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A Secretária

  • Enviado: 16 de outubro de 2012 12:29

Corpo do conto

Tenho 24 anos, sou universitário, estudo numa faculdade renomada no interior do estado de São Paulo no período da manhã e às vezes após as aulas e o almoço no restaurante universitário passo no escritório de advocacia do meu pai, que fica no caminho entre a minha casa e a faculdade.
A secretária do meu pai é Daniela, uma crentinha feiosinha, mas com um corpo bem gostosinho; 31 anos; branca; cabelos lisos negros; óculos e por volta de 1,70m. A Dani nunca deu em cima de mim abertamente, tudo o que ela fazia era perguntar como estava o meu namoro, o qual eu dizia estar sempre bem, o que fazia ela ser sempre muito cortês comigo. Mas mesmo assim, Daniela nunca saiu dos meus pensamentos sexuais, alguma coisa nela me atraía, e era talvez o fator de conhecê-la e pensar na possibilidade de sexo, pois certamente se visse-a na rua, não olharia com olhos de desejo, pois Dani não era o padrão de beleza quando o assunto é rosto feminino.
Um certo dia, eu estava com meus hormônios à flor da pele quando saí da faculdade, e resolvi atear fogo nos “desejos voyeuristas “ de Daniela, ou seja, ela iria me observar querendo ou não. Cheguei por volta de meio-dia no escritório que estava vazio, ela só chegava às 13h de seu horário de almoço. Entrei na sala de meu pai e fui me aquecendo. Quando chegou próximo ao horário, coloquei o meu fone de ouvido (desligado) para ela achar que eu estava ouvindo música e não ouvi ela chegar, e fiquei com o semiduro. Daniela chegou, como de costume abriu a janela da sala e passou em frente ao banheiro. Eu estava fingindo olhar para o meu pênis, como se estivesse urinando ou terminando de urinar, mas estava com o famoso “rabo de zóio” observando a porta, quando que para a minha surpresa, Dani parou estática na porta, apoiou-se na parede e ficou observando o meu pau. Olhei então rapidamente para ela que se assustou e saiu envergonhada, perguntei do meu pai e ela respondeu sem olhar, chamei-a novamente e pedi para ela olhar, ela olhou e não disse nada, quando eu disse para ela se aproximar, ela ponderou por um instante e disse que era melhor não, pois meu pai poderia chegar e além disso eu tinha namorada. Respondi que isso não era problema e que meu pai certamente não chegaria naquele horário. Me aproximei dela que olhava envergonhada ora para o chão, ora para o meu pau, peguei na sua mão e levei até meu pênis. Segurei a mão dela e fiz ela me punhetar algumas vezes, até que ela disse que ia trancar a porta para nenhum cliente chegar.
Trancada a porta, Dani veio ao meu encontro, tímida, olhando para baixo, mas certamente louca de tesão, apenas preocupada com a situação. Agarrei-a e comecei a tirar sua blusinha e seu sutiã. Mamei, mamei gostoso naqueles seios pequenos e beijei seu pescoço perfumado. Desabotoei sua calça e tirei brutalmente aquela calcinha e pude comprovar a minha teoria, Daniela estava doida de tesão, completamente molhada, sua calcinha estava ensopada e então comecei a chupar aquele grelinho delicioso. Dani começou a se soltar, estava menos tímidas e dava uns gemidinhos de prazer. Ali mesmo terminei de me despir, levantei sua perna esquerda e coloquei todos os meus 21 cm de cacete dentro dela, que soltou gemidos insanos, porém abafados, pois não podíamos fazer barulho. Depois fiz a danada virar de costas e arrebitar a bunda e coloquei meu pau novamente em sua buceta, meti com força, muita força, então os gemidos da secretária começaram a ficar menos abafados e mais agudos, meti por alguns minutos nessa posição e então me veio a vontade louca de gozar, perguntei à Dani se poderia gozar em sua boquinha, mas ela disse que era melhor não, pois estava em horário de trabalho e não queria ficar com o hálito “espermatozoidezado”, então gozei dentro de sua bucetinha mesmo. O que eu não sabia era que Dani não tomava anticoncepcional, assim que gozei e falei a ela o que havia feito, ela me disse que não tomava pílulas há mais de 5 anos, pois como não tinha namorada e não era muito pretendida, não via necessidade de tomar remédio com medo de engordar.
Nos vestimos, saí do escritório com um delicioso beijo francês e fui até a farmácia comprar a famosa pílula do dia seguinte. O preço foi um pouco salgado, mas valeu a pena traçar aquela secretária de clitóris doce e delicioso.

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  • Escritos por: Ziggs
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