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O Vizinho

  • Enviado: 18 de agosto de 2004 12:02

Corpo do conto

Eu praticamente vivia na casa do meu amiguinho Marcos. Assim que saia da escola, a gente se falava pelo telefone e lá ia eu. Gostava de ir a sua casa porque era maior, ele tinha mais brinquedos. Seus pais trabalhavam o dia todo, ficávamos somente com uma empregada.

Um certo dia, ai chegar na casa dele, havia uma pessoa diferente lá. Meu amigo me apresentou, dizendo que era um primo vindo de outra cidade, e que iria morar com eles até arranjar uma vaga na república de sua faculdade. Lembro-me de ficar impressionado com suas pernas e braços peludos o que, pra mim, era algo diferente, já que eu mal tinha pentelhos. Renato era um homem feito, meio magro, pele bem clara e cabelos pretos. Ele me comprimentou e, ao apertar minha mão, fez aquela brincadeira besta de passar seu dedo médio na palma da minha mão. Diziam na época, que aquilo era um código para convidar alguém a para foder. Podia sentir meu rosto quente e vermelho. E pude perceber um sorrisinho sacana na cara dele.

Os dias se passavam e, toda vez que ia pra casa de meu amigo a tarde, lá estava o primo dele. Certa vez, brincando de bolinha de gude, me coloquei numa posição, de quatro, com a bunda pra cima, tentando mirar na bolinha. Depois da jogada, olhei pra trás e pude ver Renato fitando o meu traseiro. Não conseguia parar de olhar pra ele. Até que este levou sua mão até o pau, visivelmente excitado. Pareceu uma eternidade, até que meu amigo me chamou a atenção de volta ao jogo. Renato veio e pediu para jogar com a gente. Eu realmente não era um ás na bolinha de gude. Marcos era razoavelmente bom, mas Renato chegou arrasando, mandando nossas bolinhas para muito longe. Eu ficava em silêncio, emudecido pelo tesão que sentia por aquele cara, até que Marcos reclamou que Renato era bom demais. O cara disse que ia ensinar agente a jogar \”como homem\” e me chamou para ser o primeiro \”aluno\”. Mandou eu acertar a bolinha. Quando estava de quatro no chão, vejo pelo canto do olho Renato se abaixando atrás de mim e dizendo:

- Pode deixar que eu vou te ensinar como se faz!

Sua mão direita pegou no meu pulso, enquanto seu rosto aparecia do lado do meu, por cima de meu ombro. Meu amigo veio por trás pra ver melhor o que renato ia mostrar, sem perceber as intenções do primo. O braço esquerdo de Renato enlaçou minha cintura enquanto falava:

- Segura com firmeza a bolnha e abaixa mais um pouco, pra mirar bem a bolinha e sentir melhor o que você vai fazer!

O seu corpo já estava grudado ao meu, e com o braço em minha cintura, renato descaradamente guiava meu corpo, para que este se encaixa-se direito no dele. Pude sentir seu pau duro pressionando minha bunda, enquanto ele fingia se mexer para ajeitar a jogada. Na verdade, ele fazia movimentos leves, esfregando aquela coisa dura que estava dentro de seu shorts.

Continuava explicando a jogada, e sua boca estava muito perto da minha orelha, arrepiando todo meu corpo. Lembro que dirigiu a palavra a mim e perguntou:

- É uma questão de sentir, tá entendendo? Você tá sentindo?

- Tô… – foi a resposta monossilábica que consegui soltar.

virou para seu primo e disse:

- Ô Marquinhos, você bem que podia ir lá na venda do seu Agenor comprar umas bolinhas melhores, né?

Marcos, empólgado pela aula que o primo mais velho ia dar, aceitou na hora. Confuso, fiz mensão de ir junto. ele disse para eu ficar fazendo compania a ele e, disfarçadamente, colocou a mão dele na minha bunda. Entramos na casa, deixando a empregada lavando roupas no quintal. Nem bem Marcos fechou aporta, Renato pegou minha mão e pôs dentro do seu shorts.

- Que história é essa de ir com o Marquinhos, hein?

- Eu ia fazer… companhia a ele…

- Muleque, não se faz de trouxa! fica empinando esse cu ai e agora quer fazer doce?

Ele me conduzia até um quartinho no andar superior da casa, aparentemente onde ficava a televisão e o som.

- Deixar a porta aberta que a gente ouve se alguém chega. Por isso não faz barulho. E rápido antes que ele volte.

Enquanto dizia isso, ia abaixando seu shorts, de onde pulou um pau grande, cabeçudo, babando. Sentia a mão dele pressionando minha cabeça para baixo. A força fez com que acabasse de joelhos, quando ele encaixou o pau na minha boca. Sem muita experiência, comecei a chupar sua rola. Ele dizia como fazer enquanto que, com as mãos, conduzia minha cabeça e acariciava meus cabelos.

- Isso, moleque, mexe a língua… assiiiim….. fssss… fecha mais a boca. Chupeteiro de nascença você, né, viado.

Minhas mão estavam em suas coxas, e aqueles pelos todos me deixavam muito tesuado.

- Agora passa a língua até a ponta… isso… as bolas agora.

