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Só a cabecinha

  • Enviado: 11 de maio de 2012 09:10

Corpo do conto

Eu estava pegando carona na estrada, então parou uma carreta daquelas bem grandes. Eu entrei e começamos a conversar. O motorista, Aldair iria me levar boa parte do caminho que eu ia fazer, depois ele teria fazer um entrega, mas falou que podia me arrumar outra carona quando tivesse que parar. Achei ele bem legal, já tinha uns 40 anos ou mais, era branco, e tinha uma barriga não muito saliente, mas seu braços eram fortes e ele era alto também o que dava um porte muito bom.

Lá pelas tantas passamos por um trecho onde tinha algumas prostituas e isso levou ao assunto sexo. Conversa vai conversa vem, começamos a falar sobre pornografia, sobre pornostars, e eu acabei falando que tinha um acervo de alguns videos no meu lap top, ele falou que queria dar uma olhada, pois adorava esse tipo de material. Já estava noite, então eu falei que quando ele parasse o caminhão nos poderiamos ver um pouco, mas ele insistiu, disse que não tinha problema, me mostrou uma telinha LCD que saia do painel, e que sempre dirigiu assistindo TV ou vendo algum DVD, pediu para que eu abrisse o porta-luvas e me eu vi alguns DVD de pornografia, além de alguns filmes e bandas sertanejas. Então coloquei os filmes do meu laptop para tocar, escolhi um em que um negão pauzudo enrabava uma loirinha gostosa. No inicio do video vemos ela tirando a roupa, neste momento ele disse: “nossa que peitos perfeitos” e eu “uma delícia”. Então a moça começa uma dança sensual até que aparece o negão usando uma calça jeans sem camisa. A garota com cara de safada, se ajoelha em frente do cara e olhando para ele, abre o ziper e retira aquela tora negra boquiaberta com o tamanho daquilo, era enorme e grosso aquele pau negro, bem reto e ainda meio mole devia medir mais de 20 cm, e grosso com uma cabeça pontuda. Eu tive que comentar: “nossa olha o tamanho dessa pica?” e ele soltou “a minha é maior” e eu “ahn?” “é a minha pica é maior que a desse cara com certeza.” eu disse” “não acredito nisso, esses caras do porno são muito bem dotados” e ele “quer ver?” “duvido” “quer apostar?, se for maior, vc toca uma punheta para mim, se for menor, eu toco pra você” “então tá” aceitei. Ele parou o caminhão numa estradinha sem movimento nem luz. então fechou as cortinas da cabine, e eu ajudei. afastou o banco dele para tras, baixou o shorts e tirou a rola pra fora. Era enorme, estava meio jonja mas parecia que quando enrijecesse ficaria maior. era mais escura que a pele dele, e tinha uma cabeça redonda e vermelha. então ele ficou punhetando aquilo enquanto assistiamos o filme, ele pediu para eu aumentar o volume do som um pouco que ele queria ouvir melhor. A essa altura a loirinha carinha de anjo já mamava sofregamente, ele estava fixo na tela e eu me dividia em olhar para a rola na tela, e para aquela rola que estava ali ao vivo. foi aí que ele disse “é acho que vc perdeu a aposta…” olhei para aquele caralho em riste, era meio torto para a direita, apontando bem na minha direção. estiquei a minha mão esquerda e abracei bem o entorno, sentido aquele calor e aquela rigidez, estava realmente bem duro e latejante, ele soltou um suspiro e ficou olhando para a minha mão que o punhetava lentamente, estiquei também a outra mão e segurei mais forte fazendo ele suspirar outra vez, enquanto eu dizia: “nossa como é grande mesmo, bem roliça e dura, quantos centímetros tem?” “27 por três e meio. gostou?” gostei, é bem maior que o meu…” dai olhei para o video, a menina engolia toda a pica com a boca, e o negão segurava a cabeça dela metendo como se fosse uma buceta, começou a meter com mais força fazendo escorrer uma baba da moça, nisso eu acelerei os movimentos, agora, praticamente debruçado sobre ele, usando minha mão direita, e tentando ver o filme. instintivemente cada vez mais aproximava meu rosto da tora, até sentir aquele cheiro de pau delicioso me enlouquecer as narinas. então ajoelhei no espaço que tinha entre o banco e o