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Transando com os caminhoneiros

  • Enviado: 26 de agosto de 2008 23:55

Corpo do conto

Quando tinha 18 anos, gostava demais de ficar num posto de gasolina perto da minha casa, onde paravam vários caminhões. Não que eu ia lá para ver os caminhoneiros mais sim, porque adorava ver aqueles modelos novos de caminhões. Hoje, tenho 20 anos, não sou afeminado, sou moreno claro corpo liso e sarado, 1.78 de altura, olhos e cabelos lisos castanhos claros, bundinha empinadinha e voltando ao assunto, eu sempre que tinha uma folga da escola ia para lá. Um dia estava olhando os caminhões quando derrepente vi chegando num caminhão imenso um modelo novo, e o motorista mais lindo ainda, o cara que estava ao seu lado também era muito gato. Fiquei na minha só olhando. Eles desceram foram para o banheiro tomar banho, depois de um tempo eles voltou com a cabeça molhada só de bermuda e sem camisa com a toalhas jogadas nos ombros. O motorista era muito lindo moreno alto mais ou menos 1.85 de altura, corpo fortão um belo sorriso, perna grossas e um belo volume na bermuda um tesão de homem. Seu amigo era moreno olhos negros um pouco mais baixo deveria ter 1.80 de altura, e bem gostoso também. Eram dois homens tão bonitos, e nem pareciam ser caminhoneiros, que na maioria são gordos e barrigudos. Eles eram perfeitos, corpo saradão, de deixar qualquer um com água na boca. Não sei como aconteceu que logo, já estava conversando com eles. O motorista era Fábio e o amigo chamava-se Carlos, que conversou só um pouco e foi logo para a lanchonete. O Fábio era um cara muito alegre, conversamos sobre vários assuntos e não demorou muito e começamos a falar de sexo. Foi quando sem mais nem menos, ele me perguntou com uma cara bem safada seu eu ainda era virgem? Fiquei sem graça e ele ria. Olhei bem dentro dos olhos dele e na maior cara de pau, disse que não era mais virgem a muito tempo, que tinha perdido a virgindade com um vizinho. Ele me olhou meio assustado parecia que não acreditava no que ouvia. Vi crescer um grande volume na sua bermuda, e ele foi logo me convidando para conhecer a boléia do caminhão deles. O que prontamente aceitei, assim que entramos ele já foi logo passando a mão em minha bunda e falou que queria me comer. Fábio fechou a cortina do cabina e fomos para a cama atrás dos bancos. Ele tirou minha roupa e depois abaixou a bermuda dele me mostrando um cacete imenso e grosso de 19cm. Caí de boca e mamei feito um bezerro desmamado, chupei muito até meus lábios ficarem doloridos. O pau dele estava tão duro feito pedra, e ele me disse que queria comer meu cuzinho. Fiquei com medo pois o cacete dele era muito grande e grosso, mas acabei concordando. Ele me deitou de barriga para baixo, abriu minha bunda com as duas mãos e meteu a língua no meu cuzinho. Arrepiei todo, ele chupava gostoso demais, depois passou vaselina no meu cuzinho e enfiou um dedo, era muito gostoso estar prestes a ser devorado por aquele homem maravilhoso, que até parecia ter saído das telas de cinema. Ele colocou a camisinha e encostou o cabeção do cacete dele no meu buraquinho e foi forçando a entrada. Quando o cabeção entrou dei um grito e ele parou por um momento, depois voltou a meter bem devagarinho, mas mesmo assim doía muito. Eu reclamava quando doía e ele parava e depois voltava a meter, até que entrou tudo, mas tudo mesmo. Eu sentia o sacão dele e aqueles vastos pentelhos esfregando no minha bunda e senti o peso dele em cima de mim, parecíamos uma só pessoa. Foi aí que o amigo dele abriu a porta do caminhão de uma vez, e disse que queria participar da festinha também. Entrou rapidinho e foi logo tirando toda a roupa e foi tratando de enfiar aquele belo cacete de 17cm em minha boca. Eu chupava o Carlos, enquanto Fábio metia cada vez mais forte o cacetão dele no meu cuzinho, que já estava acostumado com aquela grossura toda dentro dele, num entra e sai alucinante. Fui fodido de frango assado, de lado de quatro, de todas as posição que a pequena cama cabia. Quando o Carlos meteu o pau no meu cuzinho, entrou fácil pois já estava bem alargado por causa do cacetão do Fábio. Carlos trepava muito bem , mais igual ao Fábio não tinha igual. eles gozaram varias vezes na minha boca e eu engolí tudinho, foi um dia maravilhoso,quem gosta de um belo boquete e de gozar na boca me escreva .

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  • Escritos por: Boca quente
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