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Quando Viajei com Meu Namorado

  • Enviado: 8 de julho de 2005 15:50

Corpo do conto

Me chamo Júlia e tenho 24 anos, sou loira e tenho um corpo bem legal, do tipo malhado, adoro meus seios e minha bunda, pois vestem bem em qualquer roupa e tem o tamanho ideal. Namoro namorava um rapaz chamado Tiago, 5 anos mais velho que eu, sempre cheio de amigos, adorava sair em turma e seus amiguinhos adorávamos quando íamos a praia para ficarem me comendo com os olhos, mas eu já estava acostumada e não me incomodava. Tiago não percebia como seus amigos me cantavam e eu para não causar discórdia entre eles, não contava nada, até porque satisfazia meu ego. Num fim de semana a turma marcou de viajar para o Campo, iríamos em dois casais e mais dois rapazes sem companhia. Eu e o Tiago chegamos primeiro na casa e ficamos aguardando os outros, mas só veio os dois rapazes, Bruno que tinha uns 20 anos e Marcelo que tinha uns 30 anos. Questionamos sobre o outro casal, mas eles disseram que tiveram um imprevisto e não poderiam vir, fiquei meio sem graça, pois só teria eu de mulher na casa, sobraria todos os afazeres para mim, além dos amiguinhos que iam me comer com os olhos o tempo todo, mas Tiago decidiu ficar. Sempre gostei muito de sexo, e qualquer coisa me excita, mesmo que eu não queira transar fico molhada, e como sempre uso roupas curtas e coladinhas no corpo. Não demorou muito e logo Marcelo começava a cobiçar minhas formas físicas quando meu namorado não estava por perto, aquilo me excitava, mas não que eu quisesse dar para ele. Na casa havia uma piscina, muito bonita e grande por sinal, aproveitei a tarde de sol e fui tomar banho nela e pegar um pouco de sol, meu biquíni é daqueles bem pequenininhos, mostrando toda a bunda e a parte de cima só cobria os biquinhos dos peitos, mas Tiago não se importava que eu usasse e dizia que o que é bonito é para se mostrar. Bruno e Marcelo não queriam sair da piscina, só para ficarem me olhando, esperando a hora de eu sair de quatro de dentro da água, para me verem o fio dental enterrado no meu traseiro, e foi assim a tarde toda. Como eu disse, me excito muito fácil e essa situação me deixou louca, procurei meu namorado e chamei-o para dar uma volta no mato comigo, é lógico que com outras intenções, fui só de biquíni e quando achei um local reservado longe daqueles tarados dos amigos dele, sem falar nada me ajoelhei e abaixei a sunga dele e comecei a mamar o pinto como uma louca, precisava saciar meu tesão, engolia aquele rola inteirinha até chegar na garganta e depois tirava e sugava ela de volta, Tiago entrou num transe de êxtase, que fechou os olhos, então antes que ele gozasse pedi para me chupar, deitei na grama, afastei a calcinha do biquíni para o lado e ele caiu de boca, sua língua roçava minha gruta como um animal louco, eu estava delirando com as passadas em volta do meu clitóris, senti minha buceta inchar na boca do meu namorado e depois veio as contrações do orgasmo, ele não resistiu, pulou para cima de mim e estocou de uma só vez, nem senti dor, estava anestesiada de prazer e muito lubrificada pelo tesão, ficava mais ainda a cada bombada que ele dava, sentia seu pau deslizar para dentro e para fora num ritmo alucinante, então ele estava quase gozando e eu também quando percebi que estávamos sendo observados por Marcelo atrás de uns arbustos, uns 20 metros longe, mas não deu tempo, o orgasmo foi inevitável, gozei gemendo alto e meu namorado até urrou de tanto que o excitei, minhas pernas tremiam eu mal pude levantar de tão intenso que foi, Tiago encheu minha vagina com seu esperma grosso, tive de ficar sentada no chão esperando escorrer um pouco daquela porra de dentro de mim, pois a