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A Velha Comeu o Garotão

  • Enviado: 29 de janeiro de 2013 15:16

Corpo do conto

Isso aconteceu há dois anos atrás.

Meu nome é Miller, e eu fui passar o fim de semana, ou feriado na casa da minha tia. É um casa que, apesar de ficar na cidade, tem um ar de chácara, com um quintal grande todo gramado, muitas árvores e uma enorme varanda que circula toda a casa.

Estava um dia normal, céu claro com sol, não tão forte, e muitas nuvens. Mas ainda estava calor o suficiente pra passar o tempo na piscina. Tinham outras pessoa por lá, e uma delas era uma amiga da minha tia, que morava em algum lugar de Minas Gerais. Eu não sabia nem mesmo o nome dessa mulher, sei que ela ara dona de uma escola e só.

Eu já tinha visto essa mulher algumas vezes, mas nunca tinha trocado mais que duas palavras. Pra falar a verdade sempre achei ela meio metida. Ela devia ter quase 60. É o tipo de mulher solteirona que gosta de garotão, mas nunca tinha feito nada pra mim até então. Eu achava ela um velha feia e safada, não ia com a cara dela.

Enfim, estava eu na piscina, e então aquela mulher entrou também. Não disse nada e nem veio pro meu lado. Eu logo sai e me sentei em uma mesinha que estava à beira da piscina. Então minha tia se sentou comigo e ficamos ali bebendo e conversando. Logo a mulher saiu da piscina e se juntou a nós. Fiquei mas na minha, mas a conversa continuou. O dia passou e troquei umas idéias com a tal mulher… Enfim, já era umas duas da manhã e todo mundo já tinha ido dormir, e apenas eu, pelo menos foi o que eu pensei, estava acordado assistindo filme na cozinha da piscina.

Então aquela mulher entrou na casinha procurando sei lá o quê e me deu um puta susto. Depois disse que estava sem sono e sentou em uma das cadeiras com um copo de água em mãos.

– E então, a Ângela (minha tia) disse que você trabalha com informática – Disse ela puxando assunto.

Eu respondi que sim e ela continuou com mais blá blá blá, até que ela perguntou se eu tinha namorada. Eu disse que não. E ela “É eu também estou sem namorado”. E conversa continuou por alguns minutos nesse contexto. E então ela, talvez se sentindo mais confiante, disse:

– Sabe, já estou a perigo tem um bom tempo.

Eu não tinha idéia do que dizer. Então fiquei quieto.

– Sabe, eu tenho algum dinheiro aqui – Continuou ela. Eu já tinha percebido onde ela queria chegar. – E talvez você pudesse me aliviar um pouquinho.

– Não, sem chance – Falei em tom de brincadeira, tentando fingir que tinha entendido como uma piadinha ela..

Então ela se soltou de vez.

– É sério. Sabe quanto tempo faz que eu não fodo?
– Não, mas não tô interessado.
– Eu te dou 50 se você me deixar te chupar.

Eu ri na cara dela.

– Okay, te dou os cento – e alguma coisa lá que ela tinha – se você me deixar.
Ela tinha levado até a grana. Já tava intensionada.
– Não, não tô afim. E pode ficar tranquila que eu não vou contar nada pra minha tia – Respondi.

Então ela disse algumas coisas, que não era pra mim ficar acanhado em aceitar o dinheiro e tal. Na verdade eu tava me lixando pra isso. Se eu estiver afim de transar com alguém e esse alguém me oferecer dinheiro, melhor ainda. Mas eu não queria que ela me chupasse.

– Olha, duzentos então. – Ofereceu.

Então eu pensei “Duzentas pratas só pra ela me chupar… Ah, foda-se!” e aceitei.

Pois ela me deu o dinheiro, 4 notas de 50, me lembro bem, e se abaixou na minha frente. Eu sentado na cadeira e ela começou alisar minhas pernas. Logo começou a acariciar meu pau por cima da bermuda. Percebi que ela acariciava a si mesma com a outra mão dentro do próprio short. Nessa hora eu me levantei para que ela abaixasse meinha bermuda e começasse a me chupar. Foi o que ela fez. Mas antes de me chupar, ficou me punhetando um pouquinho e manuseando minhas bolas com a outra mão. Tenho que confessar que estava bom. Mas ainda assim fechei melhos olhos e fiquei tentando imaginar um outra pessoa no lugar dela. “Quem sabe assim eu gozo mais rápido e acabou com isso logo” Pensei.

