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Menina teimosa entra na vara

  • Enviado: 29 de maio de 2008 17:10

Corpo do conto

A mãe de Fatinha não aguentava mais as teimosias da filha e vivia a

reclamar sobre o seu comportamento com o pai da garota.

– Essa menina só quer saber de rua! Mal você sai de casa e ela se

manda pra ficar de putaria com os garotos na rua.

– Bota ela de castigo, mulher!

– Eu boto. Mas ela espera eu dar uma bobeira e foge.

– Chama ela aqui que eu vou falar com ela.

A mocinha veio. Fazia cara de tonta, desentendida e santinha do pau

oco. Olhava para o pai de um jeito tão ingênuo e ao mesmo tempo tão

safado, que o velho ficava de pau duro. Chamava a mulher e ia fuder a

mãe, pensando na filha.

O pior era ele imaginar sua filhinha dando para a molecada. Ficava

muito puto.

Nesse dia, após dar uma bronca na filha e ir foder sua esposa, não

ficou muito contente e disse que a Fatinha estava proibida de ir para a

rua, caso contrário, ele ia dar-llhe uma surra de desmaiar.

Assim que o pai saiu, Fatinha foi se encontrar com o Pedrinho. Ela

vivia a se esfregar nele, mas não tinha coragem de ir além, justamente

porque temia a ira de seu pai.

Ela sabia que seu pai ficava de pau duro toda as vezes que ela se

sentava no colo dele. Sabia que ele até tocava punheta quando ela

sentava de perna aberta na frente dele.

– Eu não passo de uma putinha que adora sacanear o pai.

Ela ficava tão excitada com a tesão do pai que tinha que deixar o

Pedrinho enfiar o pau dele dentro de sua calcinha. Mas ele só podia

brincar com o grelinho dela. Bem que ela tinha vontade de enfiar o pau

dele dentro de sua boceta molhadinha, mas… o que seu pai diria se

soubesse que ela não era mais virgem?

Quando seu pai chegou de madrugada do serviço, ouviu a vaca de sua

mãe fazendo a caveira dela.

– Assim que você saiu a Fatinha se mandou pra rua. Se eu fosse você

arriava ela de pancada.

O pai, fulo de raiva foi até o quarto da filha, mas ao abrir a

porta, viu a menina dormindo de bruços e completamente pelada. Tava de

rabo pro alto como se estivesse pedindo ao pai que enterrasse a piroca

naquela bundinha virgem. Ficou olhando a bunda da filha e alisando o

cacete. Se perguntava se alguém da vizinhança já tinha comido o cuzinho

de sua fillhinha e teve que correr e fuder o cu da esposa. Tava com

tanta raiva da filha, queria bater nela que acabou descendo a porrada na

mulher enquanto comia o rabo da safada.

Fatinha já percebera que sua mãe era uma puta sem vergonha. Fazia a

sua caveira para o pai dela, só para ser fodida por ele. Percebia que a

filha andava pela casa, com uma calcinhas larga nas pernas e, todas as

vezes que sentava perto de seu pai, escancarava as pernas e sua

bocetinha ficava toda de fora.

O velho ficava maluco. Aquela bocetinha novinha em folha ali, bem na

sua frente, e ele não podia comê-la, pois era a xoxota de sua filhinha

querida. Mas ele admirava aquela bocetinha. E ela abria mais e mais as

pernas até ele ver o buraquinho dela.

Que vontade que ele tinha de fuder aquela bocetinha até que ela

pedisse perdão por ser uma filha tão safada, putinha e vagabunda. E a

piranha se oferecia ao pai de bandeja e ele acabava pegando a safada da

esposa e fudendo a mãe até que ela pedisse arrego.

O que mais emputecia o pai de Fatinha era o fato dele saber que era

corno. Ele sabia que sua mulher dava pro dois vizinhos do lado e tinha

medo que a vaca levasse sua garotinha pra fazer o mesmo.

Já dera algumas surras na vadia, pois já pegara ela fudendo com o

vizinho na cerca da casa, enquanto ele tocava uma punheta em casa em

homenagem a sua filhinha. Ficara puto! Tava de pau duro e queria foder a

sua mulher e ela tava dando pro vizinho, lá no quintal. Sabia que a

vadia nunca tava satisfeita e nem ligava maias de ser corno, mas ficar

na mão, isso ele não aceitava.

Na noite seguinte, antes de ir trabalhar, amarrou a manina com a

corrente do cachorro.

– Vai ficar amarrada aí, pirainha. Se você sair daí para ir pra rua,

vou te matar de tanto bater.

