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Filhinha do papai vive seu dia de puta!

  • Enviado: 28 de fevereiro de 2013 15:32

Corpo do conto

Olá, eu sou a Maíra, tenho 19 anos, tenho 1,64, 55 kilos, tenho os cabelos castanhos claros, mas há muito tempo estou loira, tenho olhos esverdeados. Eu trabalho na concessionária do meu pai, em uma cidade do interior de Minas Gerais. Namoro com o Fabrício, um amigo que conheci nos últimos anos do ensino médio, ele passou no vestibular e foi morar em São Paulo, é estudante de veterinária, tanto o pai, como a mãe dele, são veterinários. Apesar da distancia nós continuamos namorando, nos falamos pela internet, e nos feriados prolongados ele volta pra cá, mas confesso que me sinto um pouco sozinha e carente, e até necessitada, pois sempre fui muito ativa, e depois do primeiro namoro com 14 anos, nunca fiquei sem namorado.

Minha única forma de me distrair e sair com as amigas nos finais de semana, nas poucas festas que acontecem em nossa cidade, é uma cidade pequena, e praticamente só existe um barzinho aonde todo o pessoal vai, lá todo mundo se encontra nas noites de sexta e sábado. O que é muito comum aqui é o próprio pessoal fazerem festas nas chácaras, meu pai tem uma chácara que ele normalmente aluga, e eu muitas e muitas vezes faço festas lá com o pessoal que estudou comigo. Meu pai como já disse é dono de uma concessionária, da marca Ford, eu trabalho lá como secretária dele, não é nada muito puxado, além do trabalho, eu me dedico hoje a estudar inglês e espanhol, e na academia, sempre curti fazer exercícios, cheguei até a pensar em fazer educação física, mas meu pai achou melhor eu estudar administração pra cuidar da concessionária, porém como eu não curti muito a idéia estou enrolando.

Bom eu tenho um EcoSport que meu pai me deu, adorei o Jipinho, tive o primeiro modelo, depois o segundo, virei fã de jipes, claro que o Eco é um meio-jipinho, pra socar na terra, na lama é preciso um jipe de verdade. Bom eu não me interessava muito por essa coisa de Off-Road na época, mas comecei a curtir um pessoal que sempre passava lá na avenida principal da cidade, onde o pessoal se reúne perto do barzinho. Um grupo de quatro garotos com a idade mais ou menos como a minha, passeavam sempre por lá em um Jeep Willys azul royal, sem capota, apesar de o modelo ser velho estava super conservado, e eu tinha uma vontade de uma voltinha nele, sem a capota com o vento batendo na gente, em um dia de calor. Outra coisa que chamava atenção eram os garotos, todos bem fortinhos, um deles eu já até conhecia de vista lá da academia, sabia que o nome era Marcelo, mas não sabia mais nada dele. Só que eles eram negros, eu não curtia muito isso na época, mas me lembro desse diálogo que tive com uma das minhas amigas.

Eu – Nossa deve ser uma delicia andar naquele jipe com esse calorão.

Juliana – Hummm quer andar com os quatro negões hahaha

Eu – Que isso Ju…Aff tô falando do vento, do calor… imagina aqueles caras?

Juliana – Ué que que tem? São saradinhos hahah

Eu – São feios! Moram na Santa Gertrudes…imagina ( é um bairro pobre, o mais violento daqui)

Amanda – Hahaha, mas eles são negros! Hummmm…

Eu – E daí?

Amanda – Ué tem o pinto grande! Hahaha…

Todas rindo muito.

Eu – Quem disse? Aff palhaçada!

Juliana – Todo mundo diz! Que eles tem o pinto grande, e japonês tem o pinto pequeno hahaha…

Eu – Aff, nada háver! Pura conversa!

Juliana – Bom você deve saber hahhaha

É que o Fabrício é descendente de japoneses, então isso era uma provocação, eu fiz questão de deixar claro que não achava aquilo, mas no fundo eu sabia que era verdade, não que o Fabrício fosse pequeno, bem pequeno, mas em comparação aos meus outros namorados, ele era o menor sim, mas isso também nunca me incomodou.

Depois daquela conversa eu fiquei com aquilo na cabeça, achava engraçado aquela história, pensava será que era verdade? Bom mas isso logo passou, o que não passou foi à vontade de ter um jipe daqueles, e depois eu acabei falando com meu pai sobre aquilo… o Jipe claro hahaha… ele achou legal, disse que devia ser gostoso mesmo andar em um jipe sem capota, todos os nossos carros eram da Ford, meu pai tinha um Fusion e um Edge, minha mãe um Fiesta hatch, ela gostava de carros pequenos. Mas apesar disso não era uma regra, só por serem donos de uma concessionária não éramos obrigados a ter carros só dela, mas claro que não poderia ser das concorrentes diretas, mas o carro que eu estava de olho era um Jeep Wrangler, que é nada mais que o Willys moderno, só que muito e muito caro. Mas aqui eu tenho que confessar, eu não tenho vergonha em dizer que sou uma menina mimada, eu sou filha única, meu pai tem dinheiro, e me dava tudo que eu queria, roupas de marca, o Eco, sapatos, jóias, tudo! Não vou negar, eu sou uma patricinha mesmo, mas sou gente boa, não sou metida, então acho que é isso que vale! E sendo assim no meu próximo aniversário eu ganhei um Jeep Wrangler vermelho.

One Response to “Filhinha do papai vive seu dia de puta!”

  1. What???Cade o conto???Nāo entendi…

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