Welcome, visitor! [ Register | Loginrss

As melhores acompanhantes do Rio de Janeiro estão aqui! hotside.com.br

Tipo do usuario: guest

ESPOSA ATRIZ DE BOATE II

  • Enviado: 26 de novembro de 2005 13:40

Corpo do conto

ESPOSA ATRIZ DE BOATE II

Aconselho aos leitores que, antes deste relato, leiam o número I para melhor entendimento. Bem, vamos continuar: O taxi corria pelas ruas da cidade e eu, apesar do cansaço, não fazia outra coisa a não ser pensar na promessa da minha esposa, a de fazer sexo anal quando chegarmos. É incrível como sinto tesão quando estamos viajando, meus pensamentos atingiam diretamente meu cacete que novamente se mostrava disposto. Abracei minha amada e nos atracamos num beijo de língua no banco de trás do veículo. Beijei a orelha dela e murmurei: – Meu cacete tá endurecendo… vou comer seu cuzinho quando chegarmos…! Ela apalpou meu pau por sobre a calça e exclamou baixinho: – Tarado…! Iniciei carícias nas pernas dela, minha mão subia lentamente, passou pelo joelho, pela lateral interna da coxa direita e se embrenhou rumo ao ninho quente. Senti o interior das coxas todo melado pelo esperma que havia escorrido, avancei até encontrar os pelos pegajosos e rocei o dedo na racha quente. Ela acariciava meu pau sem qualquer discrição demonstrando estar com fome novamente. Nossos carinhos se tornavam audaciosos. Foi quando ela abaixou o zíper da minha calça e enfiou a mão dentro, em busca do meu cacete, que percebi o motorista nos assistindo pelo retrovisor interno. Hesitei e, sem saber o que fazer, sussurrei no ouvido dela: – Ele está nos espiando! Pensei, naquele momento, que a reação dela fosse nos recompor, afinal, ele era um estranho e estava próximo demais. Mas, para minha surpresa, ouvi: – Se ele quer ver, então vamos mostrar…! Dito isto me beijou e puxou minha mão em direção aos seios me fazendo acariciá-los. Nossas línguas travavam um duelo enquanto eu sentia a mão delicada apertando meu pau ainda dentro da calça. Depois ela puxou minha cabeça para os seios fartos me fazendo sentir o calor e o volume e pediu baixinho: – Chupa! Beijei e mordisquei os mamilos por sobre o tecido mas ela, ousada, me fez entender que queria minha boca em contato direto com a pele arrepiada dos mamilos eriçados. Levantei a camiseta e quando ia beijar aquelas maravilhas ela me puxou para outro beijo na boca. Conhecendo minha esposa, tão bem como eu, percebi que ela fazia isto com a intenção de deixá-los livres e expostos por alguns segundos para que o felizardo motorista pudesse se deleitar com tão belas tetas. Depois beijei e chupei as mamas fartas e firmes e, mais uma vez, ela dirigia nossas ações  abriu as pernas, levantou a saia e empurrou minha cabeça para o meio das coxas me fazendo sentir o aroma de fêmea no cio e sedenta por sexo. Lambi o que pude, pois a posição não permitia acesso completo ao tesouro encantado. Me levantei para respirar um pouco mais, pois ali embaixo tinha pouco ar (risos), e foi nessa hora que ela aproveitou para se abaixar. Não pensei que ela teria coragem… mas teve, botou meu pau para fora e começou a chupá-lo sem qualquer discrição. Pegou meu pau pela base, aconchegou na mão o meu saco evidenciando o cacete e chupou fazendo ruídos. Acho que ela queria dar ao motorista a certeza do que fazia, queria que ele não tivesse dúvidas de que ela realmente estava chupando meu cacete. Creio que eu poderia gozar naquela situação mas uma freada brusca nos fez voltar a realidade. O motorista já não estava tão atento ao trânsito e decidimos parar com nossa libertinagem. Quando ele nos deixou na porta do hotel nem quis cobrar pela corrida alegando que havia sido um prazer nos transportar. Pagamos mesmo assim e dissemos que o prazer havia sido nosso também (risos). Entramos no elevador e quando a porta fechou ela, mais uma vez, me surpreendeu  virou-se de costas, arrebitou as nádegas na minha direção e puxou a saia descobrindo o belo rabo e se ofereceu: – Quer? Minha resposta foi ajoelhar-me, abrir as