Welcome, visitor! [ Register | Loginrss

As melhores acompanhantes do Rio de Janeiro estão aqui! hotside.com.br

Comendo Irmãzinha Gostosa

  • Enviado: 1 de junho de 2011 10:08

Corpo do conto

-Sai daqui seu filho da puta. O sapato voou pelo quarto me atingindo na cabeça. Juntei-o do chão e por pura vingança arremessei de volta, mas diferente de Clara eu não tinha uma boa pontaria. Errei. -Olha vocês dois… podem parar com isso, se eu me aborrecer vou quebrar a cara dos dois. – Mamãe entrou no quarto vociferando ameaças para nós. Mesmo nos clímax das pancadarias sabíamos que deveríamos parar quando mamãe se envolvia, ou seria muito pior. Clara tentou dissertar uma desculpa a seu favor. Mamãe disse que não queria saber e saiu do quarto, Clara a acompanhou tentando mais uma vez me queimar. Era a segunda vez só aquela semana, nem eu estava aguentando mais. Minha irmã mais velha era insuportável. Dificilmente passávamos uma semana sem nos espancar. Com aquela reforma em seu quarto acabei tendo que dividir o meu, o que não era nada fácil, aquela menina queria tudo a seu modo e acabava esquecendo quem era o proprietário do aposento. Mas entre socos e pontapés uma coisa eu nunca neguei, a beleza de Clara, ela era (e ainda é) uma caucasiana muito gata: dona de um belíssimo corpo tem uma apetitosa grande bunda, que sempre me deixou sem graça. Os seios são médios e proporcionais para seu tamanho, uma perfeita obra da natureza eu diria, Já seu rostinho de princesa esconde a forte personalidade que carrega. Minha irmã é gostosa, admito. Mas isso nunca me fez desejá-la, ou bater punhetas pensando nela… Bem, talvez uma ou duas vezes, mas nada, além disso. A maior parte do tempo, estávamos nos socando ou discutindo, assim era difícil enxergar algo de bom nela que não fosse seu belo corpo. Mas foi aquele mesmo dia em que as coisas começariam a mudar, e por incrível que pareça, foi por culpa dela. Ela estava com 19 anos e eu 16. Eu estava em meu quarto, quando mamãe chegou me ordenando que arrumasse aquela bagunça. Eu retruquei, afinal não era o único responsável pela desordem, Clara também era. Mas não teve conversar, minha genitora era facilmente manipulada por minha irmã e acabei tendo que arrumar tudo. Mamãe saiu para trabalhar enquanto eu fiquei arrumado às coisas. Já Clara, hora ou outra aparecia na porta e ficava a me observar e dizer frases de gozação. Fiquei calado, uma hora minha hora iria chegar, e não é que chegou? Ao arrumar a gaveta de minha irmã notei um envelope debaixo de suas calças. Curiosamente retirei para ver o do que se trava e tive minha surpresa, enrolava um maço de dinheiros, contabilizando era o valor da mensalidade da faculdade de Clara. Semanas atrás minha irmã havia chegado em casa chorando, sem fala. Nossos pais ficaram muito preocupados. Deram-lhe um copo com água e esperaram que se recuperasse. Clara disse que havia sido assaltada e que tinha perdido tudo o que tinha, incluindo a mensalidade da Facul. Ora meus pais apenas deram graças a deus dela estar bem e reembolsaram o dinheiro roubado. Nossos pais são muito bonzinhos para com Clara, talvez seja por isso que ela os enganava. Mas agora eu a tinha em minhas mãos, ela os havia enganado e teria que arcar com as consequências. Ela estava na sala de estar assistindo TV quando cheguei quase dançando. – É incrível como a mamãe vai ficar surpresa ao saber que tu és mentirosa. – Eu lançava um sorriso maquiavélico de vitoria enquanto balançava o dinheiro. -Onde tu achaste isso? – Clara esbugalhou os olhos e correu para tomar o dinheiro de minha mão. – isso é meu, me dá. Empurramo-nos. Ela tentava pegar o dinheiro, mas eu não deixava. -Tudo bem. O que tu queres? – Perguntou minha irmã cansada e desistindo da luta. -Em primeiro lugar quero saber o porquê tu enganaste nossos pais. Ela abaixou a cabeça, franziu a testa e fez cara de choro. Confesso que seu rostinho estava tão lindo que