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Bendita chuva

  • Enviado: 26 de dezembro de 2001 08:06

Corpo do conto

Dezembro, dia quente, não tinha nada para fazer.

Meu marido havia me chamado para irmos a casa de seu sócio, Silas, que fica em Alphaville.

Ele e Silas iriam para Jau ver um gado que haviam comprado e eu poderia ficar com Carla, sua esposa.

Vale dizer que ambos são nossos amigos a muito tempo e sempre frequentamos as casas.

Eles tem a nossa idade, ela, uns 34 anos, 1,67 m cabelos claros, olhos castanhos e um corpo malhado em academia.

A idéia inicial era eles irem para o interior cedo, e retornar na hora do jantar, e nós, iríamos as compras depois uma piscininha .

Fomos a Shopping Iguatemi, almoçamos por lá mesmo e voltamos para casa, pois estava muito quente.

Vinho branco italiano geladíssimo, e piscina era o que eu mais queria.

Chegando na casa de Carla porém, percebi que havia esquecido meu biquini.

Ela primeiro serviu um vinho e após uma garrafa tomada, resolveu pegar um biquini para mim.

Como ela turbinou o peitinho, a parte de cima ficou muito grande e eu não queria outra marca, logo, meio a contra gosto a solução foi top less.

Apesar de nossa intimidade, acho que se não fosse o efeito do vinho, não aceitaria nem a parte de baixo.

Era de lacinho, branco, transparente e muito pequeno.

Apesar de ter me depilado no dia anterior, meus pelinhos loiros cismavam em sair dos lados. Na parte de trás, um fio dental deixava minha bundinha arrebitada totalmente de fora.

Tentei pedir outro modelo maior mas de nada adiantou.

O vinho foi fazendo efeito pouco a pouco .

Fui até o banheiro e passei por um espelho grande que eles tem na sala. Confesso que me achei muito gostosa e meus peitinho ficaram durinhos.

Não percebi mas Carla estava me vendo. Enquanto eu me apreciava, toquei meus mamilos arrepiados e ela me abraçou por trás, rodeando minha cintura e falou baixinho no meu ouvido:

“Gostosa, para com isso se não te como aqui mesmo”.

Dei um pulo com o susto que tomei, fiz cara que não tinha gostado da brincadeira, mas um arrepio gostoso tomou conta de mim.

Lá pelas 18:00 horas Silas ligou, dizendo que estava chovendo muito na Fazenda e que não seria possível retornar na mesma noite. Era para eu dormir lá e eles chegariam até as 10:00 horas do dia seguinte.

Quase na mesma hora, tocou o interfone. Era da portaria solicitando permissão para que Alice, uma amiga de Carla pudesse entrar.

O calor, apesar de início de noite ainda era insuportável e eu pulei na piscina.

Alice é uma garota muito bonita e sensual, tem uns 29 anos .

Morena, 1,73 m, olhos cor de mel, é casada com outro amigo de Silas.

Estava muito bonita em uma roupa de jogar tênis.

Saia, camiseta regata transparente e sem nada por baixo, delineavam bem o corpo. Uma faixa branca na testa contrastava com a pele morena de sol.

Pode ser impressão mas quando ela me viu quase nua dentro da piscina, os bicos de seus seio pareciam querer furar a malha.

Vamos jogar ? Perguntou.

Hoje não dá. Respondeu Carla. Temos visita.

Desde quando Babel é visita ? Perguntou rindo.

E não fomos jogar, para minha sorte, ficando lá mesmo.

Enquanto Carla foi pegar um copo de vinho, ela sentou-se em uma cadeira perto da borda.

Eu estava encostada no canto da piscina, com os braços apoiados na borda.

Quase me afoguei quando percebi que por baixo de sua saia não tinha nada.

Percebendo minha cara e minha curiosidade, a sem vergonha fazia que ia deixar em ver sua bucetinha e cruzava a perna.

Quando Carla chegou, ela escancarou a perna e pude ver aquela maravilha.

Toda depiladinha, vermelhinha, molhadinha.

Fiquei vermelha na hora. Um misto de calor e arrepio subiu por minhas costas.

Minha cara me denunciou.

O que foi Babel, viu algo estranho!

Como? Perguntei meio aturdia.

Nesta hora percebi que algo estava errado ( ou não ! )

As duas caíram na risada e Alice abraçando Carla, que também fazia top less, passando seu braço por cima de seu ombro, acariciou gentilmente seu peito empinado e com os mamilos rosados, dando um beijo molhado em seu pescoço.

Carla falou, “Fique calma, não acontecerá nada que você não queira. É só falar e a brincadeira para”.

Fiquei na mesma posição que estava, imóvel, no canto da piscina, batendo vagarosamente minhas pernas para boiar, tentando entender tudo aquilo.

Em um relacionamento totalmente aberto que tínhamos, por mais de 15 anos, e Carla nunca me falou nada.

Carla então começou a tirar a roupa de Alice.

Primeiro a camiseta e depois a saia.

Nenhuma marca de sol. Os seios fartos mas duros tinha os mamilos bem escuros e pequenos.

