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A REINICIAÇÃO DE MINHA ESPOSA

  • Enviado: 1 de março de 2008 13:04

Corpo do conto

Após a primeira experiência em ménage masculino totalmente frustrante pela total inexperiência do garoto de programa que contratei, que apesar de bonito, jovem e bem dotado, foi um verdadeiro animal, deixando minha amada traumatizada, consegui aos poucos, convencê-la a tentarmos novamente um ménage, agora sem ser com garoto de programa, que foi um erro. Dentre os vários que fizemos contato através do sexlog, decidimos conhecer o André, que nos pareceu bem experiente: 35 anos, 1,90, forte, malhado, branco e sem pelos como ela gosta, depilado e hiperdotado, o que a deixou inicialmente muito receosa, pois desejava um cara bem dotado apenas na grossura. Casados há 19 anos, dois filhos lindos, nos amamos muito. Ela tem 40anos, loura, 1,72, 60 kg, seios médios e firmes, coxas torneadas, quadril largo e bumbum empinado com uma tatoo tribal no cóccix e uma delicada flor na nuca. Considerada por todos bonita e elegante, e para mim, uma puta na cama. Chupa e rebola num pau como ninguém. Logo no primeiro encontro com André, ele nos passou muita segurança, mostrando ser muito respeitador, e ciente do seu papel em uma relação liberal com um casal, pois como afirmou, ele como single participava do ménage como um acessório de prazer para o casal. Depois deste encontro inicial, trepávamos alucinadamente fantasiando o ménage com o André, e vi que ela ficava realmente excitadíssima em imaginar uma trepada com ele. Trepávamos teclando sacanagens no msn com ele e tb vendo as fotos dele no sexlog comendo outras mulheres casadas. O tesão falou mais alto e ela pediu que marcássemos um encontro com ele para realizarmos o ménage. No motel, André já nos esperava na suíte de banho tomado e de roupão. Muito gentil e atencioso com Carla, minha esposa, pediu minha permissão e tirou-a para dançar uma música lenta. Muito sedutor, puxou-a delicadamente contra si, fazendo-a sentir a pressão de seu corpo malhado e principalmente do seu pau. Para deixa-los mais à vontade, fui tomar um banho e qdo voltei, vi minha esposa de olhos fechados e boca entreaberta, colada ao corpo dele, enqto ele lambia e beijava seu pescoço e orelhas e a acariciava toda. Percebi que ela tremia um pouco, com certeza de tesão e excitação pelo que estava por vir. Aos poucos, ele foi tirando o vestido dela, deixando-a somente com a minúscula calcinha fio dental pois tinha ido sem sutiã. Ela já o apalpava sobre o roupão enqto ele beijava, lambia e mordiscava seus seios Não demorou para ela tomar a iniciativa de abrir o roupão dele e pegar no seu pau duríssimo. Não acreditei no tamanho daquela rola. Era muito maior que nas fotos, realmente descomunal, tanto no comprimento como na grossura. Ele já não dançavam mais, ficando somente nos amassos. A regra de não haver beijos foi quebrada por iniciativa dela. Entendi, pois era possível perceber que o tesão dela naquele macho era enorme. Se beijavam como dois animais no cio, se esfregando despudoramente na minha frente. Ela, como se estivesse hipnotizada, não tirava as mãos do pau de André, sempre com uma no saco e a outra alisando toda a extensão daquele cacete descomunal, se deixando ser lambida e beijada. Ele deixou o roupão cair ficando completamente nu, o que a fez suspirar vendo aquele corpo malhado. Ele virou a de costas e, esfregando o pau em sua bunda, passava as mãos por todo o seu corpo, indo da buceta aos seios, falando sacanagens no ouvido dela, o que a deixava cada vez mais tarada. Ele alternava palavras sacanas com palavras carinhosas, como safadinha, putinha, menina linda, gostosa, vagabunda, tarada…vc quer sentir meu pau na sua buceta, vc quer mamar no meu cacete, estou louco pra te foder, quero vc rebolando no meu pau… Ela apenas gemia e arfava, não conseguia falar. Eu não tinha dúvidas. Ela estava totalmente entregue à sanha e à tara daquele garanhão. Ainda em pé, ele a colocou apoiada na parede e começou a descer pelas costas dela, levando a calcinha para baixo, deixando a toda nua, delicadamente afastou as pernas dela e passou a chupa-la, inicialmente com toda a delicadeza, passando os lábios e a língua de leve por toda a extensão da bunda dela, e aos poucos, entrando pelo rego e passando do cuzinho até a buceta, pois devido ao salto altíssimo e às pernas que ele deixou abertas, ela estava com a bunda