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Acoxando mamãe 3

  • Enviado: 2 de maio de 2005 00:05

Corpo do conto

A viagem para a casa da minha tia foi uma decepção total. De início eu e mamãe fomos, sentados, em um ônibus que deveria estar lotado, ainda mais tendo festejos na cidade desta tia. Lá na casa fiquei dividindo um quarto com mais três primos. O calor neste quarto era coisa fora do comum e eu ainda tinha que guerrear com esses meus primos, que não paravam de elogiar a bunda de mamãe, defendendo mamãe das línguas deles e falando da mãe de cada um. Mas nada que saísse porrada. Quando saíamos para as tendas (eram nove tendas que rolavam, cada uma, um ritmo diferentes) ou nas festinhas na casa de tia ainda dava para dançar com mamãe, mas o foda é que os malas dos meus primos também dançavam com ela. Isso só parou com a chegada de papai, infelizmente parou para mim também. Fui e voltei e nada de uma casquinha em mamãe. Sei que era impossível dar uma acoxada em mamãe na casa de tia sem que alguém visse, mas ao voltar para casa me deu uma sensação de incompetência por não ter conseguido o que queria que me deixou triste. E para piorar, as visitas de mamãe ao meu quarto pararam. As coisa iam mal, era como se eu tivesse perdido uma oportunidade de ouro. Mas aí, na madrugada do dia 02 de fevereiro (nem deus me fará esquecer esta data… esta e 03 de fevereiro) a situação deu uma reviravolta. Mamãe voltou a me visitar. Ela entrou no meu quarto com o camisão antigo, o que ia quase até os joelhos, e começou a conversar. De início falávamos sobre insônia mas ela começou a manusear quase tudo do meu quarto. E a medida que mamãe pegava um objeto novo a nossa conversa passava a ser a respeito daquele objeto. Ela ficava falando sempre de costas pra mim e eu apenas, girando na cadeira do pc para observa-la, acompanhando o contorno da bunda de mamãe no camisão, tava quase hipnotizado, pois de vez em quando ela enfiava os dedos no rego e desenterrava a calcinha. Eu delirei quando ela parou o que estava falando para dizer que odiava quando as calcinhas ficavam se enfiando. Aí ela veio até a mim e perguntou o que eu estava lendo no pc (era um livro eletrônico). Enquanto eu dava a sinopse do livro ela ficou de cócoras ao meu lado e pousou o braço na minha coxa. O braço devia estar a alguns centímetros do meu pau. Antes que eu terminasse a explicação ela se levantou e voltou a reclamar da calcinha e a desenterra-la, só que agora a menos de meio metro da minha cara. Ela poderia simplesmente ter levantado e desenterrado, mas preferiu ficar de costas para mim para me dar uma visão melhor do ato de desenfiar a calcinha. Ela antes de sair do quarto disse que preferia aquelas calcinhas que veio por engano, elas eram mais confortáveis pois quando se enterravam ela (mamãe) nem notava. De dia mamãe fez questão de me dizer que iria comprar mais calcinhas. E no dia seguinte, logo de manhã, mamãe começou com uma conversa sobre namoradas. Tudo que eu falava ela me dizia: – Ah! Ta devagar, eu na sua idade…- E me contava algo dos tempos de namorada. Comecei a ficar por baixo (só tinha beijado até agora), mas confesso que fiquei excitado com as estórias. Mamãe ia se empolgando com o que me contava e acabou me contando que, tinha casado virgem (fez questão de me dizer isso), mas tinha chupado os namorados. Ela disse que os chupava para não ter que transar pois os deixava doidos de tesão. Eu estava com meu pau em ponto de bala, era um misto de excitação e ciúmes. De repente ela perguntou o que eu achava da bunda dela. Perdi a fala na hora, mas ela me explicou que tinha achado umas revistas minhas sobre sexo anal e queria a opinião de quem curte bundas. Eu fiquei todo-sem-jeito e a melhor coisa que consegui