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Marido de Calcinha

  • Enviado: 10 de maio de 2001 02:00

Corpo do conto

Sempre gostei de experimentar as calcinhas das minhas irmãs, desde adolescente e essa mania sempre me deu muito tesão. Às vezes saia na rua com elas, sempre enfiadas na bunda e roçando meu cuzinho me deixando com mais tesão ainda.

Eu cresci com essa tara e me casei, só que agora as calcinhas eram da minha esposa. Certo dia eu estava tomando banho e coloquei uma que estava no box. Era um fio dental pequinininho vermelho, só que eu esqueci de trancar a porta e ela entrou de repente e pelo vidro consegui me ver com a calcinha. Abriu o box e disse que estava uma gracinha. Fiquei de boca aberta sem saber o que dizer, mas ela disse que tudo bem, que isso era uma parte da fantasia dela e disse que quando saísse do banho, não tirasse a calcinha, pois ela queria me ver desfilando pra ela. Fiquei meio envergonhado no início, mas curioso com a fantasia dela. Quando saí ela estava sentada na sala com mais algumas calcinhas ao lado. Me chamou dizendo “vem cá minha gostosinha” e me deu uma outra menor ainda pra experimentar. Em silêncio tirei a que estava usando e coloquei a outra. Meu tesão foi incrível e eu fiquei de pau duro no ato. Ela então pediu pra que eu ficasse de 4 no sofá e veio por trás e puxou o fio dental de lado e meteu a língua no meu cuzinho perguntando se eu estava gostando e eu só gemendo e claro que os gemidos me denunciavam.

Ela enfiou um dedo e começou a me chupar o pau que estava pra fora da calcinha de tão duro. Não precisou chupar muito tempo, pois o tesão era muito grande e eu acabei gozando na boca dela rapidinho.

Mandou que eu me vestisse, pois iríamos às compras. Fomos a um shopping e entramos numa loja de lingery.

Ela pediu pra ver alguns modelos e a cada um deles, ela me perguntava se eu gostava. Eu, apesar de corado, aprovava ou reprovava os modelinhos. Saímos dali com umas 8 calcinhas e ela disse que agora iríamos à uma sapataria. Ela parou na frente de uma vitrine e escolheu um modelo e entrou. Sentou-se e mandou que eu sentasse à sua frente chamando um vendedor. Pediu pelo modelo, disse o número e pediu outras cores. O vendedor foi buscar o pedido e ela me falou pra olhar a cruzada de pernas que ela ia dar e deu. Mostrou me que estava sem calcinha. Eu quis levantar, mas ela mandou que sentasse e que agora eu conheceria a segunda parte da fantasia dela. O vendedor voltou e ajoelhou à sua frente abrindo as caixas de sapato. Ela descruzou as pernas e como estava de mini saia, deixou que o garoto tivesse uma visão espetacular da xaninha dela. Ele suava enquanto calçava os sapatos nela. Mas permanecia ali. A cada par que ele colocava, ela se levantava, ia para um espelho e dava umas voltinhas, voltava e sentava cruzando as pernas grossas e torneadas. Quando escolheu o modelo que queria, segurou o queixo do rapaz e disse que se ele conseguisse um desconto ela voltaria outras vezes e deu um beijo no rosto dele quase acertando sua boca. Claro que ele conseguiu o desconto. Eu assistia à tudo e me percebi de pau duro com a situação. Ela foi até o caixa, pagou e quando saia deu uma paradinha pra conversar com o rapaz, mais um beijo e uma passadinha de mão de leve no pau dele e dando um papelzinho onde tinha o número do celular dela. Passamos em outras lojas e ela comprou mais algumas roupinhas: mini saias, vestidinhos coladinhos e até um sitia bem pequeno, além de um biquíni escandaloso de pequeno.

Fomos tomar uns chopps e ela me confidenciou que gostaria de ver seu macho nas mão de outro macho e que gostaria de um ménage masculino onde eu seria passivo. Fiquei puto com a idéia, mas ela me interrompeu perguntando o motivo de eu estar de pau duro então. Pronto, me denunciei e embarquei com tudo naquela fantasia louca. Transamos aquele diz como nunca em 5 anos de casado. E eu de calcinha o tempo todo. Inclusive agora. Outro dia ela aprontou o que eu mais queria, mas isso já é outra estória.

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