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Ele comeu minha cunhada e minha esposa

  • Enviado: 25 de fevereiro de 2002 02:04

Corpo do conto

Minha esposa já sabia de minha fantasia de ver ela transando com outro homem mas nunca tivemos coragem de colocar em prática, mas nada que com um pouco de álcool e loucura não se realize. Neste carnaval fomos acampar, eu, minha esposa, minha cunhada e seu “namorado”. Tati minha cunhada nunca quer se envolver e vira e mexe está com um namorado novo, ela é um pouco mais nova que minha esposa, tem 28 anos e nós na faixa de 30 e poucos, já viajamos muito juntos e temos liberdade entre nós. Desta vez Tati levou Marcos, quem eu já conhecia mas não tinha muita amizade mas sabíamos que tínhamos os mesmos gostos, adoramos aventuras e coisas inusitadas.

Nosso camping ficava próximo de uma praia agitada, visitamos todas na proximidade no sábado e domingo, mas na segunda-feira resolvemos conhecer praias mais reservadas onde não houvesse o tumulto do carnaval, quase impossível mas encontramos, o calor era insuportável entramos na água para se refrescar, a cada onda que minha esposa pegava o sutien saía deixando seus lindos seios a mostra, nas primeiras vezes eu e Tati reservávamos alertando-a da situação e Marcos não perdia um lance, após um certo tempo e por não haver quase ninguém naquela praia muito menos próximo de nós Mariana, minha esposa resolveu o problema com certo tom de brincadeira soltando de vez as alças do sutien e arriando-o até a altura da calcinha, ela e Tati estão acostumadas a fazer top-less quando estão em praias desertas mas com estranhos era raro isso acontecer, talvez porque eu e todos estávamos nos dando muito bem com o Marcos e parecia uma amizade antiga. Sentíamos a vontade com ele, que era muito parecido conosco, ele na hora agiu com naturalidade rindo da situação mas como todo bom homem adorou o show, olhou um pouco sem discreção para os seios dela depois se acostumou. Um clima de tesão ficou no ar, eu e Mariana em pouco tempo saímos da água e fomos para areia deixando o casal só. Tomando uma cervejinha avistamos os dois no maior amasso na água, embora Marcos estivésse de costas para nós quando a água abaixava era visível as pernas de Tati abraçando a cintura dele e seus braços o pescoço, aquela posição era deliciosa, Mariana olhou para mim com a cara de quem está morrendo de tesão, voltamos para água, porém ao nos aproximarmos eles se soltaram, para não quebrar o encanto nadei um pouco mais até o fundo deixando Mariana próximo deles, ela e Tati não nadam muito bem, ou melhor, não nadam nada e no máximo acompanhadas vão até a altura do peito delas, um pouco acima da minha cintura, minha esposa tem 1,62 de altura e 56 kilos de puro tesão, quando voltei Mariana se segurava em Marcos abrançando por trás e Tati segurava em suas mãos boiando, porém numa baixa de maré notei que a rola do Marcos estava dura e a cabeça saindo para fora da sunga e quase encostando no braço da minha esposa que ao eu chegar perto se soltou dele e veio em minha direção. Fiquei louco de tesão na hora mas Mariana nem havia notado e só se segurava com medo das ondas mesmo.

Voltamos para o camping e num momento que estávamos a sós comentei o ocorrido com ela, Mariana sorriu e disse que se soubesse teria batido uma punhetinha para ele, levamos na brincadeira mas um certo clima ficou no ar, comentamos que o Marcos não havia tirado os olhos dos peitos dela e que estávamos matando o rapaz de tesão. Quando caiu a noite as duas foram tomar banho enquanto eu e o Marcos ficamos enchendo a cara, Tati voltou vestindo um vestidinho largo destes que ela jamais usaria sem sutien devido ao decote, porém ao sentar na cadeira para lavar os pés antes de entrar na barraca deixou os seios completamente a mostra para nós que estávamos em frente, Mariana vestia um conjunto de short e camiseta apertados. Entramos os 4 na barraca e sentamos para tomar umas cervejinhas, Tati e Mariana são morenas só de cabelo, a pele delas é extremamente branca e os olhos claros, meio verde escuro, e se queimam facilmente, sentadas passavam um hidratante e comentavam que haviam se queimado demais, observávamos como dois gaviões. Marcos pediu para Tati mostrar a marquinha e ela abaixou uma das alças do vestido descobrindo quase que completamente um seio, lembrando o dia caimos quase que instintivamente no assunto de nudismo, Marcos falou que nunca havia feito mas que não teria vergonha, ficamos de um dia qualquer visitar uma praia de nudismo.