responder foi um: – É bunitinha…- Eu não acreditava no ponto em que a conversa tinha chegado. O que tinha acontecido antes tinha sempre uma desculpa, mesmo que eu e mamãe tivéssemos que fingir para nós mesmos que acreditávamos nas desculpas. As acoxadas eram devido ao ônibus lotado e as visitas de mamãe ao meu quarto eram devido a insônia. Eu tentava fingir controle durante essa conversa, mas quando ela me disse perguntava por quê papai tinha parado de pedir a bunda dela fazia tempo, eu quase tive um colapso nervoso. Ela chegou a rir da minha reação. E como se eu tivesse perguntado algo ela me disse, ainda rindo, que não tinha dado a bunda a papai (e fez questão de dizer que não a deu a ninguém), mas como papai era pauzudo ela tinha medo da dor. Mamãe me falou um pouco mais e, aí sim, eu respondi bem. Disse: – Papai pedia a sua bunda no início do casamento mas levou tanto não que desistiu de pedir, foi só isso – Mal terminei a frase e ela me perguntou: – Mas você acha a minha bunda feia?  Ela sabia que eu era tarado pela bunda dela. E não ficou só nisto não, antes mesmo de responder a próxima pergunta mamãe veio com uma de: – Eu mostro a minha bunda e você me mostra seu pau  Aí eu vi que estava no céu e respondi que sim com a cabeça. Mamãe mandou espera-la ajoelhado no sofá, ficava com a barriga encostada no encosto do sofá pois seria atrás do sofá que ela me mostraria a bunda que eu tanto desejava. Eu fiquei como ela mandou e ela foi para o local do desfile. Mamãe começou a tirar a bermuda de frente para mim. Não sei como não gozei ao ver mamãe de calcinha e uma camiseta bege. Mamãe virou de costas para mim e puxou a calcinha para cima fazendo esta calcinha se transformar em uma tanguinha. Rebolou um pouco e ainda de costas para mim me perguntou o que eu achava (perguntava com a maior cara de sacana). Respondi do jeito que estava pensando: – Que rabo lindo  Ela riu toda animada com a resposta. Trocamos de posições e quando eu tirei a bermuda (estava sem camisa) mamãe, vendo o volume do meu pau na cueca, disse que eu seria mais pauzudo que papai. Na hora eu entendi que meu pau era maior que o de papai, mas como se ela tivesse lido meu pensamento ela me trouxe a realidade me dizendo: – Não se empolgue não, eu disse que você vai ficar mais pauzudo que seu pai, mas ainda não é  Eu tirei a cueca (ela fez um hum de aprovação), cheguei bem perto de mamãe e depois comecei a rodear o sofá e parei atrás dela. Mamãe estava ajoelhada com a barriga enconstada no encosto do sofá (como eu tinha ficado) só que agora eu estava atrás dela admirando a bunda dela. Aí ela me olhou com cara de safada e disse: – Gostou da minha bunda né?  E começou a se abaixar. Ela baixou a bunda até tocar seus calcanhares e fez uma curva nas costas como se quisesse encostar seus seios no encosto do sofá. Eu olhei para aquele rego todo aberto, deu até para ver a parte escura que é o lugar do cu de mamãe (só não vi o dito-cujo por quê a calcinha não permitia). Mas aí ela se levantou, veio até a mim, me deu um beijo longo que quase me fez gozar, perguntou se alguma menina beijava melhor que ela (não), disse que eu tenho um pau lindo, foi vestir a sua bermuda e me mandou vestira minha. Antes de sair da sala ela vendo a minha cara de desânimo me disse para não ficar assim pois amanhã teria mais. Isso não me animou muito já que achava que iríamos transar, mas veio a injeção de ânimo, mamãe olhou para meu pau e disse que com um pau deste porte ela até arriscaria a dar a bunda. Ela foi para seu quarto, eu para o meu (bati todas e ela deve ter batido umas também). Almoçamos e infelizmente mamãe ficou a tarde inteira no quarto trancada.——–Ainda esta semana escrevo a continuação.

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