portaria nos sacando… Ela

deve ver um bocado de gente nesse estado todo o dia,

sorriu profissionalmente e fomos pra nossa suíte…

Chegando lá, descemos do carro, subimos até o quarto,

você na minha frente, subindo degrau a degrau da escada

rebolando provocativamente… Você manteve a saia bem

pra cima para que eu pudesse olhá-la por baixo e ver

seus lábios se movendo um contra o outro enquanto você

pisava cada degrau. Uma visão deliciosa e

indescritível… Mal chegando lá em cima você se dirigiu

devagar, como uma gata passeando, até a banheira, que

ficava no lado oposto a porta… Até chegar lá, você foi

deixando sua roupa cair, primeiro o casaco, depois a

blusa, e então a saia…. chegando lá, você ligou a água

e se virou, eu estava ainda próximo da porta, só

admirando a paisagem.

Você andou até mim, só de sutiã, nua, com o controle

total da situação. Olhou para o volume já obvio sob a

braguilha aberta e disse que eu não poderia ficar

vestido. Se aproximo mais de mim e nos beijamos, você

colou seu corpo em mim e pode sentir me caralho em sua

virilha. suas

mãos percorreram minhas costas, minha nuca, meu peito,

desabotoando minha camisa devagar, enquanto as minhas

passeavam pelo seu cabelo, desciam pela nuca e abriam o

seu sutiã, desciam mais ainda e se enchiam com suas

nádegas que eu apertava, pelo prazer de sentir sua carne

resistindo a minha pressão.

Você tirou minha camisa, beijou meu peito, mordiscou

meus mamilos e se ajoelhou, cara a cara com minha

virilha você abriu meu cinto, desabotoou minha calca e

ela caiu sobre os sapatos. Tirei os sapatos com os pés

e a calca junto, estava agora de meias e cueca, uma

combinação visualmente desagradável hehehe, você,

providencialmente me livraria de tudo. Primeiro pelas

meias, que foram parar longe, depois, foi a vez da

cueca, mas essa tinha de ser mais lenta…

A cueca estava ocultando um objeto que você já conhecera

antes, no carro, na marginal. Algo duro que tentava

escapar do pouco pano que o separava de você. Ele estava

novamente ereto, como uma rocha dentro da cueca, como

que suspenso sob o volume do saco. Parecia que minha

underware havia encolhido, ou que eu inchara. A segunda

opção fazia mais sentido. Você puxou a cueca para baixo

e ela não veio fácil, “ele” a estava segurando. Forcado

ele se curvou, engatado na roupa, quando finalmente se

soltou, curvou-se rapidamente pra cima, batendo em meu

umbigo, como que liberto de uma camisa de forca. Suas

mãos não tiveram dificuldade de tirar a ultima peca de

roupa que teimava em nos vestir. Estávamos nus…

No entanto, você continuava agachada. olhava pra ele,

não pra mim. Como se meu pau tivesse personalidade

própria. Um olhar de ternura, mescla de carinho com

desejo. Percebi-a se aproximando, roçando seu rosto

nele, sentindo a pele fina e delicada que encobria

aquele membro másculo, grosso cheio de veias. A minha

primeira vista poderia dizê-lo feio, mas sob teus

olhares de fêmea, o sentia lindo, forte, impávido

colosso hehehe. Só agora poderia observá-lo, já que,

dantes, no carro, estavas mais preocupada em engoli-

lo… Nem por isso a vontade diminuía…

Meus dedos entrelaçavam-se em tuas madeixas enquanto tu

me sentias, me cheiravas… como que reconhecendo o

território… Senti a pele de teu rosto em minhas coxas,

meu saco, meu caralho. Ahhh que tesão, que excitação

vela, senti-la me sentindo, devagar, sem pressa, mas

cheia de desejo….uma de suas mãos, tocou-me, primeiro

de leve, depois com forca, e fundo. Apertou-me. em

movimentos pra cima e pra baixo desembainhou a bainha de

minha arma e passou a apontá-lo ao rosto, sempre

olhando, sempre olhando. Veio e foi mais um pouco,

observou uma gotinha de sêmem sair da cabeça do meu pau

e então engoliu-o novamente. rapidamente colocou-o quase

inteiro na boca, como se fosse

uma artista de circo, uma engolidora de espadas… senti

seu calor novamente, sua boca molhada… foi extasiaste.

Você, chupando-me inteiro, num frenético vai e vem…

extasiaste. Mas não era isso que queríamos, já tínhamos

tido nossa cota, então, você, parou, olhou pra mime

marotamente disse:

-Vem!

Virou-se e correu pra banheira, agora já cheia d´água.

