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Fui estrupada por gangue

  • Enviado: 23 de março de 2004 19:02

Corpo do conto

Tentei fugir, mas ele me agarrou pela cintura. Comecei a gritar, mas ninguém apareceu. Ele me empurrou por uma porta e me atirou no chão.

_ Vejam quem eu achei.

Estremeci ao ver que aquele lugar se tratava de um barzinho dele e dos amigos. Comecei a sentir um medo imperativo.

_ Nossa! – Um homem se levantou e foi até a mim. Tentei me afastar, mas outro apareceu atrás de mim. Me virei assustada.

_ Vamos brincar com ela! – Mike continuou divertindo-se.

_ Brincar? – Um outro sorriu se levantando do bar, carregava uma garrafa em sua mão.

Eu tremia de medo. Não conseguia pensar direito. Queria correr, mas minhas pernas pareciam estar sem força.

_ Sabem da garota que eu lhes falei.

_ Aquela que quer fazer sexo? – Um deles sorriu debochado.

_ Isso. Vamos mostrar para ela. – Ele chutou uma areia perto de mim, eu me virei para que não atingisse meus olhos. _ Vamos mostrar para essa puta.

Eu não sabia o que fazer, o que dizer, apenas fiquei parada esperando que alguém fizesse alguma coisa para que assim eu tentasse fugir. Um frio percorria o meu estomago, eu estava com muito medo. Um deles se aproximou agarrando meus braços por trás. Eu comecei a mover a minha cabeça para trás e para frente e ele me largou. Tentei andar, mas meu namorado me chutou nas pernas, me fazendo cair de barriga no chão. Novamente tentei me levantar, mas dois deles apareceram na minha frente, um deles rindo, deveria estar drogado e o outro me acertou um soco no rosto me atirando no chão. Tentei me recuperar do soco para continuar fugindo, mas eu estava tonta, não consegui nem me levantar. Novamente um deles me agarrou passando meus braços para trás, mas dessa vez ele me agarrava pelo pescoço, me impedindo de fazer o que eu tinha feito da última vez. Lutei tentando me soltar, mas era impossível. Comecei a chutar para todos os lados. Ninguém se aproximava. Meu namorado começou a me chutar com tanta força que eu paralisei, estava horrorizada e sentia muita dor. Ele não parava, eu não conseguia emitir som algum, tinha a boca aberta, pois sentia muita dor, queria gritar, mas eu não conseguia. Não consegui ter alguma reação, ele me chutava gritando em desespero:

_ Vai cooperar ou eu vou ter que chutar mais?

_ Por favor, não me machuque! – Eu implorei chorando. _ Me deixa ir embora?

_ Você não vai embora, Sarah. É melhor cooperar. Por mais que lute, por mais que grite e esperneie, nada vai mudar. Eu vou te violentar, o Carl aqui vai e todos os outros também.

Um deles arregaçou a calça e já começou a se tocar.

_ Não! – Eu gemi em dor. _ Me deixa ir embora, por favor. – Implorei.

_ Arregaça as pernas ou eu vou te chutar de novo.

_ Me larga! Você não vai fazer nada comigo! – Eu falei trêmula de medo.

_ Não? – O cara que me segurava por trás falou cínico e em seguida virou o meu rosto para ele e cuspiu na minha boca, eu gritei de nojo, ele me beijou a força. Notei alguém segurar nas minhas calças e tentei ver o que ele fazia, mas o outro me beijava sem parar. Mordi os lábios dele para que ele parasse e ele gritou com raiva, mas não me soltou. Agarrou o meu lábio entre os dentes e me mordeu também. Eu gritei de dor e comecei a chorar. Meu corpo tremia, meu lábio sangrava. Meu namorado parou de tentar me despir e sorriu. Mas a pausa durou apenas alguns segundos, logo ele se aproximou de mim novamente, confiante.

_ Querida, vai ser legal, você vai ver.

Eu olhei para ele em desespero, balançando a minha cabeça freneticamente. Meu lábio sangrava muito e eu não conseguia parar de chorar. Um deles pegou uma injeção que há pouco usara nele mesmo e se aproximou. Amarrou um pano no meu braço.

_ O que vai fazer? –Perguntei aflita com lágrimas nos olhos.

Todos eles me rodeavam e isso estava me deixando ainda mais amedrontada.

_ Vamos te dar um relaxante. – Ele sorriu.

_ Pode contar! – O outro falou fumando um cigarro.

_ É cocaína, docinho. – Ele bateu na seringa com os dedos.

