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COMO DEI PARA O MEU GENRO

  • Enviado: 10 de fevereiro de 2003 18:23

Corpo do conto

COMO DEI PARA O MEU GENRO

O que vou contar agora aconteceu realmente no final de 2002.

Antes de contar vou falar um pouco de mim para que me conheçam melhor. Tenho 55 anos, cabelos curtos, sou ruiva natural (todinha, minha vulva é peludinha), 1,69m, 68 kgs , coxas grossas, bunda grande, seio fartos (um pouco caídos). Tenho tbm o que chamam de clitóris avantajado (quando excitada ele sai mais ou menos 1,5 cm para fora dos grandes lábios).

Sempre fui muito quente na cama e até 8 anos atrás tive uma vida sexual bastante movimentada. Meu marido era um homem, embora 12 anos mais velho que eu, completamente pervertido e tarado por sexo.

Até este acontecimento que vou relatar eu nunca tinha tido outro homem.

Em 1995 ele enfartou e logo após passou a ter depressão (mal do qual nunca ficou totalmente curado), o que o levou a tomar medicamentos que acabaram com sua (e minha) vida sexual.

Temos uma filha de 32 anos, casada com um homem de 35. Meu genro, que até a data do acontecimento considerei como um filho, pois o conheço desde a adolescência, é um homem alto (1,85m), magro, e muito bonito.

Pois bem, vamos aos fatos: Em 10 de dezembro de 1992 fomos para nossa casa de praia, a fim de passarmos o verão; minha filha, meu genro e meu neto (que tem 9 anos) foram conosco; Minha filha (Marisa) viajaria dia 20, pois os pais de Bruno (meu genro) pediram que ela levasse o Bruninho para passar o final de ano com eles. Meu genro só iria depois do dia 20 de janeiro, quando entraria em férias. Na noite do dia 19 (foi aí que tudo começou) fizemos um churrasco para comemorarmos a viagem de minha filha e todos bebemos um pouco a mais, especialmente meu genro. Ele estava muito assanhado, percebi que durante o churrasco sempre que podia bolinava minha filha e dava a entender que iriam fazer sexo anal naquela noite,

