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Comi uma velha

  • Enviado: 15 de julho de 2003 14:01

Corpo do conto

Comi uma velha

Todos os contos que eu li (a maioria, percebe-se serem fantasiosos e alem disto, mal escritos) descrevem a mulher como sendo linda, com um corpo perfeito. Será que as feias nunca são comidas?

Pois bem, eu comi uma velha e feia. Isto porque este relato é verídico. Não me afastarei da verdade, num único detalhe. Não mudarei os nomes, mesmo porque não será necessário citá-los.

Meu relato começa alguns dias antes do Natal de l990. Talvez uma semana antes. Eu estava passeando no centro de Curitiba, apreciando o movimento que o comercio gerava nesta véspera de Natal. Calçadas cheias de gente, e muita moça bonita. A noite estava bem agradável para um passeio.Eram 22 hs, quando resolvi apanhar o ônibus, para voltar para casa. Ao entrar no veículo percebi que não havia mais lugares vagos, mas o corredor estava relativamente vazio. Apenas duas senhoras com aspecto de terem uns 65 anos, vestidas com um uniforme de uma associação de voluntárias, que faziam trabalhos de caridade. Elas estavam em pé no corredor e seguravam nos bancos ocupados. Eu me aproximei delas, me segurando na coluna metálica do ônibus, ficando de frente para o corredor. Em certa altura do trajeto, o motorista freou bruscamente o veículo, para evitar um acidente. A inércia fez com que eu fosse projetado para frente, mas como eu estava me segurando com a mão direita na coluna, rodopiei e acabei sendo projetado sobre uma daquelas senhoras, que acabei literalmente encoxando-a. Só consegui me recompor depois que o carro parou. Voltei para a minha posição inicial. Aquela senhora veio então, até a mim, me olhou bem em meus olhos, com o semblante de reprovação.a principio pensei em lhe pedir desculpas mas, resolvi esperar a bronca, para só depois me desculpar. Durou uns vinte segundos de silêncio em nós nos olhávamos com o olho no olho. Para minha surpresa, em vez de bronca, a senhora se virou me dando as costas, sem nada falar, e continuando a conversar com sua companheira, foi aos poucos se chegando até encostar seu traseiro em mim. Pensei ca comigo: Esta mulher está mal intencionada. Fiquei firme na minha posição, deixando que ela se encostasse. Um pequeno trajeto a mais, e ela puxou a cordinha, dando sinal ao motorista que ele deveria para no próximo ponto. Apesar de que meu ponto para descer fosse uns quinhentos metros mais adiante, pensei em descer ali também, para no daria. Mas lembrei-me que ela estava acompanhada de sua amiga, e desisti da idéia. Quando o ônibus parou, percebi que ela estava se despedindo da amiga. Iria descer sozinha. Me apressei e também desci. A mulher já se distanciara uns cinqüenta metros, me fazendo apressar o passo para alcança-la. Chegando ao seu lado, comecei elogiando a instituição a qual ela pertencia, dizendo que eu admirava as pessoas que se preocupavam com a pobreza, ao ponto de trabalharem em favor destas. Ela sorriu, demonstrando ter gostado do elogio. Assim fomos conversando sobre seu trabalho voluntário, até chegarmos em frente a sua casa. Então disse-lhe que eu gostaria de beijar-lhe o rosto, em reconhecimento pelo seu belo trabalho. Ela consentiu. Segurei com as duas mãos as laterais de sua cabeça e beijei sua testa. Em seguida, sem soltar as mãos disse que iria dar mais um beijo pelo que ela fizera dentro do ônibus, e beijei-lhe a bochecha, porem já bem próximo a sua boca. Em seguida pedi para que ela repetisse o ato, encostando-se novamente em mim. Ela retrucou, dizendo:-

“Aqui ? Aqui não vai ser possível, pois os visinhos poderão ver”.

“Aonde, então ?”.

“Venha vamos entrar em minha casa”.

“Na sua casa ? e seu marido ? seus filhos ?.

“Eu sou viúva e moro sozinha. Meus filhos são todos casados e moram com suas famílias”.