polpas fartas, apreciar o botãozinho por breves segundos e depois beijá-lo e acariciá-lo com a língua. O elevador parou e nos recompusemos rápido. Felizmente ninguém entrou, então, tirei para fora o cacete e, levantando a saia dela, me encaixei entre as coxas quentes sentindo os lábios vaginais molhando a cabeça do pau. Quando chegamos no nosso andar guardei a ferramenta e saímos. Mal entramos no quarto ela novamente levantou a saia expondo o rabo, se jogou na cama de bruços e instigou: – Estou esperando você! Puxei para baixo a saia deixando-a somente de saltos altos e camiseta e elogiei: – Belo rabo… belíiiiiissimo! Ela: – É todinho seu! Tirei a roupa e fui até ela oferecendo o pau já duro para ela chupar. Ela agarrou, abriu a boca e me deixou meter fundo, sugava com força, lambia, mordia, me fez novamente sentir o quanto é bom ganhar uma chupada. Sem tirar o cacete da boca me esforcei e peguei na mala o lubrificante gel. Ela tirou a camiseta mas manteve os sapatos de saltos altos. Ela mesma pegou o tubo de gel e passou em todo o meu pau e depois deitou-se no cantinho da cama, de bruços, com as coxas para fora toda oferecida e pediu: – Passa gel em mim! Com o maior dedo da mão lambuzei o botãozinho moreno. Ela, muito sacana, contraia os músculos anais e piscava o pequenino orifício. Eu: – Ele está me provocando…! Ela: – Ele está chamando sua pica para dentro dele…! Ela gemeu de prazer quando enfiei o dedo e fiz entrar uma boa quantidade de lubrificante. Antes de me posicionar me afastei um pouco e apreciei, por segundos, a bela fêmea  cabelos longos e loiros, corpo bronzeadíssimo, marquinha triangular branca e minúscula do fio dental acima do reguinho, pernas fortes, me esperando deitada de bruços no bico da cama, corpo apoiado no colchão, pernas para fora e pendentes… puxa, meu pau estava quase batendo no umbigo de tão ereto. Acho que ficaria horas apreciando tão bela obra da natureza. Sentindo minha demora ela, se apoiando nos cotovelos, rebolou o rabo e, me fitando nos olhos, chamou: – Vem… mete na minha bunda! Meu cacete doía! Me ajeitei, encostamos nossos corpos quentes, ela virou o rosto e iniciamos um beijo de língua enquanto meu pau procurava, no rego formado pelas nádegas morenas, a portinha anal. De tão duro nem precisei segurá-lo. Me concentrei nas sensações sentidas na cabeça do cacete, deslizei ela por todo o rego, subi e desci lentamente várias vezes como quem procura algo, e quando senti, na ponta do pau, um local muito, mas muito mais quente, percebi ter encontrado o pequeno botão. Parei de mexer o pau, senti a piscadela do cuzinho na cabeça do pinto e ouvi a provocação: – Achou…(risos)! Comecei a forçar, fazia entrar um pouco e tirava, tudo muito lentamente – adoro sentir o anel de músculos se abrindo aos poucos. Quando a cabeça atravessou a portinha ela gemeu, tirei e recomecei. Em segundos a cabeça novamente desapareceu e se aconchegou no canal estreito. Murmurei no ouvido dela: – Cuzinho gostoso você tem gata! Ela: – É todinho seu… mete tudo…! Disse isso e, nós dois, como que combinado, movemos nossos corpos, eu para baixo e ela para cima completando o tão desejado encaixe. Senti nossos corpos não apenas próximos, mas agora, unidos, completamente unidos pelo meu cacete enfiado bem fundo e sendo apertado pela musculatura anal da minha amada. Agarrei as belas e enormes tetas, mordi o pescoço e iniciei movimentos de entra e sai. Ela delirava e disparava obscenidades: – Aiiiii… fode meu cu… gostoso… enfia esse caralho no meu rabo… Uau! Ela estava demais…! Metemos nesta posição por alguns minutos até ela pedir para mudar: – Vira… quero de frango assado agora! Conseguimos mudar sem tirar o pau de dentro, segurei as pernas bem arreganhadas pressionando os joelhos até encostarem nos seios e meti fundo, fundo e com força. Nesta posição eu tinha uma visão completa e privilegiada da bunda devassada, do cuzinho dilatado, além das carnes morenas da boceta. De tempos em tempos eu parava um pouco e, com o pau bem