Welcome, visitor! [ Register | Loginrss

As melhores acompanhantes do Rio de Janeiro estão aqui! hotside.com.br

ESCRAVO SEXUAL

  • Enviado: 19 de agosto de 2008 22:52

Corpo do conto

Conheci Gustavo num clube para solteiros que fui, como sempre foi por intermédio de minha amiga Rose que conheci os mais variados tipos de lugares, este no entanto era para encontros de homens e mulheres para diversão e os prazeres da vida. Rose me disse que naquele clube encontrava-mos todos os tipos de homens, que estavam ali pelo sexo livre e a realização de suas fantasias. Chegamos lá pelas onze da noite, era um local grande e bem decorado, o salão central era bem espaçoso tinha poucos moveis, apenas sofás de cores fortes, um bar com uma diversidade grande de bebidas e um barman lindo de morrer, mesinhas de centro onde apoiar-mos os copos e uma varanda imensa e bem escura, acredito eu que para momentos mais quentes, uma musica tocava ao fundo e o ambiente esta a meia luz e algumas velas aromáticas iluminavam o local, pelo horário ainda esta um pouco vazio e foi neste momento que notei um rapaz meio destacado em um canto, era alto de porte atlético, boca carnuda, barba por fazer… ( diga-se de passagem, sou louca por homens com barba por fazer), estava elegante em um terno cinza e tomava algo, observando o local, cruzamos nossos olhares e ele deu-me um sorriso que fez meu coração acelerar no peito, comentei com Rose que a noite nem tinha começado e eu já tinha pescado um bofe kkk, Rose riu e brincou dizendo que eu era rápida e realmente não perdi tempo, fui ao bar e fiz questão de passar por Gustavo, estava num curtíssimo vestido preto, com um generoso decote que ia das contas aos seios, daqueles que tira-se rápido na hora certa, fui até o bar e pedi uma caipirosca de morango, estava aguardando o barman preparar o drink quando uma voz rouca perguntou-me algo, ao voltar-me dei cara com Gustavo que puxava assunto, não demoramos mais que meia hora e estava-mos nos amassando na varanda escura, nossa aquele homem era maravilhoso, aquela barba roçando no meu pescoço me enlouquecia e me deixava excitadíssima, presa pelo corpo dele senti seu pau duro como ferro e não me fiz de rogada e o agarrei com força fazendo-o gemer baixinho em meu ouvido, brinquei com aquela rola deliciosamente generosa por cima da calça, enquanto ele apertava meus peitinhos por cima do vestido, aquela boca carnuda me devorava, sugando minha língua, minha xota ardia te tanto tesão, peguei sua mão e enfiei por dentro do meu decote fazendo-o brincar com os biquinhos endurecidos dos meus seios, ele me olhava com um olhar safado e apertava forte me fazendo puxa-lo para mais perto de mim, ele sussurrou em meus ouvidos: – Quero mamar nestas tetinhas deliciosas, deixa eu mamar um pouquinho deixa…