Então ela começou me chupar. Primeiro dando umas lambidinhas na cabeça do meu pau e depois colocando-o todo dentro da boca enquanto apertava minha bunda atrás. Ela sabia o que fazia, era experiente. Pra mim estava ótimo, porque eu não tinha recebido muitas chupas até então, e todas que me chuparam antes eram garotas da minha idade e talvez não tivessem bastante experiencia.

Ela engulia me pau até o talo, meus 15 centímetros estavam totalmente dentro de sua boca velha, mais que trabalhava bem. Nesse instante eu vi que ela estava com uma mão dentro do short. Ela dava um gemidinhos, que soaram meio broxantes pra mim na hora. Mas continuei firme, até que ela tirou a mão de dentro do short e disse “Tá muito molhadinha” e veio com a mão até minha boca. Caralho, eu senti aquele gosto de buceta velha. Aí ferrou de vez.

Minha sorte é que ela se levantou nessa hora e disse:
– Olha, eu tenho um tara que adoraria fazer com você.
– Não mas agora já chega né – Falei já com o pênis flácido.
– Eu adorei seu pau – ela continuou – mas outra coisa que eu amo, é cuzinho de homem.
– O quê?
– É isso mesmo. Eu quero te comer com a língua.
– Não, nem pen… – Ela me interrompeu.
– Te dou mais 380 que eu tenho aqui e é tudo.

Pensei e aceitei. Nunca ninguém tinha feito isso em mim e também nunca tive vontade. Mas 580 pratas para uma velha me chupar e lamber meu cú… Parecia bom.

Primeiro disse que não queria que ela contasse isso a ninguém. Ela me garantiu que não contaria.
– Se eu fosse contar de tudo que já fiz com algumas pessoas…

Okay, então me debrucei sobre a cadeira que eu estava e abri bem as pernas. Ela disse:
– Não, assim não. Suba na mesa e fique de quatro.

Fiz isso. Logo senti suas mãos contra minhas nádegas, abrindo caminho para meu cuzinho. Senti um dedinho, e foi gostoso. Meu pau endureceu na hora. Então ela veio com a lingua e começou lamber meu cuzinho. Depois passou cuspe e foi enfiando o dedo devagarzinho, abrindo meu buraquinho. Foi muito bom. Dei um gemidinho essa hora. Ela sacou que eu estava adorando aquilo e começou me comer com o dedo, um entra e sai bem suave e gostoso.

– Agora vou colocar a língua – Ela disse.

E socou a língua dentro de mim. Nessa hora eu gemi alto.

– Espere um pouquinho, meu bem – disse ela bem baixinho.

Abriu algumas gavetas no ármario e veio com algo na mão, não sei o que era aquilo, mas tinha uma ponta roliça e mais grossa que um dedo. Ela cuspiu naquilo e começou a me comer com aquele negócio. Foi o grandioso. Depois ela se deitou em baixo de mim, em posição de 69, e ficou me comendo com aquilo e chupando meu pau ao mesmo tempo. Eu também soquei a boca na buceta dela e tentei lamber, mas o tesão era tanto que logo gozei. O que era para ser uma noite terrivel, se transformou em uma transa sensacional.

Desde então tenho me cuzinho comido pelas mulheres que transo. Já tentei dar o cuzinho para um homem, mas não gostei. Eu gosto mesmo é das mulheres me comendo. Agora memso estava com uma linguinha gostosinha no meu cú. Isso Me inspirou a contar como tudo começou.

Bem, pessoal, esse foi um conto fictício que saiu de um história que um amigo me contou. Já escrevi muito contos sobre vários temas, mas nunca tinha escrito um sobre sexo. espero que tenham gostado. Sei que falei demais e não fui logo a parte que interessa, mas, não tenho experiencia nesse tipo de conto e acabei descrevendo demais as coisas. Sei que a parte que importa é só o sexo, mas esse é só um teste. Não gostei muito de escrever sobre esse tema e provavelmente esse será o único conto escrito por mim em cima desse tema, principalmente porque eu tou com as imagens do conto na cabeça, e, não é bom rsrsrs.

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