enterrado, apreciava o buraco aberto abraçando meu pau. Ela piscava fazendo contrações como que tentando morder meu cacete  que delícia! Eu rebolava um pouco movimentando o pau para os lados e ela gemia: – Ahhh…. você tá me rasgando…! Eu: – Vou arregaçar seu cuzinho gata…! Ela: – Isso… faz isso… arregaça ele… fode meu rabo com esse caralho…! O tesão, que já era grande, ficou gigantesco quando temperado com tantas e tamanhas obscenidades. Senti ondas elétricas cortarem meu corpo, vi a pele dela se arrepiar, os mamilos duríssimos… estávamos próximos de gozar. Não demorou muito e ele veio, para ambos e ao mesmo tempo. Meti fundo, de forma violenta, creio que os hóspedes vizinhos puderam ouvir as batidas fortes do meu corpo no dela e, com certeza, nossos gritos, especialmente os dela, que devem ter ecoado até nos andares de cima e de baixo (risos). Era a nossa felicidade sendo alardeada por boa parte do hotel. Minhas pernas amoleceram e foram incapazes de continuar sustentando meu corpo. Me afastei lentamente ainda apreciando meu pinto abandonar o interior quente e aconchegante do rabo delicioso. Sentei-me numa poltrona em frente e pude ver o cuzinho, agora enorme, super dilatado, completamente aberto, como é comum se ver em filmes pornôs, ir se fechando devagarinho. Mas antes do fechamento total ainda fui brindado com uma belíssima surpresa. Um filete de porra começou a escorrer e pingar sobre a toalha que se encontrava embaixo da bunda. Tivemos uma belíssima noite de sono e, conforme planejado, viajamos bem cedo para um outro país vizinho onde ficaríamos mais uns dias. Quero aqui abrir um espaço para um breve comentário: não pense, você leitor, que basta viajar que as coisas que aqui relato acontecerão naturalmente, é preciso procurar, provocar e, muitas vezes, nada ocorre. Dizem que quem procura acha, e este é o nosso caso, pois procuramos, insistimos e muitas vezes vivemos situações extremamente excitantes. Além do mais, Quando se está com a pessoa amada, quando ambos gostam de sexo e o praticam com freqüência, o simples fato de entrar numa sapataria e ver a esposa mostrando a calcinha por sob a saia curta já é motivo para ficar de pica dura e sentir tesão por horas, dias após. E quem sente tesão com freqüência, quem procura motivos para se excitar, é capaz de trepar com a mesma mulher quase que diariamente, durante anos, e com o mesmo prazer das primeiras vezes, e esta é a situação entre eu e minha deliciosa companheira. Bem, vamos continuar. Após viagem relativamente curta nos instalamos no novo hotel onde deveríamos ficar por alguns dias. Quero registrar que o motivo da escolha do país deu-se em razão de haver, próximo dali, diversas praias sendo uma, em especial, oficialmente liberada para freqüentadores naturistas. Não somente a praia de naturismo nos atraiu mas também, e principalmente, que eu havia ouvido falar que naquela cidade havia um bar, ou boate, não sei bem, onde aconteciam shows voltados para casais liberais. Como de hábito passeamos durante a tarde e, a noite, procuramos, porém sem sucesso, o tal bar. Voltamos para o hotel e transamos gostoso antes de dormir. Na manhã seguinte nos preparamos e seguimos em busca da praia naturista. Existiam várias praias ao longo de uma extensa faixa de areia, cada qual com sua característica. Eu e minha esposa não hesitamos e seguimos para aquela freqüentada pelos pelados (risos). Usávamos roupas normais sobre a vestimenta de banho e pretendíamos tirá-las assim que nos juntássemos às outras pessoas. Caminhamos por algum tempo até começar a subir uma duna de areia branca e quando atingimos o alto pudemos avistar, mais abaixo, a bela paisagem natural, uma bela praia e um mar lindíssimos, e mais, centenas de pessoas nuas, homens e mulheres se misturavam deitados sobre toalhas, ou nadando, ou caminhando ou jogando vôlei. Nem todas estavam nuas, creio que uns 10% usavam a parte de baixo do biquíni, o restante, completamente pelados com seios, bundas, xotas e pintos a mostra. Ainda