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Eu e mamãe – Parte 2

  • Enviado: 20 de outubro de 2013 11:47

Corpo do conto

Sábado, acordei com barulho de carro entrando na garagem. Meu pai havia voltado da casa de vovó. Imaginei um final de semana daqueles. Discussões não iriam faltar. Mas, ao decorrer o dia, nada aconteceu. Nem sequer uma troca de farpas.
Pelo contrário, mamãe se mostrava amável com papai, paparicando-o vez por outra. Tanto que até ele estranhou. Perguntou o que havia acontecido. Se ela havia ficado com saudades dele, por ele ter pousado na casa de vovó.
Eu sabia o que tinha acontecido, mas jamais poderia contar-lhe. Imaginei que o que havia acontecido entre nós no dia anterior, havia mexido com ela. Depois do almoço, saí e fui ao futebol com os amigos. Retornei mais tarde e quando cheguei,
já não estava mais tudo em paz. O carro já não estava mais na garagem. Ao entrar em casa, percebi o clima pesado. Mamãe, com olhos vermelhos, somente olhou para mim e eu já imaginei tudo: haviam discutido novamente. A confirmação veio quando
a mana adentrou a cozinha, brava com papai, dizendo que ele havia até tentado bater na mamãe. Vi que a coisa estava indo de mal a pior. Depois de algumas explicações, descobri que papai havia saído permanentemente de casa, indo morar com a
vovó. Mais um final de semana estragado pela ignorância do meu pai e pelo ciúme da minha mãe. Nessas horas, filhos apenas escutam, vêm, mas nada podem fazer. Era questão de tempo mesmo isso acontecer.
Perto das vinte horas, a mana vem, toda arrumada e pede para eu cuidar da mamãe, que ela iria numa festa com as amigas. – Provavelmente voltarei somente amanhã. Vou ficar na casa da Luiza. Posso contar contigo? – questionou ela.
- Pode deixar. Eu dou um jeito de consolar mamãe. Sempre sobra para eu mesmo. – retruquei, mas já imaginando coisas.
A vi se despedir da mamãe e sair toda produzida, entrando no carro das amigas que já a aguardavam no portão.
- Pois é. Sozinhos novamente. – comentei. Ela com um sorriso lindo no rosto, disse: – Melhor assim. Podemos ficar mais a vontade. Pensa que me esqueci que você é um ótimo massagista?
Disfarçadamente, querendo mostrar que não tinha intenções alguma: – É mesmo? E vai querer que eu lhe faça massagem novamente? – questionei, com um pouquinho de malícia.
- Se você prometer que irá fazer igualzinho a de ontem, eu ficaria feliz. Pensa que gostoso que foi. Me senti uma pessoa especial, coisa que seu pai faz tempo que não se importa.
- Por mim tudo bem. Também gostei de brincar de massagista. Quando quiser, me chame. Vou ver meus emails e o meu Facebook.
- Vou acabar aqui na cozinha, depois tomarei um banho bem relaxante. Ai, chamo você para terminar o serviço. – falou rindo, com sinais de excitação.
Deixei-a e fui ao meu quarto com a cabeça cheia de ideias. Por mais de uma hora, pesquisei sobre massagens, métodos de massagens, tipos de massagens. Como tem assunto sobre isso na internet!
Absorvido pela leitura, fui surpreendido pela minha mãe, que chegando até a porta do meu quarto, avisou-me que iria ao banho e que depois, caso eu quisesse, poderia lhe fazer a tal da massagem.
Disse-lhe que fosse e tomasse um banho bem quente. Quando estivesse pronta, bastava me chamar, que eu ia lhe fazer a melhor massagem do mundo.
Meia hora depois, fui novamente interrompido nas minhas pesquisas. Dessa vez, até fiquei um pouco surpreso. Na porta do quarto, mamãe enrolada numa toalha, que lhe cobria apenas os seios e mal cobriam sua bunda enorme.
- Vamos, meu massagista? Estou prontinha para você. Espero você lá na cama, como ontem. – disse, indo em direção ao seu quarto.