Eu cerrei os olhos de medo. Me acalmei. Meu coração parecia que ia saltar pela boca e meu corpo já não me obedecia.

_ Dá para você usar uma outra injeção?

Todos começaram a rir.

_ Está preocupada com aids?

_ Estou. Dá para você fazer isso? – Tentei manter a calma, mas não conseguia parar de chorar.

_ Claro. – Ele pegou uma injeção embalada dentro do bolso e puxou a cocaína de uma colher que meu namorado preparara. _ Agüenta firme, linda, vai ser demais!

Ele puxou o meu braço com um total descaso e injetou a cocaína em mim. A droga não fez muito efeito naquele momento, apenas comecei a me sentir cansada, como se quisesse desesperadamente dormir. O meu namorado debruçou-se sobre mim e começou a me beijar. Eu não conseguia afasta-lo, apenas olhava ao redor assustada, enquanto ele continuava a me beijar. Eles tapavam todo o meu ar e a luz, ficando todos ao meu redor, observando. Um outro começou a acariciar os meus cabelos. Meu namorado enfiou a mão dentro da minha calça e me acariciou entre as pernas. Eu gemi me sentindo humilhada. Logo, ele se afastou e enfiou o dedo dentro da minha boca. Começou a se despir, agora mais do que nunca a minha respiração era forte e eu comecei a gritar por dentro. Olhava para cada um deles, tentando fazer com que parassem. Tentava arrumar um jeito de fugir, mas não conseguia me concentrar, ele me tocava e os outros riam de mim. A humilhação era tanta que eu queria morrer.

_ Não faz isso, Mike, por favor! – A droga não estava me deixando raciocinar direito. _ Me ajude!

_ Eu vou te ajudar. – Ele desabotoou a minha calça e puxou meus jeans pelas minhas pernas sem que eu conseguisse nem ao menos me mover. Eu fiquei apenas de calcinha. Todos eles riram e gritaram quando me viram. Olhei para o nada, em aflição.

Olhei para Mike que já estava completamente nu na minha frente. As lágrimas escorriam copiosamente pelo meu rosto.

_ Só você! – Falei baixinho sem pensar. _ Só você, por favor. – Pedi suplicante.

_ Não! – Ele gritou. _ Vamos todos nós!

_ Por favor? – Minha voz era fraca. _ Por favor?

_ Carl vem! Você já está pronto! – Ele fez um gesto para o amigo dele que já estava pelado e já há um tempo se masturbava.

_ Não! – Eu gritei em desespero, tentei me soltar, mas estava muito fraca para isso.

_ Oba! – Ele lambeu os lábios. Sentou-se á minha frente._ Arregaça, sua puta!

Eu fiquei parada, tentando esquecer que eu estava ali. Já não olhava para eles, fechava os olhos num desespero absoluto, na tentativa de não sentir nada, mas era impossível. Ele começou a tirar a minha calcinha e minhas pernas estavam tão fracas que eu mal conseguia mantê-las juntas. Ele me despiu por completo. Afastou as minhas pernas sem grandes problemas e se colocou entre elas. Eu comecei a chorar, em desespero.

_ Não! Parem com isso! Vocês não podem fazer isso! – Eu chorava em voz alta. Minha luta era inútil, eles eram muitos.

Ele se debruçou sobre mim, o outro mantinha os meus braços para cima me impedindo de me defender. Eu respirei fundo, rezando esperando que alguém me ajudasse, cerrei os dentes para agüentar a dor e não consegui. Ele entrou com muita força, fazendo minha cabeça ir para trás. O cara que me segurava por trás, começou a me acariciar no rosto. Os outros começaram a rir. O homem que me violentava voltou a me beijar. Ele me beijava enquanto me violentava com tanta força que eu achei que iria desmaiar. Ele pingava suor encima de mim e eu só via seu corpo se movimentando na minha frente, não conseguia ver mais nada ao meu redor. Eu não conseguia mover minhas pernas, parecia que o peso dele havia as quebrado. O movimento dele sobre mim me dava náuseas, mas ele não se importava. Eu não sabia direito como reagir, engolia seco freneticamente tentando não sentir aquela dor horrível. Movia a cabeça para os lados, com uma aflição tão grande que me causava dores no estomago. De repente senti um liquido escorrer pelas minhas pernas e ele gritou caindo sobre mim e puxando os meus cabelos para trás. Ele gozou. Quando terminou, me deixou trêmula de dor, sobre o outro que ainda me acaricia nos cabelos limpando o meu suor. Me virei encostando a cabeça na perna do outro, tão cansada que poderia dormir. Meus olhos reviravam de dor, achei que iria desmaiar, mas tive medo do que iria me acontecer e me mantive acordada, segurando na blusa do rapaz que me acariciava. Outro apareceu na minha frente e também já estava nu, engoli seco, assustada. Me segurei no rapaz acima de mim, mal conseguindo raciocinar.

