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Meu amigo come minha mulher, e eu adoro.

  • Enviado: 13 de agosto de 2005 00:00

Corpo do conto

Quem já me conhece, sabe que sou casado há mais de 20 e tantos anos e que há mais de 15 anos minha mulher tem amantes. Teve um por 4 anos e o atual o Celso por mais de 10 anos.

Uma certa noite , ao irmos para cama, minha mulher me falou que havia recebido um telefone estranho do Felipe, um amigo nosso. Eu perguntei o que havia de estranho na ligação, além do fato de fazer muito tempo que não os víamos.

O Felipe é casado com a Nice, uma antiga amiga nossa.

.Minha mulher conhecia a Nice há mais de 20 anos. Quando casamos ela tinha um salão de beleza próximo a nossa primeira casa. Quando a Nice conheceu o Felipe, começaram a namorar. A Nice na época era viuva. O marido havia morrido de acidente logo nos primeiros anos de casamento. Ela ficou viuva e com um filho por alguns anos, até conhecer o Felipe. Lembro-me da primeira vez que o vi, fomos os quatro em um night club, e ele me pareceu um cara simpático, falante, querendo agradar. Eu na época era um cara muito, mas muito ciumento mesmo. Lembro-me que ao voltarmos para casa, eu briguei com minha mulher. Achava que ela não devia rir das piadinhas sem graça que ele contou. Coisas de ciumento. Como eu mudei! Todas as vezes que nos encontrávamos, eu ficava de olho. Achava que ele jogava charme para todas as mulheres do grupo. Eu ficava cabreiro. Mas com o tempo fomos amadurecendo e o sentimento foi desaparecendo. Tornamos amigos embora estivéssemos sem nos ver há alguns anos.

Voltando ao conto, minha mulher me disse que ele tinha ligada pedindo para encontra-la no dia seguinte pois ele precisava falar urgentemente com ela dizendo que não podia falar por telefones e que era para ela não dizer nada a Nice nem a para mim. Perguntei a ela se desconfiava do que se tratava o tal pedido. Ele me respondeu que não tinha a menor idéia, mas podia ser algo com a amiga. Mas porque não era para eu saber? Será que ele queria que ela organizasse alguma festa surpresa para amiga? Minha mulher disse que podia ser. Perguntou-me o que eu achava. Se ela devia ir. Disse a a ela que não via nada de mal, além do que, estávamos curiosos. Fomos dormir e ela ligaria para ele no dia seguinte confirmando o encontro.

No dia seguinte ao chegar em casa minha mulher me recebeu radiante e ansiosa. Pegou-me pela mão e me levou direto para o quarto. Fechou a porta, me fez sentar na cama e me disse que tinha cometido uma traição. Eu perguntei como traição? Eu até este momento, tinha me esquecido do encontro. Ela me disse que havia traído a amiga dela a Nice. E começou a contar:

