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Loira

  • Enviado: 20 de janeiro de 2014 09:11

Corpo do conto

Quando eu estava no último ano do ensino médio, os professores entraram em greve, e só voltaram a dar aulas faltando 3 meses para o fim do ano. Como não haveria tempo para repor as aulas, foi passado um imenso trabalho sobre história do Brasil, que valeria a nota do ano. Eu era (ainda sou um pouco) um menino tímido e estudioso, e quando faltava apenas um mês para a entrega do trabalho, já estava acabando. Havia uma menina na minha sala, vou chamá-la de Loira, devido aos seus belos cabelos loiros e chacheadinhos. Era a típica menina pouco estudiosa e popular, que nunca havia conversado direito comigo. Até que um dia eu estava andando pela rua e Loira estava conversando com Sabrina, uma menina que estudava conosco, mas ao contrário da Loira era muito gentil e simpática comigo. Me chamou e disse rindo que a Loira sequer havia começado o trabalho e pediu pra eu ajudá-la. Eu disse que sim, por que meu trabalho estava bem adiantado e combinamos de nos encontrar na manhã seguinte pra eu dar alguns conselhos.
Eu cheguei na casa de Loira na manhã seguinte, e ela já havia escrito algumas coisas, me entregou e pediu que eu me sentasse no sofá e fosse lendo, que ela estava terminando de arrumar a cozinha. Ela estava sozinha em casa pois os pais trabalhavam, e só então pensei que estava com sorte. Loira era branquinha com leves queimados de sol, tinha um corpo não muito gostoso, mas bonito. Estava com uma calça dessas de ginástica e uma blusinha branca, e suas pernas me chamaram muita atenção, pois eram perfeitas, aliadas a um bumbum redondinho. Ela se sentou ao meu lado com poucos minutos e esperou que eu terminasse a leitura. Eu pedi um lápis para sublinhar alguns erros, e coloquei ele propositalmente do lado dela para ir relando a mão em suas pernas, não sei se ela percebeu, mas logo fiquei ereto. Entreguei o texto e disse que ela deveria corrigir os erros antes de prosseguir, e ela releu com atenção, enquanto eu a observava com muita safadeza, olhando aqueles pequenos e rosados seios.
-Até que você não é tão bobo como pensei. Achava que você só gostava de ler, mas é safadinho.
Primeiro fiquei muito constrangido, mas ela parecia tranquila e então disse que ela era muito linda, que suas pernas eram perfeitinhas demais e que era bom estar ali, mas era dificil resistir e comecei a acariciar suas pernas. Ela sorriu e disse “Que fofo… minhas pernas estão um pouco cansadas, precisam mesmo de massagem.” Eu então intensifiquei os carinhos, e encorajado, ia com as mãos até bem perto de sua vagina e notei que ela estava bem arrepiada. Agradeceu pelas correções que fiz em seu texto e colocou os papéis de lado, me disse que era bom receber carinho por que os caras que saiam com ela eram sempre muito grossos. Eu disse que isso era uma pena por que ela inspirava carinho, dei um beijo em sua pescoço e elogiei seu cheiro, dizendo bem perto de seu ouvido. Trocamos um delicioso beijo enquanto eu alisava suas pernas e sua barriga. Minhas mãos subiram até seus seios, que eram pequenos e durinhos, me enchendo de tesão. Eu não era virgem, mas tinha pouca experiência. Loira parecia mais experiente pois era mais velha (havia repetido de ano duas vezes) e sempre saia com muitos caras. Senti suas mãos descerem pelo meu peito e atingirem meu pênis por cima da calça. Ela me chamou de safadinho e tirou minha camisa, eu tirei a blusa dela e beijei ainda mais seu pescoço, descendo lentamente e ouvindo aqueles gemidos graciosos. Queria aproveitar bem aquilo, sentia um tesão muito louco mas estava bem nervoso e Loira percebia isso, então ela se levantou e me ajudou a tirar a calça, depois tirou a sua e vi que estava sem calcinha, sua vagina era adornada por pequenos pelinhos loiros. Ela sentou no meu colo e fomos nos beijando quando de repente ela encaixou meu pênis em sua xaninha apertada e molhada. Tive que me esforçar muito pra não gozar, ela desceu o corpo vagarosamente até encaixar quase que por completo. Eu segurava sua cintura com uma das mãos e com a outra acariciava seus seios e seu pescoço. Ela gemia algumas palavras que eu não entendi e começou a se movimentar lentamente pra cima e para baixo, e disse mais alto: “Assim Ph, tá gostoso não tá?… Me beija mais”. E foi o que eu fiz, ela me beijando e eu acariciando seu corpo até ela recomeçar o vai e vem, dessa vez um pouco mais rápido, com ela gemendo bastante e agora mais alto. Eu beijava o corpo daquela menina com furor enquanto tinha que resistir muito pra não gozar, mas quem gozou primeiro foi ela, dando um gemido bem alto e deixando o corpo relaxar sobre o meu colo. Ela viu que eu não havia gozado e então deitou-se no sofá e começamos um delicioso papai e mamãe, dessa vez com mais gemidos ela dizendo “Vai… assim, assim mesmo… Isso… Quero gozar de novo” e foi o que aconteceu. Ela gozou intensamente, deixando meu pau bem melado. Então ela se ajoelhou no chão e começou a me chupar, mas ela não parecia ter muita experiência em fazer oral, mas estava muito bom. Pediu pra não gozar na boca dela e terminou com uma punhetinha muito bem feita, que acabou jorrando em seus peitos. Ela se limpou e deitou no meu colo. Acabou me contando algumas coisas sobre ela que eu nunca poderia imaginar e viramos amigos desde então. Hoje Loira tem um filhinho e mora em outra cidade, mas sempre que podemos, relembramos nossas histórias.

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