Em pouco tempo, fazia uma chupeta mais profissinal, com o que tinha sido me ensinado, renato fibrava, sentado na perna do sofá. Esticava as pernas e jogava a cabeça pra trás. Sua respiração foi ficando mais pesada, até que segurou firme meus cabelos e enterrou sua vara um pouco mais fundo na minha garganta. Sufocado, senti uma quantidade grande de porra grossa descendo pela minha garganta. Fazia menção de sair, mas a mão firme dele segurava minha cabeça.

- Puta que pariu…. hummmm…. engole essa porra, moleque!

Hummmm… ahhhhhh…

Soltou minha cabeça, levantou o shorts e falou:

- Se abrir a boca, eu falo pro seu pai que você é uma bichinha louca! Tô a algum tempo sem mulher e você vai ser meu depósito de porra, moleque.

Saiu, me deixando ali meio atônito, sem saber o que fazer.

Depois desse dia, fiquei um tempinho sem ir até o Marquinhos, talvez com vergonha do que tinha acontecido. Uma tarde, minha mãe me chamou, dizendo que o vizinho estava ali. Ao sair, me deparei com Ranato na porta da minha casa.

- O Marcos pediu pra eu te chamar pra ir lá em casa.

Fiquei branco que nem um papel.

- Você quer que eu fale com a sua mãe?

Não sabia qual era a conotação da pergunta, mas avisei minha mãe o acompanhei.

- Que história é essa de não aparecer mais lá, moleque?

EU disse que você vai esvaziar meus bagos todo dia. Não disse?

Meu coação baia rápido, estava totalmente excitado com aquilo.

Entramos na casa e, nesse dia, subimos ao quarto dos pais do Marcos. Perguntei por ele, e nem tive resposta.

Entramos no quarto, ele sentou na cama, já com o shorts no tornozelo:

- Vem chupar meu pau logo, caralho.

De joelhos na frente dele, reoetia tudo o que ele havia me ensinado. CHupava devagar, passava a língua em volta da cabeça da sua rola. Renato novamente tremia de tanto tesão. Num descontrole, ele se levantou e me prensou na parede. Lambia minha orelha enquanto abaixava meu shorts. parecia que estava em transe. Em pé mesmo, pude sentir seu pau duro, como uma barra de ferro, encostando no meu rego. Cuspiu na própria mão e guiou o membro até a porta do meu cu. A cabeça passou como se fosse uma brasa. Mal me acostumei ao ardou, ele estocou tudo de uma vez. Me contorci de dor, quase cheguei a gritar. Ele vorou minha cabeça pra trás, enfiando sua língua áspera na minha boca. ficou parado de olhos fechados, como se curtindo meu rabo virgem se abrindo praquele pau duro. depois de algum tempo só engatado em mim, ele começou um lento movimento, enquanto lambia minha nuca, minha orelha e outros estímulos, como se estivesse tentando diminuir a minha dor. A dor foi sumindo, e o tesão voltou. ele percebeu minha respiração pesada, gemidos e, principalmente, meu pau que havia ficado duro de novo.Nessa hora ele comoçou a foder meu rabo de maneira mais rápida, com um braço em volta de minha cintura e o outro em meu pescoço. Não demorou miuto até ele encher meu rabo de porra. Como no primeiro dia, percebi que o fato de ter gozado não alteou nada o seu estado. Nesse dia pude perceber pois, mesmo depois de encher meu cu de porra. ele continuou engatado em mim, e eseu pau não abaixava. Conduziu-me, engatado mesmo até a cama dos tios. Deitou seu corpo sobre mim e começou a fazer movimentos de foda novamente. e dessa vez, a coisa não foi tão rápida quanto a primeira. Montou em mi por um bom tempo. Girou meu corpo, me colocando de frando assado. Olhava fundo nos meus olhos e eu podia enxergar seu rosto se retorcendo de prazer. depois de um bom tempo bombando meu trasiro, ele se contorceu uma ve mais e soltou aquela porra grossa dentro de mim.

Depois desse dia, continuei visitando meu amigo diariamente. renato passou a me foder a qualquer descuido que eu dava. Entrava comigo quando eu ia ao banheiro, nos fundos da casa de Marcos. Me encostava na parede, abaixava meu shorts e enfiava seu pintão no meu cu. Adorava me comer em pé. Meu cu já se abria feliz para recebê-lo. Houve um periodo em que ele queria bater seu próprio record. Me comia 3, 4 vezes num dia. Eu andava com o cuzinho cheio de porra por ordens dele.

- Não lava a porra, porque depois fica mais fácil de entrar. Ele entrava nas brincadeiras de esconde-esconde. Um dia Marcos estava num dos quartos nos procurando, e Renato estava me comendo dentro do armário, enfiando e tirando rapidamente o pau do meu rabinho. Gozou e ainda saiu correndo, na tentativa de se salvar do batedor. Tinha dias que ele dizia estar com o pau ardendo de tanto comer meu rabo apertado, dai eu só o chupava. Também 1, 2, 3 vezes no dia.

isso durou uns 5 meses, até que ele conseguiu sua vaga na república estudantil. O que, ao invés de me liberar, de fazer com que eu deixa-se de ser seu \”reservatório de porra\”, abriu as portas para muitas outras experiências…

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