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Minha cunhada e minha sobrinha

  • Enviado: 24 de junho de 2003 12:21

Corpo do conto

MINHA CUNHADA E SOBRINHA

Eu casei aos 22 anos com uma moça que eu amava profundamente. Infelizmente, ela faleceu vítima de um câncer, dez anos depois. Depois de constatada a doença, e depois de consultar vários médicos, para termos a certeza de que os diagnósticos de vários médicos, batiam, pois que eram eles assustadores, (sem cura) eu fiz de tudo para que ela sofresse o menos possível. Algum tempo depois, ela faleceu.

Sua irmã, minha cunhada, (Alexandra) e seu marido (Luiz), desde o inicio, me ajudaram bastante.Tanto no atendimento da doente, quanto no apoio moral. Assim, tornamo-nos muito, amigos. Éramos como irmãos. Inclusive, depois da morte de minha esposa, eles se preocupavam em demasia, comigo, sempre me dando muito apoio e companhia, para que eu não entrasse em depressão. Assim, nossa amizade se consolidou. Não tínhamos segredos entre nós. Falávamos, livre e abertamente, sobre tudo. Depois de um ano, eles fizeram muita pressão para que voltasse a me casar. Mas, isto nem me passava pela cabeça. Pois ninguém estaria à altura de substituir a falecida. Meu amor pela falecida, continuava vivo.

Pelo fato de estar sozinho, e também pela nossa grande amizade, estávamos sempre juntos. Ora no meu apartamento, ora na casa deles.

Eu não tinha nenhum filho, apesar dos dez anos de vida em comum, mas a filha deles, (Bruna) minha sobrinha preenchia esta falta. Eu tinha enorme fascino pela sobrinha.

Sete anos se tinham passado desde aquele dia fatídico, quando Luiz chegou em casa e comunicou aos seus, que ele fora o escolhido para um estágio na Espanha, onde deveria permanecer por três meses.Luiz ficara dividido. Queria aproveitar esta oportunidade única para melhorar seu currículo, mas, não queria deixar por tanto tempo sua família. Alexandra o incentivou muito para que ele fosse. Ele não poderia deixar passar esta oportunidade. Depois de muito refletir, comunicou sua decisão. Iria aceitar o convite, alegando que aceitaria pelo fato de poder contar comigo, para cuidar da sua família. Dias depois ele viajou, me recomendando que eu estivesse sempre por perto da sua esposa e filha. Por isso, continuamos a nos encontrar, quase que diariamente.

Já fazia mais de um mês que Luiz viajara. Era um sábado, e nós havíamos feito um churrasco em casa de Alexandra. Depois do almoço, Alexandra estava na cosinha, lavando os talheres utilizados e eu estava lhe ajudando, secando a louça. Bruna, logo depois do almoço, havia se recolhido ao seu quarto. Quando Alexandra me disse que há vários dias, tem dormido mal. Perguntei qual seria a razão. Estaria ela com algum problemas? Estaria necessitando de dinheiro? Ou algo que eu pudesse ajudar?

Não é nada; respondeu-me. Mas eu insisti; alguma coisa está havendo para você perder o sono. Diga-me o que é, que talvez eu possa te ajudar. Já que você insiste, vou te dizer o motivo com todas as letras. Há dias que eu ando com o tesão a flor da pele, Estou sentindo a falta do Luiz, para me satisfazer.

Ah..Bom. Isto é a única coisa que eu não posso resolver para você.

Se você, que é homem, não pode resolver, vou ter que continuar a passar as noites em claro. Vou ter que esperar até que Luiz volte. E veja que ainda faltam dois meses.

Mas, o que você quer que eu faça. Que eu traia a confiança do Luiz? Você quer que eu vá para a cama contigo?

Isto seria uma solução. E a única, que eu vejo. Pior seria, se eu saísse por aí, catando algum homem estranho.

Alexandra! Eu não seria capaz de tal coisa.

