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O segurança da faculdade

  • Enviado: 17 de novembro de 2013 14:00

Corpo do conto

Meu nome é César e o da minha esposa Beatriz.  Ela é uma morena com uma pele maravilhosa, cabelos lisos, gostosa, muito safada e adora sexo sem restrições.

Nos conhecemos fazendo um cursinho.  Nessa época eu estava divorciado e a Bia ainda era casada. Com pouco tempo nos entrosamos e acabamos na cama.  A química foi maravilhosa, ficamos apaixonados.  Fodíamos de três a quatro vezes por semana.

Quando queríamos estudar na parte da tarde geralmente utilizávamos uma faculdade de direito no centro do Rio.

Geralmente utilizávamos a mesma sala e sempre rolava uma sacanagem gostosa.  Transamos várias vezes nas salas da faculdade, sempre bem rapidinho para não sermos pegos.

Até que um dia, estávamos estudando e a Bia começou a me instigar, massageando meu pau:

Bia é perigoso, qualquer hora a gente vai ser pego – eu disse.

Não esquenta, tá com medo? Ela perguntou.

Nesse dia Beatriz estava usando uma blusinha verde com alcinhas e calça jeans. Fomos para um canto da sala, ela abaixou a calça.  Afastei a calcinha e passei a mão no rego dela…estava molhadinha.  Ainda assim cuspi no meu pau, lambrecando a cabeça da minha rola.  Enfiei e passei a socar gostoso.

ai, ai, ai, mete filho da puta…. – disse a Bia – fala que você adora me fuder.

adoro, sua puta – falei.

Eu socava sem dó.  De repente ouvimos a porta da sala abrindo:

que porra é essa? – disse o segurança

Recolhi meu pau e a Bia tentou se recompor levantando a calça.

o que é que vocês estão fazendo? – insistiu o segurança da universidade.

nada – falei.

porra nenhuma, vocês estavam fazendo sacanagem que eu vi! – Exclamou o vigia –  Vou ter que levar vocês para a supervisão

Gelei. Olhei para Bia ela fez uma expressão de surpresa.

Fui em direção ao segurança e pedi para conversar:

senhor, acho que está acontecendo um engano – eu disse.

Ele retrucou:

engano porra nenhuma, eu vi você metendo nela aqui na sala de aula. Vocês estão fudidos.  Essa porra vai dar polícia e o caralho.

Então supliquei:

cara, me ouve, o que podemos fazer para você nos tirar dessa?

Ele olhou pra mim, olhou pra Bia.  Coçou o queixo.  Eu só pensava no marido da Beatriz e na merda que ia dar. Achava que um suborno em dinheiro ia resolver o caso.

O segurança me chamou no canto e falou:

ela é tua namorada?

sim – eu respondi.

mas ela tá com aliança e você não – retrucou.

é verdade, ela é casada, mas estamos juntos há uns dois meses – desabafei.

então a parada é a seguinte…ela é puta, então se você não quiser que essa porra dê merda eu também vou querer um pouco.

Um frio percorreu minha barriga.

posso falar com ela? Perguntei para o segurança

claro.

Fui em direção à Bia e falei:

olha só, ele quer chamar a polícia…

A Bia ficou branca, e disse:

- mas amor, isso vai dar merdaMeu marido vai me matar.

eu sei – respondi.

e agora? – ela perguntou.

Então eu respirei profundamente e disse:

- olha só, ele mandou a real….ele falou que também quer um pouco e que se você concordar morre aqui.

Nesse momento a Beatriz parou, pensou… e me perguntou:

o que você acha?

eu acho melhor bia, sinceramente eu acho melhor – respondi.

então tá, também acho – respondeu Beatriz.

- tem certeza? – perguntei.

claro – ela disse.

Voltei até o segurança e falei que tudo bem, que minha namorada tinha topado.  Então ele disse:

vem comigo.

O segurança era um negão alto, por volta de 1,88m, parecia um armário.

Ele saiu da sala seguindo pelo corredor.  Descemos dois lances de escada.  Ele entrou na segunda sala à esquerda.

Assim que entramos ele trancou a sala.  A Bia segurava meu braço.

Era uma sala pequena, com uma cozinha pequena e um banheiro. Haviam poucos móveis, dentre eles dois beliches, um sofá e alguns armários galvanizados com cadeados.  Tudo indicava que era uma sala reservada aos funcionários.

Ele sentou no sofá, com um sorriso no rosto.

quer dizer que vocês gostam de sacanagem, né? – perguntou.

Não respondemos.  Ficou um silêncio no ar.

Ele nem se importou.

Ainda estávamos de pé, quando ele sentou no sofá, tirou o pau pra fora e passou a punhetar. Era uma rola preta que mole devia ser o dobro da minha.  Em seguida olhou para Beatriz e disse:

- vem cá sua vadia, chupa.

