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Minha mãe, minha amante

  • Enviado: 24 de abril de 2001 00:00

Corpo do conto

Minha Mãe, minha amante

Eu já tinha quase 18 anos quando meus pais se separaram .Foi barra aguentar as brigas deles, e principalmente as cenas de ciúme do meu pai .

Quando eles decidiram se separar de vez , tive certeza que seria melhor para todos nós, mas para mim , em particular , acabou sendo uma maravilha .Eu conto porque.

Minha mãe na época tinha 39 anos , e sempre foi um mulherão ,apesar dos tres filhos (eu e minhas 2 irmãs mais novas ). Naquela época , então, ela arrasava .Alta, morena, cabelos até os ombros,um belo par de coxas,peitos normais no tamanho , mas anormais na dureza e nos bicos , que quase sempre empinavam assim que ela percebia que estava agradando quando chegava em algum lugar.

É difícil acreditar, mas apesar do jeito bem provocante, minha mãe sempre jurou que tinha perdido o cabaço com o meu pai , e nunca tinha dado pra mais ninguém.

Eu, quando mais novo, vivia brigando com a molecada na rua que costumava encarnar com coisas do tipo: “ Ó , bati uma punhetaça pra sua mãe hoje” ou “Ce sabe se tua mãe dá o cu pro teu pai?Ah, se ele não comeu não sabe o que tá perdendo”

A coisa lá no meu bairro só não descambava pra porradas , porque todo mundo brincava assim , e aceitava quando o alvo era a mãe, ou irmã de um, ou de outro, ou dele próprio.

Mas chega de detalhes, vamos ao que interessa.

Um certo dia, uns seis meses depois da separação dos meus pais, cheguei em casa perto da meia noite e fui até o quarto de minha mãe pra avisar que já havia chegado .Percebi que ela choramingava e disfarçou antes de responder boa noite .Sentei – me perto dela, e tentei consolá-la com um toque no ombro e um beijo no seu rosto , pois percebi que ela estava no auge de uma crise de solidão, e antes de eu sair do quarto ela me disse baixinho : “Fica um pouco aqui com a mamãe? Suas irmãs ficaram na sua tia e eu estou me sentindo muito sozinha”.

Deitei do lado dela sem dizer nada e logo já comecei a sentir os primeiros sinais de sono . Percebi quando ela tirou os meus tênis , me cobriu com o lençol e encostou aquela bela bunda no meu pau.Eu despertei logo, mas fingi que ainda dormia.Apesar de assustado não havia como não ficar com um puta tesão.

Quando ela sentiu que eu estava de pau bem duro, começou a rebolar e a se esfregar em mim , e para evitar que eu tentasse me afastar , ela jogou o braço pra trás e começou a forçar a minha bunda para frente , de forma a apertar,cada vez mais, o meu pau de encontro aquele lordo delicioso.

Eu não sabia que minha mãe tinha tanta habilidade com a mão esquerda, pois rapidamente ela abriu o cinto do meu jeans, abaixou o zíper e foi empurrando minha calça e minha cueca, de uma vez só , até chegarem nas minhas coxas.Depois apertou bem a cabeça e as bolas do meu pau, para sentir o que ela teria à sua disposição, e soltou um gemidozinho, destes de satisfação.E aí é que foi o máximo .

De costas pra mim , ainda, ela se virou por baixo do lençol e , logo, logo, senti aquela boca toda molhada engolir o meu pau quase inteiro . Não dá pra descrever o que eu senti naquela hora , mas dá pra tentar descrever o jeito que ela estava me chupando .

Parecia um liquidificador .Ao mesmo tempo que ela fazia aqueles movimentos de subir e descer super rápido , ela esfregava a língua em volta da cabeça do meu cacete com giros incríveis .É certo que quando ela subia pra dar aquela caprichada na ponta da cabeça do meu pau , parecia que ela iria arranca-la devido àquela sucção tão forte .

Bom, eu só gemia , e não sabia o que dizer . Tentei de vários jeitos , tipo: Vai mãezinha …Isso mesmo mãezona…ou chamar pelo apelido…Me chupa gostoso, Ciça …mas ela parecia nem estar aí, sem se desconcentrar daquela atividade , que posso até chamar de “Aquela Arte”e arrisquei :

“Deixa eu gozar na tua boca , tesão?”.Ela fez algo como um …Hã , Hã.. e sem tirar a boca acenou um sim com a cabeça .

Vocês sabem , mulher é foda ! Ela entendeu que eu estava prontinho pra encher a sua boca com minha porra , e para meu espanto , quando eu iniciei aquela gemida em seqüência de quem já está quase gozando , ela parou de repente e disse gritando :

“ No cu , no cuzinho filhinho, me enche com sua porra , goza, goza gostoso na sua mãezinha .Olha , que delícia ! Eu estou toda aberta para receber esse seu pau enorme”

E enquanto eu tremia os joelhos , suava em bicas , ia enfiando tudo que eu podia , e cada vez que eu enterrava um pouquinho mais naquele cuzinho super apertado , eu só queria cumprir o seu pedido quase desesperado:

“Mete mais, mete mais ,filhinho.Mete tudo!”

Até que senti aquele caudaloso jato de sêmen tentando encontrar um espaçozinho qualquer dentro do rabo da minha mãe, e não tendo pra onde ir naquele buraquinho tão estreito, começou a escorrer por entre as paredes do rabinho dela e as veias do meu pau, que nunca tinha comido um cu tão gostoso .

Logo depois da gozada senti meu pau começando a ficar flácido , embora continuasse duro o suficiente para ficar ali , aproveitando aquele calor maravilhoso que só se sente dentro de um cuzinho.

Achei que era hora de ir tirando o pau de lá , mas ela disse : “ Não” .Fica quieto aí menino!Que agora é que vem o melhor”

Ela esticou-se até o criado mudo e acendeu a luz do abatjour , pra deixar o quarto numa penumbra toda especial , continuou de quatro como já estava , mas afastou bem os joelhos , abaixou os ombros até o colchão, e forçou a coluna para baixo, ao mesmo tempo em que empinou bastante a bunda pra cima .Neste momento, eu quase morri , porque ela começou a massagear o meu pau , comprimindo os músculos do cu , apertando e soltando, apertando e soltando , até que ele foi endurecendo de novo e eu fui me preparando para minha segunda melhor gozada de toda a minha vida .A primeira , é lógico, eu tinha acabado de dar.

Depois desta primeira vez , várias outras se seguiram , porém sempre com um detalhe : Minha mãe nunca admitiu que eu a comesse olhando na cara dela , só para ela não ter que olhar na minha, enquanto trepamos.Ela dizia que isto ajudaria a eu não perder o respeito por ela .Eu concordo.

Adoro comer o seu cu , e ela adora dar o cu para mim, e não precisamos ficar nos olhando enquanto trepamos.

Kant Cantil

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