À noitinha, fui para o meu apartamento. Agora, era eu que não conseguia conciliar o sono, pensando no caso de Alexandra. E de como lhe aliviar a tensão. Até já admitia a possibilidade de ir para cama com ela. Afinal, ela era uma bela mulher, com um corpo bem feito, seus seios deveriam ser belos. Suas pernas, até aonde eu já as tinham visto, eram bonitas. De madrugada, finalmente peguei no sono e acabei sonhando com Alexandra, em minha cama. No sonho, a transa fora excelente.

Pela manhã, eu telefonei para Alexandra: Como foi a tua noite?

Igual as anteriores. Sem dormir e me revirando na cama, esperando o dia amanhecer.

Diga-me! Aquela tua conversa de ontem, você falou sério? Ou estava só brincando.

Eu estava falando sério. Não sei mais o que fazer. E vejo isto como a única saída.

Alexandra! Você sabe que eu te amo. Amo-te quase tanto quanto amei tua irmã. Se você fosse viúva, eu que não penso em me casar de novo, contigo eu me casaria. Mas, existe o Luiz nesta estória e ele não merece isto.

Meu querido cunhado. Eu agradeço as tuas palavras. Sempre é bom ouvir isso. Mas você acha que o Luiz vai segurar esta barra? Vai ficar três meses, sem sexo? Você não acha que eu já não fui traída por uma Espanhola? Quando ele voltar, o nosso relacionamento vai voltar ao normal. Ele não vai me contar quantas Espanholas ele comeu, e nós não vamos contar a nossa aventura. Assim as coisas ficam empatadas.

Se olharmos por este prisma, acho que você tem toda razão.Você está tirando da minha consciência, um peso enorme Só que Luiz não poderá desconfiar de nada, nunca. Caso contrário a minha consciência vai doer muito mais.

Fique tranqüilo, meu cunhado, se você me levar para a cama, ele nunca ficará sabendo. E ele nunca desconfiará, porque eu não darei motivos para isto.

O que você vai fazer hoje à tarde?

Nada! Bruna vai sair com o seu namorado. Sabe como é, uma garota com seus 18 anos, é que não vai ficar em casa num domingo, para fazer companhia à sua mãe. E eu, provavelmente vou passar a tarde vendo Tv.

Depois que Bruna sair, porque você não vem até aqui em casa?

Posso ir? Você vai estar sozinho?

Claro que vou estar sozinho. E vou ficar te esperando. Talvez podemos solucionar a tua insônia.

Coloquei um champanhe para gelar e fiquei esperando Alexandra. Às quinze horas ela chegou e havia caprichado no visual. Estava linda e apetitosa, em sua mini-saia preta e sua blusa branca, com um decote provocador. Abracei-a e beijei-lhe o rosto. Mas ela não se conteve e foi logo beijando minha boca, encostando todo seu corpo no meu. Dizendo-me que isto era em agradecimento a declaração de amor que eu havia feito por telefone, pela manhã. Sentamos no sofá e logo voltamos a nos beijar. Enquanto me beijava Alexandra passou a mão de leve sobre meu cacete, que se manifestou de imediato. Depois eu lhe disse: Você tem certeza que quer fazer isso?

Eu vim até aqui par passar uma bela tarde de amor contigo.

Levantei-me e convidei-a para irmos ao quarto.