_ Me ajude! – Falei com ele, que ainda me agradava.

_ Não posso.

_ Me tira daqui! – Eu implorei mal conseguindo me manter consciente. _ Por favor, me tira desse lugar.

_ Não sei como. – Ele falou, parecia se importar.

O outro homem enfiou dois dedos em mim me causando muita dor, eu gritei tentando agüentar. Tentei fechar as minhas pernas e não obtive sucesso, pois o homem as puxou com violência mantendo-as abertas.

_ Pára com isso! – Ele gritou para que parasse de lutar, enquanto continuava enfiando seus dedos em mim.

Logo ele colocou o seu peso todo sobre mim e me penetrou violentando-me. Aquilo doía tanto que eu queria morrer lá mesmo para não ter que sentir tanta dor. Tentava fazer força para me defender, mas já não me restara nenhuma. A droga parecia fazer tudo passar em câmera lenta, olhei ao redor, todos eles gritavam e falavam coisas que eu já não conseguia entender. Aquilo me deixava ainda mais aflita e amedrontada. O homem que me violentava enfiou sua língua dentro da minha boca, eu gritei empurrando-o e ele me socou com força, arrebentando o meu lábio mais ainda. Senti o sangue escorrer da minha boca, com certeza ele havia me machucado bastante.

_ Segura ela direito! – Ele gritou e continuou a me violentar, arfando sobre mim.

O homem que me segurava, limpou o sangue em meus lábios e me falou alguma coisa, mas eu não consegui entender o que era. Ele repetiu novamente e eu concordei com a cabeça. Entendi que ele queria me dar mais droga. Ele injetou mais cocaína em mim. Agora senti minha cabeça cair, como se tivesse desmaiado, mas eu não tinha.

_ O que fez com ela? – Mike se aproximou me dando tapas na cara. _ O que fez com ela, cara? – Eu não acordava, estava inconsciente, mas sabia o que estava acontecendo. O homem que me violentava se afastou.

_ Eu vou assim mesmo. – Mike falou com raiva assumindo o lugar do outro.

_ Não pode, ela está inconsciente. – O rapaz que me segurava por trás, falou.

_ Dane-se!

Eu me sentia muito mal. Uma dor insuportável parecia aumentar a cada instante. Sentia um aperto horrível no estomago.

_ Me solta! – Pedi ao rapaz. Ele assim o fez.

Rastejei tentando me afastar e deixei um rastro de sangue. Parei em um lugar sentindo um embrulho no estomago e vomitei de nervoso.

_ Ai, que pena! Coitadinha dela! – Mike debochou com raiva e se aproximou. Apertou a minha cara contra o meu próprio vômito. _Agora come. – Ele mantinha minha cara apertada. Eu estava muito fraca para conseguir lutar, apenas chorei baixinho. Ele me ergueu do chão, me apoiou de barriga em uma mesa, me fez colocar os braços para cima e abriu bem as minhas pernas, entrou dentro de mim com tanta violência que o meu corpo todo tremeu, os homens que continuavam torcendo, começaram a gritar também. A cada entrada de Mike, eles gritavam e quebravam garrafas, cuspiam. Eu voltei a chorar de medo e de dor. Me segurei nas beiradas da mesa, para agüentar a dor. Mas era praticamente impossível.

_ Vai, Jim! Vai Jim!

Tentei olhar para trás para ver o que estava acontecendo. Mike me agarrou pelos cabelos me fazendo erguer a cabeça. O rapaz que outrora me ajudava, estava na minha frente se despindo.

_ É só colocar na boca. – Um deles falou.

_ Você vai me morder? – Ele me perguntou.

Eu tentei responder, mas me sentia muito fraca. Mike me machucava muito me estrupando por trás. Não respondi nada. Ele me segurou pelos cabelos erguendo a minha cara.

_ Se eu colocar na sua boca, vai me morder, sua puta? – Ele me pareceu falar isso em câmera lenta e distorcido.

Eu fiz que “sim” com a cabeça. Mike continua a me machucar por trás. Estava bastante concentrado.

_ Ela vai me morder. – O rapaz choramingou.