vestidos nos instalamos num local escolhido por ela, próximo a rede de vôlei, onde se concentravam as pessoas. Me despi rapidamente e não tive vergonha de expor meu pau, pois, todos ali faziam o mesmo. Minha mulher tirou mais lentamente a roupa sob os meus olhares e de mais alguns que, embora discretos, acompanhavam os movimentos dela com o canto dos olhos. As grandes e belas tetas foram expostas primeiramente, depois o shortinho escorregou pelas pernas e, finalmente, os lacinhos da pequenina calcinha fio dental foram desatados mostrando a bunda deliciosa e a xotinha mal coberta por pelinhos negros. Depois de uns minutos ela deixou de ser a atração do local, nos ajeitamos sobre as toalhas na areia e passamos a curtir o visual, o sol e, principalmente as pessoas nuas, cujas idades variavam entre 20 e 50 anos aproximadamente. Ela comentou baixinho que estava adorando assistir o jogo de vôlei, que todos aqueles homens se movimentando, pulando e balançando os pintos a deixava excitada, que nunca havia visto tantos cacetes expostos, e mais, perguntou-me o que eu estava achando de tantas xoxotas a mostra. Respondi que eu preferia não me concentrar muito nelas pois meu pau poderia levantar e ali não tinha ninguém excitado e que, caso acontecesse, eu ficaria com vergonha. Ela provocou: – Imagine-se deitado e cada uma dessa mulheres sentando no seu rosto fazendo você sentir o cheirinho delas…! Meu pau pulou e começou a crescer. Levantei-me rapidamente e corri para o mar. Ela me seguiu rindo do meu constrangimento. Afundamos até o pescoço e começamos a conversar, namorar um pouquinho, mas de forma discreta. É claro que minha pica endureceu, mas dentro dágua, nem liguei. Nos esfregamos mas não houve penetração. Ela perguntou se eu teria coragem de transar com outro casal, fazer troca, ou se isso era apenas uma fantasia. Respondi que se pintasse, um dia, uma oportunidade, eu toparia e questionei: – Você gostaria, teria coragem? Ela: – Sinto o maior tesão quando imagino… acho que teria coragem sim…! Comentei que aquele casal da galeria de arte me pareceu ser bem liberal e que só não aconteceu nada devido ao local em que nos encontrávamos mas que nova oportunidade poderia surgir e deveríamos estar preparados. Ela: – Huuummm… até que é excitante imaginar sua piroca em outra bucetinha… e o que você acha de outro cacete na minha xaninha? O clima entre nós era quente, sensual. Eu: – Estou de pica dura só de imaginar…! Ela: – Deixa eu pegar! E pegou sentindo o quanto eu estava tesudo. Brincamos por alguns minutos e depois pedi que ela retornasse para as toalhas e me deixasse só até o pau baixar. Mais tarde fui até ela e resolvemos caminhar pela bela praia. Na lateral direita do local encontravam-se diversos casais na areia e dentro dágua. Percebemos que ficavam muito próximos os que nadavam, ou fingiam nadar. Nos sentamos por ali e ficamos apreciando os brincalhões no mar. Pudemos perceber que eles se tocavam discretamente enquanto fingiam conversar, e mais, um mesmo homem, por vezes, tocava uma e outra mulher, e o mesmo acontecia com as mulheres que tocavam mais de um homem. Não transavam, mas dava para perceber que sob a água rolava algumas pegações  era uma espécie de swing sem penetração. Estávamos absortos com aquilo quando percebemos o olhar insistente de um casal que passava em frente a nós. Eram belos, idades semelhantes às nossas. Olhei minha mulher sem saber exatamente o que significavam aqueles olhares mas ela, muito esperta, comentou que eles estavam nos apreciando e que talvez quisessem algum tipo de contato ou brincadeira. Eles se sentaram bem próximos ao mar e olharam novamente. Minha mulher, decidida, disse: – Vamos conversar com eles. Já era final de tarde, o sol se punha, e haviam poucas pessoas na praia, além de casais com segundas intenções, um ou outro solitário permanecia por ali. Nos levantamos, fomos até eles, nos apresentamos e sentamos frente a frente, iniciamos um papo meio sem nexo. Em dado momento o assunto