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Irmã de Bunda Empinada É Safada.

  • Enviado: 15 de setembro de 2011 11:03

Corpo do conto

Olá a todos. Chamo-me Bruno e vou contar um fato verdadeiro, que me aconteceu há pouco tempo, e por não ter como me vangloriar dele entre meus amigos, por ser a pessoa de minha casa, conto o caso aqui, sem a menor preocupação. Tenho 18 anos e sou um cara bonito. Para falar a verdade minha família toda é bonita, porque acho minha mãe, ainda muito conservada e atraente, minha irmã Beatriz tem 17 anos e é linda, e minha outra irmã, Érika, tem um ano mais do que eu e é a mais gata daqui de casa. Meu pai também mora conosco. Moramos num apartamento aqui em Belo Horizonte.

Érika é um tesão. Devido a sua beleza e gostosura sempre fui tarado. Em casa, sempre procurava entrar no quarto dela enquanto ela trocava de roupa, na tentativa de espiar alguma coisa. Quando ela entrava no banheiro inventava de pedir algum xampu, qualquer coisa, para a fazer abrir a porta. Ela sempre percebeu esta minha estratégia, às vezes se exibia para mim, dava corda, mas outras vezes cortava logo o meu barato. Enfim, posso dizer que vivi e vivo intensamente a fase em que meus hormônios estão aflorando e meus nervos à flor da pele. Qualquer coisa faz meu pau endurecer como pedra. Imaginem como eu não fico quando ela sai enrolada do banho, com uma toalha branca e olhando para mim. A Érika é um tesão e tem me deixado doido. Deixe-me dizer o porquê.

Érika é muito gostosa. Têm a pele clara, os cabelos lisos e pretos. É um pouquinho mais alta que eu, talvez 1,72 de pura sensualidade. Suas curvas são acentuadíssimas, sua barriga é enxuta, suas coxas são grossas e sua cintura é fina, o que apenas realça ainda mais sua bunda. Érika tem uma bunda do tamanho perfeito (pelo menos eu acho). Para não dizer que ela é perfeita tem um pouquinho de celulite nas laterais de suas nádegas, causadas mais por sua bunda ser cheia, mas é tão pouco que apenas me dá mais tesão. No entanto, o que vinha mais me enlouquecendo era a postura dela. Érika tinha a bunda empinada, mas empinada mesmo, que às vezes eu desconfiava que ela fizesse de propósito. Ela fica bem com qualquer roupa, mas costuma usar mais esses vestidos finíssimos e esvoaçantes, e quando ele cola em seu corpo deixa ver o elástico da sua calcinha. E ela anda assim no meio de todos, como se desconhecesse que estava super gostosa e chamando a atenção de todos. Meus amigos babavam. Eu achava que ela gostava disso, mas eu ficava muito puto.

Assim ela me endoidou por anos, judiando de mim dentro de casa. Como já disse às vezes ela parecia me provocar e dar corda a meus atos, e nessas tivemos alguns episódios sensuais entre nós. O mais forte, vou contar agora, antes de dizer o que nos aconteceu esses dias. Pois bem, certo dia, mesmo estando meus pais em casa; eu resolvi ir mais fundo nisso de entrar em seu quarto quando ela saia do banho, porque na maioria das vezes ou ela trancava a porta ou ainda estava de toalha ou de roupa trocada. Então decidi eu entrar também de toalha, e quem sabe fazer com que ela visse meu pau. Tomei um banho de fachada e, quando vi que ela saiu do banho apenas de toalha para o quarto, me enrolei e dando um pequeno tempo atrás da porta a abri duma vez e, como estava aberta, peguei Érika apenas de calcinha e sutiã, próxima à cama. Parecia que ia passar algum produto no corpo. Ela estava demais e isso me excitou na hora. A calcinha branca lhe assentava perfeitamente, em suas coxas e barriga, e formava um pacote em sua vulva. Érika não tem os seios grandes, mas eles sempre me atraíram, principalmente porque ela parecia trazê-los para frente. Naquele momento estava com um sutiã em forma de taça. Usei a desculpa de que procurava por uma escova de cabelo, e nisso fui ao guarda-roupa. Minha irmã parecia já ter percebido que meu pau endurecera, então, criando coragem, num só movimento que fiz para pegar a escova deixei minha toalha cair, e fingindo surpresa olhei para ela, que por sua vez olhava diretamente para meu pau, que de tão duro apontava para o teto. Ela passou até um tempinho olhando, tempinho esse que eu aproveitei para admirar seu corpo em trajes íntimos, mas quando ela viu que eu a olhava ela disse, sem desviar os olhos de meu pau:

- Eita menino! Por que é que isso tá assim?