Aiiiiiiiiiiiiiii aquilo me enlouqueceu, olhei ao redor para ver se mais alguém dividia o espaço conosco, tinha mais dois casais ali se atracando mais discretos e imperceptíveis, então desci o decote mostrando um dos meus seios, ele sem reservas e enfurecido caiu de boca, engolindo meu peitinho totalmente com aquela boca grande e carnuda, enquanto sugava um dos meus peitos, massageava o outro por dentro do vestido, minha buceta queimava e estava totalmente molhada de tanto tesão, não agüentei e então o afastei um pouco e discretamente tirei minha calcinha de renda preta e com ela toda molhada fiz ele cheirar, ele agarrou minha mão e cheirou minha calcinha com cheiro de sexo puro, pegou a peça abrindo-a e bem no fundo onde tinha vestígios dos meus líquidos vaginais ele lambeu, aquele homem era a perfeição……… Então, peguei sua mão, levei ate a boca e lambi cada um dos seus dedos, e que dedos, eram longos e grossos, ele me olhava sem piscar, lambi um por um deixando-os bem babados de saliva, então abri as pernas e levei sua mão na minha xota, ele apressadamente já foi querendo enfiar seus dedos na minha bucetinha, mais eu segurei e mostrei que quem controlava a situação era eu, ele riu entendendo o jogo e deu corda, peguei e fiz ele brincar com meu grelinho duro de tesão esfregando para cima e para baixo, e ia dizendo para ele: – Vc quer ela quer amor, ela ta louquinha para sentir estes dedos deliciosos machucando ela… Ele empurrava a mão e eu segurava até que ele não agüentando mais me segurou com força empurrando meu corpo de encontro à parede e disse: – Quer brincar com fogo é… E segurando com uma única mão os meus braços, enfiou seus dedos na minha buceta com tanta força que não consegui evitar um gritinho que foi logo abafado por um beijo violento, ele começou a socar minha xota com tanta força que meu corpo dava solavancos de encontro a parede, ele gemia no meu ouvido: – Vamos sair daqui sua puta sem vergonha, vamos para meu apartamento que vou acabar com seu fogo cadela… Perdi a noção do tempo e do espaço e gozei violentamente na mão dele, com a respiração ofegante nos beijamos e eu lambi seus dedos limpando-o todinho. Saímos dali e fomos para seu carro, ele queria me levar para o apartamento dele, mais eu disse que teria-mos tempo pois tinha um presentinho para ele e ele teria que ser paciente, então comecei alisar seu pau que ainda estava duro, coloquei ele encostado no banco e abri o zíper da sua calça, seu pau praticamente pulou para fora de tão duro, comecei a alisa-lo e cai de boca naquela pica deliciosa com uma cabeça generosa, chupei com vontade enquanto apertava o saco dele que gemia, punhetava aquela rola alternando movimentos rápidos e outros lentos, então subi no seu colo coloquei os peitos para fora e mandei ele chupar o que ele fez prontamente, segurei seu pau e coloquei na entradinha da minha buceta e comecei a brincar na portinha me movimentando rápido num sobre e desce sem deixar que sua tora me invadisse a xota, ele começou a morder meus peitos e a se contorcer, seu pau pulsava e percebi que ele estava preste a gozar, o que ocorreu logo em seguida enchendo minha bucetinha de melado. Voltei para meu banco, arreganhei bem as pernas e mandei ele limpar, lambendo tudinho sem deixar uma gota si quer, ele obedeceu como um bom menino. Ele me levou para casa um tanto frustrado por eu não ter aceito ir para seu Ap. mais antes de descer do carro agarrei seu rosto beijando-o com força, enfiando toda minha língua naquela boca grande apertei seu pau e sussurrei no seu ouvido: – Garanto que vc vai adorar a surpresa que reservei para nós amanha…

Antes da hora marcada preparei um verdadeiro arsenal para minha noite com Gustavo, tinha descoberto em mim uma vocação prazerosa por dominação, sempre gostei de dominar meus homens e depois de assistir alguns filmes decidi colocar em praticas algumas técnicas que para mim seriam exitantes, coloquei um conjunto de espartilho preto, com meias 7/8 e sapatos de saltos bem altos, um sobretudo cobria a roupa, na maletinha uma infinidades de brinquedos, chicote, óleos aromáticos, pomadas, géis, 2 consolos de tamanhos diferentes, uma cinta peniana e outras coisinhas.

Escutei a buzina do carro de Gustavo e meu coração disparou, estava excitadíssima e louca para colocar minhas fantasias em pratica, entrei no carro dei-lhe um singelo beijo nos lábios e ordenei que fosse-mos para seu apartamento, ele riu de minha cara seria, mais no fundo parecia perceber que se tratava de um fetiche. Chegamos ao seu apartamento e ele veio logo me agarrando e logo recebeu um tapa na cara que o fez me olhar assustado e raivoso, antes que ele pudesse falar algo, peguei pela camisa e falei entre os dentes: – Nunca mais me toque, escravo imundo, ou apanhara muito mais…

