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Monique, minha adorada farmacêutica

  • Enviado: 10 de fevereiro de 2003 11:23

Corpo do conto

Não tenho nenhuma característica que me torne diferente ou especial,1.65m, moreno, cabelos castanhos, olhos castanhos claros, por isso nunca imaginei que algo pudesse acontecer que interferisse no meu casamento, já que na época do acontecido eu tinha 15anos de casado.

Tudo começou quando entrou na academia que eu e minha esposa freqüentávamos , uma garota de nome Monique, 28anos, ela era uma mulher com sua situação definida, solteira, farmacêutica formada e bem empregada.

Jamais imaginei que uma mulher como aquela, bonita, sensual, meiga pudesse se envolver com um tipo tão comum como eu(na época com 38anos). Mas o tempo foi passando e comecei a notar que ela me direcionava olhares e por vezes até algumas brincadeiras, sempre com muita discrição, para não ser percebida por minha esposa, com o passar do tempo comecei a corresponder.

Certo dia, próximo ao carnaval de 2001, já com alguns dias que eu não a via, eu a encontrei num supermercado, com a perna parcialmente imobilizada (contou-me que havia sofrido um acidente e que por isso havia se afastado) eu a cumprimentei, perguntei como ela estava e disse que estava com saudades dela, que esperava que ela melhorasse e retornasse logo para a academia, quando já estava de saída ela me perguntou se eu poderia responder uma coisa para ela eu disse que sim, ela me perguntou porque eu a olhava tanto na academia, eu disse que explicaria, pedi que ela fechasse os olhos e a beijei, ela ficou completamente ruborizada, mas correspondeu.Disse que gostaria de conversar com ela, mas que não seria naquele dia e que aquele não era o local apropriado, peguei o número do seu telefone e fui embora, com a lembrança do seu rosto ruborizado e o brilho dos seus olhos.

Na primeira segunda-feira, depois do carnaval eu liguei para ela por volta das 10:00h e perguntei o que ela faria na parte da tarde, ela me respondeu que estaria de folga no seu outro trabalho (Drogaria Pacheco)e teria apenas que entregar o acessório ortopédico que havia alugado por causa do acidente.

Pedi a ela que me desse a sua tarde de folga presente ela aceitou então eu disse que a pegaria na saída do seu trabalho da parte da manhã ( na Santa Casa da Misericórdia do RJ) e almoçaríamos juntos, avisei no escritório que não estaria na parte da tarde, que anotassem os recados, que meu telefone estaria desliga e caso minha esposa ligasse eu estaria em uma reunião fora do escritório.

Me encontrei com Monique as 13:00h e fomos a um restaurante almoçar, durante o almoço ela me pergunta o que eu queria dela, eu respondi “VOCÊ” , Ainda que por uma única vez e que eu gostaria muito de passar toda a tarde com ela num motel, ela hesitou eu insisti e ela fez aquela clássica pergunta, sobre o que aconteceria eu dei a clássica resposta, nada que você não queira, no meio do almoço ela olha para mim e diz eu vou. Terminamos pegamos um táxi e fomos para um motel, no centro do RJ.

Ao entrarmos no quarto ela se sentou na cama e já começamos a nos beijar freneticamente, pude sentir seus lábios, invadi sua boca com minha língua, abracei com ternura e distribuía beijos por sua boca seu rosto, comecei a beijar seu pescoço e sentir sua respiração se alterar, sem demora comecei a mordiscar sua orelha e passar a língua por seu pescoço. O clima foi esquentando e ela permitindo que eu tirasse a sua blusa, ficando de calça jeans e sutiã, acariciei seus seios por cima do sutiã, acariciava a sua cintura e sentia que ela estava bastante excitada, pois os bicos dos seus seios pareciam querer furar o sutiã.

Beijei seus seios, sobre o sutiã e abri o fecho fazendo os seus seios saltarem diante dos meus olhos, acariciei, beijei, lambi, mordisquei de tal forma e com tanto carinho que ela já segurava a minha cabeça junto a seus seios, fui então descendo com minha mão em direção a sua cintura, abri o botão da calça Jean e desci o fecho, apareceu uma calcinha branca cobrindo a sua xoxotinha, apalpei sua xoxota sobre a calcinha de forma que chegava a sentir o calor que emanava aquela fornalha, pude notar que estava com a calcinha ensopadinha, desci beijando por sua cintura seu umbigo, chegando bem perto da calcinha, subia novamente, descia com minha língua zigue-zagueando, por sua cintura,ela se esticava todinha, suspirava eu estava com o coração a mil, de ver aquela mulher ali finalmente nos meus braços.

Tirei por fim a sua calça jeans e pude contemplar o seu corpo de calcinha eu a abracei com carinho e a beijei, apalpava sua bunda e sentia ela arquear a cintura ra cima, enfiei a mão dentro da sua calcinha e pude ouvir o suspiro que ela soltou, ficando molinha, com os olhos fechados, passei minha mão sobre a sua fenda e quase gozei ao sentir o estado de excitação que Monique se encontrava, lubrifiquei meu dedo no seu caldinho que escorria e comecei acariciar a sua fenda, seus lábios da xoxota, por fim, comecei a fazer movimentos circulares acariciando seu grelinho, era lindo ouvir Monique gemendo e pedindo para “acabar” com ela.

