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Balada com sexo insesperado

  • Enviado: 24 de outubro de 2013 09:09
Balada com sexo insesperado

Corpo do conto

Junho de 1992. Ainda me lembro como se fosse hoje.
Era para ser apenas um “happy hour” na sexta-feira com as amigas. Afinal. não existe nada mais gostoso que sair para relaxar depois de um dia estressante de trabalho. Liguei para o marido no final da tarde dizendo que chegaria mais tarde. Ele não gostou muito, mas concordou dizendo que ia me buscar.
A noite estava agradável, fomos para um barzinho em uma badalada avenida na zona sul, onde colocaríamos a conversa em dia, beberíamos e dançaríamos muito!
Logo que chegamos, uma mesa, em especial, chamou a nossa atenção, três homens lindos e estávamos em três também. Som ambiente, música ao vivo, impossibilitava ouvir o que conversavam mas, não tiravam os olhos da nossa mesa.
Papo vai, fofoca vem, tomamos algumas bebidas e já estávamos mais soltas.
Depois de um certo tempo, um deles se habilitou e veio até a nossa mesa se apresentando como Marcos. Disse que estavam na cidade a trabalho e como a noite estava muito quente resolveram sair para tomar alguma coisa. Acabamos juntando as mesas e conversamos sobre diversas coisas até que o assunto acabou em sexo. Não mencionei que era casada.
A partir desse momento tudo mudou, como já estávamos sob o efeito da bebida, e eu e o Marcos já nos olhávamos de forma diferente. Entusiasmadamente me chamou para dançar, e eu disse que não era muito boa naquilo, ele riu e falou que não precisava saber nada e que era só me soltar.
Senti aquelas mãos me pegarem, aquele corpo colar no meu, sentia as pernas dele roçarem as minhas no ritmo da música, ai que delícia! Até aí meu corpo já estava louco de tesão e implorava por sexo.
Voltamos para a mesa, ficamos mais um tempo e resolvemos ir todos para uma danceteria, isso já passava das 23 horas. Fui no carro com o Marcos, assim que entrei já percebi que ele estava excitado, de pau duro mesmo e disse que não aguentava mais e que precisava me beijar. A pegação foi ficando cada vez mais quente mas estavam nos esperando.
Quando saiu com o carro, fui me baixando na direção daquele pau e delicadamente abri o zíper da sua calça, com o carro em movimento, tirei o pau dele para fora e vi o quanto era delicioso. Sem pensar caí de boca nele cheia de tesão, sentindo e saboreando aquele pau gostoso dentro da boca. Ele segurou-me pelos cabelos e me fez engolir fundo, fazia movimentos para frente e pra trás. Mandava eu chupar gostoso e eu obedecia, ele gemia alto e dizia que queria me comer todinha, isto me deixou excitada ainda mais.
Já estava determinada a não ir mais para a danceteria e dar uma metida bem gostosa com ele, quando um carro buzinou do nosso lado sinalizando que havíamos chegado na danceteria que era perto do lugar onde estávamos, por isso não demoramos a chegar. Eram nossos amigos no outro carro.
Esperamos um tempo até nos recompormos para descer do carro. Entramos na danceteria, mas estávamos loucos de vontade de dar uma fugidinha. Ficamos pouco tempo lá dentro e logo ele me convidou para irmos até o estacionamento onde o carro estava estacionado, em um lugar que não daria para ver o que estávamos prontos para fazer. Não tive dúvidas e aceitei, estava louca de tesão, com muita vontade de dar.
Chegando, olhamos para todos os lados e já fomos direto para o banco de trás. Nem bem entramos já foi abrindo minha blusa e chupando meus peitos, chupou muito, lambeu, mordeu meus biquinhos, uma delícia. Depois me beijou de um jeito que fazia minha buceta contrair toda de tesão.
Tirei a calça e a calcinha afobadamente, ele foi baixando e tirando as calças também e, afastando minhas pernas, meteu aquele pau gostoso de uma vez, me fez gritar de tesão e de prazer. Gozei deliciosamente. Pedi mais! Queria mais ! Eu me segurava nele, ele chupava meus peitos e me fodia, ao mesmo tempo dizia que eu tinha uma buceta deliciosa.
Então me dei conta que ele não estava usando camisinha e falei: “coloca logo a camisinha” e ele disse que estava sem. Pedi para ele parar, porque estávamos alucinados de tesão e ele iria acabar gozando na minha buceta e isso não podia acontecer, no entanto ele não parou e começou a meter com mais força e tesão. Estava uma delícia sentir aquele pau me fodendo toda, um pau delicioso, grande e grosso, mas não podíamos arriscar. O pau dele estava cada vez mais duro. Contrariado, tirou da minha buceta e me pegou pelos cabelos de novo e, forçando minha cabeça em direção ao pau, disse: “quer me fazer gozar na sua boca putinha ?” Então abocanhei aquele pau duro de tesão e chupei gostoso, chupava e lambia, mamando mesmo. No inicio chupava devagar e depois fui alternando rápido e lento. Muito gostoso, muito tesão. Uma delicia ! Não demorou e já senti ele gozando, com aquele jato quente que rapidamente encheu minha boca toda. Tirei, não pude evitar de engolir um pouco, e depois voltei a chupar bem devagar com o gosto da gozada dele na boca, até sentir aquele pau amolecendo. Foi uma delícia. Adorei.
Nos limpamos como foi possível no carro. Colocamos a roupa, voltamos para a danceteria e encontramos com os amigos, que foram discretos. Ficamos um pouco mais, o telefone dele tocou, foi atender do outro lado, deu uma desculpa e disse que precisava voltar para o hotel. Acho que ele era casado também, mas isso não importa. Os amigos ficaram mais um pouco.
Nunca mais nos vimos, mas foi uma experiência inesquecível.
Saí logo em seguida, meu marido já estava me esperando, e fui para casa me sentindo uma biscatinha que deu e fodeu gostoso, muito gostoso, deliciosamente, com um desconhecido… inesperadamente…

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  • Escritos por: lucas e nina
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