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A Viagem

  • Enviado: 30 de abril de 2013 12:01

Corpo do conto

Já estava chegando o final da Quinta-feira, estava terminando de arrumar a mala, pois iria pegar uma carona no dia seguinte para interior, para aproveitar o feriadão e também para comemorar o aniversário da minha mãe. Meu pai havia ligado avisando que o amigo dele passaria às seis da manhã aqui para me buscar e a F.E. Também, a F.E. é uma amiga do interior que também cursa na mesma faculdade e aproveitaria o feriadão para passar no interior, ela acabou dormindo em casa, pois havíamos combinado. A F.E., estava solteira fazia umas duas semanas, mas eu já havia ficado com ela em uma festa no interior, mas depois disso nunca mais rolou nada entre nós, eu a encontrava na faculdade com frequência e sempre tivemos contatos. Ela chegou no final da tarde em casa, ficamos conversando e liguei meu notebook onde passei algumas horinhas. Ela foi tomar um banho e para passar o tempo, peguei uma cerveja que estava na geladeira e comecei a beber, quando a F.E., saiu do banho, já com roupa de dormir e perguntei:

– Já vai dormir?

– Eu acho que sim. Respondeu ela em duvida.

– Bom, não quer tomar uma comigo? Sorri.

– Não sei se devo, amanhã iremos acordar cedo e não sei se é certo bebermos hoje.

– Ah! Relaxe, tomamos só uma, venha, vou pegar um copo pra você.

– Está bem, só um copo!

Voltei da cozinha com um copo e com amendoins. Sentamos no sofá, e onde ficamos jogando conversa fora, ela parecia tímida, mas à medida que ia bebendo, sua timidez iria desaparecendo aos poucos e para mim, era bom. Quando ela interrompeu meu pensamento:

– Bom, acho que vou trocar de roupa…

– Ora, porque? Eu a interrompi.

– É que eu já estava me preparando pra dormir!

– Ah! Que nada querida, pode ficar a vontade, ficou uma gracinha com esse pijaminha. Sorri.

– Você só quer saber de graça né?

– Brincadeiras à parte, mas pode ficar a vontade, nem reparei no pijama. (Como se eu não tivesse reparado mesmo). Bom, pra ser sincero, só fui reparar agora que você usa um piercing.

– Hum… Tem seis meses que uso. Gostou?

– Combinou contigo, e pra ser franco eu acho bonito, mas depende de quem usa.

Bom, depois disso o papo começou a fluir, e continuamos bebendo, ela já parecia estar bem mais a vontade e naquele momento já tínhamos bebidos uma caixinha e meia de cerveja juntos. Já tínhamos conversado de faculdade, planos na carreira, festas, até de futebol e quando falamos de relacionamentos e papo de sexo acabou vindo junto.

– E você nunca namorou né?

– Não.

– Porque?

– Você pode achar “aviadado” da minha parte, mas não estou preparado e nem com “tempo” pra me envolver sério com uma garota. Por isso vou curtindo a fase de solteirão.

– Bom eu entendo, namorar é muita responsabilidade e terminei o meu há poucas semanas.

– Pois é, fiquei sabendo disso.

– Mas as vezes eu sinto falta dele, sabe?

– Em que sentido? Ela abaixou a cabeça e falou com um pouco de vergonha.

– Sinto falta de sexo!

Aquilo era última coisa que eu esperava ouvir dela. E como ela puxou o assunto, tentei colher mais informações.

– De sexo? Há quanto tempo você não faz?

– De sexo propriamente dito, tem duas semanas e meia, mas…

– Mas?

– Fico com vergonha de dizer…

– Vergonha? Bom, deixe-me tentar adivinhar… Pra suprir a falta de sexo, você se masturba, é isso?

– Hunrum, acertou hein?

– Bom isso foi à primeira coisa que me veio em mente. Eu ri, percebi que sua postura mudou, o bico do seio dela ficou duro e colocou as duas mãos entre as pernas, tentando esconder seus seios.

– E você, vem praticando muito sexo?

– Bom, a ultima vez foi há duas semanas também, mas sabe como é homem, quando não praticamos, nos “satisfazemos” no banheiro. Ela riu.

– E na hora H, você gosta de comandar ou ser comandada?

– De tudo um pouco, mas prefiro que o homem fique a frente de tudo.

– Hum… Fiquei pensativo e depois perguntei. Alguma posição em especial? Algum fetiche?

