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DESCOBRINDO O SITE DE CONTOS ERÓTICOS

  • Enviado: 17 de dezembro de 2002 08:00

Corpo do conto

Meu nome é Ana Carolina, sou enfermeira, tenho 40 anos e 15 anos de casada. No dia 05 de outubro de 2002 encontrei por acaso o site de contos eróticos e comecei escrever minhas histórias: HISTÓRIA Nº1 DESCOBRINDO O SITE DE CONTOS ERÓTICOS)Meu marido ia viajar para trabalhar na filial da empresa na Zona Franca de Manaus e resolveu instalar o computador no nosso quarto, ensinou entrar na Internet, mostrou as salas de bate papo e viajou. No sábado a noite depois de assistir televisão, resolvi ligar o computador, mesmo sem saber mexer direito, entrei na salas onde o pessoal falava “manda fotos…manda fotos”, achei ridículo, pensei em ler algum livro. Antes de desligar o computador achei por acaso o site de contos eróticos. Algumas histórias lia até o final, outras parava no começo. Isto era pra lá da meia noite, tive receio de mexer alguma tecla e sair e não saber entrar no Site. Depois de ler algumas histórias gostei de uma que um irmão transou com a irmã, pode até ser ficção, mas descreveu tão bem que me excitei. Li algumas de homossexuais, a maioria não gostei, parece que os homens não tem a mesma sensibilidade das mulheres para descrever a emoção. A que mais gostei foi de lésbica, fiquei tão excitada que li 3 vezes a mesma história. Olhei para o relógio já era 4 horas, o tempo passou e nem senti. Fui tomar banho para ver se o fogo abaixava, estava a perigo. Deitei na cama e fiquei pensando nos detalhes da história que tinha gostado. Comecei me masturbar e peguei o vibrador, coloquei a camisinha e fui fundo 20 cm bem grosso, gozei pra caramba. Peguei no sono, acordei 7 horas, o computador ainda estava ligado. Uma semana depois comecei escrever meu primeiro conto “DEBAIXO DO LENÇOL…ACREDITE SE QUISER!”. Mandei para o site e no dia seguinte foi publicado e comecei receber e-mails, vi que os leitores estavam gostando. O primeiro que recebi disse que tinha transado no telhado. O segundo usou palavras da baixo calão, achei uma baixaria e não respondi. O terceiro mandou uma seqüência de fotos de sexo explicito. O quarto contou as brincadeiras que fez com as primas, o quinto foi de uma mulher, ela enviou fotos de mulheres se acariciando. E assim tenho conquistado muitos amigos e todos e-mails são respondidos. HISTÓRIA Nº2 “DEBAIXO DO LENÇOL…ACREDITE SE QUISER”).Sempre procurei não deixar meu casamento cair na rotina, quem é casada sabe do que estou falando, é difícil conseguir. Assim que casei conversei com meu marido sobre isto, falei que nossa vida seria feita de emoções, e que um segundo de mentiras poderia acabar com uma eternidade de verdades. Para não deixar as mentiras acontecerem nós tínhamos um momento na cama que era chamado de “ACREDITE SE QUISER”, era o seguinte: Nos cobríamos com o maior lençol que tinha em casa, debaixo do lençol valia tudo, só não podia cortar um ao outro, tinha que deixar falar o que quisesse, podia falar todos os assuntos: o que estava sentido; fantasias, cantadas, sonhos, verdades, mentiras, etc. Era um momento especial, porque liberávamos totalmente falando coisas que normalmente os casais não falam, inclusive segredos da intimidade, por exemplo: meu marido contou dos troca-troca que fez quando era criança; que viu sua mãe transando com seu pai pelo buraco da fechadura; os detalhes das transas com sua ex-noiva e das cinco namoradas, e de todas suas relações sexuais; contou ainda que tinha quebrado com o dedo a virgindade de uma namorada no dia que ela vez 18 anos; que tinha recebido cantadas para ter relação homossexual, mas não teve coragem de aceitar; entre outras. Eu contei que tinha tido 4 namorados; que meu primeiro namorado tirou minha virgindade e tentou comer minha bunda, e não deixei porque tinha um pau grande; que meu segundo namorado gozou na minha