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MINHA NORA

  • Enviado: 25 de setembro de 2007 14:04

Corpo do conto

Depois que me separei fui trabalhar e morar no exterior durante anos, não tinha quase contato com meu filho, apenas por cartas e telefonemas, ele casou-se e um dia resolvi voltar à Terra Natal e conhecer minha nora. Ela assustou-se, pois não me conhecia, apresentei-me  Sou o Jorge pai do Otávio – e tudo se modificou, – Eu sou a Julia, esposa dele -me convidou para entrar e foi extremamente educada, oferecendo chá e biscoitos enquanto conversávamos. Conversa vai conversa vem reparei que o casamento parecia não ir muito bem das pernas, eles moravam longe em uma casa bem afastada do centro e de tudo (Otávio sempre gostou do mato), Julia tinha medo de ficar sozinha enquanto Otávio trabalhava em uma plataforma de petróleo, só retornando de quinze em quinze dias, ela se sentia abandonada, afinal estava casada a menos de um ano. A conversa se prolongou e desabou uma tempestade. Julia me pediu que ficasse aquela noite ali, por ser perigosa a viagem de volta e por estar com medos dos relâmpagos. Eu aceitei e após o jantar a conversa prosseguiu: Um dia me encho e largo tudo. Eu lhe disse para ter calma que eu ia conversar com Otávio. Mais tarde, pelo cansaço da viagem me deu sono, Julia arrumou o quarto de frente para o seu e me disse: Vou pedir que o senhor deixe sua porta aberta, pois estou tremendo de medo. Assim fiz e dei boa noite para a minha nora. Pelo reflexo do espelho do meu quarto e vi Julia se despir para trocar de roupa no quarto dela, e apreciei-lhe o corpo coberto de juventude e perfeito, durante algum tempo fiquei vendo os contornos dos peitinhos, da cintura, das coxas, até que se fez ouvir um trovão que fez tremer toda a casa, Julia saiu correndo nua de seu quarto entrou no meu e eu levantando, só de cuecas, a abracei: Calma, já acabou. Mas logo outro trovão maior que o primeiro se fez ouvir. Ela estremeceu todo o corpo e me disse: O senhor é meu sogro, deite-se comigo no meu quarto, não tem nada de mais e eu estou com medo de morrer. Aceitei e fomos abraçados para o quarto dela, deitamos da forma que estávamos na cama de casal, fingi dormir rapidamente, pois a situação havia me excitado e meu pau estava duro, saindo pela cueca. Mas um trovão e Julia juntou seu corpo ao meu de frente para mim, me abraçando, sem saber como nos beijamos loucamente. Meu filho não devia estar dando conta do recado, pois aquela fêmea estava necessitada de um macho há muito tempo. Mas eu não queria ser o culpado por meu filho usar um capacete de touro então deixei que ela tomasse a iniciativa. Julia correu a mão pelo meu peito, descendo direto até meu pau e segurou-o com volúpia e falou: NOSSA! COMO É GRANDE E GROSSO! É QUASE O DOBRO DO TAMANHO DO OTÁVIO!. Ela foi me beijando o corpo e quando sua língua lambeu a cabeça do meu cacete, tive certeza que Otávio além de burro seria corno. Ela enfiou a cabeça na boca e reparei que não tinha muita prática com a coisa, mas gostava. Deixei-a mamando, fui virando o corpo até minha boca ficar no sexo dela, abri com a ponta dos dedos e meti a língua naquela fenda quente e toda molhadinha. Julia soltou um suspiro abafado com minha pica na boca e eu saboreei aquele suco enquanto ela gozava na posição 69, como ela estava sobre mim, tinha uma visão deliciosa da sua bunda e em pouco tempo estava enfiando a língua no cuzinho dela, quando senti que o tesão dela estava nas raias da loucura, tirei-lhe a pica da boca antes que eu gozasse, fui saindo entre as pernas suas, e me posicionei por trás dela de joelhos, ajeitei a posição daquela bunda na altura do meu cacete, apontei no buraquinho rosado, Julia com as mãos abriu a bunda, eu fiz força. Logo notei que aquilo era preferência dela e que Otávio devia fazer algumas visitas por isso, não me preocupei e fui empurrando meu pau. Aquele cu começou a piscar mais forte e a latejar, comprimindo meu pau e Julia tinha gozos intensos, gemendo e rebolando o rabo sem parar, isso me fez encher aquele cu de porra. Deixei a pica ir amolecendo vagarosamente até sair. Descansamos um pouco e ela me disse que queria mais. Sentei-me na beirada da cama, coloquei-a de pé na minha frente e passei a chupar aqueles seios maravilhosos de biquinhos retesados, sem parar de mamar naqueles peitos, a fiz sentar-se na minha vara, ela colocou um pé sobre a cama, encaixou a cabeça da pica na xota e foi sentando devagar dizendo: Ta difícil de entrar, teu caralho é muito grosso, mais tem que entrar. Ta innnnnnndddoooooo!!!!. Meu pau engrossou ainda mais, parecia ter inchado, mas Julia forçava a xota contra ele, soltando gritinhos de dor e prazer enquanto sua xota não parava de piscar. Algum tempo depois, e com muito esforço, Julia conseguiu engolir toda a minha pica e ficamos parados, enquanto ela falava: Agora entrou tudo, estou sentindo a cabeça no fundo do meu útero. Deitei-me e deixei ela sentada com meu cacete espetado dentro dela, ao iniciar a cavalgada, Julia me pediu: Não goze, por favor, não gozeeeee, quero aproveitar o máximo que pudeeeeerrrrr!. Fiquei imóvel só aproveitando do calor daquela xotinha apertada e o tesão daquela fêmea. Assim que notei que Julia tinha atingido o auge do tesão, passei a levantar o quadril, dando fortes estocadas naquela buceta, isso incendiou ainda mais aquela mulher que me pedia: Isso, assim, faz mais, com força meu sogrinho, goza…. Me enche de leite, goza… veeemmmm….. Vou… ESTOU GOZAAANNNNDO. Virei-a de barriga pra cima e prossegui bombando nela sem piedade. Coloquei suas pernas em meu ombro e deixei o peso sobre ela, assim eu conseguia ir mais fundo naquela xota, e nessa posição, com uma estoca mais forte meu caralho passou a despejar jatos de porra dentro daquela bucetinha inchada. Vai para o lado exausto. Quando me recuperei, perguntei quando Otávio estaria em casa. Ela me respondeu: O corninho do meu marido só chega daqui a treze dias, isso me diz que meu amante delicioso de caralho grande ficará aqui durante algum tempo!. Abracei-a e dei-lhe um beijo na boca, concordando com ela e começamos a foder novamente. Noite de tempestade é bom pra isso!

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