Gustavo entendeu na hora e seu semblante mudou, ele se aproximou de mim e disse: – sim minha senhora, perdoe-me por tal abuso…

Ordenei que providenciasse champagne e morangos, creme de leite e chocolate, e ele saiu como um louco dizendo que não demoraria. Assim que a porta fechou atraz de mim, fui para o quarto, tirei o lençol da cama e estendi um de seda vermelha, coloquei velas espalhadas por todo o quarto, fui até a sala e trouxe a mesinha de centro e coloquei próximo a cama e nela arrumei meu arsenal, fui a cozinha e peguei uma travessa de louça linda que encontrei coloquei água quente e tbm levei para o quarto, coloquei um vídeo de sadomasoquismo na TV, tirei o sobretudo e deitei-me na cama aguardando Gustavo chegar. Não demorou muito e o vi entrando pela porta do quarto, quando Gustavo me viu deitada na cama me masturbando ao som dos gemidos e gritos de um torturado ficou enlouquecido, quando vi sua cara percebi que a noite seria perfeita, me levantei da cama, o agarrei pela gravata e disse: – Se acha que não poderá suportar minha dominação, fale agora escravo imundo e bastardo… Ele caiu de joelhos aos meus pés dizendo: – Agüento tudo o que desejares minha senhora… Eu então o empurrei fazendo-o cair e ordenei que fosse a cozinha e trouxesse o banquete de sua rainha, não demorou muito e ele veio com uma bandeja com o champagne, os morangos, o creme de leite e gelo. Assim que depositou a bandeja sobre a mesinha o agarrei novamente pela camisa e o joguei na cama subindo sobre ele, ele tentou me tocar e levou outro tapa na cara…

 Nunca me toque a não ser que seja ordenado escravo, se me desobedecer outra vez sofrera as conseqüências… Levantei fui até a mesa e peguei duas cordas, quando ele olhou aquilo sorriu e não mostrou resistência, amarrei cada um de seus braços na grade da cama, deixando um pedaço bom o suficiente para que ele pudesse mudar de posição se assim fosse meu desejo. Então sorri na sua direção e disse: – Hoje vc será meu escravo sexual e é bom que sua rainha saia satisfeita, caso contrario vc sofrerá muito… Ele dizia simplesmente: – sim, minha rainha, sim… sim…

Então peguei uma navalha e voltei a subir por sobre Gustavo que ao ver o que eu tinha nas mãos perdeu um pouco a coragem, rindo meio sem jeito gaguejava sobre eu ter cuidado com aquilo e se era de verdade, para responder-lhe a pergunta, peguei um morango coloquei sobre seu peito e cortei tão rápido que ele nem piscou e disse: – É verdadeira o suficiente para vc?