_ Ah, cara, pelo amor de Deus. – O homem que não havia terminado de me estrupar, se levantou, ainda estava se masturbando, se aproximou de mim. Me segurou pelo queixo me fazendo olhar para ele. _ Se me morder, eu juro que te dou um soco de frente e quebro todos os seus dentes, sua puta! – Eu fiquei com medo. Mike arrumou os meus cabelos para que não atrapalhassem e enxugou o meu suor, o homem colocou seu pênis dentro da minha boca, me sufocando. Me violentava pela boca me fazendo sufocar. Ele se movimentava sem se importar comigo, enquanto Mike cada vez me machucava mais. Coloquei a mão no pênis na minha boca para retira-lo, mas o homem segurou a minha mão virando-a para trás com raiva. De repente, para o meu alívio, ele arfou em prazer e um líquido escorreu dentro da minha boca. Foi impossível não vomitar, vomitei até passar mal. Ele ficou rindo, deu um tapa no ombro do outro. _ Agora vai você!

Eu tossi com nojo e comecei a cuspir desesperada enquanto chorava tanto e tão alto que perdia o ar.

O rapaz que havia tentado me ajudar colocou seu pênis em minha boca. Eu me senti tão humilhada novamente. Tentei faze-lo tirar cuspindo e afastando a minha cara. Mas ele estava tão entretido no que fazia que não parava por nada. Mordi ele com força e só consegui ouvi-lo gritar. Os outros vieram contra mim e começaram a me puxar. Mike os impediu.

_ Deixa eu terminar! – Continuou me estrupando bem rápido. Eu comecei a gritar de dor e desespero. Uma água escorreu por minhas pernas, pude ver que ele havia terminado. Um deles me agarrou pelo braço me fazendo ficar de pé. Eu estava sem calça, apenas uma blusa longa me tapava.

_ Gosta de morder caras, né? – Ele me socou na barriga com força, eu cai no chão, completamente indefesa, tossindo, pois havia perdido o fôlego.

Mike sentou-se na cadeira exausto e começou a assistir.

_ Vem, Jim, nos ajude!

Dois deles me mantiveram em pé me segurando pelos braços e Jim se aproximou com dor.

_ Porque fez isso? – Ele chorava. _ Eu estava te ajudando. – Falou magoado.

_ Mande ela pedir obrigada para todos nós.

_ Diga obrigada para o grande Carl aqui, pro Mike, pro Tom e pra mim.

_ Não me mate, por favor. – Eu choraminguei com medo. O sangue escorria por minhas pernas. _ Não me mate. Me deixe viver. – Fazia força para manter meus olhos abertos.

_ Não vamos te matar. – Mike sorriu. _ Sua idiota. Apenas agradeça.

Engoli seco, meu lábio estava inchado e eu tinha um corte no rosto.

_ Obrigada, Mike. Carl… – Suava frio de dor.

_ Obrigada, Carl. – Ele me corrigiu com raiva.

Chorei cansada, mas continuei.

_ Obrigada, Mike. Obrigada, Carl. – Comecei a chorar. _ Eu esqueci os nomes.

_ Tom e Jim.

_ Obrigada Tom. Obrigada Jim. – Continuei a chorar.

Jim me socou no rosto com força e minha cabeça foi para trás. Ele me fez olha-lo de frente. E me beijou novamente.

_ Sua puta! – Ele falou.

Eles me largaram, cai no chão de joelhos. O efeito da droga estava passando. Eu estava fraca, humilhada, com fome, suja e o mais importante, traumatizada.

Não consegui me levantar. Tentei, mas era quase impossível. Fiquei sentada observando tudo com medo e tentando agüentar a dor que eu sentia. Gritei em pensamento pra mim mesma que aquilo não estava acontecendo, que tudo não se passava de um sonho, mas eu estava bem machucada e a dor me lembrava constantemente de que tudo aquilo era real. Todos estavam se vestindo e sorrindo.

_ Nossa, a garota é demais! – Um deles falou.

Eu evitava olha-lo nos olhos. Consegui me esconder com a blusa que me deixaram.

Mike deu um gole na bebida e se aproximou de mim. Os outros o seguiram.

_ O que vamos fazer com ela?

_ Não me mate. – Eu pedi quase em um sussurro.

_ É o que estamos planejando fazer.

Senti um medo incontrolável:

_ Não me mate. – Eu seguirei na perna dele, implorando.

Ele retirou as minhas mãos com raiva.

_ Vamos mata-la ou deixa-la aqui para usarmos ela quantas vezes quisermos.

