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Na casa de praia com minha cunhada

  • Enviado: 29 de setembro de 2010 09:39

Corpo do conto

Gostaria de agradecer a todos que leram e votaram na minha primeira história (Realizando fantasias com meus mais novos amigos). Este fato foi um dos motivos que me deu coragem de continuar contando as minhas “aventuras” neste site, além de ter me deixada cheia de tesão com os comentários e fotos daquelas pessoas que quiseram ter um contato um pouquinho maior comigo. Antes de tudo tenho que me descrever só um pouquinho para aquelas pessoas que ainda não leram a minha primeira história. Sou uma branquinha, toda queimadinha de sol, pois adoro pegar uma praia, tenho vinte e seis anos, sou casada, tenho um filho lindo, possuo 1,63 mts de altura, distribuídos em 54 kg de prazer, tenho seios médios e sou toda queimadinha de sol, pois sou uma “rata” de praia e só gosto de usar biquines bem pequenininhos, do tipo laçinho ou cortininha, afinal adoro provocar os homens. Fico cheia de tesão em me exibir para os homens. Esta segunda história foi no verão de 2009 e começa, quando a irmã de meu marido que se chama Karen juntamente com seu esposo de nome Hugo nos convidou para passar um final de semana na Casa de praia deles. Karen é uma mulher de quarenta anos, do tipo mulherão, sempre malhou em academias e até hoje freqüenta quase que diariamente uma que fica pertinho de sua casa, ela inclusive é muito parecida comigo e que vê nós duas juntinhas acredita que somos irmãs. Já nossos maridos são bem diferentes um do outro. O meu tem hoje quarenta e dois anos e é do tipo “saradão”, já o dela é do tipo “burocrata”, adora ficar falando de seu trabalho em casa e chego a pensar algumas vezes que se esquece da mulher exuberante que tem em casa. Agora que já descrevi os casais, vamos retornar para a história. De imediato aceitamos o convite, até porque meu marido curti muito uma praia e não tem o menor ciúme de me ver me exibido para outros homens quando estou de biquine. Chegamos numa sexta-feira a noite e estávamos muito cansados depois de uma semana muito agitada de trabalho. O sábado amanheceu e só saímos do quarto depois das 10:00hs para tomarmos o café e depois irmos para à praia, tratei de escolher um biquine que havia levado em minhas roupas que era uma combinação do tipo cortininha com laçinho, ele era da cor vermelha e deixava que eu pudesse delinear toda a minha xaninha e o meu bumbum, o que fiz com todo prazer na frente do espelho do quarto que estávamos, já o meu marido vestiu um bermudão, do tipo “surfista”. Quando entramos na sala, tivemos uma maior surpresa, pois além de minha cunhada e seu marido, estavam na sala mais dois rapazes, além do filho de Karen chamado Rodrigo, que pela lógica é o meu sobrinho. Ele no ano passado tinha vinte anos e os seus amigos regulavam com sua idade, todos eles eram colegas de faculdade e haviam ido também curtir o final de semana. Reparei que Karen estava usando uma canga parecida com a minha e neste momento brinquei com ela, perguntando se o biquine seria o mesmo? Ela se acabou de rir e respondeu: Era só o que faltava! Pude perceber que despertei sem querer os olhares de todos os homens em nossas direções, o que também percebi que isso mexeu com a cabeça de Karen, pois logo depois ele resolveu brincar de tirar a minha canga, o que não ofereci resistência, ficando somente de biquine na frente de todo mundo. Meu sobrinho foi comentando em seguida, que eu tava a maior gata e isso fez com que meu marido falasse de cara, que eu ainda era muita areia para o caminhãozinho dele. Todos riram muito e meu marido foi puxando também a canga de sua irmã para tirar a dúvida e saber logo se o biquine era o mesmo modelo. A maior surpresa foi que o modelo era o mesmo, só mudava a cor, pois o dela era todo branquinho, com uns detalhes nos laçinhos. Imaginem nós duas só de biquines na frente de cinco homens, meu tesão subiu tanto que minha bucetinha ficou todinha molhadinha. Então, depois todos tomaram o café da manhã e partimos para a praia, com exceção dos meninos que preferiram curtir a piscina da casa. Chegando à praia confesso para vocês que não deixei de pensar na possibilidade de trepar com todos os homens da casa, principalmente com Rodrigo, ele tinha ficado o maior gato. Fiquei com aquele pensamento por algum tempo, que não reparei quando meu marido foi caminhar com Hugo na praia, só me dei conta quanto minha cunhada me cutucou questionando se eu estava sonhando acordada? Respondi que não e que só estava pensando “bobagens”, mas esta resposta despertou a sua curiosidade e como éramos confidentes, não pude negar o que havia pensado. Ela logo me chamou de “tarada” e eu respondi