completamente empinada e exposta para a língua dele, que não se fez de rogado e passou a chupa-la com vigor, enfiando a língua no cuzinho e na bucetinha dela, ao mesmo tempo em que com as mãos, forçava o rebolado dos quadris dela. Aumentei a intensidade da luz para poder assistir melhor e se na penumbra eu já tinha ficado impressionado com o tamanho do pau dele, agora, com luz, era possível ver em detalhes, pois ele estava de joelhos com a cara enfiada na bunda e na buceta dela, com o pau em riste bem visível. Neste momento, temi pela minha esposa. Imaginei que ela provavelmente não agüentaria receber uma rola daquelas proporções, por mais que o cara tivesse cuidado em não machuca-la. Mas o tesão de vê-la naquela posição, gemendo, boca aberta, olhos fechados, mãos crispadas apoiadas na parede, rebolando a bunda na cara daquela macho, logo desfez meu temor e o tesão me levou a gozar sem bater punheta. Não demorou e ela tb gozou na boca dele. Um gozo intenso, pois ela ficou totalmente mole, ao contrário do que ocorre qdo ela goza na minha boca. Comigo, ela goza, mas não fica meio que desfalecida gozando com uma chupada como naquele momento. Fui ao banheiro tirar a minha cueca e me limpar e qdo voltei, ele a tinha colocado de costas na cama e estava dando um banho de língua, o que logo a despertou da dormência em que estava, se contorcendo de tesão. Passei a beija-la na boca e acariciar seu rosto enqto ele se encarregava de excita-la com a boca, língua, dentes e mãos. Depois de novamente chupar a buceta dela, ele a virou de bruços para continuar o banho de língua. Novamente, ele se concentrava na bunda, mais especificamente no cuzinho dela, e na buceta. Tentei dar meu pau para ela chupar, mas ela gemia tanto que não conseguia abocanhar , mas apertava-o com uma força proporcional ao tesão que sentia, ou seja, quase esmagou meu pau com a mão. Sentindo que ela estava novamente no máximo de excitação, ele colocou a camisinha (não sei como coube) que cobriu somente a metade do cacete e, colocando um travesseiro sob a barriga dela, abriu-lhe as pernas e começou a meter aquela rola enorme na bucetinha dela. Neste momento, percebi o quanto era experiennte o nosso amigo. Inicialmente, meteu apenas a cabeça, fazendo movimentos leves e delicados de vaivém, enqto acariciava a bunda dela, dizendo palavras carinhosas. Em seguida, abriu bem as pernas dela e me perguntou se eu não queria colocar o braço sob a coxa dela e com os dedos, acariciar o clitóris. Achei meio estranho mas acatei a sugestão. Foi impressionante. Daquele jeito, eu ficava brincando no grelinho dela e tinha total visão do pau daquele garanhão na buceta da minha esposa. Aos poucos, ele foi enfiando o cacete, centímetro por centímetro, bem devagar, colocando e tirando até chegar à metade do pau, que depois, ele me disse ter 23 cm. Deve ter demorado uns 10 minutos até ele meter a metade do pau nela. Com esse cuidado, que aquele garoto de programa fdp da primeira vez não teve com ela, em nenhum momento ela reclamou de dor, pois a todo momento ele perguntava se doía e ela apenas gemia de prazer. É absolutamente indescritível a sensação de estar vendo de tão perto a penetração de um pau descomunal na bucetinha tão delicada de minha esposa, ao mesmo tempo em que se fica com a mão no grelinho dela, e sentindo a buceta toda encharcada, com o liquido escorrendo pelos dedos. Ele aguardou alguns segundos com o pau pela metade dentro da buceta e começou então a fodê-la, primeiro devagar, e depois aumentado a velocidade até passar a foder com vigor. Seu caralho saía quase que completamente para então penetra-la até a metade. A bucetinha dela, agora bem vermelha, recebia aquele mastro duro e grosso numa penetração, justa, apertada, mas sem dor. Ela que não é de gritar, deixou de gemer como uma cadela e passou a gritar. Antes, entedia ela dizendo palavras como delicia, fode, mete… Agora, não entendia o que ela gritava. Ela mesma empinava a bunda e segurava as nádegas com as mãos para facilitar a penetração do bruto. Ela gozou de um jeito que eu nunca tinha visto. Normalmente ela goza gemendo ou suspirando. Ali, era um gozo animal, uma mistura de urro com grito, crispando as mãos no lençol, quase rasgando, mordendo a fronha, ao mesmo tempo em que lágrimas escorriam de seus olhos. É inexplicável, mas gozei sem tocar no meu pau, com um sentimento misto de ciúmes (que até aquele momento não tinha sentido) com um prazer