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Os irmãos safadinhos não perdiam uma oportunidade!

  • Enviado: 6 de agosto de 2013 11:17

Corpo do conto

(escrito por Kaplan)
Danilo e sua irmã Nelma haviam descoberto, na adolescência, as delícias do sexo com aquelas brincadeiras de médico, tomando banho juntos quando os pais não estavam e outras coisas que os adolescentes geralmente fazem. Quando se tornaram maiores de idade, aprofundaram o conhecimento, primeiro com beijos, depois com a mão naquilo e aquilo na mão, ela adorava masturba-lo e ver o esperma sair e lambuzar sua mão. Depois as bocas começaram a atuar e os beijos não eram apenas na boca, mas nas regiões mais interessantes.
Sem ninguém ensinar, aprenderam como chupar. Mas evitavam a penetração, tinham medo do que poderia acontecer.
Haviam recebido um convite para uma festa na casa de amigos. Como sempre, Nelma ficava indecisa sobre o que vestir, preocupação que Danilo definitivamente não tinha. Estavam os dois conversando na área de lazer do edifício em que moravam e ela perguntava a ele o que deveria usar. Ele não tinha a menor ideia. Ela o chamou para ajudar e foram ao quarto dela. A quantidade de vestidos, saias, blusas, shorts, camisetas que ele viu no guarda-roupa dela deixou-o abismado.
Sentou-se num banquinho e ficou olhando a irmã pegar alguns cabides para selecionar e decidir. Mas ficou prestando atenção foi na minissaia que ela estava usando e quando ela levantava os pés para pegar os cabides mostrava para ele as coxas firmes. E ele foi ficando com tesão.
Quanto mais indecisa a irmã ficava, mais ela dava lances deliciosos para os olhares nada inocentes do Danilo que, em um dado momento, resolveu que, como estavam sozinhos em casa, era hora de dar uns amassos na irmã.
Então levantou-se, abraçou-a, com uma das mãos acariciou o seio dela e com a outra a coxa, subindo por dentro da saia ate alcançar a bundinha e dar um aperto. Ela sorriu, arrepiada com o que ele fizera. Sentaram-se numa cadeira, ela no colo dele.
– O que você quer, maninho? Desistiu de me ajudar a escolher a roupa pra festa?
Ele nem respondeu, só foi abaixando a blusa dela e beijando-lhe os seios, chupando os biquinhos, o que sempre a deixava desarmada e pronta para continuar a festinha particular que tanto apreciavam.
– Você, hem? Não perde tempo! Mas eu também estou a fim, vamos brincar um pouco?
E já foi desabotoando a camisa dele, tirou-a, tirou também a calça e a cueca, pegou no pau do irmão e chupou-o, chupou-o bastante. Sempre que brincavam, ela chupava até ele gozar e foi o que aconteceu uns seis minutos depois que ela começou o boquete. Riram muito, sempre riam quando isso acontecia.
Então ela sentou-se na cadeira e abriu bem as pernas, também queria gozar com as chupadas do irmão em sua xotinha. E ele não se fez de rogado, adorava aquilo. Sentou-se no chão e mandou ver. Sua língua explorava cada recanto da xotinha, até sentir que a irmã ficava tensa e em seguida relaxava. Era o gozo dela. Deu mais uma bela lambida na xotinha, levantou-se e ganhou uma chupada extra. Vestiram-se e ela continuou com a indecisão. Que roupa usaria na festa?

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