acabou, a mulher do casal, que estava sentada em frente a mim, se apoiou nos cotovelos, olhou para os lados como que conferindo se alguém nos vigiava, estufou os seios e abriu levemente as pernas, ficou brincando de bater um joelho no outro ao mesmo tempo que exibia uma xoxota bonita, pelos curtos, bem aparadinhos, lábios grossos. O homem, por sua vez, fez o mesmo e mostrou para minha esposa um pau que crescia a cada pulsação. Primeiramente engrossou e depois foi crescendo, a cabeça lentamente saia do abrigo da pele e se expunha aos últimos raios solares e a minha curiosa esposa que não olhava para outra coisa senão aquilo (risos). Eu e minha mulher nos olhamos e, embora indecisos nos exibimos timidamente em retribuição a bela visão daqueles sexos desavergonhadamente expostos. Ela comentou baixinho comigo, em português: – Esse homem está me deixando maluca com esse pintão apontado em minha direção… já estou babando aqui embaixo…! Eu: – Mostra sua bucetinha para ele, faz como ela está fazendo para mim… mostre a ele onde é que você gostaria que estivesse o pintão dele…! Ela: – Dentro da minha buceta… bem fundo…! Meu pau ficou duro, tanto quanto o dele. Abri as pernas e mostrei a mulher dele o quanto eu estava tesudo. Minha mulher, como a outra, começou a balançar lateralmente as pernas, encostava e separava os joelhos de forma delicada e olhava diretamente para o cacete do sujeito. Ver minha gata apreciando outro pinto fazia o meu doer de tão duro. O silêncio era total até que o homem do casal nos chamou para entrarmos todos na água. Percebia-se serem experientes nestes contatos. Nos levantamos e rumamos para a água logo atrás deles com o devido cuidado para esconder dos pouquíssimos freqüentadores nossas evidentes ereções. Dentro dágua ficamos bem próximos, cobertos até o peito quando a mulher do casal, sem qualquer inibição demonstra, pelos movimentos do braço, que masturbava o marido. Minha mulher faz o mesmo em mim, pegou minha piroca dura, começou uma punheta cadenciada e provocou sussurrando no meu ouvido: – Nossa… seu pau está enorme… grosso…! De repente a mulher do casal se aproxima de nós, especialmente de mim e sinto o encontro das duas mãos no meu cacete, a dela e a da minha mulher que me abandona e vai em direção ao homem. Tudo parecia ir seguindo o rumo do imenso tesão que nos dominava naquele momento até que uns outros casais também entraram na água e se aproximaram. Isso foi motivo o suficiente para minha mulher se assustar e, retornando a mim, pediu para irmos embora. Decidi atendê-la, afinal, nada deveria ser forçado. Pedimos desculpas ao casal e saímos da água. Vestimos nossas roupas e pegamos um transporte para o hotel. Ao chegarmos iniciamos uma bolinação ainda no elevador, tamanha era nossa excitação. Como não havia mais ninguém além de nós fui logo pegando na bunda gostosa por sob a saia curta, aliás, acho que ela só havia trazido micro saias e mini vestidos na mala (risos), pois desde que chegamos não me lembrava de ela ter usado calça comprida. Eu apertava as polpas salientes, amassava os seios enquanto tinha meu pau acariciado pela mãozinha macia, tudo por sobre a roupa. Ela incentivou: – Se quiser enfiar a mão debaixo da calcinha pode…! Enfiei o dedo entre as nádegas pegajosas pela água do mar, procurei a rachinha onde molhei a ponta do dedo, depois enfiei a pontinha no cuzinho fazendo ela gemer: – Delícia gato…! O elevador parou e nós nos ajeitamos para a entrada de outras pessoas. Com o local cheio encostamos no cantinho e, discretamente retornei minha mão para o delicioso rabo e acariciei até encontrar novamente o cuzinho quente. Ela me lançou um olhar de desaprovação mas não liguei e continuei fazendo carinho no reguinho traseiro dela. Descemos no nosso andar e corremos para o quarto. Ela se jogou na cama sem ao menos tirar as roupas, se ajeitou no bico do colchão, levantou a saia, arreganhou as pernas, puxou a calcinha para o lado e pediu: – Me fode que eu não agüento mais… preciso da sua pica