console, ele abriu melhor as pernas para me receber no meio delas, segurei com a mão esquerda uma das suas cochas e punhetei forte, a poucos centimetros de meu rosto. ele olhou para mim tirando o pau da minha mão e balançando ele na minha frente disse: “faz igual a garota do filme” e virei um pouco o rosto para ver o filme, e ele aproveitou para esfregar a cabeça da rola na minha bochecha e orelha, a garota do filme, estava de boca aberta com cara de safada olhando para o cara, enquanto esse esfregava a cabeça da rola em seus lábios. eu passei a lingua em meus lábios e voltei a cabeça em direção a pica, que em movimento continuo passou pela minha boca e foi me bater na outra face, fiquei lubificando com a lingua enquanto ele esfregava a rola nos meus labios babados, e a baba se misturava com o liquido que saia pela cabecinha, e fazia uns fiosinhos cada vez que ele tirava ela mais longe do meu rosto, ficamos um tempo assim, eu tentando abocanhar aquele pau e ele esfregado na minha boca. até que finalmente consegui e mamei gostoso naquele caralho. que delícia. ele socou na minha boca, segurou firme, pensei que ia gozar, mas depois ficou só no vai e vem. até que ele falou: “olha lá o que ela tá fazendo, vc faz isso também?” olhei para tras e vi a loirinha de quatro com o pau do negão atolado inteirinho dentro do cú dela. e ele metendo bem devagar, tirando e colocando tudo de novo, até o saco bater na buceta. socava gostoso, eu falei “não, não faço isso, só chupo nem gosto que goze na minha cara.” e ele “falou então, entra no meu caminhão, começa a me mostrar putaria, chupa meu pau e diz que não dá o cuzinho…? duvido” “não é isso, é que sua pica é muito grande, vai me arrebentar, e eu não posso hoje, porque minha bundinha está machucada…” “andou dando o cú para algum caralhudo por aí” “semana passada eu conheci um cara e ele me comeu com muita força, sangrou um pouquinho e eu tô me segurando um pouco agora” “se segurando para não dar o cú?” “é… eu adoro uma pica no meu rabinho, mas as vezes dói um pouco, a sua é muito grande…” “não tem problema, eu tenho uma pomadinha boa pra te enrabar, chama-se xilocaína”, e puxou eu para o lado, para alcançar um porta-obejtos de onde tirou umas camisinhas e a bisnaguinha da pomada. “não não posso” eu disse, e ele “vira, deixa então eu dar uma olhadinha para ver se ele já sarou” eu levantei em pé, tendo que ficar um pouco curvado para o painel, por conta da altura da cabine, e abaixei as calças. ele pegou minha cueca e puxou para cima, fazendo entrar tudo no meu reguinho como se fosse um fio dental, então ficou apalpando a minha bunda e enfiou a cara no meio apertando seu nariz contra meu rabo. tirou a cara de lá e disse: “que delícia, cheirosinha a sua bundinha, e macia” nisso deu um tapinha de leve, me fazendo suspirar, e eu perguntei “vc gostou?” ele respondeu com cara de macho safado “adorei, deixa eu por só a cabecinha…. deixa vai….” “tá bom, mas só a cabecinha, e vc fica sentado e eu vou por cima dele, e encaixo a cabecinha até vc gozar tá?” “vc que manda, gostosa…” e puxou minha cueca para o lado enfiando a lingua lá dentro do meu rabo, lambeu um pouco e muito precisamente, enfiou um dedo atolado de pomada cu a dentro de mim, para me lubrificar, sentia aquelas mãos asperas apertando minha bunda e aquele dedo grosso besuntando meu cuzinho com a pomada. depois afastou as mãos e encapou com extrema habilidade aquela rola torta, me pedindo para segurar a pontinha, depois besuntou a rola devidadmente encapada com mais pomada. e apontou a a cabeça para cima dizendo “vem, senta esse rabo no meu pau logo” eu olhei para aquele pau torto para a direita, fiquei meio de lado, me apoiando como podia no console e banco, encaixei a rola na portinha do meu cú que piscava, segurei firme com uma das mãos a rola, enquanto ele me abria as nadegas, a pica forçando a entrada cm por cm, desci sentindo aquela quente cabeça roliça entrar no cú me invandiondo com uma sensação de gozo divino. amoleci por completo, meu corpo relaxou completamente. e o safado