que tinha ficado toda molhadinha naquela hora que fiquei sem a canga na frente de todos os homens, ela disse para mim, então, que também tinha ficado com tesão naquele momento, mas tinha medo de explorar essa imaginação em sua mente, pois não saberia dizer até onde seria capaz de parar. Foi aí que se aproximaram da gente um grupo de quatro rapazes, que pareciam ser da mesma faixa etária de Rodrigo e de seus amigos. Perguntaram se podiam sentar ao nosso lado para nos conhecermos. Karen ficou calada e eu de cara respondi que sim. Conversa vai, conversa vem, percebi que minha cunhada estava se deliciando com aquela situação, pois os rapazes não paravam de olhar para a gente. Karen virou de bruços e apontou o seu bumbum na cara deles, eles suspiravam. Eu também não me fiz de rogada e apontei meu rabinho também em direção aos seus rostos, que pareciam estar cheios de uma mistura de vergonha e deleite. Tudo tava tão bem até os nossos maridos retornarem e irem nos arrastando para longe das nossas “possíveis” vítimas. Retornamos então, para casa e Rodrigo ainda estava na piscina com seus amigos bebendo umas cervejas, juntamos a eles. Logicamente que eu mais a Karen ficamos nos bronzeando deitadas em nossas cangas na beirada próxima a borda da piscina e nossos maridos se sentaram do outro lado da piscina e também se uniram as bebidas dos rapazes. O dia foi passando e a bebida foi terminando, foi aí que Hugo teve a idéia de ir juntamente com meu marido no mercado para comprar mais cervejas, os meninos se ofereceram, mas Hugo disse que não precisava, pois não iriam demorar e não queriam deixar as suas mulheres sozinhas. Isto mexeu comigo e logo depois que eles saíram falei no ouvido de minha cunhada, que iria provocá-los só um pouquinho. Perguntei se eles não queriam brincar um pouco dentro da água e de cara Rodrigo perguntou se eu subiria em seu ombro para brincar de “galo”, eu perguntei como era e ele me explicou que eu subiria em seu ombro e sua mãe subiria no ombro de Gustavo (Já estava esquecendo, os amigos de Rodrigo se chamavam Gustavo e Rafael) e depois a gente tentaria derrubar uma de nós. Topei a idéia, mas resolvi mudar de parceiro, queria ver Rodrigo olhando para mim. Então resolvemos, Rodrigo ficaria fazendo dupla com sua mãe e eu ficaria com Gustavo que era um rapaz negro bem forte, de estatura alta e usava uma sunga branca que estava me deixando explodindo de prazer. O Rafael ficou sendo o juiz e durante o 1º round aproveitou para passar as mãos tanto em mim como na Karen, por falar na Karen, ela não deixava de olhar para o pau do Gustavo, o que deixou o Rodrigo sem graça, pois toda vez que uma de nós escorregava para cair na água, aproveitava para se ajeitar segurando bem firme nos corpos de nossos parceiros. Todos estavam visivelmente sedentos de prazer, que a brincadeira não chegou ao 3º round, em uma das minhas quedas, aproveitei para dar um beijo bem gostoso na boca do Gustavo, que logo foi seguido por Rafael. Karen e Rodrigo ficaram de água na boca, porque logo depois fui tirando aquela pica gostosa de dentro daquela sunga branca. Rafael se inclinou em minha frente e começou a chupar meus peitinhos. Rodrigo não se conteve e partiu também para cima de mim. Foi aí que pedi para que Gustavo me deixasse um pouquinho de lado e comesse a Karen, quando Rodrigo viu sua mãe fora da piscina, engolindo aquela pica e não creditei, ele disse que sua mãe estava parecendo que nunca havia visto uma pica antes. Eu tive que lhe dizer que a culpa daquilo tudo era de seu pai que não a preenchia com o que ela mais precisava. Gustavo comeu várias vezes Karen até gozar em sua boca. Já Rodrigo e Rafael me comeram de vez, sendo que preferi dar o meu cúzinho primeiro para o Rodrigo, porque a pica dele é mais grossa do que a do Rafael e eu amo ter que ser bem arreganhada por uma pica grossa. Os dois me comeram bem gostoso e depois também gozaram em minha cara. Nossos maridos só chegaram ao final da noite, com a desculpa de que haviam encontrados amigos de Hugo no mercado e resolveram sair para um bar para “bater babo”. A vida é assim mesmo, enquanto uns tem e não tão valor, outros não tem, mas quando vêem tão todo o valor do mundo. Eu e Karen ainda saímos mais uma vez com os rapazes, mas esta é uma outra história. Um beijo bem gostoso a todos e agradeço por estarem compartilhando as minhas “aventuras”.

No Responses to “Na casa de praia com minha cunhada”

  1. ADOREI GATA O MEU EMAIL E NIL.DO81@HOTMAIL.COM ADORARIA TE CONHECE

  2. vc no tem ideia do quanto gostaria de estar no lugar desses rapazes!!!

  3. FIQUE DE PAU DURO DE LER SEU CONTO

    MUITO BOM
    CONTINUE ASSIM

    o_simples@hotmail.com

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