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MULHER CASADA E O JARDINEIRO

  • Enviado: 16 de fevereiro de 2007 10:05

Corpo do conto

Olá, meu nome é Carina, sou casada, tenho 28 anos, magra e com muito tesão. Adoro meu marido, mas amo um pau. Tem um jardineiro que vem toda semana em casa, ele é um Sr. de uns 50 anos, negro e forte, eu não trabalho, fico o dia inteiro em casa. Esse Sr. é muito respeitador nunca demonstrou assanhamento, mesmo porque, foi o meu marido que o contratou.

Certa vez eu estava ainda dormindo e o jardineiro chegou e como de costume foi ao jardim (que fica próximo da janela de meu quarto) fazer seu trabalho, como meu carro não estava em casa, eu ouvi ele dizendo sozinho:

Que pena, aquela magrinha gostosa não está em casa.

Eu fui até a janela espiar sem que ele me visse, com quem ele estava falando e levei o maior susto. Ele estava com o pau pra fora da calça e punhetando dizia:

Que delícia de loira, adoraria chupá-la. Como ele era de uma certa idade o pau estava grande, porém estava meio mole. Eu fiquei com muito tesão de ver aquele enorme pau e não pensei duas vezes.

Coloquei um biquini, na verdade era uma calcinha super fio dental e sem a parte de cima.

Fui para a piscina fingindo que não sabia que ele estava lá.

Quando me viu ficou sem jeito e me cumprimentou.

Eu o cumprimentei e deitei para tomar sol de bunda pra cima e com as pernas abertas.

Ele chegou perto de mim e disse, assim Dona Carina eu não vou aguentar e começou a me passar a mão na bunda, pernas, enfiou o dedo na minha buceta e eu já estava ensopada.

Me levantei, abri a calça dele e peguei aquele pintão fiz ficar durão e ele gozou na minha cara espirrando por todo meu seio e corpo. Ele queria mais, mas eu disse que meu marido devia estar chegando e nós brincaríamos uma outra hora.

Entrei em casa, coloquei uma bermuda e meu marido chegou, não deu tempo nem de tomar banho.

Abraçei-o e beijei com muito tesão, acredito que ele tenha até sentido um gostinho da porra do jardineiro, porém não me disse nada, só que eu estava com um rostinho de safadinha.

Sou mesmo, adoro um pau, seja qualquer tamanho.

Outro dia conto a história de um Sr. pedinte que veio até minha porta, não levou dinheiro, mas saiu satisfeito.

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Sobre este autor

  • Escritos por: selu
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