Fechei os sites, as pesquisas, tudo bem ligeiro. Afinal, não ia fazê-la esperar. Qual foi minha surpresa ao chegar ao quarto dela: estava deitada na cama, com uma máscara para dormir, cobrindo-lhe os olhos. A toalha branquinha estava solta
sobre o seu corpo, deixando seus seios à mostra, cobrindo apenas do umbigo até quase nos joelhos. Sobre o criado-mudo, uma pequena vela acesa. Ao lado da vela, o óleo para a massagem.
- Venha, meu querido. Apague a luz e me faça feliz como você fez ontem. – convidou-me, com uma voz macia e cheia de malícia.
Ao apagar a luz, a vela acesa deu ao quarto uma tranquilidade. Quase escuro, conseguia ver a silhueta de mamãe, os seios enormes que a luz iluminava. Cheguei bem perto, sentei-me a beirada da cama e dei-lhe um beijo suave, no rosto.
Vi na penumbra do quarto, um sorriso que me convidava a fazer algo que ela havia imaginado, ela havia preparado e agora, aguardava ansiosa.
Puxei a toalha, tirando-a de cima e deixando o corpo dela todo exposto. Ela havia depilado totalmente sua virilha. – Não tire a toalha, ainda. Fico sem jeito. – pediu, calmamente.
Tratei de lhe cobrir novamente, deixando-a mais a vontade. Teria que ir mais devagar. Apanhei o óleo, derramei uma boa porção sobre seus seios, deixando escorre um pouco em direção ao seu umbigo.
Toquei-lhe os seios, carinhosamente, massageando-os. Soltou um suspiro, que ao meu entender era de satisfação, pois senti, na palma de minhas mãos, os biquinhos enrijecerem, ficando durinhos. – Que gostoso isso! – exclamou ela.
Durante alguns minutos, num desce e sobe, dos seios até seu umbigo, proporcionei a ela um carinho que a tempos ela não recebia. Os suspiros e os pequenos gemidos denunciavam uma mulher que ansiava ser tocada, ser acariciada.
- Como isso é bom. Que gostoso isso. – por várias vezes a ouvi dizer. Lentamente fui evoluindo a massagem, descendo em direção as coxas. Aos poucos a toalha foi sendo removida, empurrada cada vez mais para baixo, liberando todo o seu corpo nu.
- Você gosta de ver eu assim, pelada? – questionou, quando finalmente a toalha foi removida. – Claro que gosto. Você é muito linda. Quem não gostaria? – retruquei. Enquanto isso, derramei mais uma porção de óleo sobre suas coxas, iniciando ali,
uns toques que havia visto num site de internet. Prontamente, ela afastou as pernas, me permitindo maior acesso. Sua xaninha ficou a mercê de meus dedos e, logicamente, não perdi tempo. Com a mão cheia de óleo, toquei-a, totalmente desprovida
de pelinhos, lisinha, quase que implorando para ser acariciada. Ao sentir meu toque, afastou de vez as pernas. – Vai, querido. Faz a mamãe feliz novamente, igual a ontem. – pediu, com uma voz doce.
Abri caminho com meus dedos, até achar o grelinho, que já estava durinho, a espera de carinhos. Iniciei uma gostosa siririca, lenta e compassada. Entre suspiros e gemidos, ela se agarrava no lençol e dizia: – Ai, que bom isso. Que gostoso!
- Me ensina as coisas, mamãe. Quero que me digas o que fazer, como fazer. – falei, bem juntinho ao seu ouvido. Ela consentiu com a cabeça e esboçou um sorriso. Senti sua mão me segurando no pescoço e me empurrando em direção aos seios.
Com a outra mão, segurou um dos seios e o fez entrar em minha boca. – Vai agora. Mama um pouquinho. Eu adoro isso! – exclamou. Enquanto meus dedos seguiam um compasso no grelinho dela, eu sugava aquele seio, com o biquinho enrijecido.
Os gemidos aumentaram de volume e quantidade. Agora ela já se mexia na cama, se contorcia, na verdade. – Mama, meu querido. Mamãe vai gozar gostoso para você. Estou quase lá. – dizia ela.
Aumentei a velocidade dos movimentos até que ela se contorceu, arqueando a cabeça para frente, num gemido alto, gozou alucinadamente, para logo em seguida, cair na cama, quase desfalecida. Suspirando forte, me abraçou e me fez deitar ao