A beira da cama, ela foi logo tratando de tirar a minha camisa e beijar-me o peito nu. Em seguida, a calça teve o mesmo destino. Só de cueca, deite-me na cama e convidei-a a se deitar ao meu lado. Mas, assim com toda sua roupa. Ela só tirou seus sapatos e deitou-se. Foi a minha vez de beija-la a boca, nariz, olhos, orelhas, pescoço e o peito nu, entre seu decote. Para só depois ir desabotoando sua blusa, botão por botão. E cada pedaço a mais que se desnudava eu ia beijando. Com sua blusa inteiramente aberta, tratei de tirar fora do sutian um de seus seios, onde eu beijei e mamei, para depois puxar para fora o outro que também foi mamado.Tratei de tirar de vez sua blusa e sutian, deixando-a nua da cintura para cima. Vire-a de barriga e comecei a acariciar suas nádegas, e fui descendo coxa abaixo, até o final de sua saia, para depois voltar a subir só que agora por baixo da saia. Agora acariciava as nádegas, nuas. Cheguei a fechar sua calcinha, pondo-a no rego, para poder ter o máximo das nádegas nuas. Para excita-la mais ainda coloquei o dedo entre suas pernas e esfreguei sua boceta. Ela me implorou que a deixasse nua logo, para que transássemos logo. Eu desabotoei sua saia e Alexandra tratou de tira-la. Agora só de calcinha, puxei-a para a borda da cama e abaixei a calça, para me deliciar com aquele rabo, bem a minha frente.Ia chupa-la, mas, ela se virou e tirou a minha cueca.Enquanto eu admirava aquele belo corpo de mulher, ela também admirava o meu. Pegou meu pênis e colocou em sua boca. Ah! Delicia. Ela chupava como poucas sabem fazer. Eu me pus em posição e acabamos fazendo um 69. Ela teve seu orgasmo, só pelo fato de eu lhe chupar o grelinho, enquanto que eu, quase acabei em sua boca. No último minuto consegui tirar e jorrar meu sêmen em seu corpo. Cansada, ela pediu um tempo para voltarmos a transar. Durante o descanso, acariciávamos e beijávamos os nossos corpos. Não vou descrever o corpo de Alexandra. Imaginem um corpo perfeito de mulher, e terão a imagem de Alexandra.

Depois a coloquei de quatro e comecei a pincelar meu cacete em seu traseiro. Nas nádegas, no seu rego e na entrada de sua xana. Só depois enfiei o medonho em sua boceta. Quando senti que ela gozara, eu também jorrei minha porra em abundancia dentro dela.

Ficamos transando até as 18 horas, quando Alexandra resolveu voltar para casa, na esperança de chegar antes de Bruna. Tarde da noite, Alexandra me telefonou e me disse que ao chegar em casa, Bruna já estava esperando-a. Perguntada aonde havia ido, Alexandra disse que fora ao meu apartamento para me ajudar numa faxina. E pediu-me, que se Bruna me perguntasse sobre a faxina, eu deveria confirmar. Na manhã seguinte, fui eu quem telefonou para ela, pois queria saber como que fora sua noite de sono. Dormi como nunca. À tarde de ontem me fez muito bem. Foi a sua resposta. Combinamos ainda que na semana seguinte, numa tarde, aproveitaríamos quando a Bruna estaria na aula e iríamos para um motel. Mas, tudo que combinamos, não deu em nada. Logo à tarde, Luiz telefonou da Espanha e mandou Alexandra procurar, na agencia aérea, a sua passagem que ele havia comprado pra que ela fosse passar três dias com ele na Espanha. Ele teria esses dias de folga em virtude de um feriado prolongado, lá na Espanha. E que ela deixasse Bruna com o seu, confiável, cunhado (parecia ironia).

Sábado Alexandra viajou. Bruna e eu, a levamos ao aeroporto e depois fomos ao meu apartamento. Lá, eu passei uma chave reserva do apartamento para Bruna e deixava-a ciente de meus costumes naquele Ap.

Tio! Desculpe o transtorno que vou lhe dar. Sei que o senhor perdeu a privacidade em trazer suas amigas para passar a noite consigo.

Nada disso mocinha, eu nunca trouxe mulheres para cá.

Não? Tem certeza? Nunca? E sorriu, com um olhar malicioso.

Aquele olhar me deixou preocupado. Será que Bruna desconfia de sua mãe e eu?

Mais tarde, à noite, ela enfiada num schort e uma mini-blusa, me perguntou:

O que o senhor acha deste corpo. Que nota eu mereço como mulher?

Nota 10. Você é muito bonita.

O senhor sente atração sexual por mim?

O que é isso, menina?. Eu sou teu tio.

Mas, acima de tudo é homem. Não tem nada de mais, o fato de ser meu tio.

Bruna o que está passando em tua cabeça? Não me diga que……

Sim! É isto mesmo. Eu há muito tempo que fantasio que transo com o senhor. Eu o acho muito sexy. E gostaria de não perder esta chance que me caiu do céu, para realizar meu sonho.

De jeito nenhum. Tire isto da cabeça.

