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Comeu minha mulher e eu

  • Enviado: 8 de junho de 2002 11:43

Corpo do conto

Minha esposa é o tipo de mulher que todo homem quer: loira, corpo violão escultural, peitinhos duros apontados para cima, bunda deliciosa, pezinhos maravilhosos.

E o melhor: uma puta de verdade! Adora sexo em todos os sentidos. Adora roupas sensuais, vestidos curtos, mini-saias, calças coladas, saltos altíssimos. E como gosta de levar vara em todos os buraquinhos de seu corpo!

Demorou anos, mas convenci Cláudia (nome fictício) a transarmos com outro casal.

Ronaldo e Vera eram um casal perfeito. Ele, grandalhão, quase 2 metros de altura, forte, pauzudo. Ela, uma loira deliciosa. Começamos na boate e terminamos no motel. Era a primeira vez de todos.

Eu, mais tarado, logo puxei Cláudia para a sauna e chamei o casal.

Fiquei em pé e dei meu pau para Cláudia chupar.

Ronaldo e Vera, vendo isso, fizeram o mesmo.

O clima de tesão esquentou demais…

Fomos para a cama, vendamos as mulheres e começamos a brincar. Começava aí a real troca de casais…

Eu chupava os peitos de Vera enquanto incentivava Ronaldo a fazer o mesmo em Cláudia.

Elas tinham que “adivinhar” quem estava chupando… se era o marido ou o outro.

Depois, enfiei meu dedo na buceta já molhada de Vera.

Ronaldo não agüentou e caiu de boca em Cláudia, que gemia de tesão.

Colocamos camisinha sem que elas vissem, já que continuavam vendadas.

Pedimos para que as duas ficassem de quatro, porque iriam começar a levar vara.

Minha mulher adorou e não perdeu tempo: se abriu toda e pediu para ser comida porque não estava agüentando de tanto tesão.

Ronaldo olhou para mim como que ainda pedindo autorização.

Fiquei perplexo…que hesitação é essa, pensei…

Peguei em seu pau, já bem duro, e o dirigi para a buceta escancarada de Cláudia.

Quando sentiu o mastro atrás, Cláudia, que sabia não ser o meu pau, forçou o quadril para trás e engoliu o pau de Ronaldo.

Começou a rebolar feito doida na vara dele, que não se intimidou.

Pegou forte na cintura dela e começou a come-la feito um animal, um touro no cio.

Olhei aquela cena e, quando percebi, tinha me esquecido de Vera, que aguardava minha vara ainda de quatro…

Como sou bissexual, morri de inveja de Cláudia, desejando ser ela naquele momento, sendo devorada por um homem enorme e lindo…

Mas, voltei à minha heterossexualidade e meti em Vera, liberando todo o tesão que estava sentindo.

Ela rebolou feito louca na minha vara.

Tiramos as vendas das duas e elas começaram a se beijar e se lamber enquanto davam de quatro para nós.

Foi maravilhoso.

Gozamos eu e Ronaldo e ficamos assistindo Cláudia e Vera transarem loucamente, por quase meia hora.

“Vamos tomar um banho, enquanto elas transam”, perguntei a Ronaldo, que já estava de pau duro.

“Claro”, ele respondeu com um ar malicioso de quem já havia reparado na minha bissexualidade.

A banheira de hidro já estava cheia e morna. Entramos e ficamos de frente um para o outro.

Ronaldo começou a bater uma punheta, dizendo que aquela água morna dava-lhe mais tesão ainda.

Perguntei se ele queria gozar de novo.

Ele disse que sim, mas teria que esperar as mulheres acabarem o que estavam fazendo.

“Não precisa, não…”, disse, olhando para o pau dele…

“Você gosta disso, não é?”, e mostrou o pau para mim, “Eu vi como você gostou de pegar nele para colocar na sua esposa…”

“Gosto mesmo, gosto de buceta e de um pau bem grosso…”, respondi já pegando naquela tora.

Ronaldo não fugiu, pelo contrário, abriu bem as pernas, se ajeitou melhor e fechou os olhos.

“Bate uma punheta para mim, então, seu corno viadinho”

Fiquei excitadíssimo quando ele me xingou…

Comecei a bater a melhor punheta de todas naquele pau de 22 centímetros (perguntei a ele o tamanho, depois).