Eu fui, com o pau em riste, fui e entrei, você já estava

sentada, sentei ao seu lado e começamos a nos beijar,

nossas mãos passeando pelo corpo um do outro, seus seios

contra o meu peito, os jatos de água a nos

massagearem… a espuma se formando, brinquei com seus

seios, um cada mão e a boca passeando entre eles, entre

mordiscada e gritinhos

pedi pra você se sentar na beirada da banheira. Você,

rapidamente o fez. Levantando e deixando

momentaneamente, sabidamente momentaneamente, sua doce

buceta ao alcance de meus olhos e minha língua. Mas o

tempo não foi suficiente, pois você se sentou rápido, na

beirada, estava semi-coberta de espuma e pedi que

abrisse as pernas. Ah, as pernas, que visão tive eu ao

deslumbrar-me com sua doce racha,

aberta ali pra mim. Posicionei-me entre suas coxas,

inclinei-me e enquanto uma mão brincava de tirar a

espuma que teimava em ficar sobre os teus poucos e ralos

pelos, da largura de dois dedinhos que desciam da altura

do meio osso pubiano até quase dois cm do teu

clitóris… deixeio-o a vista, tu sabia que eu adorava

esse teu “penteado”, enquanto isso a outra mão brincava

com teus peitinhos, agora escorregadios por conta da

água ensaboada, uma verdadeira delicia…

Comecei a brincar com tua xota, teus grandes lábios me

enlouqueciam, me enlouqueciam… brinquei por minutos

com eles, ao redor deles,segurando-os, ora pinçando-os

com os dedos, ora massageando-os. Sabia que estavas

louca de tesão. Não precisava ser gênio para notar teu

seios intumescido e a tua umidade que a muito,

substituíra a da banheira… Abri teus “beiços” e vi teu

sexo, vermelho vivo, vermelho sangue, vermelho de tesão,

enfiei então um dedo, este entrou fácil, fundo nessa

caverna quente e inundada com teu néctar. Teu cheiro já

me provocava mais que a visão privilegiada que estava

tendo. Num frenessi de vai e vens, logo foram dois dedos

e depois um terceiro e quarto, Tu estavas com certeza

preparada e desejosa de um caralho no meio das pernas…

Lambi dois dos dedos enquanto te encarava, tentando

adivinhar o que querias… coloquei meus dedos na tua

boca e sugastes o teu suco, ao mesmo tempo em que eu

avancei, sedento à fonte deste caldo. Contido, lambi

toda a volta da tua xota, começando pela emendinha entre

as coxas e a virilha até chegar ao lado externo dessa

caverna, sugando e mordiscando tuas carnes, teus grandes

lábios… Sentia a suavidade dessa tua pele peladinha,

depilada. Abri caminho com a língua por baixo. desde o

buraquinho do teu cu até a tua xota. Tua buceta foi se

abrindo e minha língua foi entrando, cada vez mais

dentro de ti, mais quente e molhada…

Foi então que comecei a lambê-la, abri com os dedos o

caminho e comecei a lambê-la desde baixo até em cima.

Rápida e profundamente… A essa altura você gemia,

segurava meus cabelos com forca e murmurava bobagens que

só faziam deixar-me mais louco de tesão. Eu alternava

períodos em que minha língua entrava e saia dura, como

um cacete e outros em que ela lambia, fazendo com que

sua aspereza natura a massageasse. Enfiei dois dedos e

enquanto eles se moviam, eu sugava o rio que saia de

você, aproximava-me do seu clitóris e sugava-o com

delicadeza, o envolvendo com minha boca e roçando o

interior de meus lábios na sua excitante intumescência.

Você tremia, movia as pernas, soltava gritinhos… Eu

continuei lá, fazendo o que mais gosto nessa vida,

chupando a xota de uma fêmea, excitada, no cio,

contorcendo-se ante minha boca, minha língua, meus

dedos, meu desejo…

Foi o que fiz, enfie meus dedos ora com delicadeza, ora

com animaleza, suguei-a até que tirei de ti um berro, um

misto de grito com gemido, acompanhado pela brusca

curvatura pra trás de tuas costas, quase como uma égua

corcoveando. Tuas mãos segurando meus cabelos, como que

enfiando minha cabeça mais pra dentro de ti. Eu só

sentia teu gosto, só via teu sexo, só respirava teu

perfume… E senti, o doce gosto do teu gozo em minha

cara. Foi a Gloria e continuei lá mais um pouco, queria

que o êxtase continua-se e pelo visto você também, pois

manteve a pressão de meu rosto contra a tua xota.

aumentai a velocidade do vai e vem e senti que mais uma

onde se aproximava, você apertava e puxava meus cabelos

ainda mais e dizia coisas como “vai,

enfia”, “chupa”, “me faz gozar” e outros termos de

incentivo. Não sabia se eram mais incentivo pra mim, ou

para você própria… E o segundo veio, de forma menos

repentina que o primeiro, mas numa intensidade muito

próxima, esse foi mais longo, precedido por

muitos “aiis” e “hummmmms”. Sua respiração era curta,

rápida e alucinada, você tinha ido até o céu e voltado.