Terça-feira era nosso último dia, pretendíamos voltar a noite para não pegar muito trânsito, pegamos o carro e fomos procurar outra praia mais sossegada e ficamos sabendo de uma á uns 30 kms longe de onde estávamos mas que tinha até umas cachoeirinhas na proximidade, andando pela rodovia avistamos uma praia isolada e pelo visto de difícil acesso pois era em um desfiladeiro de pedras e mata para chegar até lá, parei o carro no acostamento e começamos a descer pelas pedras, chegamos a um mini-paraíso totalmente deserto, andando pela encosta e atravessando mais umas pedras chegamos a uma mini praia com até um córrego de água doce que descia pelas pedras e formava um laguinho, raso pois não passava da altura do meu joelho, mas era suficiente para retirar a água salgada e a areia do corpo. Após perceber que estávamos completamente isolados, protegidos por duas paredes de rocha nas laterais e a mata atlântica atrás e o mar a frente as duas decidiram fazer top-less, em pouco tempo estávamos a todos nús. Tati havia depilado a parte debaixo da bucetinha e me deixava louco só de ver, uma determinada hora ela sentou-se cruzando as pernas e ficou meio aberta a bucetinha, comecei a ter uma ereção e convidei minha esposa para tomar um banho de mar, acabamos sendo acompanhados por Tati e Marcos, Marcos nadou um pouco enquanto eu segurava as duas numa profundidade suficiente para elas se divertirem, quando ele voltou estávamos com a típica e infantil brincadeira onde Mariana mergulhava e passava por entre minhas pernas, logo ele foi passar por debaixo das pernas da Tati e começamos a aumentar a distancia, Tati em seguida passou por debaixo de Marcos e pediu para eu e minha esposa ficarmos atrás dele que ela iria tentar passar por entre nós 3, mas não conseguiu, Marcos para mostrar superioridade fez o feito e até mesmo que sem dúvida era para olhar bem de perto a bucetinha da minha esposa e roçar o corpo nela e por eu ser mais alto óbviamente nem ia encostar na minha rola. Eu mesmo mergulhei algumas vezes e vi o que ele estava vendo, era duas bucetinhas arreganhadinhas debaixo d´água, dava vontade de abocanhar. Uma das coisas mais loucas da brincadeira que me deixou louco de tesão foi quando Marcos ficou atrás da minha esposa, antes quando eu ia mergulhar ficava a Mariana na frente, e Marcos abraçado e encoxando a Tati que ficava entre os dois, percebi que ia rolar algo diferente quando isso aconteceu, ambos estávamos com o pau duro e só faltei enfiar o pau na minha esposa e não nego, embora nunca tenha comido minha cunhada, que fiquei doidinho para enfiar a rola nela uma ocasião que fiquei por trás dela embora a putinha não permitiu uma encoxada nota 10, minha rola ficou ficou acima da bunda dela na base das costas.

Ficamos mais um bom tempo brincando na água, fora as encoxadas nada de excepcional aconteceu, voltamos para areia e quando o sol da hora do almoço começou a ficar forte decidimos ir almoçar e voltar para se preparar para ir embora. Passamos uma tarde tranquila e no cair da noite voltamos. Era umas 8 horas da noite, começamos a tomar umas cervejas com desanimo de desmontar a barraca e arrumar o carro, frente ao desanimo resolvemos ir na madrugada, acordar cedo, arrumar as malas e partir, mas para ser mais tranquilo e notando que em breve iria chover arrumamos parcialmente as bagagens já colocando no carro quase tudo, desde malas até um dos quartos da barraca.

