Welcome, visitor! [ Register | Loginrss

As melhores acompanhantes do Rio de Janeiro estão aqui! hotside.com.br

Tipo do usuario: guest

o primeiro fio terra a gente nunca esquece

  • Enviado: 29 de janeiro de 2013 14:19

Corpo do conto

O primeiro fio terra a gente nunca esquece…
Relato real……podem acreditar…..
Vou relatar o que aconteceu em novembro de 2012.
Tenho 26 anos, sou noivo, hetero e esportista.
Meu nome é Marcelo, faço o 3 ano de faculdade.
Eu e meus amigos da facu, temos o costume de toda sexta feira após a facu tomarmos nossa cervejinha até por volta das 2:00 da manha. Em Nov, numa sexta, indo para casa, noite quente, vidro do carro aberto, no caminho tem um semáforo e um ponto de travestis.
Parei no sinal vermelho, quando uma travesti chega na minha janela e me convida para um programa, eu disse que estava sem dinheiro, e realmente so tinha 10 reais, ela ajoelhou na calçada ao lado da janela do carro e enfiou a Mao e passou no meu pau, nisso com a cabeça com umas cervejinhas, o pau deu sinal de vida, e a traveca disse que realmente eu estava “duro”. Confirmei a ela que não tinha dinheiro e mostrei do bolso a única nota que tinha. Ela falou que dava para pagar o drive e disse que não cobraria nada. Comecei a pensar com a cabeça de baixo e abri a porta pro traveco entrar. Fomos ao drive na rua de trás, chegando lá ela começou com uma bela punheta, pediu para eu tirar a calça e cueca, recostou no banco do passageiro e pediu para eu montar nela e enfiar o pau na sua boca. Comecei a fude-la na boca e enquanto eu penetrava sua boca ela ficou passando as unhas no meu saco, comecei a perder a razão total, o boquete estava ótimo e já estava revirando os olhos.
Nisso a danada começou a passar a unha nas minhas pregas, não sei o que deu em mim, comecei a jogar a bunda para trás e enfiar com força na sua boca, a traveca pegou seu dedo e deu para mim passar cuspe, passei e já advinhei o que aconteceria, ela com muito carinho enfiou só a pontinha no meu cuzinho até então virgem total, de tudo mesmo, nem no banho eu costumava passar o dedo.
Aquela ponta do dedo no meu cu me pirou, empurrava minha bunda para trás para ver se entrava mais um pouco, ela profissa que é de cú de macho, tirou o dedo e deu para eu passar cuspe novamente, melequei bastante e senti entrar no meu rabo até o talo, fiquei socando na boca da danada e me penetrando empurrando minha bunda para trás, gozei bastante na boca da traveca, ela com a boca cheia abriu a porta do carro e cuspiu um monte no chão do drive. Me recompus coloquei a roupa e fiquei envergonhado, perguntei a ela porque fazia programa sem cobrar, e ela me disse que estava garimpando novos clientes e que eu poderia ser um deles. Na verdade nunca mais voltei por este caminho, nunca mais sai com um travesti, nunca mais levei dedada no cú, mas sinto muita vontade de sentir o prazer que senti naquele dia novamente. Quem sabe um dia minha noiva não ousa um pouco….quem sabe…..
Este conto é real……podem acreditar

Leave a Reply

You must be logged in to post a comment.

Para entrar em contato com este autor preencha o formulario abaixo e clique em enviar.

Sobre este autor

  • Escritos por: mulres
  • Membro desde: 11 de janeiro de 2013

Outros contos de autoria deste autor mulres

  • Nenhum outro conto escrito por este autor encontrado.
Ultimos contos escritos por mulres »

Pesquisa