Não deu outra. Fatinha se soltou e foi pra rua.

Quando ele chegou e sua mulher lhe disse que ela tinha saído, não

conversou. Foi até o quarto e sem soltar a corrente, começou a dar-lhe

muitas correadas.

– Vagabunda! Não falei que ia bater em você, vadia? Menina safada,

sem vergonha. Quer dar essa boceta igual a piranha da sua mãe?

– Não pai, não dei pra ninguém. Juro. Sou virgem.

– É coisa nenhuma. E batia com vontade na adolescente que quase nõ

aguentava mais apanhar.

Ele, quanto mais batia, com mais tesão ficava. Seu pai tava

explodindo. Saiu do quarto da filha para ir foder a mulher, mas esta

tinha aproveitado a confusão para ir ver o vizinho. Puto, ele foi até os

fundos da casa e trouxe a vadia da esposa nua em pelo, que aproveitara

para ir transar com o vizinho sem vergonha. Ao arrastar a mulher para

dentro de casa, o vizinho veio junto pedindo para que ele largasse a

mulher ali e não batesse nela. ao entrarem, ouviram a menina chorando. O

pai foi ao quarto e, sem saber de quem tinha mais raiva, gritou:

é piroca o que você quer? Quer piroca igual a vadia de sua mãe? E

botou o pau duro pra fora, botou a filha de quatro e comeu o cu dela, na

frente da mãe e do vizinho.

– Eu sabia que você queria foder sua própria filha, seu desgraçado e

essa vadia tava doidinha para que o pai a fodesse.

O vizinho, ainda abobado, via o pai comendo o cu da garota e começou

a ficar com tesão também, mas não achou certo o que estava sentindo.

E o velho parecia não querer para mais. Fodia a filha sem dó nem

piedade. Descobriu que foder a garota era bom demais. E, quanto mais

fodia, com mais tesão ficava. O pau já estava ficando esfolado de tanto

entrar e sair daquele buraquinho quente e apertado. Era um cuzinho

virgem. Ela não mentira. Ela chorava de dor e prazer e ele comia com

mais força e com mais raiva.

O vizinho não aguentou. Pôs o pau pra fora e começou a se masturbar.

E a mãe xingava o marido e a filha.

– Enfia essa piroca na boca dessa vagabunda, entes que eu corte a

língua dela. – Ordenou o marido ao vizinho. E o vizinho obedeceu.

O pai estava cansado de foder, mas ainda estava cheio de tesão.

– Vire, vagabunda. Vou ver se você é virgem mesmo, vadia! Vira essa

boceta pra mim.

E a menina virou. Estava com vontade de ser fodida pelo pai, mas não

aguentava mais levar piroca no cu. E sua xoxotinha queria sentir a rola

do pai lá dentro, preenchendo todos os buracos vazios. E ao se virar

disse: – Come logo. Sei que não é de hoje que você quer me foder.

E o velho enfiou-lhe a piroca com toda a vontade. Ele gritou de

prazer. Como era bom ser fodida. Agora poderia dar para o Pedrinho e

para todos os homens da rua. Ia dar muito mais que a vaca da sua mãe. Ia

roubar dela todos os amantes. E deu gostoso para o pai emexia como se

tivesse dançando um funk delicioso. E ambos gozaram.

O pai caiu pro lado, cansado, estasiado.

Ela, ao ver sua mãe chupando o pau do vizinho, ficou furiosa.

– Ei, não quer me foder um pouquinho? Acho que o papai deixa. E

olhou para o pai com carinha de ingênua. O pai cansado, deixoou e o

vizinho largou a mãe na mão e foi comer a adolescente fogosa. E fodeu

muito gostoso pois há dias que ele também já vinha tocando uma

punhetinha pela garota.

Mal gozara e o pai já estava lá em cima da menina outra vez, fudendo

aquela bocetinha quentinha. E ficaram se revezando, tanto o pai como o

vizinho, a noite toda. Nem ligaram para os palavrões da mãe da menina..

Queriam foder a ninfetinha que gostava muito de pica. Mas já sabiam que

nunca dariam conta daquele fogo todo.

– Vou para de trabalhar. Falou ele pro vizinho.

– É mesmo? Por que?

– Vou abrir um puteiro aqui em casa. Boto as duas pra ganhar

dinheiro. Todo mundo se dá bem e quem sabe, abaixa o fogo dessas duas?

– Tá certo. Mas por enquanto, vamos continuar a foder de graça!

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