Começamos a beber e minha esposa e Tati reclamando que tinham se queimado demais, nossa barraca tem uma área que costumamos deixar aberta para circular o ar mas desejando podemos fechar como estava começando a chover entramos e baixamos totalmente, Tati e Mariana já haviam tomado banho e estavam trocadas para viajar de calça, embora estivesse chovendo o calor dentro da barraca era grande e Tati tirou a calça ficando só de calcinha e camiseta, em pouco tempo Mariana também tirou a calça, as duas estavam super vermelhas, ficamos tomando cerveja bem umas duas ou mais horas quando começou a me dar um sono, deitei no quarto me cobrindo com um lençol e fui tirar um cochilo deixando as duas conversando no avançê da barraca com o Marcos, entre um cochilo e outro acordei e vi Marcos passando hidratante na Tati que estava deitada de bruços só de calcinha com a cabeça voltada para o lado oposto da minha visão, minha esposa estava sentada de costas para mim e Marcos estava atento na massagem, a luz do lampião de gás estava mais fraca e minha visão não era das melhores mas dava ver nitidamente que ele caprichava no creme colocando mais na mão e encharcando entre as pernas dela, alisando as pernas e subindo para as costas mas tomando como centro e ponto de partida sempre a bunda. Ela reclamava um pouco soltando um gemidinho que não conseguia segurar de tesão e falava que era por culpa do creme que estava gelado. Fiquei finjindo que estava dormindo porque de hora ou outra minha esposa virava para ver se eu estava dormindo mesmo, dado um tempo Tati levantou-se, vestiu a camisa e comentou que agora estava mais aliviada das queimaduras e perguntou se Mariana não queria passar também, minha esposa olhou para mim e levantou-se retirando a camisa e deitando de calcinha onde antes estava Tati, Marcos começou a passar o creme nas costas dela e eles falavam como que para relaxar a situação e com a maior naturalidade, embora Mariana estava deitada com o rosto virado para meu lado a luz fraca não deixava ela perceber que eu estava com os olhos semi-abertos, logo Marcos começou discretamente a alisar a bunda da minha esposa e eu tudo que queria era bater uma punheta forte que já fazia discretamente, as mãos dele desciam pelas pernas dela e subiam por entre as pernas até encostar na buceta dela, torneava uma coxa, depois a outra e subia pelas costas até a nuca, depois de um tempinho Mariana virou-se de barriga para cima deixando os seios a mostra, Marcos continuou massaeando as pernas e subindo pela barriga, fazia alguns comentários que estava bem queimada e ela limitava-se a dizer que estava ardendo, as mãos dele contornaram os seios numa atitude cautelosa e depois sem timidez passou a massagear um e depois o outro, nesta hora Tati revezava na sacanagem protegendo a irmã dando uma olhadela ou outra para mim que finjia estar dormindo, Marcos agora já não só massageava como também pegava os bicos dando uma leve apertada, meu pau latejava a cada ousadia dele, em pouco tempo mais de tempo Tati comentou que achava que eu ia acordar, certamente para cortar o barato dos dois (ou por medo mesmo pois não sabia que eu estava adorando), Marcos parou e Mariana levantou-se agradecendo e vestindo a camisa. Tati foi guardar o creme na bolsa que estava aos meus pés e ao mexer na bolsa aproveitei para finjir que tinha acordado. Todos disfarçamos que não tinha acontecido nada.