Por volta de 1 hora da manhã fomos nos deitar. Deitei e dormi direto. Na madrugada (mais ou menos 3 horas) acordei com sede. Levantei para ir beber água e ao passar pelo quarto de minha filha notei que a porta estava entre-aberta. Quando cheguei perto para fechá-la escutei gemidos. Ia dar volta, mas a curiosidade foi maior e cheguei mais perto para ouvir. Minha filha dizia: Aaaaiiii que gostooooosoooo….. enfia mais essa língua Bruno…. que delícia…… aaaaiiiiii……. não resisti, espiei pela fresta. Minha filha de pernas abertas e Bruno com a cabeça enterrada nas coxas dela, ela agarrava sua cabeça e forçava contra a boceta…. Fiquei espiando, vi quando ele tirou a cabeça de suas coxas e se posicionou para penetrá-la. Ouvia ela dizer bota querido… bota tudo…. rasga a tua mulherzinha….. aaaaiiiiiii…. que pauzão gostoso… Minha cabeça voava, ao mesmo tempo que queria me afastar queria tbm ficar vendo e ouvindo, lutei contra a curiosidade e voltei para o quarto, mas não consegui dormir, aquela cena e aquelas palavras insistiam em martelar dentro de minha cabeça. Olhei para meu marido, ele dormia . Comecei então a sentir algo que não sentia a muitos anos. Sentia um calor nas minhas partes mais íntimas. Toquei de leve nos meus seios e senti os bico duros, escorreguei minha mão por dentro da calcinha e me toquei, para minha surpresa eu estava molhadinha. Fiquei me tocando e relembrando as transas que já tinha tido. Então resolvi ir ao banheiro para ficar mais a vontade. Sentei-me no vaso sanitário, peguei um escova de cabelos e enterrei o cabo na minha boceta enquanto manipulava meu grelo, que parecia estourar de tão grande. Já estava quase gozando quando a porta abriu, era meu genro… ficamos nos olhando por rápidos instantes…. ainda pude ver o imenso volume sob suas cuecas. Ele fechou a porta e saiu. O meu tesão acabou aí. Fiquei envergonhada. Voltei para o quarto mas custei a dormir. Na manhã seguinte acordei e estava fazendo o café enquanto pensava como encará-lo quando ouvi barulho atrás de mim, era meu genro e minha filha. Ele abraçou-me por trás( por rápidos momentos senti seu corpo encostado no meu como nunca tinha acontecido) e beijou-me lenta e demoradamente a face. Aquilo me arrepiou toda. Tentei afastar esses pensamentos. Por volta de meio-dia ele foi levá-los na rodoviária. Voltou a tardinha com 2 garrafas de vinho dizendo que era para bebermos . Procurei não encará-lo, estava com vergonha. Graças a Deus ele não tocou no assunto. Mais tarde, meu marido foi deitar e fui para a rede. Estava com um short curto e de pernas um pouco largas e de camiseta, apenas isso. Estava perdida em pensamentos quando vi uma taça de vinha me sendo alcançada, era meu genro. Ele puxou uma cadeira (de praia) e sentou-se na minha frente. Estava somente de calção, bem folgado. Fiquei bebendo pensativa, sem coragem de encará-lo quando percebi um certo volume sob seu short, levantei os olhos e vi que ele olhava fixamente para minhas coxas. Aí percebi que pela posição que eu estava ele podia, certamente, ver meus pelos pubianos. Imediatamente fechei as pernas. Ele levantou os olhos e sorriu. Confesso que me senti lisonjeada. Um homem de 35 anos tendo uma ereção por minha causa. Tornei a abrir as pernas lentamente. Começamos a conversar assuntos banais e continuamos bebendo. Quando levantei para buscar a segunda garrafa ele então fez uma brincadeira dizendo: “Minha sogra ainda tais uma gata…. Deves chamar bastante a atenção dos homens quando passas.” Ri alegremente e rebolei mais ainda. Quando voltei para a varando passei no quarto para ver como meu marido estava. Ele dormia sob o efeito do lexotan. Talvez por causa do vinho eu estava alegre, solta…. Enchi nossas taças e voltamos a conversar. Meu genro não se conteve e tocou no assunto da noite anterior. Pediu desculpas por abrir a porta sem bater. Fez uma cara de ordinário e perguntou-me se eu havia chegado ao fim do que estava fazendo. Fiquei meia sem graça. Não sabia o que dizer. Baixei os olhos e o vi tocando, descaradamente, no pau que estava sob o short. Então criei coragem e disse que não. Ele insistiu: mas então continuas com vontade? Não respondi. Apenas sorri. Começamos então a conversar sobre sexo. Ele disse que entendia o que tinha acontecido. Que eu era nova e bonita e que meu marido, devido a seus problemas de saúde, não me satisfazia mais. Comecei então a dizer-lhe o quanto foi difícil para mim no início mas que agora, até aquela noite, eu