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Minha sobrinha linda, gostosa e fodida por mim!…

  • Enviado: 25 de julho de 2006 22:44

Corpo do conto

Minha sobrinha linda, gostosa e fodida por mim…

A minha sobrinha mais nova, atualmente com 29 anos, desde novinha revelou-se uma morena linda e apetitosa: alta, cabelos compridos, peitinhos duros e empinados, cintura tipo violão e uma bunda espetacular. Sempre tarado e pervertido sexual, eu vivia morrendo de desejo de foder essa sobrinha. Quando ela tinha 16 anos, eu passei a mão nos seus peitinhos, numa festinha de Ano-Novo, aproveitando o fato de ela ter ficado um pouquinho tonta com algumas cervejas. Como ela recusara outras investidas, até os seus 18 anos eu não tinha conseguido satisfazer com ela os meus desejos incestuosos.

Mas, quando ela completou 18 anos e começou a procurar emprego, eu a convidei para trabalhar na minha firma de Representações Comerciais. Ela aceitou e eu fiquei contente: ali, perto de mim, eu poderia dar o bote mais facilmente. Por duas vezes, pretextando ensinar-lhe algo na digitação de textos, eu tinha apertado os seus peitinhos. Ela ficou séria, mas não reclamou. E num determinado dia, eu resolvi partir para o tudo ou nada. Disse-lhe que precisava que ela ficasse no escritório até uma hora depois do expediente, pois havia um levantamento de clientes para ser feito. Ela concordou e avisou à mãe, minha cunhada ( que eu já houvera fodido há uns vinte anos). Assim que os outros funcionários do escritório saíram, eu me sentei no sofazinho do escritório e convidei: “Vem cá, Leninha, vamos conversar”. Ela veio e sentou-se ao meu lado, sorridente. E eu comecei a cantada. “Leninha, você tem namorado?” “Sim, tio, tenho”. “Já transou com ele?” “Não, tio, eu ainda sou virgem”. “Deseja fazer Faculdade?” “Sim, mas a minha mãe não pode pagar, o senhor sabe”. “Escute, Leninha, vou lhe fazer uma proposta. Escute com calma, não se escandalize, e caso não aceite essa proposta, faça de conta que nunca lhe disse nada, OK? ” OK, tio.” “Você é uma menina linda, de botar qualquer homem louco e eu, apesar de ser seu tio, sou homem também. Estou louco por você, Leninha, quero você, quero o seu corpo. Ninguém vai saber de nada, você vai continuar namorando, vai poder casar, não vou pegar no seu pé. Tudo ficará só entre nós dois. Eu lhe pagarei uma Faculdade e lhe darei uma mesada mensal suficiente para você viver sem problemas financeiros”. Mas, o senhor é meu tio e sou sua sobrinha!” “Mas é uma mulher linda e gostosa, e eu sou um homem. Que me diz da proposta?” “Eu lhe darei a resposta amanhã.” “Está bem, eu aguardo”. Antes de sair, com um sorrisinho safado, ela perguntou: “Dizem as más línguas que a minha mãe traiu meu pai com o senhor. Foi verdade isso?” “Sim, Leninha, fomos amantes por dois anos, mas quem lhe contou isso?” Ela tornou a rir: “O que não se sabe neste mundo? Tchau, amanhã lhe darei a resposta!”

Eu não consegui pregar os olhos nessa noite por causa da grande ansiedade que me dominava. E apreensão também, pois se ela não aceitasse a minha proposta, com certeza se afastaria de mim, definitivamente. Mas, surpresa! Às duas da madrugada, ela ligou: “Oi, tio, vou falar baixinho, pra mamãe não escutar. Olha, eu topo, mas vai ter que cumprir tudo o que me prometeu, ouviu? E terá que usar camisinha sempre, pois não posso correr o risco de engravidar. Quando quer?” “Amanhã você diz para a sua mãe que vai para uma festinha na casa de uma colega e que vai dormir lá. Passaremos a noite num motel”. “Então, tá.” Continuei em claro o resto da madrugada, pois a ansiedade de foder a minha bela sobrinha não me deixou dormir de jeito nenhum.