boca; que meu terceiro namorado tinha um pau pequeno e deixei tirar a virgindade do meu ânus. Contei todas as minhas transas, que na realidade não foram tantas assim, tudo nos mínimos detalhes. E contei meu maior segredo, que não tinha contado para ninguém. Foi o seguinte: No último ano da faculdade, tinha um namorado, o quarto da minha vida, morava numa cidade do interior de São Paulo, e repartia aluguel do apartamento com uma colega da faculdade. A minha colega era estudiosa, bem comportada e não tinha namorado. Nós combinamos que quando eu estivesse no apartamento com o meu namorado daria duas voltas na chave da porta para ela não entrar, era nosso código. Um dia esqueci a chave com uma volta só, minha amiga entrou e me pegou no flagrante, estava pelada no sofá sentada no colo do meu namorado, ela olhou discretamente e não falou nada e foi para o quarto dela. A minha colega tinha uma amiga que fazia residência na faculdade de medicina. Ela convidou a amiga para ensinar uma matéria que estávamos com dificuldade, isto foi numa sexta feira, ficaríamos estudando o final de semana para prova de segunda feira. Só que ela recebeu um telefonema no sábado, era sua mãe avisando que um tio tinha falecido e teria que viajar para sua cidade e me deixar sozinha com a sua amiga. No sábado lá pelas duas horas da manhã não estávamos agüentando mais estudar e fui tomar banho, abri a ducha, a nossa amiga, entrou no banheiro, porque deixei a porta encostada. O banheiro não tinha separação entre o chuveiro e a bacia, ela me viu pelada, e começou elogiar, falou que eu era muito bonita, na verdade sou jeitosa, mas nem sou tão bonita assim. Nesta época eu não gostava de me depilar, ela comentou sobre meus pentelhos, e disse que ela era totalmente depilada. Paramos o assunto por ai. O apartamento tinha duas camas, uma de casal que eu dormia e outra de solteiro da minha colega. Falei para ela dormir na cama de solteiro. Deitei na minha cama, logo em seguida ela apareceu perguntando se poderia dormir na cama de casal, porque tinha medo de dormir sozinha, achei papo furado, mas estava tão cansada que deixei. Coloquei uma calcinha de malha folgada e uma camiseta, na época gostava de dormir assim, peguei no sono, acordei com nossa amiga chupando minha vagina. Ela simplesmente puxou minha calcinha do lado e estava com a língua lá dentro. Pedi para ela parar, até empurrei, mas ela insistiu e já estava com a língua bem em cima do clitóris. Ai não teve jeito e deixei, pegou um dedo e colocou no meu ânus, sendo chupada e com o dedo lá, não demorou muito e gozei. Ela falou que era minha vez de chupar, pensei um pouco, minha consciência estava pesada, mas chupei, era raspada de tudo. Mesmo sendo minha primeira vez coloquei o dedo no ânus, e fiz do mesmo jeito que ela fez comigo, ela gozou e deu alguns gritos. Em seguida ela deitou no meu ombro e falou que tinha sido maravilhoso. No final ela quis beijar minha boca, aí já era demais e não deixei. No domingo minha amiga chegou de manhã, perguntou se eu tinha gostado do estudo, achei estranho a volta antecipada da viagem e perguntei se ela sabia de alguma coisa, ela falou que sim e que tinha inventado a história da morte do tio, só para amiga ficar sozinha comigo, disse também que era uma mulher “resolvida”, ou seja uma mulher que sabe amar outra mulher, e já tinha transado com a amiga dela, falou ainda que era apaixonada por mim e sentiu o maior tesão naquele dia que me flagrou transando com meu namorado, só que não teve coragem de se declarar. Xinguei ela de filha da mãe prá cima, e falei que não esperava isto dela, estava no final do ano e deixei essa história pra lá. Só foi essa vez, elas se formaram e nunca mais nos falamos. Com certeza teve mais detalhes, mais quem quiser saber mande um e-mail acviveiros-sp@ig.com.br que prometo responder a todos. ANA CAROLINA.

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