Foi o momento que eu usei para pegar a toalha e me enrolar de novo.

- Assim como? Eu disse; fazendo-me de doido e olhando para ver se não vinha ninguém.

- Ah, você viu! Assim, tão grande… Por que é que estava assim?

Eu não sabia se ela queria me dar uma bronca ou estava surpresa, então na hora eu inventei uma coisa sem lógica para ficar por isso mesmo, eu disse:

- Ah, sei lá… É normal ficar assim quando eu tomo banho, ou quando acordo.

Ela disse: “sei…”, como se não tivesse acreditado, “pois vá se enxugar para ver se amolece isso daí.” Então ela riu e aproveitei para, antes de sair do quarto me virar e dizer sorrindo: “não é assim que amolece não…”

Pronto, ficou só nisso, mas depois desses dias eu criei muito mais coragem com minha irmã, de modo que eu passei a começar a mexer nela. Como, por exemplo, nos dias em que eu sentia que ela estava empinando mais a bunda, ao sairmos juntos a algum canto eu dava-lhe um tapinha. Ela me olhava, mas não dizia nada, o que somente foi me dando mais coragem.

Certo dia, então; voltávamos de algum lugar de lotação, porque nossos pais não tinham ido nos buscar, e ela, para variar, estava tão gostosa e safada num dos vestido que tinha, que eu estava decidido a tentar alguma coisa. A lotação ia lotada. Era horário de pico e ambos íamos em pé. Ela estava em minha frente então foi apenas eu olhar para sua bunda, ver pelo fino tecido do vestido suas nádegas, o elástico da sua calcinha, que meu pau endureceu tanto que perdi a cabeça. Então, vendo-a com a bunda empinada em minha frente colei meu corpo no seu, como se a abraçasse, e posicionei meu pau duro entre suas nádegas. Nossa! Foi uma sensação indescritível. Meu pau estava em tempo de explodir e eu sentia meu pau fazendo pressão em sua bunda. Érika não teve nenhuma reação, provavelmente para não chamar a atenção, porque a lotação ia cheia e assim parecíamos um casal de namorados. Eu sabia que ela não poderia dar escândalo. Então aproveitei mais ainda, e pressionava meu pau contra sua bunda tão gostoso, que sentia sua calcinha. Pousei uma das mãos em sua barriga e na maior cara de pau disse:

- Quer que eu leve os seus livros? (ela trazia umas apostilas).

- Sim – ela disse, me entregando.

Acho que ela não reclamou porque tinha pessoas em pé perto de nós. Mas pouco depois, vendo que eu continuava com o membro ereto em suas nádegas, virou a cabeça discretamente para mim, pelo lado da porta da lotação, onde estávamos, e disse baixinho:

- O que tu ta fazendo?!

- Nada – eu falei. Então ela disse:

- Para com isso menino! A lotação está cheia…

Ela, no entanto, virou-se e não disse mais nada, e eu continuei me aproveitando. Estava maravilhosa a visão. Minha irmã parecia ainda continuar empinando a bunda e seus lindos cabelos pretos escorriam por suas costas e estavam cheirosos. Então eu mesmo puxei o assunto, para fingir naturalidade, e disse bem pertinho só seu ouvido:

- Eu não to fazendo nada… nada demais…

- A lotação ta cheia, para com isso! Deve ta todo mundo olhando! – ela disse, virando um pouco o rosto para mim, e continuou – Deixa pelo menos chegar a casa…

Eu não acreditei no que ouvi, e para não errar mais eu encerrei o assunto, disse:

- Ta bom! E me afastei um pouco.

