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comendo o cú da própria irmã (verídico)

  • Enviado: 19 de agosto de 2002 02:03

Corpo do conto

Comendo o cú da própria irmã

Minha história começou há mais ou menos 12 anos. Eu tinha 18, minha irmã 16. Tinhamos muita liberdade, um com o outro, e, em determinado momento, confundi essa liberdade com desejo sexual. Essa confusão resultou num relacionamento que, hora parecia o paraíso, hora o inferno para ambos.

Tudo começou graças a uma incrível coleção de revistas pornográficas que eu possuía. Vez ou outra dava pela falta de algumas. Um dia dei-lhe um fragante em seu quarto com 3 delas. Quando entrei a vi com as calças abaixadas até a altura dos joelhos, ela estava recostada na cabeceira da cama com as pernas abertas até onde suas calças deixavam e com os dedos meio enfiados em sua buceta, camiseta levantada e o sutiã fora de lugar deixando totalmente a mostra seus dois peitos.

Na hora tomei um susto e fiquei meio constrangido. Ela se atrapalhou toda para levantar as calças, e em vez de sair do quarto ou me virar, fiquei observando a cena. Ela não me repreendeu, pelo contrário ficou muito envergonhada com a situação.

Sai do quarto sem dizer nada e depois de alguns minutos ela apareceu na edícula onde eu guardava minhas revistas e trouxe com ela os 3 exemplares que tinha pego. Quando a vi daquela forma fui tomado por um tesão que até então não conhecia, embora fosse minha irmã, eu a desejava muito naquele momento, na hora me imaginei chupando aquela buceta, que devo diser já era extremamente peluda.

Procurei ser o mais legal possível e, diante da vergonha que ela demonstrava, disse, de forma bem natural, que ela podia pegar as revistas quando quisesse. Ela, lógico, me pediu para não contar nada aos nossos pais. Na hora quis ser tão legal com ela que acabei dando bandeira, o que me preocupou um pouco.

Alguns dias depois, ao chegar do cursinho a vi colocando algumas revistas de volta na edícula. Dessa vez a coisa foi bem mais sossegada, ela só me disse que estava devolvendo-as. Perguntei se ela tinha gostado das novas, ela respondeu que não as tinha visto, abri a gaveta e tirei um bolo de revistas. Ela ficou meio constrangida mas não foi embora. Comecei a folhar algumas, apontando minhas preferidas.

Entre elas havia uma só de mulheres peladas, sem sexo. Ela disse que não gostava dessas, mulheres não a interessavam e comentou que seria legal se houvesse revistas com homens nus. Informei-lhe que esse tipo de revista existia, então ela reclamou de não ter nenhuma, ai eu disse para deixar comigo.

No dia seguinte eu trouxe 3 exemplares de revistas gay para ela. Como ficavamos sozinhos durante o dia não fiz cerimonia, tirei os exemplares da mochila, entreguei e disse que era um presente. Ainda me lembro de como ela ficou envergonhada mas aceitou-as. Essa minha atitude contriuiu para aumentar a intimidade entre nós. A partir daí era comum vermos revistas juntos.

Comecei a levar revistas, propositalmente, até seu quarto. Eu a chamava, me deitava em sua cama com aluguns exemplares e ficavámos um bom tempo vendo-as. Minha ousadia aumentava na mesam medida do meu tesão por ela. Para forçar algo, via as fotos sempre alisando meu pau. Como ela nunca disse nada, um dia resolvi tirá-lo para fora e bater uma. Sua reação não foi das melhores mas continuei mesmo assim. Ela comentou que já esperava que eu fizesse algo do tipo, que minhas atitudes deixavam transparecer minhas intenções.

Essa revelação me deu ânimo para insistir em trepar com ela, afinal de contas, agora estava tudo muito claro entre nós. Na segunda vez que bati uma em sua frente fui mais longe, consegui que ela pegasse em meu pau e continuasse a bater. Ela segurou meu pinto de maneira meio sem graça e começou o vaivém. Tive a impressão de que não era a primeira vez que fazia isso, embora fosse virgem, já tinha pego em outros paus por ai.