Quando cheguei na estação Vila Mariana, o Felipe já estava me esperando. Me cumprimentou efusivamente, e aparentando ansiedade me convidou a ir até o carro dele que estava estacionado em uma rua próxima. Além de curiosa, comecei a ficar apreensiva com as atitudes dele. Já no carro eu perguntei a ele qual era a urgência e o que ele tinha para me contar. Ele começou a falar. E surpreendentemente ele me perguntou como estava o nosso relacionamento. Pega de surpresa, eu respondi que estamos muito bem. Que estamos vivendo o melhor do nosso relacionamento agora que os filhos estão crescidos. Ele me olhou com desconfiança, e perguntou novamente. Eu disse que estamos muito bem mesmo, e devolvi a pergunta indagando o porque da dúvida. Ele ficou pensativo por um bom tempo. E começou a falar que o relacionamento deles estava muito ruim, sexualmente falando. Que a Nice nunca foi muito fã de sexo, mas no começo havia uma forte paixão por parte dela, mas agora passados tantos anos, eram apenas amigos em casa. Eu comecei a ficar cabreira. Eu pensava comigo mesma, o que é que eu tenho com isso? Mas apenas fiquei ouvindo. Ele então se aproximou mais de mim, pôs a mão na minha perna e começou a falar que desde que me conheceu sempre teve um desejo enorme por mim. Eu fiquei sem jeito, pensando este cara deve estar doido, mas ele continuou falando, lembrava de roupas que usava que eu nem me lembrava mais. Eu falei calma Felipe, por que isso agora? Ele me olhou em silêncio, se aproximou mais ainda e sem que eu pudesse reagir, me deu um beijo que tentei ainda resistir, mas estava tão apaixonado e repentino o gesto, que eu me deixei levar pela situação e pela sensação gostosa Então ligou o carro e saímos Eu perguntei para onde nós estávamos indo e ele me disse que nós iríamos para um lugar mais sossegado para conversar. Percebi que rumava para a AV. Ricardo Jafet. Eu estava apreensiva, ele quieto e eu fiquei processando o que ele havia me dito, o beijo apaixonado, cheio de luxuria, gostoso…. Mas por que agora? Esta confissão de tesão, de situações que tinham quase 20 anos? Quando me dei por mim ele estava entrando em um Motel. Fiz menção de protestar, mas ele me acalmou dizendo que só queria conversar, que não iria forçar nada. Entramos no quarto ele me fez sentar na cama Então ele me contou que estava de férias e que na quinta feira passada tinha ido até um atacadista no Ipiranga que era de um amigo dele. Quando ele falou isso eu gelei, e tudo começou a fazer sentido para mim. Na quinta feira, lembra que eu te falei? Eu sai com o Celso, mas antes de irmos para o Flat, eu fui com ele até um deposito onde ele tinha que acertar um pedido que não foi entregue, sei lá. Então o atacadista é no Ipiranga. Pois bem voltando, então o Felipe me perguntou se eu adivinhava quem ele tinha visto? Eu pega de surpresa, mas já me sentindo dona da situação e já que estávamos em um Motel, e percebendo bem, o Felipe ainda era um homem muito bonito. Não tinha mais os mesmos cabelos fartos da juventude, mas tinha um belo físico e um charmoso grisalho na cabeça disse. Sei sim., você me viu com meu amante e o que pretende fazer. Disse isso com uma postura desafiadora e sei que uma carga enorme de sensualidade. Ele ficou pálido, rígido por alguns segundos. Depois ele me abraçou com fúria, me beijou e daí nem sei como aconteceu, nos despimos rapidamente olhei aquele corpo que me desejava. Era visível o desejo nos olhos dele, Seu pau, estava enorme grosso, lindo, moreno cabeçudo, brilhante. Fiquei totalmente consumida pela paixão dele, que se tornou um desejo enorme em mim. Nos chupamos. Me esqueci que estava traindo minha amiga, me esqueci de você do Celso, de tudo. Me entreguei aquela louca e inesperada paixão. Que pau gostoso de chupar, cheiro e gosto diferente, gostoso. Quando ele me penetrou senti que fui ao céu. Uma loucura. Tive vários orgasmos intensos, diferentes, com paixão há muito esquecida. Quando ele finalmente gozou ele me perguntou porque eu estava traindo você, se ele soubesse que eu precisava de amante, ele teria se aberto comigo antes. Eu com calma expliquei a ele que na realidade eu não traia você. Ele me perguntou como não? Disse eu vi você com aquele cara. Então eu contei tudo a ele; Como começamos, há quanto tempo. Ele a tudo ouviu a principio incrédulo, depois cheio de esperança. Eu sei que ficamos no Motel 4 horas, Ele me comeu mais 3 vezes. Estava feliz. Eu prometi contar a você e pedir sua permissão. Ele me disse que ainda tem o resto da semana de férias e vai para Santos só, pois a Nice tem que tocar o salão. Ele me pediu para ir junto. Diríamos a todos que eu iria para São Vicente ou passar uns dias com minha mãe. O que você acha?

Eu a tudo escutava com surpresa a principio, e com muito tesão no final. Beijei como louco, a despi. Chupei ela para ver se ainda tinha o gostinho do sexo. Disse a ela que tudo bem, mas que eu ia falar com o Felipe amanhã mesmo e combinar tudo, pois eu queria ver tudo de perto.

Mas isso eu conto no próximo conto, se vocês gostarem é claro. Me escrevam, murigom@itelefonica.com.br

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