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Meu neto me comeu de novo

  • Enviado: 13 de setembro de 2006 23:18

Corpo do conto

Nos dois contos anteriores(O dia em que meu neto me comeu-I e II),disse que a nossa aventura não se resumira àquela primeira transa. Na verdade, voltamos a fazer amor várias vezes e ainda continuamos transando sempre que surge uma oportunidade. Depois daquela primeira vez,fiquei esperando que o meu neto voltasse a procurar-me, pois me consumia de desejo mas não tinha coragem de tomar a iniciativa.Até que uma senana depois ele voltou a dormir em minha casa e,como da vez anterior, junto comigo na mesma cama. Minha mulher e seus pais não haviam voltado da viagem e nós estávamos sozinhos,portanto com toda liberdade para transarmos sem qualquer receio. Dessa vez foi maravilhoso.Sem os receios da primeira vez, nos entregamos ao prazer sem qualquer inibição.Meu neto parecia tão ansioso quanto eu.Sem perder tempo tomamos um delicioso banho, durante o qual trocamos carícias que nos deixaram mais excitados ainda. Em baixo do chuveiro meu neto abraçou-me por trás e eu fremi de tesão sentindo seu pau duro entre minhas nádegas, a cabeça roçando em meu anus entumecido de prazer. Colando a boca em meu ouvido, ele falava baixinho fazendo-me estremecer de tesão: “Então, vô…você estava com saudade daquela noite, com vontade de fazer de novo? Eu desde aquele dia não pensei em outra coisa, vô…Tava morrendo de vontade de comer sua bundinha gostosa…”. Virei-me ficando de frente para ele. Enquanto acariciava sua nuca com uma das mãos e o beijava na boca, com a outra segurava seu cacete endurecido. Quase sem fôlego respondi baixinho enquanto suas mãos alisavam minha bunda: “Ah, meu querido… Não passei um minuto sem pensar em você, querendo esse seu pau gostoso, imaginando você me comendo…”. Sem poder mais esperar, corremos para a cama e reiniciámos as carícias. Meu neto deitado de costas com o membro erecto como um mastro me atiçava o desejo. Deitado de banda ao seu lado, comecei a lamber seus mamilos enquanto o punhetava bem devagar. Puxou minha cabeça para cima e sua boca cobriu a minha, sua língua quente tocando minha língua. Sua mão direita desceu até a minha bunda e eu senti um dos seus dedos penetrando meu cuzinho.Erguendo um pouco o tronco, inclinei-me sobre ele,lambendo seu corpo e chegando até seu pau que abocanhei faminto. Ah, que chupada gostosa. Sentia seu pau pulsando dentro da minha boca enquanto seu dedo entrava e saia do meu cu deixando-me fremendo de prazer.Meu neto, ofegando baixinho, murmurva:”Ai, meu vô…como você chupa gostoso. Chupa, vô,chupa, que depois vou comer sua bundinha gostosa…Eu já não me aguentava, queria sentir aquele pau gostoso dentro de mim: ” Ai,meu reizinho,vem logo me foder…”. Parei o boquete e fiquei de quatro para recebeu meu homenzinho. Meu neto ajoelhou-se atrás de mim e afastou minhas nádegas deixando meu rego aberto de cima a baixo. Colocando a cabeça do pau tocando meu cu, segurou-me pelas coxas e foi me puxando devagar em direção ao seu corpo. Senti seu pau entrando, entrando,até que minha bunda tocou o seu ventre. Comecei então a mexer bem devagar enquanto ele iniciava um compassado movimento de vai-e-vem.”Ai, meu vozinho, mexe essa bundinha, mexe gostoso…”. Eu vibrava de tando prazer com aquela pica me penetrando: “Vai, meu querido, me fode todo…mete essa pica gostosa todinha no meu cuzinho…Meu neto forçando para frente e sem tirar o pau de dentro, fez-me deitar e ficou sobre mim acelerando os movimentos de vai-e-vem e me fazendo gemer de prazer sob o peso do seu corpo.De repente senti seu pau pulsando com mais vigor e ele estremecendo de prazer na antecipação do gozo. Não demorou e após uma estocada mais forte e profunda, senti-me inundado por seu leite quente e abundante.Gozei junto com ele, gozei como nunca havia gozado. A partir dessa noite, tudo se tornou mais fácil.Continuamos fazendo amor com naturalidade,sem falsos pudores,sem traumas ou sentimentos de culpa. Eu e o meu neto nos amamos e entre nós,além dessa atração carnal, rola muito afeto, ternura e respeito.

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  • Escritos por: pixore
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