Entramos. Logo que a porta se fechou atraz de nós, eu me posicionei em suas costas e encostei-me nela, agora já com meu pau à meia altura. Abracei-a pela cintura, mas, minha mão esquerda já subia em direção aos seus mamilos. Esmaguei seu seio, enquanto lhe dizia no ouvido:-

“Há quanto tempo que ninguém mais põe a mão aqui”

Enquanto isto, minha mão direita descia para a sua boceta. Chegando lá, disse:

“E aqui. Há quanto tempo ninguém mais pega nela”

Depois fui descendo até seu tornozelo para entrar por baixo de seu vestido longo e ir subindo pelas pernas na parte externa, até sua cintura. Engatei meu dedo na calcinha para puxa-la para baixo até o tornozelo. Pedi para a velha que levantasse seus pés para poder tira-la de vez.sem a calcinha, deitei a mulher no chão, sobre o carpete e levantei seu vestido até a cintura, deixando a mostra sua boceta cheia de pentelhos. Abri suas pernas e me posicionei entre elas e tirei minha calça. Para em seguida tirar meu cacete de dentro da cueca. Meu pau já estava devidamente duro, portanto introduzi na boceta desta velha senhora, sem nenhuma preliminar. Aos poucos fui sentindo que a lubrificação da sua vagina ia melhorando. Quando ela atingiu o gozo, eu também tratei de gozar dentro dela. Em seguida me levantei, guardei o cacete, coloquei a calça e fui embora, sem sequer olhar para traz, ou me despedir.

Passados os festejos de Natal e Ano Novo, lá pelo dia cinco do novo ano, resolvi visitar a velha. Chegando em frente a sua casa, defronte ao portão, bati palmas, mas não fui atendido. Depois vi que ao lado da porta de entrada, havia um botão de campainha. Abri o portão e fui entrando, com receio de poder haver um cachorro que poderia me atacar. Toquei a campainha uma vez, duas, três vezes. Já estava desistindo quando a porta se abriu. Era ela que abrira a porta, vestida com uma saída de banho e a toalha enrolada no cabelo.

-“Você!” disse. –“eu pensei que nunca mais te veria”. “Entre, por favor” “Eu estava no banho. Por isso demorei um pouco para atender”

entrei, fechei a porta e fui logo abraçando-a e procurando introduzir minha mão por dentro da saída de banho, em busca dos seus seios.

-“Não! Aqui não. Venha comigo” pegou-me pela mão e me levou para o seu quarto. Aos pés da cama, eu empurrei-a para que ela caísse de costas sobre o colchão. Desamarrei a sua saída de banho e o abri. Vi que por baixo, ela nada mais vestia. Estava nua. Diante desta nudez, meu pau foi ficando duro. tratei de me desnudar também. Em seguida dei-lhe um beijo na boca, para depois tirar a sua dentadura e fui levando meu pau em direção a sua boca. Ela não se fez de rogada e foi logo engolindo a minha pica. Vocês não imaginam que bela chupada foi aquela. Nunca imaginei que uma boca desdentada pudesse ser tão gostosa. Meu pau escorregando em suas gengivas. É melhor que uma boceta. Ela me pediu que não gozasse em sua boca. Por isso, antes de esporear, tirei e me controlei para não gozar. Enfiei na sua vagina, esperando que ela gozasse, para que eu enchesse a sua boceta com minha porra. Deitei-me ao seu lado e fiquei amassando seus tetões, que eram grandes e um pouco pendurados, mas gostosos para manipula-los. Quando meu pau levantou de novo, ajudado pelas mãos da mulher que o manipulava, perguntei se poderia coloca-lo em seu traseiro. Mas, ela não deixou. Dizia que o preferia na vagina ou na boca. Respeitei seu desejo. Assim continuamos alternando um pouco na boca outro tanto na vagina, até que enchi pela segunda vez aquela boceta. Assim passamos o resto da tarde e parte da noite, quando resolvi ir embora, totalmente satisfeito, sexualmente. Fora uma foda melhor que com muitas mulheres mais jovens. No entanto, nunca mais voltei lá. e nunca mais à vi.

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