A Bia me olhou e eu falei no ouvido dela:

vai amor, vamos logo com isso.

Beatriz se dirigiu até o sofá.  Mexeu nos cabelos prendendo-os em um rabo de cavalo.  Sentei num dos beliches e fiquei olhando.  Ela se ajoelhou, pegou o pau do segurança passando a chupá-lo.

O negão fechou os olhos e arqueou a cabeça para trás suspirando.

que boquete gostoso – disse o segurança – essa puta sabe mesmo mamar um caralho – completou.

Fiquei excitado com aquela cena.  Meu pau voltou a endurecer, tirei-o pra fora e passei a me masturbar.  Dava para ouvir o barulho da chupeta da Bia.

O negão me olhou e sorriu…a Bia continuava mamando o caralho dele.  Ele pousou a mão direita na cabeça da Bia e passou a socar com força na boca dela.  De repente ele tirou o pau da boca dela.

- tira a roupa – ordenou.

Beatriz nem questionou, tirou a blusa e calça, ficando só de calcinha.

Naquele momento deu para visualizar o caralho do negão já duro.  Uma enormidade, reto, grosso e todo babado com a saliva da Bia. Calculei que devia ter uns 23 cm.

O negão a agarrou Beatriz pela cintura, com a mão na bunda e passou a beijar o pescoço dela.  Beatriz soltava vários gemidos e pensei comigo mesmo: ela tá gostando.

Ato contínuo ele desceu para os seios e passou a mamar enquanto apertava as nádegas da Bia.

O segurança tirou a calcinha e acariciou a bucetinha dela.

tá toda molhadinha a safada – disse o negão.

O segurança colocou ela de quatro no sofá e passou a lamber a buceta dela lentamente.  Beatriz encostou a cabeça nos braços.  Dava para ouvir claramente os gemidos da Bia.

Depois de alguns minutos o negão levantou e passou a pincelar a pica na bucetinha.  Beatriz gemeu novamente e disse: – enfia vai, enfia. Ele então começou a enfiar lentamente, aproveitando cada momento. Assim que o caralho dele se alojou, a Beatriz começou a rebolar.  Ele começou o entra-e-sai lentamente.  Aos poucos foi acelerando, até que passou a socar sem dó.

Beatriz passou a gemer escandalosamente.

ai, ai, ai, mmmmmmmmmmmmmm.

O segurança falava:

geme piranha, filha da puta.

Passei a punhetar meu pau com violência.  Até que ouvi a Bia falar:

mete filho da puta, vou gozar nessa rola preta.

O negão socava sem pena.  Ele então parou, tirou o pau da Bia e ela disse:

não para, não para, eu estava quase gozando.

O negão abriu um largo sorriso e falou:

calma vadia, senta na minha pica.

Ele sentou no sofá e Beatriz se acomodou rapidamente na pica do segurança.

Não reconheci a Bia.  Ela passou a cavalgar a pica do negão como uma puta, alternando a velocidade da cavalgada. Os dois gemiam.  O negão não tirava a boca dos seios e as mãos da bunda dela.

Quando Beatriz disse que ia gozar.  O segurança passou a coordenar os movimentos puxando-a para baixo e para cima. Começou a descer porra pelo caralho dele, que ainda estava dentro da Bia.  Os movimentos foram desacelerando e, pouco depois ela ficou rebolando com a pica atolada na buceta e quando falou:

ai, tô gozando..ai, ai.

Ela parou os movimentos e permaneceu ainda sentada no pau do segurança, toda suada.  Em seguida ela levantou.  A porra desceu pela buceta como se fosse um rio.

O segurança mandou que ela limpasse o pau dele.  Ela atendeu prontamente.

Eu fui em direção à Bia atolei meu caralho na buceta dela por trás.  Meu pau deslizou pelo canal vaginal dela com muita facilidade.  Ela estava toda arrombada.  Demorei menos de um minuto e gozei copiosamente.

Em seguida colocamos nossas roupas e saímos rapidamente do local.  Entretanto, um pouco antes, o segurança disse que se chamava Vítor e ofereceu aquela sala para nós, sempre que precisássemos. Eu estava confuso com tudo aquilo, mas confesso que nunca havia sentido tanto tesão.  Nascia ali mais um corno.

Na semana seguinte marcamos de estudar de novo, numa quarta-feira, na faculdade por volta das 14:00h.  Cheguei no horário combinado.  A Bia chegou com uma hora e meia de atraso.  Perguntei se havia ocorrido alguma coisa e ela disse:

ué amor, eu fui direto naquela sala.  Encontrei o Vítor e fiquei lá te esperando.

Bia estava de vestido esse dia.  Ela abriu as pernas já pude ver a calcinha toda esporrada.  Afastei a calcinha e enfiei o dedo, confirmando o que tinha acontecido. Mas essa já é outra história.

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