transcendental. Ela praticamente desfaleceu com espasmos pelo corpo, principalmente na bunda e buceta. André ainda manteve seu pau duro dentro da bucetinha dela (o puto não gozou) por uns 5 minutos para então tirar. Ela se aninhou em meus braços e nos beijamos. Nosso amigo se retirou para a banheira de pau em riste, respeitando aquele momento nosso. Ficamos um bom tempo nos beijando, jurando amor, e dizendo um ao outro como tinha sido maravilhoso. Todo meu ciúme desapareceu pois ali senti que apesar dela ter trepado e gozado como nunca com aquele garanhão, nosso amor permanecia intacto. Como dissera nosso amigo, ele era apenas um instrumento para nosso prazer. Sábio amigo. Entendi porque muitos casais o requisitavam para um ménage. Ela foi tomar uma ducha, pois estava melada com a minha porra. Depois de alguns minutos, escutei um gemido vinda da banheira e fui ver o que acontecia. André estava sentado no bordo da banheira e ela, de joelhos entre suas pernas, chupava sua rola. E grata pela memorável foda, ela chupava com maestria. Não é porque é minha esposa, mas quando Carla chupa uma rola com gosto, é de enlouquecer qualquer um. Ela usa as unhas e a ponta dos dedos para excitar o saco e o pau, adora lamber de cima em baixo, brinca enrolando a língua em volta da cabeça do pau, raspa os dentes de leve, mordisca o saco, lambe o períneo e adora enfiar a língua no cu. Apesar do tesão, foi engraçado ver um garanhão como o André, com um pau de 23 cm, gemendo com a língua dela no cu… mas foi bom perceber que ele não era preconceituoso como a maioria dos garanhões, deixando-a se acabar chupando seu pau, indo da cabeça até o cu. Posicionei me atrás dela e meti minha rola na sua buceta, mas ironia, ela nem sentiu, pois estava arrombada pela foda com nosso amigo e meu pau é pouco maior que a metade do dele e na espessura talvez não chegue à metade. Tentei enfiar no cuzinho dela, ma ela refugou, por querer se concentrar na chupada. Incrível era o auto-controle do André, pois com toda aquela chupada, conseguia manter-se sem gozar e o pau duríssimo. Ele puxou a para si, virou a de costas para ele, colocou a camisinha de novo e tentou faze-la sentar-se em seu pau, mas sem a lubrificação necessária, não conseguiu. Corri a buscar o KY e aí sim, ela sentou na sua vara, agora sem dificuldade e até rápido, pois a bucetinha já estava larga. Com o controle da penetração, ela conseguiu receber 2/3 da rola, ficando apenas um pedaço para fora. Na foto que tirei, parece que ela a fode sem camisinha. Ela trepava e rebolava naquele cacete olhando para mim com aquela cara de tarada que tanto me dá tesão. Depois de ter gozado duas vezes, agora ela parecia ter o controle da situação. Ela me olhava e logo olhava a sua buceta sendo penetrada, como se estivesse me induzindo a tb olhar o pau entrando nela. André então levantou-se e sem tirar o pau da buceta, levantou suas pernas e assim levou-a para a cama, onde a colocou de 4 e a fodeu, e partir daí, passou a variar as posições: colocou a de pé de costas para ele, metia nela de frente ainda em pé levantando uma das pernas, segurava as duas pernas dela com ela abraçando seu pescoço e metia a rola, fodeu-a de bruços na mesa, de pé fez ela me abraçar enqto ele metia nela por trás (que fdp…), na cama fodeu a de bruços, de papai e mamãe, de frango assado, de ladinho por cima pela frente e por trás… E em qualquer posição, o puto a arreganhava de forma que eu pudesse ter a melhor visão da penetração daquela rola descomunal na bucetinha dela. Ela a fodia pra valer, mas não se esquecia de se exibir metendo nela (que fdp!). Ela gozou umas três a quatro vezes nessa maratona, e ele, sem dar trégua, não parava de meter a rola nela, mesmo ela pedindo para parar, fazendo a gozar seguidas vezes. Acho que ele a fodeu por sem parar por uns 40 a 50 minutos, senão mais… Por fim, metendo nela de bruços, ele então tirou o pau da buceta e tirou a camisinha, gozando na bunda e nas costas dela, esguichando até perto da nuca, uma quantidade impressionante de porra. Graças a uma seleção criteriosa, a reiniciação de minha esposa foi fantástica. Um garanhão experiente que sabe dosar a penetração sem machucar uma bucetinha rasa como a de minha esposa faz a diferença. Não é preciso dizer que nossa relação melhorou 100% e ela não vê a hora de repetirmos a trepada com o nosso amigo. Milton. mica_2@uol.com.br

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