tanguinha não iria segurar todo aquele líquido de prazer. Fiquei ali sentada me refazendo, e percebi que o observador se retirava de fininho, pensei em contar para o meu namorado, mas achei que poderia causar briga entre eles, que já eram amigos a muito tempo, e poderia estragar o passeio, então resolvi guardar comigo essa aventura. Ao retornarmos a casa, fui direto para piscina, é lógico que me lavar, pois o semem começava a escorrer pelas pernas, disfarcei e me limpei dentro da água. A noite chegou e resolvemos fazer um churrasco na beira da piscina, estava um calor muito gostoso e Tiago adora beber quando está no meio dos amigos, até se excede na bebida, mas como tudo é festa eu não ligo. Terminei de fazer as coisas dentro da casa e fui me juntar a eles no churrasco, meu querido namorado já estava mais pra lá do que pra cá, e eu que tinha planos para nossa noite, estava vendo que não concretizaria mais, tinha colocado uma micro saia e um top sem sutiã, pensando em namorar ele dentro do carro, mas foi inútil. Ficamos ali conversando até por volta da madrugada, e bebendo bastante, e a todo momento eu percebia que Marcelo me olhava além do normal, talvez tentando me dizer que sabia o que eu tinha feito naquela tarde, sempre com uma piada em torno de sexo e outras coisas mais. Certa hora resolvemos dormir, e como a casa tinha dois quartos, mas um deles estava cheio de material de construção (a casa estava em reformas), tivemos que dormir todos no mesmo quarto; deite em um colchão com meu namorado  eu do lado da parede é claro  Marcelo no meio e Bruno em outro colchão no outro canto do quarto; aproveitei que o quarto era um breu total e para agradar meu namorado, por debaixo do lençol fiquei masturbando-o, o qual sem fazer barulho, abaixou o calção deixando seu pinto para fora, não resisti de tesão e abaixei minha cabeça vagarosamente e iniciei um boquete para ele, com uma mão eu segurava seu membro e com a outra eu tapava sua boca, como um sinal para ele não gemer, eu e todos eles estávamos tomados pelo álcool, acho que foi por isso que crie coragem; não demorou muito e Tiago ejaculou na minha boca, enchendo-a de esperma, o qual tive que engolir todo para não nos sujar e os outros perceberem. Que loucura, minha boca estava colando, esperei um tempo e me levantei no escuro, fui até o banheiro e escovei meus dentes, e quando retornei ao quarto, me namorado já estava roncando, não resistiu a fraqueza e ao álcool, se entregou ao sono, porém estava virado para o canto no meu lugar, tive que deitar do lado de dentro do colchão e o abracei por trás. Fiquei pensando nas coisas que tinha feito aquele dia, imaginando o quanto é bom fazer algumas loucuras no sexo e se sentir satisfeita, e a cada pensamento eu me excitava mais, pensando o que iria fazer no dia seguinte. Quando estava quase dormindo, senti uma mão tocar minha perna suavemente, como se quisesse me fazer carinho, porém não era a do Tiago, pois eu estava virada para ele e a mão vinha de trás, imaginei ser o Marcelo, mas já estava passando dos limites, levar cantadas ainda vai, mas passar a mão em mim! Já era demais. Sem fazer muito alarde tentei me movimentar um pouco para que ele visse que eu estava acordada, mas a sua mão começou a subir pelas minhas coxas, nem dando importância, me deu um frio na barriga e minha buceta já se excitou, encharcando a minúscula calcinha que eu estava usando, fiquei paralisada e a mão foi subindo, passou pela mini saia até tocar nos grandes lábios da minha xaninha, a qual a calcinha deixava para fora, comecei suar frio e um dedo invadiu minha bucetinha penetrando-a sem pedir licença, sinceramente eu não sabia se segurava aquela mão, se acordava meu namorado ou se fazia um escândalo, mas acho que fiz