Ele começou a falar e eu não contente peguei um lenço e amordacei sua boca dizendo: – cale-se escravo insolente, quem tu pensas que és, aqui só quem pode falar sou eu… Por um minuto vi desespero nos olhos de meu macho, mais eu sabia o que estava fazendo, rasguei sua camisa jogando-a longe, tirei seus sapatos, cortei seu cinto, a navalha estava realmente afiadíssima, quando comecei a cortar o gavião de sua calça ele se debatia murmurando algo, peguei o chicote e bati nele, mandando-o ficar quieto, ele fechou os olhos, sua testa cobriu-se de suor e eu continuava, arranquei-lhe as calças e o deixei somente de sunga, acariciei seu pau que mesmo tenso dava sinais de vida, massageei sua rola por cima da sunga e ele gemeu, ao ouvir seu gemido agarrei seu pau com força dizendo: – vc gosta disso não é escravo?, E continuei apertando e massageando suas bolas, então seu pau explodiu em virilidade, duro como rocha tentava furar a sunga, Gustavo tinha uma rola generosa, devia ter uns 18 ou 19cm de comprimento, mais era grossa, muito grossa e muito saborosa, com a cabeçona saliente, rosada e lisa, eu queria aquele pau dentro de mim, mais teria que me conter. Para ajudar aquela pica majestosa a escapulir da sunga, encostei a navalha bem na cabeça de sua rola, ele encolheu o corpo assustado, mais desci a mão e cortei o tecido me livrando daquele obstáculo, seu pau deu um salto, imediatamente enfiei aquela tora na boca, hummmmmmmm que delicia, fui enfiando ele todo ate quanto deu, Gustavo gemeu e senti as veias de sua rola pulsavam, passei a língua pela cabeça saliente e voltei a enfia-lo na boca com fome, eu tava faminta por aquele pau. Então fui ate a mesinha e voltei com a bacia com a água que já estava fria, espuma de barbear e um barbeador, olhei para meu escravo e perguntei: – Quer que eu tire a mordaça escravo, vai se comportar direitinho?, Gustavo balançou a cabeça afirmativamente e eu tirei a mordaça beijando-o em seguida com tanta força que mordi seus lábios fazendo-os sangrar, ao erguer a cabeça tinha meus lábios sujos do sangue daquele homem, seus olhos lacrimejaram e eu lambi cada gota de sua lagrima, sua respiração estava ofegante e ele perguntava o que iria fazer, e eu respondi: – agora sua rainha vai deixa-lo bem limpinho e preparado para me servir…

Molhei sua rola e passeia espuma de barba, comecei então a depilar o pau e o saco daquele homem, ele era bem aciado, tinha poucos pelos, mais queria ele liso como um bebe recém nascido, lentamente eu ia extraindo todo e qualquer vestígio de pelos do meu homem e ele gemia cada vez que eu carinhosamente passava o barbeador no seu pau, depois que terminei esta parte ordenei que ele se virasse e ficasse de quatro, ele me olhou assustado e antes que pudesse argumentar dei uma chicotada nas suas coxas, ele deu um gritinho e eu continuei: – vire-se agora estou mandando escravo, quero esse cuzinho depilado, vc escolhe como será, por bem ou por mal?

Imediatamente ele virou-se colocando aquela bunda branca, lisa e linda para o alto, ele pedia entre sussurros: – Minha rainha meu cuzinho é todo seu, mais peço que tenhas cuidado… Minha resposta foi outra chibatada agora na bunda, ele ria e dava gritinhos, eu queria rir mais me controlava, então passei a espuma naquele orifício rosado e peludo e iniciei a depilação, entre uma passada e outra do barbeador eu roçava meus dedos naquele cuzinho lindo e apertadinho, Gustavo gemia e ria baixinho delirando e dizendo: – aiiiiiiiiiiiiiiiiiii minha rainha que delicia, meu prazer é ser seu escravo e servi-la, faça o que quiser comigo, meu amor…