_ Pergunte a ela o que ela quer. – Um deles falou depois deu um gole em sua bebida.

Mike se ajoelhou perto de mim. Eu abaixei a cabeça com medo. Ele sussurrou.

_ Quer morrer ou ficar aqui para ser usada pela gente?

Eu engoli seco respirando forte.

_ Eu quero ir para minha casa. – Falei chorando.

_ Não foi o que eu perguntei! – Ele me deu um tapa na cabeça. _ Me dá a arma! – Ele falou se erguendo.

Um homem passou uma pistola para as mãos dele.

_ Escolhe! – Ele apontou para mim.

_ Eu fico aqui. Eu fico aqui! – Eu falei histérica.

Ele soltou a arma.

_ Você já foi muito usada, não te queremos aqui! – Ele cuspiu perto de mim.

_ Então, eu posso ir? – Sussurrei com medo da resposta.

_ Você vai voltar para casa, mas primeiro… – Ele me puxou pelo braço me fazendo ficar de pé. _ Limpa isso aqui! – Ele pegou uma camisa de um deles sobre a mesa e passou entre as minhas pernas, eu tentei me controlar de dor. Ele continuou passando a blusa com força, depois passou a blusa na minha cara limpando o sangue no meu rosto. Ele se afastou jogando a blusa no chão.

_ Agora eu posso ir? – Perguntei sem olha-lo.

_ Porque não se senta e conversa um pouco com a gente.

_ Porque não me deixam ir, eu juro que não conto nada.

_ Sente-se, droga.

Eu concordei com a cabeça. Um deles me entregou uma cadeira. Eu agradeci, estava com muito medo. Me sentei com dificuldade.

_ Então, você gostou? – Ele se sentou na minha frente.

_ Gostei. – Me controlava para não chorar.

_ Não é exatamente o que queria? Vários homens?

_ Mike… por favor. – Comecei a chorar.

_ Ela te conhece cara? – Um deles perguntou assustado.

_ Conhece. – Ele concordou com a cabeça. _ Ela é a minha noiva.

Eu tentava limpar as lágrimas e respirava fundo para me manter calma.

_ Sua noiva? – Um deles estava horrorizado.

_ Porque fez aquilo?

_ Por favor, me deixa ir, por favor. – Eu implorava.

_ Por fez aquilo? – Ele me empurrou no rosto com força. _ Porque? Porque me traiu?

_ Me desculpa. Eu sinto muito. – Falei apática sem olha-lo nos olhos.

A noite passou e logo era de manhã. Eu já quase não me agüentava em pé.

_ Me deixa ir, Mike, por favor.

_ Se lembra quando fomos naquela casa de campo? – Ele começou a chorar. _ Eu te amo.

Eu consegui fingir bem um sorriso.

_ Eu sei.

_ Então, porque não me ama?

_ Eu te amo, você sabe que eu te amo, Mike. Apenas me deixe voltar pra casa.

_ Antes limpe a sujeira que você fez.

Olhei para aquela bagunça, iria morrer se arrumasse aquilo, mas concordei.

_ Tudo bem. E depois eu posso ir?

_ Pode.

Ele me entregou um pano e uma vassoura. Eu andei com tanta dificuldade que pensei que fosse cair. Olhei para o chão, como tinha bastante luz, deu para ver que eu havia perdido muito sangue. Comecei a limpar o meu próprio sangue. Terminei rápido.

Senti que fosse desmaiar, mas não me permiti sabia que aquilo iria terminar logo. _ Agora posso ir?

_ Claro. Só não pode contar para ninguém sobre o que houve aqui. Eu sei que você não vai falar.

Eu peguei minha calça e me vesti gemendo de dor. Peguei minha jaqueta e vesti mesmo sem estar com sutiã ou blusa por baixo. Procurei por minhas botas, mas vi que ainda estavam comigo. Levantei e Carl se pôs na minha frente. Não olhei para ele, estava com muito medo.

_ Calma, garota, você não vai sair sem antes dar um abraço no Tio Carl, vai?

Eu continuei parada. Não tive reação.

_ Vem, me dá um abraço! – Ele falou abrindo os braços.

Eu não tive escolha, o abracei. Ele me beijou, num longo e asqueroso beijo.

_ Agora eu posso ir? – Me afastei com nojo.

_ Pode. – Ele me agarrou pelos cabelos e me empurrou, eu não consegui ficar de pé e cai no chão, mas me levantei o mais rápido que conseguiu e sai daquele lugar. Eles riam atrás de mim.

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