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Dentro do ônibus

  • Enviado: 22 de junho de 2002 04:01

Corpo do conto

Como sou viciado em ler os contos deste site, vou relatar alguns lances que acontecem comigo quase diariamente, dentro do ônibus que tomo para ir trabalhar ou voltar para casa.

Esse ônibus tem o percurso bastante longo e costuma ter intervalos grandes entre um e outro carro. Portanto, está sempre lotado, como a maioria dos ônibus de São Paulo.

No horário que costumo tomar o ônibus, sempre vêem muitas mulheres, freqüentemente em pé. E muitas delas, com suas magníficas bundas voltadas para o corredor lotado.

É muito freqüente as passadas de mãos e as raladas com o cacete nessas bundas. E a maioria das mulheres gostam de se sentirem tocadas ou apertadas dentro do coletivo, pois, quase nenhuma delas esboça reação, como cara fechada, bronca, escadalo, etc.

Alguns dias atrás, ao entra no ônibus, tinha uma morena com uma bundinha muito certinha, redondinha e arrebitada, bem na minha frente. Como carrego uma maleta, estou sempre com uma das mãos ocupadas e para baixo. Assim que entramos no mesmo ponto, o motorista arrancou com o ônibus, mas, freiou bruscamente devido ao semáforo, e a deliciosa em minha frente se desequilibrou, caindo “sentada” sobre minha mão. Ao perceber que ela cairia, estiquei um dos dedos, e quando ela caiu, pude sentir o calor que a bocetinha daquela morena exalava. Foi um lance espetacular.

Também tem uma loira muito gostosa, que sempre está no ônibus e desce um pouco antes que eu. Ela é muito bonita de rosto, tem um belo par de seios, fartos e firmes, coxas bem grossas e gostosas e uma bunda fenomenal. Não costumo vê-la todos os dias, mas, da última vez ela estava com um conjunto de saia e blaser, com as coxas de fora. Quando eu a vi, ela estava levantando, pois, seu ponto se aproximava. Eu parei no corredor para que ela passasse. Porém, meu objetivo era tocar aquela bunda maravilhosa. Como o ônibus estava bastante cheio, não tive dúvidas. Assim que ela entrou em minha frente, colei bem atrás dela e abri dois dedos e enterrei minha mão naquela bunda maravilhosa. Quase tive um orgasmo só em tocá-la.

Agora, o melhor lance aconteceu esta semana. Tomei o ônibus bastante lotado, ficando parado logo na porta, sem subir as escadas, com uma moreninha bem na minha frente. Ela costuma tomar este ônibus e está sempre de cara fechada, muito séria, e sempre acompanhada de outra morena, muito gostosa e simpática. Essa que estava na minha frente, sempre que eu encostava em sua bundinha, ela se afastava um pouco. Como não sou de ferro e ela tem uma bunda bem gostosa, meu pau ficou duro e apontando pra cima. Aos poucos fomos subindo e notei que ela sua “amiguinha” conversavam bem próximas, quase que no ouvido. Então, desconfiei que são lésbicas e casos. Fiquei na minha, com meu pau apontando pro alto. Fomos subindo e adentrando pelo corredor, quando deparo com uma morena clara, com cabelos e olhos castanhos claros, bonita de rosto, um belo par de seios e uma bunda bem redondinha e arrebitada, usando uma calça social de tecido bem fino. Neste dia eu usava calça social e cueca samba-canção, deixando meu cacete bem solto. Meu pau já apontava para cima e eu delirava com a visão daquela bunda bem ao meu lado. Abriu um espaço e eu fui me aproximando e encostando com cuidado, com receio da reação daquela delícia. Com o balanço do ônibus, encostei naquele bumbum arrebitado e ela nem olhou. Tomei coragem e me encaixei bem atrás dela, apontando meu cacete bem no meio daquela bunda. Um novo balanço do coletivo e eu encostei novamente, agora bem em direção ao reguinho daquela delícia. Para minha surpresa, ao sentir meu contato, ela olhou rapidamente para trás por cima do ombro e imediatamente arrebitou ainda mais aquela bunda deliciosa e veio ao meu encontro. Fui às nuvens. Esse foi o sinal para eu me afastar um pouco, flexionar levemente os joelhos e voltar, enterrando ainda mais meu cacete naquela bunda. Nesse momento, eu apertei aquela mulher deliciosa o máximo que pude, por algum tempo. Então diminui a pressão do aperto e ela novamente arrebitou aquele rabo maravilhoso em direção ao meu cacete, e eu me deliciei novamente. Infelizmente, tive que sair do corredor, porque tinha gente querendo passar, mas, não me afastei sem antes esfregar meu pau por aquela bunda e em seguida, alisá-la com a mão.

Depois desse dia, não aconteceu mais nada marcante, mas, prometo voltar a contar, assim que algo gostoso volte a acontecer.

Se alguém quiser trocar idéias ou experiências, ou simplesmente manter contato, escreva para meu e-mail.

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