Tio! Se o senhor foi capaz de transar com a minha mãe, porque não pode transar comigo? O senhor não me deseja?

Bruna! Eu não te quero magoar. Você é lindíssima. Qualquer homem gostaria de ter você. Mas, eu sou teu tio, e teus pais confiaram em mim. Não posso fazer isso. E quem te disse que tua mãe e eu transamos?

Eu não sou criança, e não sou burra. Tenho certeza disso. E não vamos falar em traição. Sou eu que quero e não vou desistir da idéia. Nem que seja só uma vez. E….Alem do mais, eu não gostaria de dizer isto, mas, vocês estão em minhas mãos. Pois se eu abrir a boca….

Bruna! Pondere. Se você falar alguma coisa à seu pai, mesmo sendo mentira, você vai estragar a felicidade da tua família. Inclusive, a tua felicidade. Você vai sofrer.

Isto está em suas mãos. Tio! Não custa nada o senhor realizar minha fantasia. Não sou mais virgem.

Diante da ameaça, eu achei melhor aceitar a proposta desta diabinha. E resolvi encerrar o assunto, não argumentando mais nada.

Mais tarde estava eu, assistindo televisão, Bruna sentou-se ao meu lado me abraçou, beijou meu rosto para em seguida dizer: Tio! Eu pretendo ir me deitar. Mas antes, gostaria de saber se posso me deitar em sua cama.

Vá, minha filha. Vá.

Mas eu não quero que o senhor vá dormir em outra cama. Eu quero dormir colada no senhor. Vou ficar lhe esperando.

Uma hora depois, acabara o filme que eu assistia e resolvi encarar aquela mulher.Ou melhor, menina. Eu tinha certeza que não escaparia de suas garras. Entrei no quarto e encontrei-a dormindo. Tomei um banho e vesti somente o calção que gostumava usar para dormir. Levantei o lençol e vi que Bruna dormira só de soutian e calcinha. Fiquei por alguns minutos apreciando aquele corpo bem feito, maravilhoso, de uma jovem. Tão perfeito quanto de sua mãe. Comecei a ficar excitado. Deitei e colei meu corpo no seu, cutucado suas nádegas. Na medida que meu tesão foi aumentando, eu pressionava cada vez mais aquele corpo. Comecei beijando sua nuca. Ela que até aí, fingia estar dormindo, levou sua mão até minha vara e começou a brincar com ela. Desabotoei seu sutian e passei a bolinar em seus seios, que eram pequeninos, mas bem durinhos. Logo depois se virou de frente para mim e me beijando na boca, começara a esfregar sua vagina no meu cacete. Ambos, cheios de tesão, fomos nos beijando e nos esfregando e explorando cada qual, o corpo do outro. Tirei sua calcinha e deitei-me sobre ela, abri suas pernas e tratei de penetra-la. Sua boceta era estreita e por isso a introdução fora difícil. Mas depois valeu a pena, e pude constatar que realmente não existia mais cabaço, ali. Seu buraquinho era apertado e quente, o que me proporcionou uma felicidade enorme. Gozamos juntos, para logo cair de lado.

Deitados, lado a lado, perguntei se ela estava satisfeita, pois conseguira o que queria. Ela disse que sim, mas que a noite ainda não terminara. Aproveitei para dizer-lhe (mentir) que sua mãe e eu nunca havíamos transado. E que ela tirasse tal coisa da cabeça. e ela me respondeu:

Agora não me interessa mais, se é verdade ou não. Mesmo se fosse, eu nunca iria usar isto contra vocês. Não seria eu que iria desmanchar o casamento de meus pais. Se mamãe transou, fez muito bem.

Concluí que o bobo fora eu. Mas, valeu. A noite foi maravilhosa. Bruna sabe fuder muito bem e sabe dar prazer ao companheiro. Naquela noite, ainda comi seu rabo, e sua boceta por mais uma vez, e ainda, na manhã seguinte, acordei sendo chupado.

Esta foi a única vez que eu transei com Alexandra e também a única vez, com Bruna. Bruna me procurou novamente, mas eu a desconversei. A vida entre nós quatro continua como sempre fora antes destes incidentes.

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