– Eu adoro um oral, se não tiver isso, pra mim é como se não houvesse o sexo. Mas fetiche, eu tenho vergonha, não vamos mais entrar em detalhes, esse papo já tá me deixando com vontade e com essa cervejinha, acho que irei dormi, já são duas horas da manha e vamos acordar cedo. Vamos dormir?

– Ha Ha, tudo bem, vou terminar essa aqui e irei dormir em seguida.

Horas depois eu acordei com o despertador, levantei para ver se a F.E., tinha acordado e percebi que ela tinha preparado café.

– Bom dia flor do dia! Toda emocionada, fiquei surpreso.

– Bom dia querida. Respondi.

– Eu pulei da cama cedo, tomei banho e tive a ousadia de preparar o café, você não se importa né?

– Ah! Claro que não, a casa é sua! Soltei um sorriso no final.

– Tá de ressaca de ontem?

– Pior que não, a bebedeira foi de leve ontem, ainda estou com um pouco de sono. Vou tomar meu banho aqui para não atrasarmos, daqui a meia hora o cara vai passar aqui para nos pegarmos.

– Tudo bem, adiante então que irei terminar de preparar algumas coisinhas aqui.

Terminei meu banho, tomei o café e minutos depois o cara liga avisando que já estava chegando e que já fosse descendo com as coisas. Desliguei o celular, vinte minutos depois o rapaz já estava lá embaixo, só foi o tempo de colocarmos a bagagem e seguirmos viagem. O trecho até Feira de Santana, já estava engarrafado, aproveitei para tirar uma soneca marota. Acordei com o cara resmugando com a mulher dele, olhei para o relógio e ainda marcava 10:30, perguntei:

– Ow véi, onde estamos?

– Ainda nem chegamos em Feira de Santana, esse engarrafamento tá foda!

– Meu Deus! Olhei para o lado e a F.E. estava dormindo.

Chegamos basicamente ao meio dia em Feira de Santana, eu estava faminto e o cara sugeriu que almoçássemos logo para continuarmos a viagem. A partir daí as aventuras começaram a acontecer, o cara decidiu pegar um atalho para a viagem, e pegamos um trecho em obras, onde atrasamos mais 1 hora. E como não bastasse, ao chegarmos perto da cidade de Itaberaba, perto de uma cidade estrada chamada Zuca, o carro deu problema. A mulher do cara parecia nervosa e eu tentei manter calmo, quando veio a noticia que não poderíamos seguir viagem, pois a embreagem do carro estava falhando, para sorte não teríamos que comprar a peça, em outra cidade por perto, pois o cara tinha comprado em Salvador para que fosse instalado no interior, mal ele sabia que aconteceria esse imprevisto na viagem e como tinha uma borracharia e como o céu já estava escurecendo o mecânico solicitou que ficássemos na cidade e que pela manhã faria a troca da peça. Logo depois de comunicado, procuramos um local para passarmos a noite e havia uma pousada próximo ao posto de combustível, peguei a minha mochila e fomos a recepção. Haviam duas vagas na pousada, ambas com cama de casal e com banheiro no próprio quarto, uma espécie de suíte e depois de uma conversa com F.E., topamos dividir o quarto para evitar custos. O quarto era aconchegante, porém muito quente e eu saberia que iria sofrer com isso durante a noite, pelo menos tinha uma TV para nos distrair. Liguei para o meu pai avisando do imprevisto e que iria passar a noite em uma pousada, tomei um banho logo em seguida e esperei que ela tomasse o seu também, para irmos jantar. Logo após a janta, tentamos procurar o que fazer, demos uma volta pelo posto, alguns caminhoneiros chegavam e outro carros passavam pela estrada, voltamos para o quarto e procuramos assistir TV. O tempo foi passando e o calor também foi aumentando, ao desligar a luz do quarto perguntei:

– Er… Você se importa se eu ficasse apenas de cueca? É que está muito calor!

– Não! Ela respondeu rapidamente. Para a minha surpresa.

Ela olhava para a TV, e enquanto eu tirava a minha roupa para tentar ficar um pouco mais a vontade, percebia o olhar de canto de rosto dela. Deitei ao seu lado e cobri as pernas, para evitar constrangimento. Minutos depois resmunguei:

– Puta que pariu, que calor da zorra! Bom, não se importa d’eu descobrir as minhas pernas e ficar dessa forma, certo?

– Bom… Eu não me importo fique a vontade. Está fazendo calor mesmo e nem para ter um ar condicionado ou no mínimo um ventilador aqui.