cheguei a sentir pena. Depois ela explicou que estava devendo uma grana a uma pessoa e teria que pagar e por isso havia precisado do dinheiro. -Estava devendo tudo isso? – perguntei. -Metade, e como não tinha como inventar que o ladrão roubou só metade… Teve que ser todo o dinheiro. Pode ficar com a outra metade. – disse Clara dessa vez ainda mais linda que antes. -toma. – e joguei o maço de dinheiros em cima dela. Digamos que a beleza de minha irmã havia me feito sentir pena. -Não vai querer nada? -Não. – eu vim com sede de vingança, mas havia desistido. Não faria nada e deixaria pra lá, já estava decidido, só queria deixar um pouco de medo no ar para que a próxima vez Clara pensasse duas vezes antes de mexer comigo. – Quer dizer, a qualquer hora eu posso querer alguma coisa, então cuidado como se porta comigo. – e saí rindo. Os dias que se passaram foram de total estranheza, minha irmã pouco falava comigo e quando o fazia era com admirável educação. Passaram-se quatro dias eu estava deitado em minha cama lendo um quadrinho de o Homem Aranha. Clara entrou no quarto com uma vassoura na mão e danou-se a varrer. Olhei por cima da revista e sorri, ela estava adestrada do jeito que eu queria. Observei melhor e notei que minha irmã hora ou outra se abaixava para juntar alguma coisa. Ela vestia um shortinho muito sexy em conjunto com uma fina camiseta preta. Não dava para não olhar para aquela bunda gostosa, ao se abaixar ela parecia empinar o bumbum, ao menos foi essa a impressão que tive. -Da para não olhar pra minha bunda. –Reclamou Clara me surpreendendo. – Sai daí. Eu não tenho porque olhar para tua bunda sua feiosa. – Respondi esperando uma provável discussão, algo que não aconteceu. -Feiosa é? Pensa que nunca notei que tu não para de olhar para a minha bunda. – havia ficado sem respostas, calado só pude esperar minha irmã continuar. – Só quero que tu lembres que sou tua irmã, e com irmã não pode… – e saiu do quarto gargalhando. No outro dia, cheguei da escola e escutei Clara me chamar. Subi e dei de cara com ela vestindo um minúsculo biquíni vermelho. Minha nossa! Era um espetáculo, o sutiã do biquíni realçava bem seus seios, a parte de baixo era engolida por sua enorme bunda em um monumental fio dental, na frente à boceta era coberta por um fiozinho muito pequeno. Fui à loucura. -Ei tarado, o que tu achaste? Estou pensando em comprar, uma amiga da mamãe que quer vender. Não pude mentir, disse que estava bonita. -Só bonita? Bonita quanto? -Esta bonita. Linda, esta bem? -Linda quanto? – ela sabia que eu estava ficando sem graça, notei que queria ficar me tirando e decidi então cortar o barato. -Tu estas gostosa. Se tu não fosse minha irmã eu te pegava. – e ao responder assim ela se calou. Desci, mas escutei um baixo risinho vindo do quarto. O que ela está querendo? A noite daquele mesmo dia, nosso pais saíram para um casamento. Eu fiquei sozinho com Clara. Não entendia o que estava acontecendo comigo, mas após a exibição de minha irmã com seu biquíni, eu havia ficado louco, não parava de pensar em seu corpo. Nunca esses sentimentos tinham norteado minha mente por tanto tempo. Eu estava com medo do que poderia tentar aquele dia. Às 21 horas mais ou menos eu subi para o quarto para dormir, Clara estava deitada de bruços em sua cama. Ao me ver, lançou-me um grande sorriso. Ela vestia um baby doll rosa de seda muito curto, algo que não era normal, geralmente dormia de short e blusa. -Ei tarado! – Me chamou Clara. Ao olhar peguei um susto. – Olha! – falou ela balançando os quadris, que estavam à mostra, graças a sua curta roupa de dormir. “Puta que pariu”- pensei. Era gostosa demais e parecia que havia adquirido certo prazer em me provocar. Sentei imediatamente em minha cama evitando que ela visse minha ereção. – Sei que tu gostas. Mas já disse que sou tua irmã e comigo tu não pode fazer nada. Fiquei calado e pensativo, enquanto escutava