Segui levando seus livros, até que com o decorrer da viagem a lotação secou e sentamos na fila dos últimos assentos, que, em pouco tempo, só estávamos eu e ela, pois os demais iam nos bancos mais a frente. Érika já segurava seus livros e eu aproveitei para ousadamente levantar um pouco o seu vestido, para ver totalmente suas coxas. Minha intenção era não deixar as coisas esfriarem. Na primeira vez que ergui seu vestido ele subiu mais do que eu pretendia, mostrando toda suas lindas coxas grossas. Minha irmã tomou um susto e fez uma cara que misturava espanto e ao mesmo tempo discrição, dizendo baixo: “Para!” E voltando a descer o vestido. Contudo, insisti e, nas outras vezes, ela demorava mais a baixar o vestido, que já subia perto de sua calcinha. Ela dizia: “Para Bruno!”, e eu respondia: “Quero apenas ver uma coisa”, e ela disse: “Quer ver o que?”. Foi quando eu já estava era baixando um pouco a cabeça para ver melhor, então levantei novamente seu vestido e dessa vez pude ver sua calcinha. Ela então, colocando a mão e voltando a baixar o vestido disse, com uma cara mais séria: “Ta bom Bruno, já viu… Agora para, senão vou contar para a mãe!” Eu então me aquietei até quando chegamos ao prédio.

Era por volta de sete horas da noite. Já esperava que minha mãe ou meu pai não estivessem em casa. Assim, enquanto esperávamos o elevador procurei ser amigável e quando ele chegou dei um tapinha na bunda de minha irmã, como para ela entrar na frente; contudo, apenas entramos no elevador ela já foi me alertando: “Esse elevador tem câmera…” Contudo, apenas chegamos a nosso andar e já voltei a me engraçar, dizendo, “deixa eu ajeitar aqui o teu vestido”, e com isso levei a mão em sua nádega e mexi um pouco no tecido. Ela disse: “você está muito danadinho pro meu gosto.” “To nada… Quem mandou ser bonita?!” eu disse fazendo-a rir. Ela andava super empinada pelo corredor e quando chegamos à porta ela meteu a mão na bolsa para procurar as chaves da porta, e nisso eu já estava ousado e com a mesma coragem que tive na lotação levantei um pouco o seu vestido, vendo a polpa de suas nádegas. Ela disse: “Espera Bruno, me deixa procurar essa chave.” Mas como ela não disse mais nada, eu apenas ganhei coragem e levantei um pouco mais o vestido, vendo mais de sua bunda e sua bonita calcinha branca. Ela com uma das mãos abaixaram o vestido. Então quando ela foi abrir a porta eu voltei a subir um pouco e colei meu pau. Ela olhou para trás e disse: “Espera menino, senão eu não vou conseguir abrir essa porta!” Então ela abriu e saiu de mim, porém, parando logo na mesa da sala, diante da porta, e ficou naquela postura empinada como que lendo algumas correspondências. Eu achei aquilo um convite e chegando por trás, na cara dura levantei seu vestido até a cintura, mostrando toda sua bunda, e colei meu pau nela. Ela disse: “Para Bruno!” Mas pareceu gemer. “Para! Espera…”, e mandou, “Vai fechar a porta!”.