A chuva já havia parado abri a barraca, colocamos as cadeiras para fora, tomamos algumas cervejas, papeamos um pouco mais e eu e Mariana resolvemos deitar, tão logo deitamos e nos cobrimos começamos a trocar carícias, arranquei a calcinha da minha esposa e comecei a fodê-la estando deitados de lado, mal coloquei a rola e já escutamos Marcos e Tati entrando e fechando a barraca, a luz do lampião foi apagada, minha esposa ainda tentou procurar a calcinha mas acabou ficando sem mesmo, Marcos entrou primeiro no quarto e deitou, ficando minha esposa entre nós, estávamos deitados de lado sendo que eu abraçava a minha esposa de costas, Tati ainda demorou um pouco e entrou, Marcos perguntou se ela queria dormir no meio porém ela negou-se dizendo que se sentiria sufocada, queria dormir na porta onde o ar é mais fresco. Após uns minutos de silencio e acomodações voltei a alisar a buceta da minha esposa que estava super molhada, eu enfiava o dedo discretamente para que os outros não percebessem os movimentos e certamente Marcos estava fazendo o mesmo com Tati pois era possível sentir um leve arrastar no lençol. Após um bom tempo percebemos uma certa movimentação da Tati que devia estar tirando a calcinha e Marcos o calção e por mais que tentasse disfarçar o Marcos ao abrir o calção que tinha um velcro, fez um barulho típico e acabou se entregando que ia comer a Tati, fez um comentário que estava incomodando e tirou o calção. Estávamos todos muito próximos uns dos outros, eu não conseguia ver Marcos muito menos Tati, mas sabia que Mariana estava encostada nele, continuei comendo Mariana que devia estar com as mãos acariciando levemente o Marcos e percebi pela movimentação dele e de minha esposa que eles estavam procurando um jeito de se acariciarem sem ser notados, Marcos devia estar em uma situação difícil, comendo a Tati e querendo acariciar minha esposa com um dos braços, tirei minha rola dela e esperei para ver como ela reagiria. Ela afastou-se um pouco de mim e ficou mais apertada contra o Marcos que estava de costas para ela, percebi que ela acariciava ele e fazia a irmã perceber que estava fazendo porque por estarmos todos muitos próximos era impossível que a irmã não sentisse. Em pouco tempo as posições foram se trocando até que minha esposa ficou deitada de barriga para baixo, Marcos no meio sendo punhetado pela Tati que ficou de lado para ele que com as mãos acariciava a bunda e a buceta da minha mulher e de Tati. Eu acariciava a cabeça de minha esposa enfiando o dedo medio da minha mão esquerda na boca dela que chupava fortemente, com a mão direita fui descendo pelas costas dela, passei meu dedo pelo rego até encontrar a mão do Marcos que ficou inerte por alguns segundos, o dedo dele estava dentro da buceta dela, efiei meu dedo junto com o dele, arreganhamos a buceta dela, voltei minha mão para boca, umideci com saliva e enfiei no cú dela, Mariana respirava fundo e sua respiração ofegante me deixava mais louco de tesão.

Marcos puxou Tati e deitou sobre ela na clássica posição de papai e mamãe, com uma das mãos enterrava o dedo na buceta da minha mulher fazendo um vai e vem fodendo as duas ao mesmo tempo, ele abraçou minha mulher e puxou o corpo dela até ficar encostada na Tati depois saiu de cima dela e começou a comer minha mulher e acariciar a Tati invertendo as posições, comia uma um pouco e depois fodia a outra, começou como frente e verso pois minha esposa estava de bruços e Tati de frente, uma hora ele mandou a Tati deitar de bruços também, agente concordava em tudo até na posição de trepar eu também adoro comer por trás, ele juntou o corpo das duas para ter alcance. Minha esposa tem os seios mais volumosos que Tati e pelo visto encantava o Marcos pois quando ele estava fodendo ela, ele enfiava as mãos por baixo do corpo dela e segurava os peitos dela, eu batia uma punheta e já estava pronto para gozar, quando ele saiu de cima da minha esposa e foi para Tati aproveitei a brecha e foi comer minha esposa, a buceta dela estava laceada, quente e úmida, minha rola entrou com a maior facilidade, não aguentei muito tempo e gozei encharcando mais ainda a buceta dela, Marcos gozou na Tati.

Dormimos e acordamos na madrugada, como se nada tivesse acontecido voltamos e não tocamos no assunto até agora. Como eu estava doido para contar para alguém, troquei os nomes e relato esta loucura aqui.

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