Para falar a verdade para vocês, nem me lembro como foi o expediente no escritório no dia seguinte. Às seis horas, quando o último funcionário saiu, eu já estava com o pau duro como pedra. Aproximei-me dela, abracei-a, beijei-a, e disse: “Vamos, minha sobrinha linda; teu titio vai te foder hoje”. Ela riu e acompanhou-me, apertando a minha mão, parecendo já estar dominada pela ansiedade da foda. Botei-a no carro e fomos para o motel. Quando entramos na suíte e comecei a apertá-la, ela disse: “Espere, vou ao banheiro, trocar a roupa.” Eu me deitei na cama, tirei as roupas e fiquei só de cueca, aguardando-a. O pau, durão, empinado para cima, parecia um mastro. Ela voltou, enrolada numa toalha, olhou para o meu pau duro, e sorriu com malícia: “Hum, parece grande. Vá devagar, tio, sou virgem, não vá me rasgar.” Eu não agüentava mais! Pulei da cama, tirei-lhe a toalha,e que visão, meu Deus do céu! Uns peitinhos durinhos, empinados, de bicos escuros e pontudos, uma boceta negra e cabeluda, um corpo escultural! Joguei-a na cama e passei a chupar os seus peitos e bolinar a sua boceta. Ela já estava muito excitada, pois senti a sua boceta toda molhada! De repente, ela disse: “Tio, quero olhar e pegar o seu pau. Deixa?” Eu não me fiz de rogado, sentei-me na cama e falei: “Olha, olha, pega à vontade, ele vai ser todo teu, minha putinha querida.”. Ela pegou no pau, acariciou-o, esfolou a cabeça, dizendo: “Mas o senhor tem um pau enorme, titio. Lindo! Foi por isso que a minha mãe endoidou pelo senhor?” “Pode ser, meu bem, pode ser.” E então, a minha sobrinha abocanhou o meu pau e começou a chupá-lo e a punhetá-lo. Não era tão ingênua como se dizia, a safada! E será que ela era cabaço mesmo? E depois de alguns minutos, já louco com a boca macia da minha sobrinha no meu pau, eu disse: “Vira pra cá, vou te chupar também´. E iniciamos um delicioso 69. Ela se remexia toda, esfregando a boceta na minha cara, chupando, mordendo e lambendo o meu pau, suspirando e gemendo: “Hummm, hummmm, ô meu tio, ô meu tio…” De repente, acelerou as remexidas na minha boca, tirou o meu pau da boquinha e gritou:”Aiiiiiii, tô gozando, tio, tô gozando.” Pareceu desmaiar de gozo, mas reanimou-se um minuto depois, voltou a chupar e a punhetar o meu pau. Não demorou muito e eu explodi dentro da sua boca. Era porra demais, encheu a sua boquinha, derramou pelo seu pescoço, mas percebi que ela engolia a porra que estava na sua boca, lambia e também engolia a porra que escorria ainda pelo pau! Então, era uma taradinha, a minha sobrinha? Claro, puxara a mãe, uma puta safada, e ao tio, um pervertido sexual! Reanimados do êxtase, fomos nos lavar no banheiro. Voltei primeiro para a cama e enquanto a aguardava, o pau subiu de novo. Quando ela voltou, comentou, olhando para o pau: “Meu Deus, já tá duro de novo?” ” Sim, minha querida, agora vou tirar o teu cabaço. Vem, meu amor, vem.” ” E a camisinha?” “Está aqui, coloca no pau, vai”. Com todo o carinho, beijando e lambendo o pau, ela o vestiu. Depois, deitou-se na cama e eu subi em cima dela, beijei sua boquinha linda, seus peitinhos duros, meti a minha língua no seu umbigo, beijei e lambi a sua boceta, e ela passou a contorcer-se, gemendo: “Tio, tio, me chama de puta, me chama de puta e me fode, me fode…” “Sim, minha sobrinha gostosa, minha puta, minha vadia, vou meter o pau na tua boceta, agora. Abre as pernas, puta, abre as pernas…” “Devagar, tio, devagar, calma, calma, vai, vai, aiiii, tá doendo, mas vai, empurra, aiiii, pára um pouco, vai, vai, empurra, empurra, tá entrando, tá entrando, aiiiii…” Quando o pau entrou todo, ela disse: “O senhor tirou o meu cabaço, tio. Agora sou tua mulher. Não, não sou tua mulher, sou tua puta. Me faz gozar no teu pau, me chama de puta, tio, meu tio querido!” Apesar da boceta esfolada, dolorida e sangrante, ela enfiava-se toda no meu pau, rebolava e gemia: ” Ah, meu Deus, vou gostar de ser a tua amante, a tua puta, enfia o pau, tio, enfia, enfia, fode a tua sobrinha, a tua puta, fode, fode….”. Quando comecei a estremecer, num gozo deliciosamente louco, ela murmurava: “Oh, que rola gostosa o senhor tem! Me fode, meu tio, meu macho, vou gozar, amor, vou gozar, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…”

Depois de algus minutos de languidez do corpo, pela saciação dos prazeres da carne (e que carne, a da minha sobrinha!…) ficamos gostosamente de mãos dadas, lado a lado na cama. E ela perguntou: “Tio, o senhor sempre desejou me comer, não?” “Sim, não posso negar. Desde que você cresceu, botou peito, ficou uma gata.” “Eu sentia isso, quando o senhor ia lá em casa. Me devorava com os olhos. E qual a coisa que o senhor mais gosta em mim?” ” A bunda, Leninha, tens uma bundona linda!” A minha sobrinha virou-se na cama, ficou de quatro, e sussurou:” Pois pode me enrabar, titio. Já tirou o cabaço da minha boceta, agora tire do meu cu…” .

E comecei e enfiar o meu pau naquele cuzinho gostoso. Mas isso é outra história…

Oldman.

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