“Chupa ele, chupa…”, pediu

Não precisava pedir…caí de boca naquele mastro e suguei, chupei, lambi, beijei, cheirei, ah, fiz tudo o que podia, chupei suas enormes bolas, aquela cabeça vermelha, macia e dura ao mesmo tempo…

Fiquei em ponto de levar bala…

“Me come…”, pedi quase gemendo de tesão.

“Lógico, fica de quatro para mim”, mandou.

“Põe uma camisinha…”, pedi.

Ronaldo colocou com muita agilidade a camisinha e caiu de boca no meu cu…

Lambeu tanto meu rabo que vi todas as estrelas do universo…

“Ahhh”, eu só gemia, meu cu piscava, eu rebolava na boca dele.

“Me come, por favor, não agüento mais!”

Ronaldo me pegou pela cintura e foi levando meu cu em direção ao seu pau…

Foram momentos de delírio quando aquela cabeçona dura encostou no meu rego, depois no meu buraquinho.

Abri com as mãos minha bunda para escancarar meu rabo para ele.

Ronaldo começou a meter, colocou a cabeça e parou.

“Não pára!!”, gritei…

Ronaldo enfiou tudo de uma vez…22 centímetros entalados na minha bunda…que delícia, doeu um pouco, mas logo parou.

Sentia os pentelhos dele em mim, as bolas do saco batendo em mim, o peito peludo dele nas minhas costas, sua respiração na minha nuca, as mãos que me prendiam ao seu corpo, foi um orgasmo sem gozo estar ali naquele momento, nas mãos daquele homem que tinha acabado de comer a minha esposa.

Dei que nem uma puta louca e desvairada…Dei como uma fêmea no cio…como a cadela da minha mulher.

“Que delícia, como você é gostoso…minha putinha, viadinho, puto, seu cu é delicioso”, gemia Ronaldo no meu ouvido.

“Come a sua puta, come, gostoso, enfia esse pau bem fundo na minha bunda, deixa ela doendo, vai, come sua cadela, sua putinha, come, macho gostoso, me come, vai, me domina, me cooooome….”

E gozei fartamente enquanto Ronaldo também enchia a camisinha de porra e me fazia sentir as golfadas dentro do meu cu. Pena não poder sentir a porra dele encher meu rabo, mas é melhor se prevenir do que nunca mais ter prazer, né?

Ficamos um tempinho parados, exaustos, afinal, nossa transa havia durado uns 40 minutos e, por isso, já tínhamos nos esquecido das duas mulheres, Vera e Cláudia que, lógico, depois de transarem, ficaram na porta do banheiro apenas assistindo, de camarote, Ronaldo me comer.

“Que lindo, hein, não sabia que você gostava de homem também…”, brincou Cláudia que, lógico, sabia das minhas preferências.

“Que tesão de homem o seu, Vera, por isso, não podia deixar de prova-lo…”

“Tudo bem, já fazia tempo ele tinha a fantasia de transar com um homem…ainda bem que foi com você.”

Conversando, nem percebemos a cena: Ronaldo sentado na banheira e eu, como sua fêmea, sobre seu colo, de costas para ele, sentindo em minha bunda seu pau mole, mas enorme, com a cabeça descansando em seu peito.

Convidamos as mulheres para se juntarem a nós na banheira, para uma nova rodada de sexo.

Desta vez, sem limitações, comi Vera, Ronaldo comeu Cláudia, as duas se beijavam, nós dois também, Cláudia deu o rabinho para Ronaldo e Vera para mim.

Lá pelas tantas, já no quarto, quando todos estávamos exaustos, Ronaldo continuava em ponto de bala e pediu para me comer de novo, já que nossas mulheres estavam dormindo.

Não só aceitei como pedi que me usasse como quisesse, que abusasse de mim, me fizesse sua puta.

Fiquei de 4 na cama e levei vara de novo.

Foram mais 20 minutos com o pau dele entalado em mim.

Ele gozou nas minhas costas (pedi que fizesse isso) e caiu, quase desacordado.

Ajeitei minha bunda e deixei aquele homem sobre mim, já que conseguia respirar normalmente.

Dormimos os dois.

Foi uma primeira vez inesquecível para um swing.

Depois eu conto outra história, lembrando que não perderia meu tempo escrevendo contos fictícios.

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