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SAFADA COM O VELHO DA OFICINA

  • Enviado: 27 de setembro de 2004 09:36

Corpo do conto

Todos me conhecem (procurar pelo nome do autor TULA)e já sabem sobre meus lindos seios fartos, macios, firmes, aureolas grandes e morenas e mamilos grandes que vivem sempre durinhos parecendo um pintinho e sempre desafiando os olhares masculinos e tambem os femininos, de inveja. Uso blusinhas decotadissimas que aparecem bem o vale entre os peitões me deixando até escandalosa, mas gosto muito de me exibir e mostrar bem os seios e a bundinha. Sempre fui safada como sou até hoje e quando era mais nova, uma ninfeta, já gostava de provocar os homens, principalmente os mais velhos que ficavam babando, olhado minhas belas tetas. Perto de minha casa tinha uma oficina e o dono era um senhor já de idade que ficava louco quando me via passar. Eu para provocá-lo, colocava shortinho de malha bem justinho que deixava ver bem minha calcinha de rendinha minúscula e blusinhas de alcinhas que deixavam meus peitões uma loucura, um desacato, um atentado ao pudor. Ele me via passar em frente à oficina e saia na porta, resmungava, fungava, o velho ficava doido. Algumas vezes eu até entrava na oficina, mas me mantinha bem longe dele que ficava me olhando com cara de tarado e lambendo os lábios. Um dia eu fui emprestar um martelo e estava uma verdadeira putinha, de shortinho branco de cintura baixa, aparecendo toda a polpinha da bundinha e blusinha de tecido leve, de alcinhas. Quando cheguei , ele me olhou e lambeu os lábios e eu para provocá-lo, deixei cair as alcinhas da blusinha e ela ficou segura só pelos bicos dos peitos que estavam durinhos como um cacetinho minúsculo. Ele me entregou o martelo, olhando como louco no meu peito e disse resmungando baixo: “Queria te chupar todinha”. Eu fingi que não ouvi, peguei o martelo e sai rebolando rindo do desespero do velho e disse que devolveria mais tarde. Ele concordou e quando eu já estava a uma certa distancia, olhei para trás e vi ele me olhando, apertando o cacete e mordendo os lábios. Adorei aquilo e segui em frente. Mais tarde voltei para devolver o martelo e já cheguei com as alcinhas caídas, já que estava muito calor e com a cintura do shortinho, que já era baixa, enrolada, mostrando parte dos meus pelinhos. Chegando na oficina o velho estava sentando consertando uma peça e quando me viu ficou gaguejando. Ficamos conversando algum tempo e eu me mostrando na frente dele, abaixava, ele quase via todo meus peitões, rebolava pra lá e pra cá com as polpinhas aparecendo e bundinha arrebitada. Aí ele perguntou: “você tem namorado” eu disse que não e ele perguntou: “algum moleque já te comeu” eu assustada disse: “já brinquei com alguns meninos, mas eu gosto mesmo é de homens mais velhos” ele arregalou os olhos e disse: “você abusa muito, andando desse jeito na minha frente, e sou um velho doido e posso perder o juízo” rimos muito para disfarçar e eu estava adorando provocar o velho e perguntei: “o senhor tem uma chave de fenda para me emprestar, amanhã eu devolvo” ele disse: “claro que tenho, está lá no deposito, vou lá pegar” ele foi e eu fiquei, mas depois de um tempinho eu achei que estava demorando muito, fui atrás e o encontrei procurando em uma caixa. O deposito era um lugar sujo, apertado, todo cheio de bagunça, meio escuro e quando eu entrei ele disse que estava procurando e deveria estar atrás da porta e com o pé fechou a porta. Fiquei sem ter como fugir e ele, um velho enorme e sujo de graxa, ficou na minha frente impedindo a minha saída. Aí ele disse: “deixe-me ver esses peitos, por favor, putinha, eles me deixam louco, já bati muita punheta pensando nesses peitões e nesse corpinho delicioso, por favor, deixa” eu disse que não e que queria sair (tudo frescura) ele começou a insistir desesperado e disse: “por favor, putinha, prometo que não ponho a mão, só olho, quero ver esse peitão pelado, por favor” eu então concordei e fui tirando blusinha pela cabeça e quando ele teve uma visão completa das minhas tetas, deu um grito de