A cintura fina era bem definida.

As coxas grossas e duras eram de uma esportista.

A bunda, maravilhosa.

Alice então tirou a calcinha de Carla e deitou-a em sobre uma toalha que estava no chão, próxima a borda.

Começou a beijar-lhe a testa, descendo bem devagar até a boca.

Suas mãos brincavam com as coxas de Carla, resvalando suavemente no seu rabinho e não sua bucetinha.

Sua boceta, farta de pelos, latejava nitidamente.

Suas mão então começaram a brincar com os peitos.

Carla já se contorcia e eu pouco a pouco ia gostando do que via e com minha mão esquerda acompanhava os movimentos de Alice, no peito, e na minha bucetinha a esta altura totalmente melada.

Sentia meu grelho pulsando fortemente.

Alice então começou a sugar os peitos de Carla que já estava ofegante.

Pegou um pouco de vinho gelado e derrubou em sua barriga, arrepiando ainda mais sua pela clara.

Lambeu demoradamente o umbigo, descendo para a boceta .

Cheguei perto e a cena era Carla deitada sobre a toalha e Alice entre as pernas da Carla, com a Bunda voltada para mim, chupando lentamente aquele néctar.

Carla brincava com seu próprio peitinho, depois arreganhando os lábios como que querendo que Alice entrasse inteira em boceta.

Com os dedos melados, Carla começou a brincar com seu rabinho, enfiando primeiro um e depois três dedos.

Carla fecha as pernas com força e solta um longo gemido, gozando profundamente, parecendo desmaiar.

Percebo que devo me afastar e volto para a posição que estava.

Deitada na borda, no canto da piscina, batendo as pernas, quase boiando.

Alice olha para mim e dá um sorriso maroto qual retribuo meio sem graça.

Carla levanta e liga o sistema de filtragem da piscina.

Alice mergulha e vem em minha direção . Como estava batendo as pernas, fico como uma rampa para sua chegada.

Vejo ela se aproximando, seus olhos de mel me fitam fixamente.

Conforme vinha escalando em meu corpo, vinha me lambendo. Virilha, barriga, seios, pescoço e por último minha boca.

Sua língua tinha o gosto de Carla, o que estava curiosa para sentir e adorei.

Enquanto isso, Carla se aproximou por trás, entrando vagarosamente na piscina, me preparando para o ataque de sua amiga.

Sua língua quente em meu pescoço me fez delirar.

Suas mão corriam meu corpo, brincando com meus seios, coxas, e bunda.

Estava fora de mim.

Foi então a vez de Carla me beijar docemente.

“Faz tanto tempo que quero fazer isso” falou com uma voz bem sacana.

Nisso, Alice tirou minha calcinha.

Cada uma veio de um lado, me abraçando, me lambendo e me beijando.

Colocando a braço em volta do pescoço de cada uma, elas estavam com as mãos livres para brincar com meu corpo, enquanto eu estava meio suspensa na água.

As duas me pegaram, cada uma em uma perna, me levantando e me levando para outro lado da piscina.

Não entendi nada, pensava que era por causa da profundidade.

Levantaram minhas pernas e as colocaram para fora da piscina. Minha bunda ficaria encostada na parede. Ficaria pois o que senti era o jato do filtro que me massageava pela sua força, meu rabinho e minha buceta.

Cada uma das safadas então segurava parte da bunda, escancarando meus lábios para sentir aquele delicioso vibrador de água.

Enquanto rebolava loucamente, cada uma delas chupava um peito, alem de claro brincar com meus buracos.

Senti o gozo chegando forte.

Puxei Carla pelos cabelos e parecia tentar sugar sua língua. Nunca havia beijado ninguém assim.

Acho que gozei umas quatro vezes, tão profundamente que mal conseguia recobrar meus sentidos.

Quando dei por mim estava no sofá da sala, vendo as duas fazendo um 69 delicioso.

Mas não tive forças para me levantar.

Quando acordei, já era de manhã e Carla já fazia o café pois nossos maridos iriam chegar em breve.

Fui até a cozinha e enquanto ela lavava algumas frutas, tirei sua camisola e comecei a lambe-la do pescoço até a bunda.

Ela então se debruçou sobre a pia, escancarando o rabinho para mim.

Lambi seu rabo e sua bucetinha.

Senti direto da fonte o gosto que havia sentido no dia anterior da boca de Alice.

Que delícia, que sabor, que aroma.

Percebi que estava gozando.

Virei-a de frente para mim, apoiando sua perna esquerda em um banquinho, abrindo-a o mais que podia.

Peguei na geladeira uma cenoura e enquanto lambia seu grelho, fazia a cenoura entrar e sair de seu cuzinho.

Não demorou muito para ela gozar gostoso.

Tomamos uma ducha bem gostosa quando fui ensaboada deliciosamente e estava pronta para outra .

Pena que não tínhamos mais tempo. Os maridos estavam chegando.

Mas tudo bem, semana que vem eles viajam de novo, só espero que esteja chovendo na fazenda.

Estou esperando seu comentário. Me escrevam babel_babel@hotmail.com

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