– Pois é, tá barril esse calor. Bom, vou tentar dormir um pouco, boa noite!

– Boa noite, vou continuar assistindo TV aqui.

Só consegui dormir por quarenta minutos, o calor estava maior e quando olhei para o lado, a F.E., não estava na cama, ouvi barulho do chuveiro e a porta do banheiro estava aberta, e quando eu a olho, ela estava se masturbando com o chuveirinho, só de ver aquela cena, o volume da minha cueca aumentava e decidi interrompê-la:

– Bom, eu não gostaria de atrapalhar, mas você não quer ajuda aí?

– Ai meu Deus! Que susto! Ela fechou as pernas e ficou envergonhada. Eu pensei que você estivesse dormindo.

– Mas como é que dorme com um calor desses? Então, você não respondeu a minha pergunta, você quer ajuda aí? Sorri.

Ela deu dois suspiros e balançou a cabeça positivamente. Retirei a minha cueca e fui ao seu encontro, ela ficou de costas para mim, primeiro joguei um pouco de agua do chuveirinho em mim, para sentir a temperatura e depois fui aproximando perto dela e jogando agua sobre suas costas. Aproximei mais dela, fazendo o primeiro contato do meu pênis com a bunda dela e a abracei por trás e falei no ouvido:

– Você não sabe o quanto eu desejei isso!

– Eu também. Respondeu ela. Depois das conversas de ontem, fiquei com medo de me entregar pra você ontem, mas hoje eu sou toda sua!

Aquela resposta me surpreendeu mais uma vez, e comecei a beijar suas costas, depois subia para o pescoço e desliguei e soltei o chuveirinho, fazendo com que a agua do chuveiro caísse sobre nós e aproveitei que minhas mãos estavam desocupadas naquele momento, uma já estava tocando seus seios e a outra passando sobre a xoxota dela. Ela roçava a bunda dela no meu pênis e com uma das mãos procurou segurando-o firme. Ela se virou e beijamos um beijo literalmente molhado e intenso, além de refrescante. Saímos do banho e fomos para cama, ainda molhados, fizemos um meia nove, ela segurava com firmeza e chupava com vontade, afinal fazia mais de duas semanas que ela não provava aquilo e a minha língua percorria aquela xoxota, enfiei um dedo, estava apertadinho mas em pouco tempo já conseguia colocar dois dedos e aumentava a penetração de acordo com as chupadas dela sobre o meu pênis. Ela parou de chupar e disse:

– Eu quero ele dentro de mim!

– Seu desejo é uma ordem, mas deixe-me pegar as camisinhas aqui na mochila. Sempre precavido.

Coloquei a camisinha e ela foi logo ficando por cima, acomodou-se e pousou suas mãos sobre o meu peito e começou a sentar e rebolar sobre meu pênis, ela gemia baixo e sussurrava com “Ai que delícia”. Ela continuava com os movimentos e estava ficando muito bom. Eu a coloquei de quatro na cama e consegui ficar de pé, próximo a cama, facilitando as penetrações, puxava seus cabelos e tinha vontade de bater naquela bunda dela, mas tentei ser discreto. Veio o primeiro gozo. Retirei a camisinha e ela queria mais, limpei o meu pênis e ela começou a chupar de novo. Não demorou muito tempo  para ele ficar a ponto de bala, coloquei outra camisinha e a coloquei na posição papai e mamãe e bombeava com mais força, ela gemia e sussurrava e logo depois pediu para eu bater nela. Fiquei surpreso com o pedido, dei um tapa no seu rosto, ela sussurrou “Mais forte, bata mais forte!” Dei outro tapa, com um pouco mais de força e ela respondia com “Isso, isso!”, como percebi que ela era sadomasoquista, eu a segurei pelo pescoço ela com os olhos fechado e continuava bombeando com força, seu rosto já estava todo vermelho, e soltei o seu pescoço quando ela disse: “Não pare!” Toda ofegante. Sorri com a situação, coloquei ela de lado e fui metendo, agora eu já batia na sua bunda sem tanta discrição. Então decidi colocar na minha posição favorita, com seus calcanhares nos meus ombros e enviava com vontade, suas pernas tremiam e nossos corpos já estavam molhados de tanto suor e não demorou muito para vir o gozo. Caí ao seu lado exausto e ficamos ali por alguns minutos para nos recompor. E minutos depois fomos para o banho.

 

 

 

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