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DE MACHO PARA MACHO

  • Enviado: 3 de julho de 2003 21:10

Corpo do conto

Minha mulher e meu filho haviam viajado para Cabo Frio na sexta-feira antes do carnaval para evitar o trânsito inevitável de todo feriado prolongado para a Região dos Lagos. E aqui fiquei eu, só no Rio por uma noite, tendo em vista que por motivos de trabalho só poderia me juntar a eles no sábado à tarde. Depois que minha mulher me telefonou à noite para falar que estava tudo bem, fiquei de saco cheio de ficar em casa. Vejam a situação: eu, 40 anos, cheio de vida e saúde, boa aparência, gente boa, sempre na minha, pela primeira vez depois de muitos anos me via só em uma noite véspera de carnaval.

Coloquei uma roupa, peguei um táxi e fui até Copacabana, que com certeza teria algum movimento. Sentei-me em um dos quiosques do calçadão e pedi uma cerveja. Não estava a fim de nada em especial além de umas poucas cervejas já que não estou acostumado com bebida alcoólica e uns três chopps já me deixam meio “alto”.

Distraído, me assusto um pouco com um rapaz, mais ou menos da minha idade, pedindo para sentar na mesa já que eu era o único a ocupar sozinho uma mesa e já não havia mais nenhuma disponível naquele quiosque.

O cara era gente muito boa, um goiano que tinha estava trabalhando naquela semana no Rio e estava esperando a mulher e os dois filhos chegarem no dia seguinte seguinte (sábado) para passarem o carnaval no Rio.

Depois de cinco minutos de conversa parecia que nos conhecíamos há muito tempo. Logo estávamos ruindo muito, contando passagens de nossas vidas. Confesso que já tinha bebido mais do que minha cota normal, mas a conversa estava muito agradável e o álcool ainda não havia subido.

Como já estava ficando tarde, ele me sugeriu que fôssemos para o bar do hotel onde estava hospedado, bem em frente aonde estávamos.

Atravessamos a rua e fomos para o bar, cheio de turistas e barulho, e aí foram mais algumas cervejas.

Como não estávamos nem conseguindo conversar direito, ele perguntou o que eu achava da idéia de irmos para seu quarto, continuarmos com nossas cervejas. Eu concordei e subimos.

Nesse ponto cabe um esclarecimento: levo uma vida absolutamente hétero, nunca tinha qualquer contato sexual com outro homem, a não ser umas sacanagens de adolescentes.

Bom, no quarto ele pediu licença para tomar um banho e me deixou à vontade para pegar mais uma cerveja no frigobar. Quando saiu do banho estava somente com uma calça curta do pijama, branca, poderia dizer que era até um pouco transparente. Mas tudo isso sem qualquer conotação sexual. Eu já estava me sentindo em casa, só com minha bermuda, sem camisa e fui na janela admirar a beleza da paisagem. Ele veio por trás e encostou de leve, tenho certeza que sem querer, seu pau em mim, que embora mole, deu para sentir que era um pouco comprido. Isso aconteceu como uma coisa totalmente sem intenção e depois de mais cervejas ele confessou que estava há mais de 10 dias no Rio e que não tinha feito nada em matéria de sexo, que não via a hora da esposa chegar para ele tirar todo o seu atraso.

Com esta conversar eu notei que ele começou a ficar de pau duro e segurando me falou: olha como eu estou só de falar essas coisas. Não sei porque, mas aquilo me excitou, um cara macho como eu, homem como eu, ali na minha frente de pau duro em seu pijama transparente. Eu fiquei sem graça e ele também notando minha excitação perguntou se eu também estava no atraso. Eu respondi que não há tantos dias como ele, mas que tinha uns bons dias que eu não transava.

Aí, meu amigos, a coisa pegou fogo. Ele veio para o meu lado e me deu um tremendo beijo, mas beijo entre machos e não daqueles apaixonados. Eu só sentia meu pau vibrar dentro da minha cueca e o dele dentro do pijama.

Nesse ponto ele perguntou se eu já tinha transado com homens e eu falei das sacanagens de adolescentes. Ele confessou que tinha dado umas poucas vezes e que também gostava de comer um cara, mas só fazia isso com caras bem machos como eu.

Quando me vejo, ele estava ajoelhado na minha frente com meu pau duraço todo dentro da sua boca. Que sensação maravilhosa! Aos poucos ele foi tirando minha bermuda e minha cueca e ficou louco com a marca de sunga que eu estava (sou claro e estou bem queimado de sol). E cada vez me chupava mais até que eu pedi para ele parar que eu estava perto de gozar.

Ele então se levantou, tirou a calça do pijama que estava totalmente “armada” e pôs para fora um pau comprido, porém não muito grosso e pediu para que eu mamasse. Embora eu relutasse ele comentou que era uma oportunidade que eu teria de estar fazendo sexo com um macho de verdade e tendo em vista que ele não mora no Rio, seria um segredo só nosso e isso também seria uma garantia de sigilo.

Muito sem jeito e sem vontade coloquei aquele pau duro na minha boca. Eu sentado na cama e ele em pé na minha frente me explicando o que eu deveria fazer. Chegou a um ponto que eu estava gostando da situação e meu pau vibrava como poucas vezes eu o vi assim.

Eu tirou o pau da minha boca, nos deitamos na cama e ficamos no maior amasso entre macho. Eu que nunca tinha experimentado isso estava me amarrando na situação.