provocações vindas de minha irmã. Sabia que não passava de uma brincadeira de Clara, acontece que eu estava pensando em algo realmente serio. -Clara. – interrompi minha irmã, que me olhou curiosa. –Tu sabes que está na minha mão, não sabe? Ela ficou calada e não disse uma só palavra. Esperou eu terminar. -Eu quero… Queria uma coisa… – disse eu corando. -O que tu queres? – indagou-me Clara com um semblante de preocupação. -Deixa eu te ver pelada? -Sério? -Sério! Eu já estava lá agora não poderia voltar atrás. Ela tinha me atiçado, agora iria sofrer as consequências. Clara se levantou e ficou andando pelo quarto com a cabeça baixa e mão direita no queixo. Tentava pensar no assunto. – Olha não estou dizendo que vou fazer, mas tu me prometes que nunca mais vai tocar no assunto? Promete que não vai mais querer me chantagear? – Perguntou minha irmã. -Prometo. Minha irmã ficou em silencio por alguns segundos, olhando para o chão, parecia estar criando coragem. -Credo Cláudio, eu sou tua irmã. – Disse Clara tentando tirar a idéia de minha cabeça, eu acho. Fiquei calado e não respondi. Levantei a cabeça e vi Clara com um leve movimento retirar seu baby doll. Seu belo corpo ficou à mostra, um verdadeiro pecado! Seus firmes seios empinados e rosados me deram água na boca. Nua eu conseguia notar melhor suas curvas e ter a certeza: minha irmã não era apenas gostosa, era gostosíssima. -Faltou a calcinha. – Falei gaguejando. Clara relutou um pouco, mas passaram alguns segundos ela acabou despindo a ultima peça e jogando em cima de mim. -Pronto, já estou nua. Aproveita para ver, porque não vai ter uma próxima vez. Meus olhos foram tragados para a linda e raspada boceta de Clara, já meu pau queria explodir dentro do short. -Clara de uma volta, me deixa ver tua bunda. Sem reclamar Clara virou-se de costas e ficou parada. -Abre tuas nádegas. -Não. – negou minha irmã. – tu já esta indo longe de mais Claudio, para com isso. -Tu és quem sabe… É a Ultima vez que vou te pedir alguma coisa. Agora me nega que eu conto pra mamãe sobre o dinheiro. Com uma mão ela afastou levemente a nádega direita, me relevando seu cuzinho com o buraquinho escuro. Eu estava indo a loucura. Apertava fortemente meu pau enquanto contemplava toda aquela visão. Clara continuou, arrebitou bem sua bunda e com as duas mãos a abriu toda, expondo completamente aquele buraco, que piscou para mim. -Pronto. Está bom? – perguntou Clara Levantei-me da cama e avancei em cima de minha irmã, agarrando-a fortemente pela cintura. -Clara deixa eu te comer! -Sai pra lá seu tarado, eu sou tua irmã. – Se tu não deixares, eu te dedo pra mamãe. – Então conta. Tu já esta querendo muito. – e com um forte empurrão, Clara me joga na cama, me despertando do estado de transe. O que eu estava fazendo? Realmente já estava indo longe de mais. Baixei a cabeça, envergonhado iria pedir desculpas a Clara, mas antes que pudesse abrir a boca ela me propõe: – Olha, posso bater uma punheta pra ti, nada, além disso. Sem pensar duas vezes botei meu pau para fora. -Tira toda a roupa. –pediu Clara -Por quê? – Não reclama e tira antes que eu mude de idéia. Não entendia o porquê da insistência de Clara em querer que eu tirasse a roupa. Por um momento pensei que ela quisesse me ver pelado. Obedeci minha irmã e me despi completamente. Estávamos os dois pelados no quarto, sem roupa e sem a menor vergonha. Sentei na cama e Clara de ajoelhou perto de mim e ficou a olhar meu pau. -Olha nunca mais. – disse minha irmã, segurando firme em meu duro cacete. Com sua mão direita ela esfolou meu pau, olhou pra mim e fez o movimento inverso, desceu de novo e subiu mais uma vez, e assim iniciou uma deliciosa punheta. Clara manipulava meu membro com maestria e sensualidade, minha irmã sabia a hora que deveria intensificar e o momento exato de minimizar as estocadas. Já deveria ter praticado muito com vários namorados. Com sua mão esquerda ela começou a