E isso pra mim era o paraíso…

Mas eu não havia gozado…

Afastei um pouco meu rosto de tua buceta e olhei pra

cima, lá estava você me olhando sorrindo, como criança

que fez arte e ninguém descobriu… Sai do meio de suas

pernas e segurei-as. Virei você contra mim e a coloquei

de quatro sobre o mármore lateral da banheira, enquanto

eu ficava dentro desta. Você sabe a paixão que tenho por

essa vista. Poder ver seu rabo empinado, com seu

anelzinho apertado e uma racha carnuda e peladinha sob

ele, é a glória. Meu pau, que até agora não participara

dos últimos desenrolares dessa festa, estava a ponto de

bala. De pé, dentro da banheira aproximei-me de você, de

suas coxas carnudas e da sua xota que, pra mim, se

oferecia. Encostei minha pele na sua e você sentiu o

calor e a dureza de minhas intenções. Segurei seus

cabelos com uma mão e puxei você contra mim, você ficou

ajoelhada enquanto beijei seu cangote, segurando seus

seios. Belisquei-os, mordiscando sua nuca, apertei os

mamilos contra os dedos e então empurrei seu corpo pra

frente. Sua bunda voltou a se empinar pra mim. Com uma

mão, brinquei com meu pau na entrada de suas carnes.

Pra cima e pra baixo lambuzei-o na sua xota. Só deixava

ele roçando a parte externa e, com um dedo, brincava com

seu clitóris… Fiz isso até que você implorou pra ser

penetrada, pra ser arregaçada. Foi o que fiz. Enfiei

tudo de uma só vez, fundo, você soltou um gritinho e eu

um gemido. Foi delicioso. Eu segurava você pelas ancas e

a puxava contra mim, de modo a aprofundar as estocadas.

Seus seios balançavam a cada vez que meu pau entrava.

Você mordia os lábios, sentindo as idas e vindas de meu

caralho. Você fechava os olhos e sentia meu saco batendo

em você, batendo no seu clitóris…

Dei umas palmadinhas na sua bunda e você gritava pra

bater mais, pra enfiar mais, eu não parava, por vezes

diminuía o ritmo. De tal forma que você poderia sentir

cada centímetro entrando, poderia sentir cada veia

abrindo espaço dentro de você.

Só parei quando achei que ia gozar. Parei um pouco,

tirei ele de dentro da tua xota e meti num só golpe do

teu rabo que continuava empinado. Era nele que queria

gozar. E nele que gostas de porra. Senti-o abrindo-se

pra mim. Oferecendo resistência, sentindo a minha carne

contra a tua, teus músculos cedendo enquanto eu cravava

meu membro nesse teu cu. Fui até o fundo e parei. Fiquei

um pouco parado, sentido a enorme pressão que teu rabo

fazia meu caralho, minhas veias se contraindo. Nisso,

percebi que estavas gemendo, já com os dedos na xota,

metendo uma siririca. Comecei a estocar sabendo que logo

gozaria. Metia fundo, metia rápido e não parava,

agarrava tuas ancas com vontade, parecíamos animais no

cio.

Como animal, senti o gozo iminente. Te puxei-a com

vontade e enchi esse teu rabo de leite. Não parava,

gemia, grunhia mas não parava. O sêmem escorria do teu

rabo a cada vez que meu caralho estava próximo de sair.

Teu cu transbordava com minha semente. Sentindo meu

leite escorrendo em tuas nádegas, em tuas coxas,

esquentando tua pele, teus dedos trêmulos num vai e vem

frenético dentro de tua xoxota deram-te outro orgasmo.

Quase simultâneo ao meu. Te sentiste fêmea, mulher, uma

deliciosa mulher sendo enraba e gozando com o prazer de

ter os dedos na xana e um caralho no rabo….

Tirei meu pau de dentro de ti, extasiado, aquela tinha

sido a melhor trepada que nunca tivéramos. Olhamo-nos e

nos deitamos na banheira, você abraçada em mim, sentindo

nosso corpo relaxado, a respiração descompassada.

Passaríamos a noite juntos e essa noite, sabíamos, ainda

revelaria mais prazeres….

Hummmmm

Leave a Reply

You must be logged in to post a comment.

Para entrar em contato com este autor preencha o formulario abaixo e clique em enviar.

Sobre este autor

  • Escritos por:
  • Membro desde: 28 de abril de 2017

Outros contos de autoria deste autor

Ultimos contos escritos por Gordo »

Pesquisa