tinha matado e enterrado essa vontade de sexo. Enquanto eu falava ele se tocava, já sem nenhum pudor. Pude ver o grande volume sob seu short. Aquilo tava mexendo comigo. Sentia aquele calor novamente. Sentia minha vulva úmida. Comecei então a esfregar as coxas umas nas outras. Procurei a garrafa de vinho aos meus pés e a encontrei vazia. Meu genro começou a me dizer que era podólatra, que tinha tara por pés. Que sempre achou meus pés lindos, mas que agora via que eu era linda inteiramente. Eu precisava fazer alguma coisa antes que o pior acontecesse. Levantei-me para sair mas cambaleei e ele me escorou. Nossos corpos se tocaram. Ele me agarrou firmemente. Senti seu pau encostado em mim. Quase desfaleci. Me desculpei e fui para o quarto. Meus pensamentos eram os mais libidinosos possíveis. Não conseguia dormir. Meu corpo fervia. Como eu podia estar sentindo aquilo pelo meu genro. Eu o conhecia desde a adolescência. E minha filha…… se soubesse de meus pensamentos o que aconteceria???? Resolvi levantar. Fui na cozinha, peguei um pouco de refri e me dirigi à varanda. Coloquei CD baixinho e fiquei de pé, ouvindo e me embalando ao balanço da música. Estava perdida em pensamentos quando senti um abraço por trás. Virei o rosto e dei de cara com meu genro. Ele estava colado em mim. Pensei em ser enérgica, mas não consegui. Ouvi ele dizer. “Desculpa, mas tô louco por ti.”.. podia sentir seu pau crescendo na minha bunda… estava toda arrepiada… ele susurrava em meu ouvido… como és gostosa, te quero pra mim,, deixa eu te fazer feliz…. abriu meu soutien, liberou meus seios e começou a massageá-los…. meus bicos ficaram duros… meu corpo ardia… já não aguentava mais… virei-me e o beijei, nossas línguas duelaram dentro da boca, bebi a saliva dele e ele a minha, suas mãos agora exploravam minha bunda… eu colava mais ainda meu corpo no dele para sentir aquela pica. Ele então forçou meu corpo para baixo até eu me ajoelhar, comecei então a baixar as cuecas dele e espantada vi aparecer um pau de dar inveja a qualquer ator de filme pornô. É imenso, sem brincadeira nem exageros, hoje sei que tem 23 x 7 . Coloquei o que deu daquela maravilha na boca e lambuzei tudo com minha saliva. Eu tava louca. Queria poder engolir tudo. Agarrei com as duas mãos e massageava, chupava, cuspia naquele pau…. aiiiiii… sogrinhaaaaa…..que delícia…. fazes melhor que a Marisa…. como é bom…. issssoooo…. deixa ele bem molhado….. Bruno foi se abaixando e me deitou no tapete, começou então a sugar os meus seios, foi descendo pela minha barriga, lambeu minha xana por cima das calcinhas, aquilo era uma tortura, eu queria que ele arrancasse as calcinhas e me comece, Ele chegou a meus pés, começou a beijá-los e passar a língua pelos dedinhos…. chupando um a um…. aí subiu novamente e começou a tirar minhas calcinhas. Que buceta linda….. dizia ele… quanto pelo….. aiiiii…que grelo… sempre quis uma mulher assim, peluda e greluda…. aaaaiiii que delícia…. Essas palavras soavam como música para mim, eu gemia e dizia ….. chupa querido…. chupa tua sogrinha toda…. isssssooooo vaiiiiiiii….aiiii amorrrr, morde o meu grelo morde….. eu vou gozarrrrrrr… aaarrrrrrrr…. filho da putaaaaaaa… não tô aguentando;…. tô gozadooooooo….. e me derramei toda… parecia que tinha me mijado…. Ele subiu e beijou minha boca, senti meu gosto na boca dele. Abri as pernas e me preparei para recebê-lo. AAAAaiiiii….devagar amooooor… devagar…. vais me rasgar toda seu puto…. pára…. Estava me doendo, talvez pq eu estivesse a 8 anos sem saber oue era um pau, mas eu estava adorando. Eu queria aquele pauzão dentro de mim. … continua boooottaaaaa….tudo…. me raga toda seu puto…. não pára…. quero tua porra todinha….. aiiii que delícia….. vou gozar de novo…….não páraaaaaa…. aiiiiiiiii……. tôooo gozanndooooo…… Parei, mas ele não parou. Tirou o pau de dentro de mim, todo melado e mandou eu chupar que iria gozar… chupa sogrinha….. chupa querida…. aiiiiii como é boooommmmm… fazzzz asssiiimm …. faz minha velha gostosaaaaaa… vou gozarrrrrr…… aiiiii putonaaaaaa e derramou tudo na minha boca, bebi o que pude, o resto escorreu pelo canto da boca. Ele então beijou-me e limpou o resto da porra que escorria no meu queixo. Eram 3 horas, eu estava cansada, mas não satisfeita, queria mais, mas isso eu conto depois.

Quem já viveu algo parecido e quiser trocar experiências comigo pode escrever, meu e-mail é mariclairmattos@bol.com.br.

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