Novamente desci lambendo seu corpo como se fosse um doce, eu queria aproveitar cada segundo junto daquela mulher, desta vez eu desci até a sua xana dei uns beijos e desci até seus pés, beijei, lambi entre os seus dedos dos pés e comecei a subir, embora eu desejasse explodir dentro dela eu tinha que me controlar e isso era demais, queria prolongar isso como uma doce “tortura”, chamei Monique para irmos tomar um banho, pedi a ela que entrasse primeiro, pois queria contemplar aquele corpo lindo desfilando, agora só para mim. Entramos no Box e pude observa-la se molhando vendo a água escorrer deliciosamente por seu corpo (que não era nenhum corpo de miss, mas sim de uma fêmea maravilhosa), juntei-me a ela e pude desfrutar do prazer de ensaboar aquela fêmea gostosa, seus seios, sua cintura, sua bunda maravilhosa, sua buceta deliciosa.

Ao sair do banheiro, já deixei a banheira de hidromassagem ligada, fomos para a cama e comecei novamente acariciar todo o corpo de Monique, como se ela fosse a única mulher do mundo. Entre beijos e carinhos eu já estava sugando novamente seus seios, (ela tem um sinalzinho no seio direito, próximo ao mamilo, que é muito show) quando desci comecei a beijar entre sua coxas e pude sentir ela ir abrindo as pernas como que me convidando a passear por seu corpo, fui subindo beijando as coxas até chagar a sua buceta totalmente ensopada e comecei a lamber os grande lábios, os pequenos, deslizava língua da xoxota para seu cuzinho, e sentia ele piscar na minha língua, virei Monique de costas e comecei a deslizar com minha língua da sua nuca até a o reguinho da sua bunda, passando pela coluna, a mulher gemia, serpenteava o corpo como uma louca, já tinha retirado parte do lençol com as mãos, empinava a bunda como se quizesse que eu enfiasse a língua até varar seu botãozinho.

Virei-a novamente deixando-a de frente e comecei a chupar a sua fenda e mordiscar seu grelinho, acabamos numa posição de 69 onde ela lambia e enfiava a minha rola na boca como se aquela fosse a única rola existente no mundo, chupei, lambi, mordisquei o grelo até ouvir um urro e sentir a sua xana escorrer seu mel. Então eu me posicionei entre suas coxas e comecei a passar a cabeça completamente inchada de tesão na sua buceta ela já pedia quase que chorando, com uma voz de clemência que eu metesse logo, esfregava no grelo, na fenda uma verdadeira tortura (para os dois), coloquei uma camisinha e pude sentir meu pau deslizando para dentro daquela gostosa, que agora mexia os quadris como uma batedeira elétrica, metia a rola sem pena e com muito carinho, até que não agüentando mais gozei, gozei como poucas vezes eu tive oportunidade de fazer.

Depois que sai do seu corpo ela arrancou a camisinha e começou aquela que foi a melhor chupeta que eu já levei na vida, sentia a cabeça do meu pau lá garganta da mulher, ela parecia que ia mastigar o meu caralho. Antes que eu não agüentasse e gozasse na sua boca eu comecei a chama-la de safada, gostosa, minha putinha deliciosa….pedi para botar na bundinha dela e ela só me pediu para ir com carinho, virou e deitou ficando de costas para mim, novamente eu a submeti a uma sessão de linguadas deslizando pela coluna, na bundinha eu mordia a bundinha dela e ela dava gemidos, empinava mais, abri sua bundinha e vi seu botãozinho saltar e piscar, comecei a passar a língua e fui sentindo ela se descontrair, comecei a enfiar o dedo para deixa-la mais relaxada, coloquei uma camisinha e a levantei deixando de 4, falei para ela que eu a queria de todas a formas que eu pudesse te-la ,então lubrifiquei a caceta e encostei no seu botão senti ela se contrair falei, para que ela relaxasse que eu não a machucaria, comecei a passar os dedos entre seus cabelos na nuca e fui sentindo ela se abrir, aos poucos senti a cabeça entrar então comecei a acariciar a cintura e estiga-la, chamando-a de safada, putinha ela foi relaxando e eu enfiando depois de um tempo estava com tudo socado no seu rabo, e falei viu sua vadiazinha deliciosa, você comeu o pau inteirinho, ela respondeu eu soca o pau na minha bunda, seu filho da puta, eu disse eu vou te arregaçar piranha gostosa ela só dizia bomba, bomba… eu fui bombamdo até que não agüentei e gozei no rabinho dela.

Após esta transa maravilhosa e inesquecível, nos fomos para a banheira de hidromassagem, onde tomamos um banho delicioso, nos acariciamos, nos beijamos, abraçamos eu toquei uma siririca nela enquanto beijava sua boca e chupava seus seios ela mais uma vez começou a gozar, me chamando de safado, de puto eu mordia seu pescoço e sentia ela se esticar todinha, gozou bem gostoso,ela me chupou, pediu para que eu gozasse na sua boquinha e assim aconteceu, saímos da banheira e nos secamos um ao outro e vestimos eu chamei um táxi, que nos deixou na estação do metro do Estácio, pagamos o metrô e fomos para nossas casas. Nos encontramos dias depois e resolvemos que não deveríamos mãos nos encontrar pois as conseqüências poderiam ser desastrosas.

Este ano 2003, eu a encontrei no seu trabalho, na Drogaria Pacheco, ela estava bonita como sempre, bem mais magra, pois tinha passado uma correria grande antes do casamento, conversamos ela disse que estava bem e gostando do casamento, nos olhamos no fundo dos olhos nos desejamos felicidades e eu fui embora, feliz por encontrar minha linda farmacêutica feliz.

Eu bem sei que este não é um conto que tem muitas fantasias e loucuras, mas foi real e bem verídico. trustworthy_2003@yahoo.com.br

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