do Aldair percebeu isso e foi empurrando, e antes que eu pudesse dizer “só a cabecinha” já tinha entrado mais da metade da rola a dentro, ele se deliciava me enrrabando, eu soltei a mão que segurava a pica, tentando usar ela para me apoiar na barriga e tentar me afastar da estocada fatal, mas ele me puxava com as duas mãos ásperas na minha cintura, tentando socar tudo com gentileza e gel lubrificante. eu pedi para ele esperar um pouco, fiquei sentindo aquela rola latejando dentro de mim e meu cuzinho em brasa tentando apertar aquele salame quente. e eu tentando melhorar um pouco a minha posição me apoiei de lado no banco do passageiro, fazendo a pica sair do meu cuzinho, deixando um vazio enorme lá dentro, eu soltei um gemido e pedi para ele por de novo lá dentro, no que fui atendido prontamente e com vigor, iniciando um festival de estocadas até aquele limite estabelecido, estocava com força, puxava até a cabecinha para fora e enfiava de novo, fazendo entrar cada vez mais. até que minha nadega esquerda toca sua perna, sinto que ele tinha enfiado quase toda sua jeba no meu rabinho, então ele me debruça sobre o banco do passageiro com certa força, me dominando por completo, fazendo minha cabeça bater no console da porta e fazendo a cabina do caminhão balançar e fazer barulho, com uma mão abrindo minha bunda e com a outra segurando meu braço atras das costas, ele despende a estocada que faz com que entre até as bolas encostarem no meu saco. e ele precisamente fica assim atolado por um tempo para que em me acostume com seu calibre, onde eu completamente absorvido por aquela pica, completamente empalado, com o pau duro babando, sem eu nem encostar nele, pergunto para ele se tem mais pomada, então ele sem tirar a rola do meu rabo…, debruça-se sobre mim para alcançar a bisnaguinha, fazendo com que sua barriga peluda se encaixe sobre minhas costas e seu peso faça que entre os últimos cm da rola baterem no meu intestino. ele vai tirando lentamente a tora do meu rabo, eu olhando para tras para ver se estava tudo limpinho, e pude ver aquela enorme vara pulsando naquela camisinha, tava limpinho, e só dava para sentir o chero de pica misturando com gel lubrificante. ele entochou o tubo no meu rabo, e apertou fazendo aquele barulho característico, então passou mais um pouco no pau, limpu a mão na minha camisa que caia ao lado, apontou para a portinha do meu rabo e dizendo: “que delícia de cuzinho”, e socou tudo de uma vez, e eu delirando, dizia: “ai me come, ai me come gostoso, vai, af…” eu acho que ele ficou uns 10 minutos fodendo meu rabo com vontade, a cabine balançava e fazia barulho, ele metia muito bem, me segurava com força, chegou a me fazer levantar, sem tira a pica, e ir para a cama que tinha atras da cabine, me pegando de ladinho, bem do jeito que aquela pica torta foi feita para foder, e fodeu muito. até me fazer gozar na minha própria barriga. ele meteu mais um pouquinho ficando completamente em em cima de mim, até começar a gozar fartamente, gozou com o pau lá dentro, e rapidamente tirou o pau, fazendo com que a camisinha ficasse entalada no meu cu, e continuou gozando nas minhas costas, fazendo eu receber uma esporrada até atras da orelha, e ele não parava, apontou para o meu cuzinho e desabou sobre o meu corpo, fazendo seu pau entrar novamente pelo meu reto, onde ainda desferiu as últimas golfadas de porra quente, e com o pau latejando dentro de mim, ficou sofregamente recuperando a respiração arfante, e eu completamente esporrado e gozado como uma puta ali naquela cabine.

no maior gozo da minha vida.

2 Responses to “Só a cabecinha”

  1. A velha histria de s ponha a cabecinha…hum conheo bem! Quando ela maior que o corpo do pau, no tem problema, pois pau no tem ombro… Mas quando ela menor e o corpo do pau vai engrossando…a meu amigo di pra valer… e essa histria de s ponho a cabecinha vai pro brejo, poi macho que macho, no respeita os limites… Se tomou muito leitinho dos grosso n baby…

  2. Hum… q delcia…

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