o mais sensato, deixei aquele dedo percorrer o interior da minha vagina, que a essa altura estava escorrendo de tesão. No quarto não havia nenhuma claridade, não era possível ver uma silhueta se quer, comecei a ficar mais extasiada, mas meus pensamentos me confundiam, pois não era certo deixar o amigo do meu namorado me tocar, por outro lado eu não estava agüentando de tesão, então deixei aquele dedo continuar roçando meu grelinho que ficou durinho, e quem estava me tocando sabia o que estava fazendo e sabia que eu estava gostando, então resolvi ajudar, empinei minha bunda de lado um pouco para trás, em sua direção e abri um pouco mais as pernas para facilitar e logo senti três dedos dentro de mim num vai e vem suave, não resisti e gozei naquela mão, que percebeu devido as contrações da minha vagina, eu já estava escorrendo de suor com a respiração um pouco ofegante, então senti a mão afastar mais ainda minha lingerie e a cabeça de um pênis entrando em mim o qual não pude parar, era grosso e grande, estava quente, e me invadiu rapidamente sem deixar reação, minha bucetinha o absorvia como se fosse feita só para ele, por uns cinco segundos ele ficou encaixado sem se mexer, aquilo me fez ficar com medo, o que estaria tramando, então senti suas mãos abrirem minhas nádegas e o polegar entrou em meu cuzinho, suei frio, e gozei com meu sussurro abafado naquele pinto, que só deu mais umas bombadinhas e transbordou meu útero de esperma, eu sentia cada ejaculada, era farta a quantidade de porra despejada dentro de mim, devagar fui voltando a minha posição no colchão, meio arrependida pelo que fiz, mas exausta pelo orgasmo; adormeci rapidamente e pela manhã quando acordei, estava só eu e meu namorado deitados, verifiquei se os seus amigos estavam por perto, mas eles haviam ido buscar pão, um pouco longe e a pé, então para Tiago não perceber, acordei-o com um chupeta e antes que ele se recobrasse do sono, sentei em seu pênis e cavalguei feito uma devassa, ele ainda fez um comentário dizendo que eu estava toda molhadinha, mal sabe ele que era o esperma do Marcelo; depois que ele gozou, nos levantamos e fomos tomar banho, escorria tanta porra de mim que parecia que tinha transado com vários homens; seus amigos voltaram trazendo o pão e eu já havia feito o café, sentamos na mesa e eles começaram com papo de homens, percebi um sorriso sarcástico em Marcelo, como se me incriminasse pelo ato da noite passada, fiquei pensando, será que ele contou para o Bruno? Foi bom mas o arrependimento era maior. Tudo transcorria tranqüilo, até que lá pelas 13:00h fui tomar outro banho e enquanto eu estava no chuveiro, meu namorado bateu na porta e disse que iria a cidade com seus amigos comprar mais cerveja, e que iria demorar um pouco, respondi que tudo bem, eu tomaria conta da casa; aproveitei que estava sozinha e sai só de toalha para o quarto onde fui trocar de roupa; quando eu retirei a toalha e fiquei de quatro para pegar uma calcinha na mochila, ouvi uma voz dizendo: como é linda essa bucetinha raspadinha, e essa bundinha redonda, rapidamente olhei para trás e era o Bruno, só de sunga e com o pau duro na mão, peguei a toalha e perguntei o que ele estava fazendo e ele me respondeu que inventou uma desculpa para ficar, só para ver se o que o Marcelo havia falado era verdade; na hora queimei de vergonha e tentei disfarçar perguntando o que, mas ele me agarrou e me colocou contra a parede dizendo:  ver se sua buceta é tão quente como ele falou. Tentei ainda relutar, negando, mas ele contou com detalhes o que o amigo tinha feito, tirou a toalha da minha frente e caiu de boca no meus peitinhos, eu estava com medo, disse que o Tiago iria chegar a qualquer momento que era para ele parar, mas ele disse que