acariciar meu peito. Olhei para seus seios rosadinhos e timidamente toquei em um deles, Clara não recuou e nem fez comentários. Aproveitei e comecei a brincar com eles, massageava e com a ponta dos dedos mexiam nos duros mamilos rosadinhos. Clara aumentou as batidas desesperadamente, olhou pra mim e fez cara de safada. Eu não ia aguentar, mas não queria gozar. Então segurei firme no pulso de minha irmã. -O que foi? Não quer mais? –perguntou Clara – Ainda não quero gozar… Na verdade eu não queria gozar na tua mão. – O QUE TU QUERES ENTÃO? – Gritou minha irmã, me lançando um olhar de desaprovação. – Me deixaeu gozar na tua bunda? – ao pedir isso, Clara franziu a testa e provavelmente iria negar, mas a interrompi. – Eu vou só me esfregar nela. Prometo que não vou fazer nada, além disso. Por favor, é só esfregar eu juro. -NÃO CLAUDIO! ISSO JÁ É DEMAIS. -A culpa é tua por ficar me provocando. – Eu estava só brincando, não tem como eu imaginar que tenho um irmão tão tarado. Ficamos em silêncio por um longo período. Clara me lançava olhares atravessados enquanto eu tentava gravar a monumental imagem de seu corpo, sabia que aquela seria a última vez que estaria vendo. -Olha Claudio… Eu… Isso é errado, eu vou deixar, mas que fique claro que tu só vai te esfregar até gozar. Dei um gigantesco sorriso de alegria. Iria gozar na bunda de minha irmã mais velha… Minha irmã deitou-se em minha cama de bruços e disse para eu ser rápido. Aproximei-me e subi na cama, fiquei de joelhos em cima de Clara. Tremendo coloquei minhas mãos em cimas das nádegas de minha irmã e as afastei, seu lindo cuzinho ficou a mostra, as bordas escuras me davam ainda mais tesão. Sem perder tempo coloquei minha pica bem no meio e contrai suas nádegas, fazendo pressão em meu pau. Com leves e suaves movimentos fui esfregando meu pau no cu de minha irmã. Sua grande bunda macia em contato com minha pele me davam um prazer sem igual. Aos poucos comecei a gemer em cima de Clara e dar estocadas mais fortes, a cama balançava cada vez mais e minha irmã não esboçava nem uma ação. Até que notei uma leve arrebitada de bunda. Clara começava e dar pequenos gemidos. Eu por outro lado deitei-me por cima dela, as minhas mãos cobriram as suas e paralisamos por alguns instantes, até eu recomeçar as esfregadas. O excitante cheiro do suor de Clara entrava forte em minhas narinas, não aguentei e comecei a beijar seu pescoço. Minha irmã intensificou seus gemidos. Nós dois estávamos em estados de transe total, nossos sussurros misturavam-se, nossos corpos se esfregavam espalhando suor e prazer, meu pau roçava cada vez mais forte no cuzinho que Clara já balançava pra mim. Meu lubrificante já lambuzara toda sua bunda, tornando os movimentos mais rápidos e deslizantes. Eu tinha melado toda a bunda de minha irmã. Eu não conseguia mais suportar. Com uma das mãos larguei a mão de Clara e posicionei meu cacete na entrada de seu cuzinho, Clara não falou nada, então empurrei devagar. A Cabeça entrou. -Seu filho da puta, não faz isso. – Pediu Clara… Não dei ouvidos. Voltei a colocar minhas duas mãos por cima das dela e as apertei firmemente. Foi quando movimentei meus quadris e penetrei mais minha irmã. Ela saltou um forte e longo gemido pelo quarto. Aproveitei e comecei o vai e vem, devagar para que ela não sentisse muito dor. Aquele cuzinho me surpreendera, era mais gostoso do que havia imaginado, ele apertava todo o meu pau, era macio e carnudo, eu poderia morrer em cima dele que morreria feliz.

No Responses to “Comendo Irmãzinha Gostosa”

  1. muito bom! nada como um cuzinho feminino pra aticar as fantasias dos irmos…

  2. Conta mais, essa foda no termina ai… muito boa tua mana

  3. muito bom bem detalhado
    muito excitante
    mesmo

  4. parabens timo conto

Leave a Reply

You must be logged in to post a comment.

Para entrar em contato com este autor preencha o formulario abaixo e clique em enviar.

Pesquisa