Após terminar, dei outra chicotada naquela bunda branca e vi que logo ficou vermelha, mandei ele se deitar e ele obedeceu, peguei um óleo afrodisíaco e comecei a passar em seu corpo massageando suas costas com força, descendo ate sua bundinha e besuntando com fartura aquele cuzinho com o óleo, ordenei que se virasse o que ele fez prontamente e recomecei a passar o óleo, no seu peito esfregando bem os mamilos, sua barriga, seu pau, suas bolas e coxas, agora ele tava como eu queria, então tirei o espartilho deixando a mostra meus seios bicudos, duros e empinados como se fossem furar o que tocassem, mostrei a ele e perguntei: – Vc quer eles meu escravo?, Perguntava e massageava meus peitinhos ardentes de tesão, minha buceta estava encharcada, não saberia quanto tempo agüentaria, eu torturava Gustavo mais sofria tanto quanto ele pois queria que aquele homem me fudesse com violência me fazendo gritar como uma cadela. Ele fazia gestos com a boca dizendo que queria mamar nas minhas tetas, que era meu bezerrinho e queria leitinho, então subi nele e comecei a esfregar meus peitos na sua cara, ele tentava inultimente coloca-los na boca mais eu não deixava, então perguntei: – Bezerrinho quer leitinho quer?, E tirei a calcinha e o restante da roupa ficando completamente nua, fiquei de pé sobre a cama, virei de costas para ele e sentei minha buceta na sua cara, comecei a esfregar a xota na sua boca dizendo enquanto batia nele com o chicote: – xupa seu filho da puta, ela ta cheia de leite, chupa por que to mandando… Senti sua língua invadir minha buceta e gemi alto, comecei a rebolar a buceta na sua cara quase sufocando-o, levei as mãos por baixo e abri bem os grandes lábios e enfiando meu grelo na sua boca, ele mamava sugando meu grelo e dando pequenas mordidinhas, tentava enfiar a língua na minha buceta e eu suspendia o corpo, ate que desci a xana na sua cara e deixei ele chupar a vontade, gozava como uma louca, enquanto Gustavo se matava para me chupar eu me fartava na sua rola, sugando aquela cabeça, babando na sua rola deixando-a encharcada de saliva e esfregava aquela piroca nos meus peitos, esfregando nos bicos endurecidos de tesão, apertava seu pau e puxava ele como se quisesse arranca-lo, ele gritava: – aiiiiiiiiiiiiiiiiii, caralho, delicia minha rainha me come sua puta safada… Ao ouvi-lo me chamar de puta me voltei e levantei dizendo: – vc me chamou de que seu insolente, de puta?, E comecei a dar chibatas nele que gritava enlouquecido: – bate sua cachorra, bate que eu gosta, sua cadela gostosa, piranha, devassa… bate que seu macho gosta… Mais Gustavo gritava mais eu me exitava, sem agüentar mais, sentei sobre seu pau, coloquei na portinha da minha buceta e comecei a brincar dizendo: – Vc quer que eu te coma filho da puta, quer?, E antes que ele dissesse que sim, agarrei na grade da cama e empurrei aquela rola grossa com tanta força dentro da minha buceta que ele gritou alto: – aaaaaaaaaaaaaaaa, caralho, me fode com essa buceta gostosa piranha, haaaaaaaaa, me fode, me fode… Eu socava minha buceta de encontro aquele pau que me preenchia por completo, eu queria sentir dor, queria que ele me machucasse com aquela rola grossa, eu metia com tanta força que suas bolas pareciam querer entrar na minha buceta, seu corpo dava solavancos de encontro a cama, ele tentava inultimente se desvencilhar das cordas e gritava: – Me solta, caralho, me solta…. E puxava os braços fazendo com que marcas fortes surgissem, gozei fartamente naquele pau, uma, duas, três vezes e continuava forçando ele dentro de mim, Gustavo se contorcia e dava sinais de que ia gozar, ao perceber seu desespero, sai de cima dele, deixando seu pau livre, ele gritava: – Não amor… quero gozar na sua buceta, volta, mete essa xana molhada na minha rola, deixa eu gozar… Eu dei um tapa na cara dele, peguei o gelo que tava na vasilha e joguei na sua pica fazendo-o gritar, então eu disse: – vc só vai gozar quando eu mandar escravo, eu ainda quero muita rola, sua rainha é insaciável… Em seguida retirei todo o gelo, e meti aquele pau gelado na buceta novamente, sentir aquilo frio entrando em mim me fez gozar imediatamente, assim que sua rola recuperou o calor natural eu tirei de dentro da minha xota, virei de costas e fui introduzindo toda sua tora dura no meu cuzinho, ao sentir a presão que seu pau fez na entrada no meu cu Gustavo gritava enlouquecido para eu solta-lo, mais eu não soltava, por ser muito grossa sua rola encontrou um pouco de dificuldade em penetrar meu cuzinho apertado, mais não me fiz de rogada, segurei naquela vara com a mão e fui empurrando cu a dentro dizendo: – aiiiiiiiiiiiiiiii escravinho sua rola é muito grossa, mais o cuzinho da sua rainha agüenta, aiiiiiiiiiiiiiiiii…

