Welcome, visitor! [ Register | Loginrss

As melhores acompanhantes do Rio de Janeiro estão aqui! hotside.com.br

Minha vizinha Flávia e seu cão

  • Enviado: 11 de outubro de 2002 01:09

Corpo do conto

Olá.

O que vou narrar aconteceu assim que mudei da casa de meus pais para uma cidade próxima a minha e para a casa de dois tios meus que ainda eram solteiros e moravam sozinhos. Naquela época estava com 18 anos e vivia cheio de tesão por qualquer garota que ficava. Tinha uma vizinha, uma garota de uns 14 anos, Flávia, que morava na casa que fazia divisa com os fundos da minha. Ela era franzina, seios pequeninos, pernas ainda finas mas roliças, bundinha saliente, uma loirinha até gostosinha. Seus pais eram evangélicos e umas quatro vezes por semana saiam para a igreja. Às vezes conversávamos algumas amenidades, mas nada além disso.

Um belo dia Flávia e uma amiga (Luiza), também de uns 13 ou 14 anos, vieram conversar comigo na porta de casa. Depois de algum tempo conversando, Flávia começou a tecer elogios a meu respeito, que era bonito e tudo mais. Fui ficando com tesão na danadinha, mas não tinha jeito de leva-la para dentro de casa para tentar um ataque mais intenso, pois a amiga insistia em ir embora. Até que depois de um tempo a amiga resolveu ir embora e deixar-nos a sós. Tratei logo de leva-la pra dentro e já cheio de tesão agarrei-a e a bolinei doido pra enfiar meu pau na sua bucetinha pequenina. Depois de vários amassos ela pegou no meu pau e o enfiou na sua boquinha. Chupava com furor, parecia até que ia arrancá-lo às vezes, tamanha a força que usava. Tirei meu pau da sua boca e me posicionei para foder a bucetinha da garota, já imaginando como seria gostoso foder uma bucetinha pequena e apertada. Meu pau não é nenhum monumento em termos de tamanho mas, é grosso e estava duro como uma pedra. Qual não foi a minha surpresa quando forcei a entrada da sua bucetinha e meu pau entrou de uma vez. Ela era bem larga e pedia o tempo inteiro que eu a fodesse com força, que enfiasse mais o pau, que metesse depressa, que arrebentasse a sua bucetinha. Fiquei ali bombando com todo o furor da minha idade até que gozei e ela também gozou (acho). Depois vestiu suas roupas e disse que tinha que ir pois, seus pais já deveriam estar chegando da igreja.

Fiquei imaginando quem estaria fodendo Flávia. Deveria ter um pau enorme pra ter deixado a buceta dela tão larga.

Passaram-se alguns dias, era horário de verão, um domingo, lá pelas 19:00 horas, eu estava recolhendo umas roupas minhas que estavam no varal, bem lá no fundo da casa, próximo ao muro da casa de Flávia e de repente ouço gemidos do outro lado. Imaginei na hora ser Flávia com algum cara fodendo nos fundos de sua casa. Deveria ser o pauzudo que a enlarguecera tanto. Não resisti e procurei uma fresta no muro para ver o que se passava. Lá estava ela a mais ou menor dois metros de mim. Ela estava sentada no chão e para minha surpresa, debaixo de um cão enorme, do qual ela chupava com muito gosto o seu pau. Era um fila amarelado, um monstro que seu pai possuía e que metia medo em qualquer um que tentasse subir no muro. O cão possuía um pau de uns 25 por 8 cm, o qual a danada parecia que queria engolir de tanto que chupava. O cahorrão fazia alguns movimentos como se estivesse estocando a sua boquinha, o quais a faziam até engasgar e às vezes saia uns jatos de um liquido viscoso que ia escorrendo pelo seu rosto.

Depois de uns cinco minutos de chupeta, ela levantou o vestido que usava e vi que já estava sem calcinha, apoiou-se no muro meio de quatro, e chamou o cão para monta-la: – Vem Leão me fode. Enfia este pauzão na minha buceta. Vem fode a tua cadelinha.

O cão parecia entender tudo. Pulou em cima da sua bunda e já foi estocando, tentando achar sua buceta, o que não demorou muito a fazer, arrancando um gemido dela. O cão ia estocando e eu via aquele pau já enorme aumentando de tamanho à medida que entrava e saia de dentro dela. Flávia já estava com o rosto vermelho e com as estocadas rápidas do cão gozava sem parar e pedia mais: – Fode. Isso me arromba todinha. Vai me fode, me rasga seu pauzudo, me enche de porra. Vai, assim….ohhh….fode….

De repente o cão estocou forte e entrou o nó que pude perceber deveria ter uns 12 cm de diâmetro. Flávia deu um gemido forte, o cão deu umas estocadas a mais e foi diminuindo o ritmo até que parou, estava gozando. Imaginei que Flávia ficaria colada ao cão devido ao nó ter entrando, mas outra surpresa, o danado desceu de cima dela e só deu um puxão mais forte e saiu lá de dentro, com um barulho parecendo o de uma champanhe quando estoura, aquele colosso de pau parecia estar maior. Ela ainda ficou de quatro esperando o esperma do cão sair de dentro de sua buceta arreganhada (acho que caberia uma mão lá dentro), parecia um rio de porra que não parava de escorrer. Ela levantou-se, baixou o vestido e foi para dentro de casa.

Agora entendia o porque de uma bucetinha tão larga. Sai do muro e entrei para casa de pau duro e fui bater uma punheta. Pensava comigo: -Tinha que participar daquela brincadeira… Continua…

Leave a Reply

You must be logged in to post a comment.

Para entrar em contato com este autor preencha o formulario abaixo e clique em enviar.

Sobre este autor

  • Escritos por: magelan
  • Membro desde: 2 de novembro de 2003

Outros contos de autoria deste autor magelan

  • Nenhum outro conto escrito por este autor encontrado.
Ultimos contos escritos por magelan »

Pesquisa