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Com um Casal de Amigos

  • Enviado: 9 de novembro de 2005 15:25

Corpo do conto

Sou a Tatiana, tenho 30 anos e sou bonita, tenho um corpo normal, pernas grossas e torneadas, sou morena, cabelos compridos e pequena de altura. Sou casada a 10 anos com uma pessoa maravilhosa que é meu marido. Temos um casal de amigos, o Cleber com 45 anos e a Renata com 30 anos, os quais tem uma casa em um sítio lindo. Em um fim de semana deste ano, meu esposo foi trabalhar em outro Estado por intermédio da empresa em que trabalha, e eu iria ficar sozinha; em conversa por telefone com a Renata, ela me convidou para passar o fim de semana com eles no Sítio, pois iria só os dois, e eu seria uma companhia para eles. Conversei com meu esposo que autorizou que eu fosse, então no sábado de manhã peguei o carro e fui até Guararema, onde eles tem o sítio; cheguei lá e o casal já estava fazendo um churrasquinho para o almoço na beira da piscina, Renata estava só de biquini e o Cleber só de sunga, então fui colocar o meu biquini, um fio dental novo pequeno, preto que eu comprei. Ficamos ali tomando sol e cerveja, enquanto o Cleber assava as carnes e servia a gente. Aproveitamos para colocar a fofoca em dia e dar bastante risadas. Permanecemos a parte da tarde na piscina tomando sol e conversando, enquanto o Cleber dormia no sofá. Chegada a noite, fomos tomar banho, e a porta do banheiro da casa não tinha trinco, nem maçaneta, era só encostada; fui a última a ir para o banheiro, encostei a porta, me despi e comecei a tomar banho, quando de repente a porta abriu no momento em que eu enxaguava meus cabelos, com bastante shampoo no rosto, eu percebi que era o Cleber que ficou me olhando e rapidamente pediu desculpas dizendo que foi buscar o barbeador e não ouviu o barulho da água do chuveiro, fechando a porta na seqüência; confesso que não fiquei acanhada, pois já sou madura o suficiente para entender um deslize desses, apesar que fiquei na dúvida se ele não havia feito de propósito. Terminado o banho, me troquei no quarto de hóspedes, onde eu iria dormir e fui ficar com eles na sala, assistindo a tv. Ficamos assistindo a novela e fofocando ao mesmo tempo, sem comentar no incidente do banheiro. Cleber era muito bacana, tinha um corpo em forma para um pessoa da idade dele, cabelos grisalhos, muito bonito, educado, e ela é de pele clara, pinta o cabelo de loiro, tem um corpo bonito, muito bonito mesmo, e é de estatura mediana. Cleber teve a idéia de jogarmos baralho, e assim a hora foi passando. O bom do sítio deles é que por ser afastado da cidade, não se ouve nenhum barulho, a não ser dos bichos da noite, não há vizinhos barulhentos, é uma paz celestial. A noite passando, nós tomando drinks alcoólicos que o Cleber fazia, de vez em quando falando de sexo, e jogando baralho, uma mistura que levou-nos a jogar valendo contar segredos, e não poderia mentir. Imaginem, eles confessaram que faziam sexo anal, eu também tive de dizer que fazia, com quantos homens eu já havia saído, a Renata também e assim o papo foi ficando picante. Nisso Renata comentou que o Cleber havia dito a ela, que minha marca de biquini havia ficado muito bonita, pois tinha visto sem querer na hora em que entrou no banheiro, fiquei meio sem graça, pois jamais imaginei que ele contaria a ela que entrou no banheiro e me viu nua, mas como o álcool tomava conta de nossas mentes, eles riram da minha timidez me deixando mais a vontade. As apostas começaram a esquentar, pois quem perdesse tinha de mostrar a marca de biquini, tentei sair do jogo mas eles não deixaram, e para meu azar, perdi a primeira rodada. Eu estava usando uma blusinha tipo top e um shortinho de pano bem pequeno e folgado nas pernas, pois estava calor. Tive de ficar em pé, abaixar um pouquinho o short e a calcinha e mostrar a parte de cima da cintura. Na hora o Cleber e a Renata falaram que não valia daquele jeito e depois de muita insistência eu abaixei até metade da bunda, completamente com vergonha; o Cleber ainda comentou: não te falei que ficou bonita a marquinha dela, comentário que foi confirmado por ela. Sentei novamente e continuamos a jogar, Renata perdeu e teve de ficar de calcinha e sutiã, pois era a aposta da rodada, mas isso não era novidade para o Cleber e muito menos para mim, que já havia visto ele pelada muitas vezes, eu estava na desvantagem naquele jogo. A próxima rodada, quem perdesse tirava a roupa da parte de cima, daí eu reclamei, pois eu estava sem sutiã, eles não aceitaram minha reclamação e por fim perdi a rodada. Fiquei sem graça, pois iria ficar com os seios de fora, para os olhos do Cleber na frente da Renata, então falei que não iria tirar, daí os dois vieram na minha direção e gentilmente retiraram minha blusinha. Eu estava vermelha de vergonha, não entendia como ela aceitava ele me ver assim, mas o álcool ajuda muito a desinibir. Fiquei segurando meus seios com as mãos na frente, mas para pegar nas cartas tira que tirar, eles riam muito de mim. Em uma das partidas, Cleber teve de tiram a cueca e ficar nu, daí olhei para Renata para ver se ela iria ficar com ciúmes, mas ela agiu naturalmente; não estava acreditando como eles eram naturais naquele jogo, pude ver o pinto do Cleber flácido, era bonito e