E então empurrei aquela vara com tudo no meu rabo, sentando nele e sentindo-o bater nas tripas, ao senti-lo todo dentro de mim comecei a rebolar naquela piroca gostosa, fazendo suas pernas de apoio eu empurrava a bunda mais e mais naquele caralho, eu queria que ele me arrombasse o rabo de tanto tesão que eu sentia, rebolei que nem uma cadela no cio e Gustavo começou a gritar desesperado:

- Minha rainha não suporto mais, deixa seu escravo gozar neste cuzinho apertado, deixa, aiiiiiiiiiiiiiii, vou gozar caralho, vou encher esse rabo de leite… Eu acelerei o rebolado mandando ele gozar, e encharcar meu rabo com seu leite quente, dizia: – Goza escravo, me enche de melado seu filho da puta… E senti imediatamente aquele chato de porra encher meu cuzinho de leite. Assim que seu pau saiu do meu rabo, eu olhei para traz e vi Gustavo de olhos fechados, suado e ofegante, então falei:

- Vc quis gozar no meu rabinho escravo, agora vai deixa-lo limpinho… E fui posicionando minha bunda na sua cara e ordenei que ele lambesse toda a porra que escorria do meu cú, ele não se fez de rogado, e passava a lingua, eu forçava o anus a expelir a porra e ele lambia, satisfeita, me virei e o beijei com paixão compartilhando com ele o resto do gozo que ele tinha colhido do meu cuzinho. Deitada sobre ele deixei que agora mamasse fartamente meus peitinhos, dizia que era a recompensa dele por ter sido um bom menino.

Levantando, mandei que Gustavo ficasse de quatro na cama, que agora seria minha vez de comer seu cuzinho, ele aceitou prontamente mais me confessou que o maximo que haverá chegado com uma mulher, era uma deliciosa lambida no seu anus, eu o tranqüilizei dizendo: – Pode deixar escravinho delicioso, depois que eu terminar vc nunca mais vai querer outra coisa…

Ele ficou de quatro e empinou aquela bunda branca para o alto, como eu já tinha besuntado aquele rabinho de óleo, iniciei uma massagem estimulante, eu passava os dedos num vai e vem e a cada vai e vem eu forçava a entrada do meu dedinho naquele rabinho, ele travou a bunda e eu ri, peguei o chicote e dei uma lambada na sua bunda gritando: – Relaxa escravo, se não vai doer… Iniciei um banho de língua naquele cuzinho, e enquanto brincava com minha língua massageava suas bolas por baixo, seu pau logo deu sinal de vida, quando percebi que Gustavo relaxara o corpo iniciei minha exploração, introduzi meu dedo indicador inclinando-o para baixo e esfregando sua próstata, ele gemeu alto e fechou o cu prendendo meu dedo la dentro, senti um tesão imenso ao sentir aquela boca anal segurando meu dedinho delicado, continuei a massagear e retirei, em seguida enfiei agora dois dedos e mais um e quando ele se deu conta eu socava três dos meus dedos naquele cu e ele rebolava na minha mão como uma cadela no cio, gemia e dizia: – Deliciaaaaaaaa, amor, aiiiiiiiiiiiiii, puta que paril não sabia que isso era tão gostoso, mete rainha, mete mais, aaaaaaaaaaaaaa…

Seu pau parecia explodir de tão duro, então cheia de tesão não achei justo só ele se divertir, fui até a mesinha e peguei um consolo de silicone rosado, daqueles que são duplos e que tem um divisor no meio para uma dupla penetração, quando ele viu aquilo na minha mão argumentou que não sabia se suportaria, mais eu o tranqüilizei dizendo que seria uma boa senhora, e em seguida peguei um gel anestésico e lambuzei o cuzinho do meu homem e fui enfiando lentamente aquele consolo rosado no seu rabo que recebeu muito bem, fui vendo aquilo sumir no cuzinho do Gustavo e ele urrar de tanto tesão, em seguida ergui meu corpo por cima da bunda dele e enfiei a outra ponta na minha buceta e comecei a bombar aquela rola de borracha no cu dele e forçando ela na minha buceta, era maravilhoso, estava-mos colados que nem cachorros trepando, eu segurei na sua cintura para me dar maior apoio e forcei aquele para dentro dele, era como se eu tivesse rola e metesse na minha fêmea, era maravilhoso, gente é uma coisa indescritível a sensação que vc sente, eu segurei no seu pau e apertava mais do que bombava e gozei gostoso naquele consolo, então tirei aquilo dele e meti a língua, gritava para ele: – Não goza seu filho da puta que vc vai gozar no meu cuzinho…