Estavamos deitados na cama dela, eu com as calças abaixadas, ela vestida com camiseta e shorts. De repente parou de me socar a punheta e disse que não queria que eu sujasse a colcha. Pedi que continuasse. Ela sugeriu o banheiro, lá não haveria problema na hora que eu gozasse. No banheiro tudo melhorou, até me senti idiota por não ter pensado nisso antes. Ficamos em pé, ela do meu lado direito, com seu braço esquerdo em volta das minhas costas, me masturbando com a mão direita. Dessa forma fiquei livre para passar a mão nela.

Comecei passando a mão em sua bunda por cima de seu shorts. Ela não reclamou nem mostrou algum tipo de constrangimento com isso. Fiz menção de tirar sua roupa e ela consentiu que eu abaixasse o shorts, mas se recusou a ficar nua. Ficou de calcinha e sutiã e tomou a inicitiva de retomar a punheta. Enquanto me masturbava chupei suas tetas, que na época já se pareciam com dois pequenos melões.

Minhas carícias faziam ela se contorcer e gemer, interrompendo a masturbação para se esfregar em mim. Passava meu pau em sua barriga e na xoxota, por cima da calcinha. Isso nos deixou de frente, um para o outro. Tive a oportunidade de abrir bem suas nádegadas e enfiar meus dedos por baixo da calcinha, atingindo ao seu cú e seu grelo.

Ela me pediu algo inusitado, queria que eu a beijasse na boca. Embora eu não tivesse pensado nisso em momento algum, e achasse muito estranho beijar a própria irmã, não vacilei e comecei a beijá-la. Nessa hora, a calcinha que ela se recusou a tirar, foi parar no meio de suas coxas e pude sentir, por entre os dedos, a abundância de peôls aquela buceta, com grelos saltados para fora e molhados.

Eu só pensava em enfiar meu pau na buceta dela, mas com as seguidas recusas resolvi mudar o foco para sua bunda, o que, devo dizer, foi um golpe de mestre. Àquela altura dos acontecimentos ela seu único medo era com a dor de ter um pau enfiado no cú, então aproveitei e pedi que me chupasse e fui prontamente atendido. Sentou-se na privada e começou timidamente a abocanhar meu pinto. Após algum tempo naquele vaivém delicioso, eu a coloquei de joelhos em cima da privada e comecei a penetrá-la.

Seus gemidos, agora eram gritos abafados. Já tinha colcado quase todo membro dentro de sua bunda quando pensei e parar por medo de machucá-la. Só continuei porque percebi que ela, embora estivesse se sentindo rasgada ao meio não parecia querer terminar com a foda. Da mesma forma que ela nunca havia dado a bunda, eu nunca tinha comido um cú em minha vida e, devo dizer que foi a coisa mais maravilhosa que pela qual inha passado até então. O fato de ser minha irmã, ali sendo enrabada só me dava mais tesão, uma sensação de poder que até hoje não sei explicar direito.

Quando avisei que ia gozar, ela me pediu para tirar de sua bunda porque queria que eu ejaculasse em seu corpo, depois descobri que essa vontade vinha das revistas onde sempre há ejaculações em rostos, barrigas e bundas. Lavei sua bunda com porra, ela ainda pegou em meu pau e lambuzou sua mão com meu esperma. A calcinha, que não foi tirada, também pagou o pato.

Alguns instantes depois tanto eu quanto ela fomos acometidos de uma sensação estranha, era o primeiro sinal de remorso por ter praticado incesto. Mesmo assim minha história com ela continuou por vários anos. Vou contar em outras cartas a sequência desse ato e as coisas, boas e ruins, desse relacionamento. Resolvi dividir minha história em várias partes para não cansar o leitor com um relato muito estenso.

Segue meu e-mail para aqueles que queiram entrar em contato comigo, para conversar e trocar experiências. noname_sp@hotmail.com

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