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Não sabia, mas ele também tinha vontade

  • Enviado: 14 de fevereiro de 2011 08:33

Corpo do conto

Aconteceu num dia, há muitos anos atrás, em que fomos à praia no litoral paulista, Mongaguá. Éramos amigos e decidimos ir num final de semana prolongado. Tinha 25 anos, namorava uma garota. Na época tinha 1,76m, 72kg, moreno, pouco pelo no corpo, bonito e, para todos, nós éramos hétero, apenas brincávamos de passar a mão, dar uma encostada, mas ninguém desconfiava que poderia haver uma vontade a mais. Chegamos e fomos para o apartamento, normal da classe média baixa. Quarto com beliche, uma pequena cozinha, um banheiro simples, mas tudo limpo. Deixamos nossas coisas e fomos à rua. Chegou a noite e bebíamos muita cerveja, brincávamos um com o outro e assim passavam as horas. Conforme a madrugada foi chegando o pessoal foi cansando e, de um a um, foram voltando para o apartamento, ficando somente eu e o Mário. Acredito que já eram 4 horas da madrugada, decidimos dar uma volta na praia, pois estávamos bêbados e sem sono. Andando com o pé na água ele convidou para entrar na água, mas aí eu comentei que iria molhar a roupa iria ficar ruim voltar para o apartamento com a roupa molhada. Era uma madrugada quente, gostosa. Ele falou que poderíamos entrar sem roupa, pois não tinha ninguém na praia. Nem pensei, sempre tive vontade de fazer isso, tiramos nossa roupa e corremos pelados para as ondas. Não pude de observar o tamanho do pau do Mário, nossa, ele tinha 1,70m de altura, um corpo bonito e liso, loiro e totalmente liso, e uma bengala, nossa que bonita e grande, mesmo estando mole. Acho que ele percebeu que eu fiquei olhando e perguntou se eu queria segurar, apontando pra mim aquela delícia. Estávamos bêbados então a conversa rolava legal. Falei a ele que segurava, mas eu ia por trás. Ele respondeu que poderia dar uma pegadinha, pediu para dar uma batidinha pra ele. Aí eu fui por detrás dele, encostei meu pau, que já estava duro no corpo todo liso e molhado, e com a esquerda segurei o seu pau e fiquei alisando, enquanto com a mão direita puxei o seu corpo contra o meu, como não houve reclamação, comecei a lamber o pescoço dele. Ele se virou pra mim, e dei um beijo nele, muito gostoso, não imaginava que ele também estava com vontade e que gostava de mim. Aí convidei para nós irmos ao apartamento para tomarmos um banho, do qual ele topou. Olha e que sorte, logo que vestimos o short avistamos pessoas andando na orla. Subimos ao apartamento, e verificamos que todos estavam desmaiados de tanto álcool. Entramos no banheiro e começamos a nos beijar debaixo do chuveiro, sentamos no chão e punhetávamos um ao outro. Eu gozei primeiro e melei a mão dele. Aí eu ataquei melhor aquele cara. Ele deitou no chão, e com a mão direita eu batia uma punheta e com a esquerda comecei a invadir aquele cuzinho virgem. Com sabão fui escorregando o dedo pra dentro, ele gemia, com isso eu era mais carinhoso, queria que ele gostasse do momento. Até que ele explodiu, nossa, a porra voou longe, mas como saiu? Terminamos o banho e fomos dormir. No dia seguinte, quando acordamos, ele me chamou e falou que tinha se arrependido e não queria falar sobre isso. Poxa foi triste, mas quando voltamos pra nossa cidade, tivemos a oportunidade de ficarmos num final de noite sozinhos e aí nós conversamos, falei a ele que tinha a maior vontade de chupar o pau dele, que deveria ter feito isso. Inicialmente resistiu, mas depois topou. Fomos numa rua estreita sem movimentação e comecei a chupar aquela tora. Nossa que delícia. Quando ele começou a gozar deixei que enchesse minha boca com sua porra, e bebi tudo, limpei o pau dele com minha língua e fomos embora. Nunca houve penetração entre nós, mas tomei outras vezes o seu leitinho. Isso ficou na saudade.

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