Ele se deitou de bunda para cima e pediu para que eu ficasse encostando meu pau no seu rego, sem meter. Assim eu fiz e quase gozei em ver um macho de pernas bem apertas, com aquela bunda gostosa virada para cima e eu sarrando.

Depois foi a minha vez: ele se virou, colocou seu pau encostado em sua barriga e pediu para que eu encostasse minha bunda nele. Que sensação gostosa, eu nem podia encostar no meu pau porque se não eu gozaria. Sentia aquela coisa dura entre as bandas de minha bunda e estava em êxtase total.

Mais beijos entre machos cheios de tesão e ele se levanta vai ao banheiro e vem com um pacote de camisinhas e um hidratante. Aquilo me assustou um pouco mas ele me tranquilizou dizendo que eu não faria nada do que eu não quisesse.

Ele abre uma camisinha enquanto me mamava e depois encapa meu cacete. Passa o hidratante no seu cuzinho, deita-se de bunda para cima, com um travesseiro de forma que ficasse mais exposto e abre bem as pernas e me pede com sua voz de macho: me como agora, cara, que eu não aguento mais de tesão.

Eu que nunca tinha passado por uma situação semelhante, estou bêbado de prazer e aos poucos fui vendo o meu pau afundar naquela bunda gostosa, enquanto o cara gemia e pedia para meter bem devagar. Quando ele sentiu meus pentelho roçarem sua bunda ele pediu para que eu parasse um pouco e depois começasse a fuder. Fui a loucura, o cara arrebitou mais a bunda, abriu as pernas o mais que pode e me pedia para meter cada vez mais rápido e fundo, e assim eu ia fazendo, até que eu senti umas contrações do seu cu no meu pau: era ele que estava gozando, gemendo baixou para não ser ouvido pelos vizinhos.

Depois de um certo tempo eu ainda metendo, ele pediu para parar e tirar o meu pau. Fiquei frustrado porque ainda eu não havia gozado.

Descansamos um pouco, ele se levantou, tomou um banho e disse para eu não me preocupar porque ele me faria gozar como eu nunca havia gozado, de tão gostoso que seria.

Tomei um banho também e quando retorno ao quarto ele já está deitado de pau duro, tocando uma punheta levemente. Pede para que eu deite ao seu lado e encosta a boca no meu ouvido e pergunta que eu não gostaria de dar para ele. Aquilo me deixou com tesão, ser desejado por outro macho, mas eu neguei. Ele falaou que se doesse ele parava, que ninguém iria ficar sabendo, que era uma coisa entre machos e que nenhum de nós seria mais ou menos homem por causa daquilo. Resumindo, ele acabou me convencendo. E agora era a minha vez de chupar o seu pau enquanto eu abria o pacote de camisinha para encapar aquele caralho que em breve eu sentiria dentro de mim.

Eu passou bastante hidratante em mim, me vez ficar bem relaxado e disse para eu ficar em pé, apoiado em uma mesa do quarto, pois homem a gente como por trás, segundo ele.

Eu tremia de nervoso enquanto ele me posicionava apoiado na mesa e metia bem devagar um dedo em mim para ir me alargando. Prometeu que iria bem devagar porque tinha certeza que eu nunca tinha dado, o que era verdade.

Quando o pau dele encostou na minha bunda e eu vi pelo espelho ao lado da mesa a cena, confesso que fiquei de pau duro na hora. Ele segurou o meu mau e foi enfiando bem devagar, quando eu senti a cabeça entrar eu vi estrelas, mas ele sabia fazer bem feito e seu pau não era muito grosso.

Aquela imagem refletida no espelho, vendo cada vez mais eu engolir com minha bunda, que estava perdendo o cabaço, um pau de um cara bem macho, me enchia de tesão. Quanto eu senti seus pentelhos na minha bunda, cheguei a ficar arrepiado. Passei a mão por baixo de mim e senti os nossos sacos juntos, e eu segurei os dois com uma só mão.

Ele começou a meter e a tirar e eu pedi para que, mesmo de camisinha, ele não gozasse dentro. E assim ele fez. Metia tudo e depois tirava, só deixando a cabeça dentro de mim e eu vendo tudo aquilo pelo espelho, e depois voltava a enfiar tudo novamente. Nunca senti tanto tesão, tanto que em pouco tempo eu gozei com ele me tocando uma punheta enquanto me comia.

Quando finalmente tirou o pau dentro de mim, minhas pernas estavam bambas, e ele de pau duro. Tirou a camisinha e pediu para eu deitar que ele queria gozar em meu peido cabeludo. E assim foi feito: enquanto ele ajoelhado sobre o peito se masturba e gozava rios de porra nos meus pelos, eu goza roçando meu pau em sua bunda.

Depois de descansarmos um pouco, tomamos outro banho e já era muito tarde e eu tinha que ir embora.

Não trocamos telefones nem e-mail, porque ele disse que a possibilidade dele voltar ao Rio seria muito pequena.

E agora eu, leitor assíduo dos contos héteros estou fazendo uma coisa que jamais imaginei fazer: escrever como eu dei a bunda pela primeira vez, nos contos gays.

Tudo isso aconteceu, é pura verdade e devo confessar que embora passasse alguns dias sentido um incômodo, gostaria de repetir a experiência.

Então, se você e realmente macho, de preferência casado, que venha ao Rio por curto período (de preferência para fins de semana ou feriado porque é mais fácil para eu me arranjar aqui em casa) e curte um troca troca com cara bem macho, por favor entre em contato. Sigilo e segurança são fundamentais.

Meu e-mail: fernandosilva_rj@hotmail.com.

Por favor só machos discretos e bi.

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