dentro de mim! Ela arrancou a camiseta que usava e eu tirei o cacete pelo lado da sunga e enfiei na cloaca já lubrificada: – Toma caralho… é isso que quer… caralho na buceta? Ela: – É… me dá seu caralho…! Ela estava demais e provoquei: – Viu muitos pintos hoje… mostrou a buceta… está com tesão? Ela: – Muito… queria experimentar todos eles… chupar… meter…! Eu: – Meter na buceta e no cu… daria o cu para outro? Ela: – Daria… quero sentir um pau diferente dentro de mim…! Vai querer voltar lá… mostrar essa buceta e esse rabo de novo…? Ela: – Vou raspar a buceta… quero que todos vejam ela sem pelos…! Enquanto trepava provoquei: – Hoje senti uma mãozinha diferente agarrando meu pinto! Ela: – Gostou… ela tinha mão macia… punhetou seu pau? Eu: – Uma delícia de mão… macia…! Ela: – Isto me dá tesão sabia? Eu: – Quer voltar lá para você pegar num outro cacete? Ela: – Quero… quero bater punheta num outro pinto… estou quase gozando só de imaginar…! Estávamos quase gozando com tanta meteção e palavrões mas, de repente, ela cessou os movimentos com o quadril e falou baixinho: – Esquecemos a janela aberta e tem um homem no quarto em frente nos espiando! Perguntei o que queria fazer e ela respondeu que iria fechar a cortina. Desfizemos nosso encaixe e fiquei apreciando o traseiro da minha gata que se dirigia à janela. Nesse meio tempo ela acabou por dar ao vizinho tarado a visão completa dos belos peitos, agora desnudos, e da xota. Puxou a cortina e, antes de retornar para a cama, foi até o frigobar beber água. Ficamos nos olhando, nos apreciando, ela fitava meu pau duro e lambia os lábios demonstrando fome de pica. Mais um gole, um olhar malicioso, característico das mulheres que tramam safadezas, ela se vira, vai até a janela, abre novamente a cortina, se volta para mim, de costas para a janela, se aproxima e diz: – Quero mostrar…! Eu: – Ele ainda está lá? Ela: – Está escondido atrás da cortina! Eu estava sentado no bico do colchão, o pau apontando o teto, melado pelos nossos sucos íntimos, ela se ajoelha e começa a me chupar a cabeça do cacete, fazia questão de ficar de lado, bem visível ao olhar do vizinho tarado, enfiava tudo que podia na boca, lambia as bolas, punhetava como uma atriz de filme pornô que se exibe para a câmera. Depois se colocou de pernas abertas, costas para mim, frente para a janela e sentou abrigando entre os lábios vaginais meu caralho grosso, subia e descia o corpo de forma exibida, desavergonhada. Mudou novamente de posição, desta vez ocupamos a parte central do colchão e ela veio por cima, rabo virado para o vizinho ela murmurou: – Ele está me olhando… vendo minha bunda… não se importa? Eu: – Não… mostra para ele esse seu rabo gostoso, essa bunda bonita, esse cuzinho moreno… deixe ele ver você comendo meu pau…! Ela se sentia incentivada, subia e descia o quadril fodendo como uma puta, aliás foi assim que eu a chamei: – Vem putinha… rebola no meu caralho… mostra para ele o quanto você gosta de pica…! Ela: – Eu adoro pica… quero pica na buceta, na boca e no rabo… me dá pica…! Eu: – Sente tesão ao saber que tem alguém vendo você foder? Ela: – Muito… quero mostrar minha buceta cheia de pica… vou gozar dobrado… estou quase gozando…! Foram uns poucos minutos mais e gozamos juntos sob o olhar do vizinho tarado. Ela se deitou sobre meu corpo e relaxou até meu pinto amolecer e abandonar o ninho molhado. Fechamos a cortina, tomamos um banho, descansamos, comemos algo leve e, minutos depois saímos em mais uma incursão noturna em busca do bar para casais que não saia da nossa cabeça. Termino este relato por aqui, prosseguirei no próximo. Deixo meu e.mail para quem quiser comentar o que leu: mar98@ig.com.br.

Leave a Reply

You must be logged in to post a comment.

Para entrar em contato com este autor preencha o formulario abaixo e clique em enviar.

Sobre este autor

  • Escritos por: feliz
  • Membro desde: 2 de novembro de 2003

Outros contos de autoria deste autor feliz

Ultimos contos escritos por feliz »

Pesquisa