Desanimei um pouco e saí dela para trancar a porta com a chave, porém, quando me virei de novo vi que o seu vestido ainda estava levantado na cintura, mostrando sua bunda de fora. Não me aguentei e chegando-me novamente posicionei meu pau duríssimo bem entre suas nádegas. Ela gemeu baixinho e trouxe seu corpo mais para o meu. A safada estava com a bunda toda empinadinha em meu pau. Então eu segurei com uma das mãos em seus cabelos e com a outra levantei de uma vez seu vestido, passando por sobre sua cabeça num só movimento e tirando-o todo. Nessa hora, ela deu um gritinho e saiu correndo para a porta da sala, onde parou e me olhou, só de calcinha e sutiã. Foi quando num só movimento baixei o calção e fiquei só de cueca, uma cueca preta e com meu pau duríssimo transparecendo. Ela então viu e saiu correndo dando uns gritinhos, eu então corri atrás dela e peguei-a em frente à porta do quarto de minha mãe, e virando-a de frente para mim levei a mão até seu sutiã e apertei seu seio. Ela então riu e novamente saiu de mim, correndo para dentro do quarto e parando em frente à cama. Quando cheguei nela a empurrei, e ela caiu de quatro na cama, toda sensual, e logo em seguida passou a perna virando-se para mim, o que me deixou ver uns pelinhos que transpareciam do pacote em sua calcinha. Eu imediatamente subi na cama para entre suas pernas e passei a mão naquela vulva gostosa. Ela olhou para mim e disse: “Mamãe nos mata se descobrir…”, porém, Érika estava tão gostosa e pronta para ser comida que eu disse: “Vira essa bunda pra cá sua safada!”, e ela virou-se de quatro e eu segurei em sua cintura e rocei suas nádegas em meu pau, que babava e já saia da cueca. Passei a mão por suas coxas, sentindo todo seu calor e disse: “Quero comer essa tua bocetinha gostosa é agora”. Então ela disse: “Seu danado! Pois me deixe ver esse pauzão duro!” E trazendo a mão para trás meteu dentro de minha cueca e liberou meu pau para fora. Meu pau apontava para o teto de duro e estava todo babado. Ela passou a mão por ele e disse: “Eita que pauzão gostoso!”. Então eu levando as mãos a sua cintura ameacei tirar sua calcinha. Érika vendo minha intenção baixou o quadril e ficou de bruços na cama, então eu levei os dedos pelo elástico e puxei sua calcinha para baixo, revelando sua bunda carnuda. Baixei um pouco mais minha cueca e ela, deitada de costa para mim abriu as pernas. Posicionei meu pau na entrada da boceta dela e senti toda a sua umidade. A safada estava toda molhada e meu pau foi entrando facilmente, e fui sentindo aquela xana gordinha em todo seu calor, até que comecei um vai-e-vem, e logo meu pau estava todo dentro dela. Constatei que Érika é daquelas mulheres que gemem. Ela gemia muito e alto. Porém, nada abafava o som do vai-e-vem frenético que meu pau fazia na boceta de minha irmã. Ela estava tão molhada que a cada estocada que eu dava fazia barulho “Ploc Ploc Ploc”. Então mantive o ritmo frenético até que logo ela segurou firme na cocha da cama com os punhos cerrados e puxou, senti sua boceta encharcar e vi que ela estava gozando. Ela gemia “ah, aaah”, então aproveitei para gozar também e acelerei as estocadas, ela disse gemendo: “…não acreditoo!…”, e assim dei um tapão em sua nádega e gozei fundo em sua boceta. Quase desmaiei de tanto gozar. Escureceu a vista. Chamei-a de safada e deixei meu corpo cair sobre o dela. Não acreditei no que havia acontecido: eu tinha comido minha irmã. Acho que eu passei uns 30 segundo ali, com o pau dentro dela, até que afastei seu cabelo e beijei seu pescoço. Fiz menção de me levantar então ela me segurou e pediu pra eu vestir sua calcinha. Eu a apanhei do lado e enfiando por seus pés subi sua calcinha até suas coxas e a vesti novamente. Era um tesão como a calcinha lhe vestia bem, e com isso meu pau já queria fazer menção de endurecer novamente. Mas aí ela levantou-se da cama e disse que ia ao banheiro. Eu fiquei admirando-a e me recompus. Tive a idéia de ir buscar o seu vestido na sala, o cheirei e quando ela saiu do banheiro veio pegá-lo, ainda de calcinha e sutiã. Eu deixei que ela viesse até a mim e o escondi em minhas costas, dizendo que queria que ela ficasse daquele jeito. Ela disse que não, porque o papai e a mamãe estavam para chegar, mas eu argumentei que era pouco tempo e que depois lhe daria o vestido, e assim ela concordou. Sentei no sofá da sala e fiquei a contemplá-la passeando na casa apenas de calcinha e sutiã. Pouco tempo depois ela própria veio também ficar na sala, no entanto, uns cinco minutos depoi, escutamos uma conversa no corredor e o barulho da chave mexendo então ela levantou-se do sofá num pulo e disse: “me dá o vestido”, e eu joguei para ela e ela saiu correndo pra dentro do quarto com ele. Meu pai e minha mãe abriram a porta, trazendo umas coisas do mercantil, e logo minha irmã veio lá de dentro vestida e os ajudou com as coisas. E o resto desse dia eu passei contemplativo. Criei inclusive uma teoria: de que toda irmã que empina a bundinha é safadinha.

4 Responses to “Irmã de Bunda Empinada É Safada.”

  1. agora ve, se nao estraga , procura amala, e respeitala, cuidado para nao engravidar, trata muito bem dela , e amadurece, qdo. e mulher bonita temos que valorizar… tanto ela e voce devem , procurar o amor , para tudo ficar legal….ok

  2. deliciosa

  3. Raimendes +1 o conto otimo e queria muito uma continuao dele. Super perfeito, e se for caso real tudo isso que o Raimendes disse a. Amar o que vale.

  4. seu conto é uma delicia. aliás, que foda deliciosa. e a outra irmã, hehe?

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