tesão e não se controlava e apertava o cacete e disse: “nossa que maravilha, que peitos, que tetas, que mamas, que delicia, merecem serem mamados, chupados, mordidos, estraçalhados” eu estava adorando me mostrar pra ele e resolvi aproveitar a situação: “quanto o senhor me paga para eu me mostrar todinha, nuazinha? Ele já desesperado disse: “o quanto você quiser, eu pago tudo, toda a féria do dia se você quiser! Quero te ver peladinha, nuazinha, tira tudo tira” eu primeiro fiz ele pegar o dinheiro no caixa e depois fui tirando o shortinho, fiquei de calcinha de rendinha e ele gemia, babava dizendo: “ tira mais, tira tudo” eu tirei a calcinha e joguei pra ele que enfiou no pescoço e gritava, babava me vendo nua com os peitões balançando e passando a mão na xaninha, nuazinha na frente dele. Num dado momento ele foi me agarrar e eu escapei e ele foi atrás. Como o lugar era muito pequeno, suas mãos facilmente me alcançavam e apertavam minhas tetas e bunda. Eu torturava o velho, balançava os peitos na cara dele, rebolava, enfiava os dedos na xaninha e punha na boca dele que chupava que nem louco. Como ele estava sentado num banco, me puxou com força e me obrigou a sentar de frente, com as pernas abertas, sentido o cacete que estava duro como uma estaca , roçar a bucetinha e começou a mamar deseperado , chupava, mamava, lambia, mordiscava os mamilos durinhos, chupava os mamilos com força e me fazia gritar de tezão dizendo; “chupa minhas tetas, velho sujo, chupa gostoso, garanto que nunca teve uma teta assim na boca, chupa com força, mama gostoso” e ele se deliciava com as tetas que ele admirava todos os dias e que agora estava na sua boca e me chupou muito deliciosamente. Me colocou de pe, sobre o banquinho, levantou uma perna e colocou meu pé na prateleira do lado e fiquei de perna aberta, na cara dele e caiu de boca na minha linda bucetinha, chupando, mamando o grelinho e de baixo, mamando a bucetinha, olhava para cima e via os peitões balançando e chupava com mais força toda a bucetinha e com tanta força e eu vibrava de tesão na boca daquele velho imundo mas muito gostoso. O velho estava desesperado de tesão e eu me entregando na maior delicia naquela boca gostosa me chupando inteirinha. Depois de muito me chupar o corpo todo por um bom tempo disse: “agora quero comer essa bucetinha gostosa, você vai ver o que é um homem de verdade e não essa molecada que não sabe fazer nada” Eu já tinha certeza disso, pois o banho de língua e chupadas que ele me deu, nunhum daqueles moleques da escola seria capaz de fazer mas resolvi aproveitar da situação já que ele queria tanto e eu mais ainda e disse: “só que pra me comer é mais caro, não vou dar de graça não, o senhor tem que pagar o preço justo” ele não pensou duas vezes, abriu o cofre ali do lado e me ofereceu uma bela quantia e resolvi fazer a felicidade do velho. Abri a calça dele e pulou pra fora uma cacetão enorme, vermelho e eu comecei a lamber, mamar, chupar, mamar gostoso e ele gritava gemia, chorava de tesão. Levantei e sentei de pernas abertas de frente pra ele e comecei num sobe e desce delicioso, esfregando os peitões na cara dele que chupava, mamava, gritava de tesão e gozamos juntos, gritando como dois loucos. Aí eu me levantei e fui pegar as minhas roupas e ele me agarrou por trás, amassando minhas tetas e disse: “não vai embora não, tenho muito tesão ainda e quero mais esse corpinho na minha boca e na minha pica, agora quero te enrabar gostoso e não vai escapar não” e dizendo isso, foi lambendo meu cuzinho e sem dó enterrou o cacetão e eu quase cai e tive de segurar na prateleira e ele socou muito, muito gostoso, me enrabou gostoso. Depois quando fui sair, ele me deu um beijo de língua, explorando toda a minha boca e colocou no meu peito um envelope. Eu sai e prometi voltar no dia seguinte e ele disse que ia ficar esperando. Quando cheguei em casa, vi que ele tinha sido bastante generoso e depois disso voltei muitas vezes a aficina, sempre deixando ele louco e ele me dava tudo o que eu queria. Beijos

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