ouviu o Tiago dizendo que ia demorar na cidade, não sei porque mas não reagi muito, deixei ele fazer o que queria comigo, sua mão percorreu meu corpinho até atingir minha bucetinha, que já estava babando de tesão, tocou meu clitóris, mas ele era um pouco inexperiente com mulheres, talvez pela idade, logo colocou seu pênis entre minhas pernas e o introduziu, nem tentou me beijar, era nítido que o que ele queria era gozar, então abri mais as pernas e deixei ele terminar, seu membro não é grande, mas era grosso, e ele ficava ali bombando sem nem olhar no meu rosto, até que me mandou virar de costas, então pensei que ele estava se sentindo um pouco constrangido de ter de olhar para mim, então virei na intenção dele gozar logo, mas foi meu engano, colocou seu pau melado na entrada do meu anus e enfiou sem experiência nenhuma, dei um grito e ele mandou eu calar a boca, senti aquela rola me rasgar toda por baixo, ele estava tomado pelo tesão, sem controle de suas ações, talvez era a primeira vez que comia um cuzinho e não sabia que machuca se não souber fazer, tentei acalmá-lo, mas nada adiantou, ele abria minha bunda com força e apertava como se fosse um maníaco, até que estocou com muita força e gozou dento do meu cuzinho, e é lógico que eu vendo que ele ia gozar, comecei a massagear meu clitóris sem ele perceber e gozei também, mas não demonstrei; terminado seu prazer ele retirou seu pinto com tudo, parece que queria me machucar, talvez achasse que eu fosse uma vadia e disse que eu era gostosa mesmo, sai correndo para o banheiro para me lavar e tomar outro banho e disse a ele que aquilo ali não era para ele ter feito, já que é amigo do meu namorado, aproveitado situação pra me estuprar, então ele disse que se fosse estupro eu teria reagido. Durante o banho ele bateu na porta, pedindo a sua toalha que estava lá, e quando eu abri a porta para entregar a ele aproveitou e entrou no banheiro junto comigo, pedi para que saísse, já que tinha conseguido o que queria, mas ele me agarrou e me forçou a beijá-lo, no começo eu relutei, mas vi que não tinha jeito, então abracei-o e beijei como se fosse a namorada dele, ele era bonito, corpo legal e eu já estava excitada, então por conta própria me ajoelhei e iniciei uma chupeta, deixando aquele membro bem rígido, a cada lambida ele gemia e me elogiava dizendo que era boa, gostosa, que sabia fazer sexo, então mandei ele sentar no vaso sanitário e fui sentando em seu colo lentamente, até sumir com aquela vara dentro de mim, então olhei em seus olhos com uma cara bem de safada e comecei a cavalgar violentamente em seu pinto, minha bunda batia em suas coxas, tive um orgasmo múltiplo naquela hora e ele pela inexperiência não agüentou e gozou dentro de mim, fiquei sentada em seu colo beijando-o uns dez minutos, até que levantei e terminei meu banho, pedindo segredo absoluto a ele, pelo nosso momento de prazer. Assim que meu namorado voltou com Marcelo, esperei uma oportunidade de ficar a sós com o Marcelo e o chamei de fofoqueiro, dizendo que ele não sabia guardar segredos, ele me chamou de vagabunda, dizendo que eu era fácil, tivemos uma pequena discussão, mas os outros não perceberam. Naquela noite enquanto todos estavam fazendo alguma coisa, esperei o Marcelo entrar no banheiro para tomar banho, bati na porta e quando ele abriu, eu entrei e tranquei a porta e disse: se sou vagabunda e fácil, então me come agora se você é corajoso, ele não pensou duas vezes, transamos dentro do banheiro com meu namorado lá, foi loucura demais. Adoro sentir minhas entranhas rasgadas, inchadas, adoro fazer sexo com um estranho e depois me arrepender. Voltamos a São Paulo, todos felizes. garotadoscontos@hotmail.com

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