grande, depilado, então ela me perguntou: gostou de ver e eu na brincadeira e meio sem saber o que falava disse que tinha adorado. A brincadeira foi esquentando, até que chegou na minha vez de fazer o lance da aposta, então propus que se ela perdesse transaria cinco minutos com ele na minha frente, se ele perdesse iria lavar a louça e se eu perdesse ficaria nua para eles, e resumindo, acabei perdendo, mas com estava empolgada nem liguei, arranquei minha roupa e desfilei nua para eles, é lógico que pedindo o maior segredo do mundo para não contar a meu esposo, pois ele não aceitaria. Cleber e Renata eram muitos maduros nesse sentido, ficaram me elogiando para que eu me sentisse a vontade, eu não sabia, mas já estava comendo na mão deles. As apostas foram rolando, eles transaram na minha frente (nunca imaginei ver isso) e eu acabei me excitando com a cena. Outra aposta perdida e Cleber deveria tocar no meu corpo, fiquei sem graça, deitei no chão e coloquei uma almofada no rosto para não ver, senti quando seus dedos apertaram meus seios e deslizavam pela minha barriga, até atingir minha buceta depilada. Eu com a almofada no rosto disse que não queria mais jogar e eles riram de mim, senti um dedo adentrar minha vagina e tentei segurar a mão, mas eles tiraram a minha mão, segurando meus braços. Renata segurava meus braços, sem forçar, enquanto Cleber me penetrava com mais um dedo, e os comentários do tipo ela esta excitada, olha com está molhada rolava solto. Senti o terceiro dedo me invadir e pedi para que parassem, mas sem êxito, senti Renata soltar meus braços e tocar nos meus seios, eu confesso que não dei uma palavra, morrendo de vergonha, logo depois senti uma boca macia tocar minha vagina, não agüentei e comecei a me contorcer e gemer baixinho, a essa altura eu já estava gostando, então tirei a almofada do rosto para olhar para eles e para minha surpresa, quem estava me chupando era a Renata, queimei de vergonha, mas Cleber me acalmou e disse para eu ficar calma e tranqüila, que aquilo era normal para eles; Abaixei minha cabeça e deixei acontecer, até que o Cleber me levantou, mandou eu ficar de quatro, e pediu para que o chupasse. Pronto, agora eu estava chupando ele enquanto ela me chupava o cuzinho, não agüentei estar com aquele mastro grande na boca eu uma língua macia entrando no meu cuzinho e gozei gemendo alto, eles me olharam com um ar de satisfação. Eu ainda estava morrendo de vergonha, não conseguia encarar eles no rosto diretamente, até que Cleber veio por trás e me penetrou de uma só vez, senti seu saco bater no meu clitóris, Renata se deitou na minha frente, abriu as pernas, enquanto Cleber forçava minha cabeça para baixo, na direção da buceta dela. Eu nunca pensei em transar com outra mulher, então disse que não aceitava aquilo e eles me mandaram experimentar e logo eu estava com minha língua no grelinho da Renata. A medida que ele me estocava eu ia me excitando mais, e em contra partida chupando ela bem gostoso, até que ela não agüentou e segurou minha cabeça na sua vagina e apertou me sufocando, e gozou gritando como uma louca. Cleber me puxou para o sofá, fez eu sentar no seu pinto de costas para ele, enquanto Renata passava seus dedos no meu clitóris. A todo momento eles me elogiavam, talvez para que eu me soltasse, e eles estavam conseguindo. Renata pediu pra ele comer meu cuzinho, já que eles sabiam que eu fazia sexo anal com meu marido; não pude negar e fui sentando na mesma posição, porém sentindo cada centímetro daquela rola rasgando meu anus, até que atingiu o fundo; fiquei imóvel por uns minutos, até passa a dor, enquanto isso Renata aproveitando que eu estava de olhos fechados, veio na minha direção e me beijou na boca, tentei me desvencilhar mas Cleber segurou meu rosto e só senti a língua macia invadir minha boca. No começo fiquei sem jeito, mas depois trocamos um beijo bem gostoso e demorado, Cleber não agüentou ver aquilo e começou a me estocar com força e apertar meus peitos, e ejaculou dentro do meu cuzinho uma quantidade exagerada de porra, cai desfalecida no sofá, com o cu ardendo. Fomos tomar banho juntos e eles aproveitaram para desfrutar do meu corpo. Depois pediram para eu dormir junto com eles, mas eu preferi ficar sozinha no quarto de hospedes. Durante a madrugada o Cleber veio até meu quarto e transamos novamente, desta vez eu cavalguei, fazendo com que aquele pinto sumisse dentro de mim, e ele me pediu para gozar bem alto, que a Renata queria ouvir no outro quarto e assim eu fiz; ele me encheu de esperma novamente e pediu para que eu não levantasse durante uns três minutos, eu não entendi mas falei que ficaria ali; ele saiu e a Renata entrou, não deu uma palavra, apenas veio com sua boca direto na minha buceta e lambeu todo o esperma dele, fazendo eu gozar mais uma vez. Dormi desfalecida e só acordei tarde do outro dia. Quando levantei não estava mais sobre o efeito do álcool, daí o arrependimento bateu, levantei meio sem jeito, e logo eles perceberam e me acalmaram e explicaram sobre esse tipo de relacionamento. Naquele dia ainda transamos bastante, dentro da piscina, fora da piscina, na cama e tudo mais. Tenho medo que meu marido descubra, ele é muito conservador. garotadoscontos@hotmail.com

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