Assim que lambi e limpei o gel daquela bundinha mandei ele se virar, seu pau parecia um mastro curvado, assim que ele se posicionou sentei naquela tora e comecei a cavalgar loucamente arrancando gemidos de prazer do meu escravo, tirei o seu pau da minha buceta e ainda de frente para ele mandei que puxasse as pernas criando um apoio para minhas costas e então sentei meu cu na sua pica, deixando a buceta bem de frente para sua cara, peguei um consolo tão grosso quanto sua rola e fui metendo na buceta, ate enfia-lo totalmente e deixa-lo la dentro e então comecei a rebolar a bunda naquele caralho duro, ate que senti a cabeça inchar e Gustavo encher meu cú de porra novamente. Fiquei por um tempo assim sentada ainda, seu pau continuava duro, tirei o consolo da buceta e disse: – Meu escravo quer ser libertado quer?

Gustavo disse que sim e com a navalha eu cortei as cordas que prendiam suas mãos, assim que se viu livre agarrou-me pelos cabelos gritando: – vagabunda agora é a minha vez… Me jogou na cama, arreganhou minhas pernas e meteu aquela rola na minha buceta sem dó, socou com força, eu sentia suas bolas batendo na minha bunda, eu gritava: – mete gostosooooooooooooooo, mete com força, me rasga seu corno, filho da puta, aaaaaaaaaaaaaaaai, delicia eu quero mais, quero mais, haaaaaaa…

E ele vendo que eu queria mais rola, socava cada vez mais forte agarrado em meus cabelos, então eu gritei para ele parar, ele ainda meio sem entender me olhou, eu me afastei dele e o empurrei, levantei da cama e o puxei pelo braço levando até uma cadeira que tinha ali, ageitei a cadeira de uma forma que eu pudesse usar a parede como apoio para as costas, coloquei ele sentado e de frente para ele fui sentando na sua pica metendo toda ela no meu cu, e dei a ele o consolo mandando que ele metesse na minha buceta, ele obedeceu, minhas pernas estavam por sobre os braços da cadeira e minhas costas encostada na parede, ele então meteu o consolo na minha buceta lentamente e eu gritava para ele meter como macho e senti o poder de minha ordem quando ele enterrou aquele consolo com tudo na minha buceta senti aquilo bater no meu útero, dor e prazer se misturavam, com as pernas sobre os braços da cadeira e controlava as investidas de sua rola no meu cu e ele socava aquela boracha na minha buceta, quando o tesão era insuportável, ele me agarrou pela cintura me puxando ate eu sentir suas bolas bater na minha bunda, gozamos juntos e ficamos agarrados por um tempo, fomos para o banheiro e tomamos um delicioso banho e nos fartamos com morangos e champagne. Esta foi minha primeira experiência com dominação, mais amei cada minuto que tive aquele homem sobre cabresto, mais não paramos por ai, com Gustavo ainda realizei muitas outras fantasias que contarei em outro momento.

Quem quiser trocar idéias e fantasias me escreva será um prazer te-lo como amigo, mais só adiciono em meu MSN quem deixar um recado de e-mail para mim.

Beijos ardentes e dominadores.

Leave a Reply

You must be logged in to post a comment.

Para entrar em contato com este autor preencha o formulario abaixo e clique em enviar.

Sobre este autor

  • Escritos por:
  • Membro desde: 29 de julho de 2014

Outros contos de autoria deste autor

Ultimos contos escritos por afrodite »

Pesquisa