seu lado. Ali permanecemos por alguns minutos. Nenhuma palavra. Nada. Apenas o clarear daquela vela acesa e a respiração profunda dela, exaurida.
Depois, calmamente, retirou a máscara de dormir que lhe cobria os olhos. Com um grande sorriso, me deu um beijo na testa, me apertando contra seu colo. Abracei-a, correspondendo ao carinho.
- Você acha que sua mãe está ficando maluca? – perguntou ela.
- Maluca? Não sei dizer. Só sei que isso está muito legal e divertido. – respondi.
- Mas, isso não é muito normal, não é mesmo? Já pensou se sua irmã ou seu pai ficam sabendo de algo assim? – questionou, preocupada.
- Primeiro, que ninguém vai saber e ninguém precisa saber. Depois, estou apenas a lhe fazer uma massagem. – respondi, rindo um pouco.
- Você, você. Tão menino e já sabe como me agradar. Já é um homenzinho. – elogiou-me.
- Aprendo rápido. E tem a internet, que ensina tudo. – acrescentei.
- Ah, sim. Isso é verdade. Já lhe vi em sites não muito apropriados. – falou, rindo.
- Só entro de vez em quando. Curto mais assim, ao vivo. – falei, tocando-lhe levemente nos seios.
Ela riu, deixando-me a vontade e também, ela estava bem a vontade. Conversamos por meia hora. Não se importou em nenhum momento em estar nua. Pelo contrário, levantou-se, foi à cozinha buscar água e retornou, sentando-se na beirada da cama.
- Vai ficar ai, pelada? Acabou a vergonha de vez? – perguntei, zoando dela.
- Que vergonha, que nada. Depois do que já fizemos, é pra eu ter vergonha de você ainda? – respondeu.
- Eu sei, eu sei. Não é natural, mas é legal. – foi só o que me veio para falar.
- Hoje você vai dormir aqui comigo? Estamos sozinhos e já não temos mais o que manter em segredo. – convidou-me.
- Durmo sim. Mas, e a mana? Ela pode chegar de repente. Não vai dar problemas? – questionei.
- Acho que ela não vem hoje. Veja, já são quase dez da noite. Agora que deve ter começado a festa lá da Luiza. Virá somente amanhã. Ela já me avisou disso. – explicou-me.
- Está certo, então. É que não quero causar problemas. Afinal, já temos bastante deles com o papai. E a mana, acho que não entenderia eu dormindo aqui, na sua cama e a senhora sem roupas, peladinha. – falei, rindo.
- Pois eu vou dormir pelada sim. E você também vai. Vamos dormir sem roupas todos os dias. – falou rindo e já puxando minha camisa, para tirá-la.
- Realmente, a senhora está ficando maluquinha. Mas, eu estou amando isso tudo. – complementei.
- Vá lá, então. Tome um banho gostoso. Depois vamos assistir a um filme legal e daí, dormiremos bem agarradinhos. Seu pai que fique lá com as amantes dele. Você é meu companheiro e o que me entende. – desabafou.
Concordei e saí em direção ao banheiro. Liguei o chuveiro e me joguei num banho quente. As imagens dela, nua e largada na cama, gemendo e suspirando enquanto eu a fazia gozar, me deixavam maluco. Era de se esperar que meu pau se manifestasse.
Ria sozinho, me lembrando dos gemidos altos que ela deu, sem medo algum de alguém escutar. Cuidados seriam necessários, para que nem a mana, nem o pai desconfiassem de nada. Afinal, estávamos percorrendo um caminho muito perigoso, caminho este que
certamente levaria a algo bem maior, mais íntimo e de mais cumplicidade.

4 Responses to “Eu e mamãe – Parte 2”

  1. Muito bom, espetacular. Você bem que poderia retomar o conto “Meu caderno de anotações” que foi interrompido em um ponto muito exitante.

  2. Excitante demais!Qeria ter a tua coragem!Sou louco pela bundona da minha!!!

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  • Escritos por: amlaec
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