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A primeira vez de G – muita dor e prazer

  • Enviado: 8 de março de 2001 00:00

Corpo do conto

Sou jornalista e embora a minha especialidade seja o esporte, os temas eróticos sempre me sensibilizaram muito. Para dizer a verdade, o sexo tem importância fundamental em minha vida. Daí, escrevi muitos contos sobre sexo, descrevendo as minhas experiências – muitas e realmente interessantes – e de ficção, falando de fantasias que eu nutria e nunca tive chance de realizar.

Até que decidi escrever uma série de contos sob o título “A primeira vez”. Queria descrever como fora a primeira experiência sexual de homens e mulheres, de todas as tendências sexuais. Daí, entrevistei nada menos do que 540 pessoas, de várias classes sociais, recolhendo detalhadamente como fora a primeira vez de cada uma delas. As histórias que ouvi foram as mais variadas. Algumas delas foram mesmo impressionantes, difíceis mesmo de acreditar que efetivamente se tivessem passado.

Selecionei todas as histórias e as separei por classes, considerando tendências sexuais e a natureza do acontecimento. As que mais me impressionaram foram as narrativas de estupro, principalmente os estupros decorrentes de assaltos, que são muito comuns, mas que infelizmente não são registrados na polícia por receio das vítimas.

Tenho lido muitos contos eróticos em sites desta especialidade e confesso que a esmagadora maioria é pura paranóia de quem escreveu. Não têm consistência e se vê logo que não são fatos verdadeiros, mas, como se diz na gíria, não passam de cascata, invencionice, baboseira.

Meu material continua inédito, porque ainda não tive dinheiro e oportunidade para publicá-lo em livros. Mas como sei que os sites eróticos têm muitos leitores, decidi colocar meus contos neles. E escolhi Conto Erótico, por ser o melhor da especialidade, na minha opinião.

Escolhi começar com a história de um advogada, hoje muito bem situada profissional e socialmente, que vou tratar apenas como G, para manter em absoluto sigilo a sua identidade, como ela me exigiu ao narrar a sua experiência. Daqui por diante, é ela mesma quem fala:

“ Hoje sou um mulher realizada, em todos os sentidos, mas minha infância foi muito pobre numa cidade do interior de Minas Gerais. Meus pais eram bóias frias, trabalhavam na lavoura, me deixando em casa sozinha.

Com 12 anos, já tinha o corpo completamente delineado. Fisicamente, era uma mulher formada e muito provocante. Cintura fina, ancas largas, seios de médios para grandes, rijos. Tinha cabelos negros compridos, olhos grandes, castanhos escuros, e uma boca carnuda, sensual. Vestia apenas uns vestidinhos de algodão sobre a pele, sem sutiã, às vezes até sem calcinha.

Quando lavava roupa, toda molhada, meu corpo ficava completamente à vista. Hoje posso avaliar a imagem estonteante que tinha e compreender porque uma verdadeira romaria de homens se formava diante de minha humilde casinha, andando de um lado para outro e me olhando com olhos devoradores.

Apesar de ser assim tão apetitosa, despertando o desejo de muitos homens, de todas as idades, somente despertei para o sexo numa manhã, quando cortando umas lenhas machuquei minha mão, que ficou sangrando. Sentindo muita dor, sentei em uma pedra diante da casa, chorando.

De repente, senti uma mão afagando o meu cabelo e um homem me perguntando o que tinha acontecido. Era o Floriano, que devia ter uns 45 anos, dono de um bar na esquina da rua em que morávamos. Ele era um dos que mais me olhavam e não perdia a oportunidade para puxar conversa comigo, sempre elogiando minha beleza e brincando com perguntas sobre se eu tinha muitos namorados.

Ao ver minha mão sangrando, apressou-se a me levar para dentro de casa a propósito de me fazer um curativo. Ele sentou-se em um banco de madeira que havia na sala e colocou-me em seu colo. Aquela intimidade, mexeu comigo. Sentia um certo desconforto, que foi aumentando na medida em que ele usava suas mãos para me tocar. Ora alisava minhas pernas, ora enfiava as mãos por baixo dos meus cabelos. De repente, suas mãos subiram da minha cintura para os meus peitos, apertando-os de leve, rapidamente.

Aquelas carícias e suas palavras carinhosas me faziam sentir umas coisas que eu não sabia definir. Era um calor intenso por todo o corpo e um frio na barriga. Os bicos dos meus peitinhos ficaram duros como pedra.

De repente senti debaixo da minha bunda uma coisa dura, que foi crescendo de volume, pulsando, dando pinotes. Instintivamente, levei a minha mão àquele monte. Foi o suficiente para que Floriano, com a respiração ofegante, me puxasse pela nuca e me desse um beijo de língua, que me deixou completamente tonta, com o coração disparado e um ardor intenso na xana, que imediatamente ficou molhada, escorrendo pelas minhas coxas.

Assustada, escapei do colo dele e me meti no quarto. Ele ficou me chamando um bom tempo, dizendo que queria falhar comigo, se desculpando. Mas, assustada, não atendi, até que ele desistiu e foi embora.

Sozinha, fiquei tentando entender o que tinha acontecido comigo. Não conseguia entender aquelas coisas todas que havia sentido. Os tremores do meu corpo, as contrações da minha vagina. Aquilo tudo era uma coisa completamente nova para mim. Nova e assustadora. Mas ao mesmo tempo, muito gostosa.

Recordando o que sentira, fiquei explorando meu corpo. Toquei meu seios, brinquei com os biquinhos e senti uma sensação maravilhosa, a mesma coisa que sentia quando o vestido me roçava no corpo. Mas muito mais intensa. Levei minha mão à bucetinha e meu corpo estremeceu. Era muito bom. Desajeitadamente, comecei a me esfregar, e aquela sensação foi crescendo, crescendo. Cresceu tanto que eu me assustei e parei, com medo de estar ficando doente, tal era o fogo que tomava conta de todo o meu corpo.

Depois daquele dia, aquelas sensações não me saiam da cabeça. Agora, eu só pensa naquilo e muitas vezes por dia, me masturbava, sem saber o que estava fazendo. Mas nunca chegava ao orgasmo, pois quando o tesão ia atingindo o auge, com medo, eu parava.

Com aquilo na cabeça, acabei procurando uma prima que morava do outro lado da cidade, e contei-lhe tudo o que estava se passando comigo, para que ele me ajudasse. Ela riu muito da minha inocência e, experiente, me deu uma lição completa de sexo, me explicando coisas das quais eu nunca havia ouvido falar, até porque na minha casa não tinha televisão e o rádio mal funcionava. Na verdade, eu não tinha qualquer informação e nem tinha colegas para brincar, aquelas brincadeiras que normalmente nos iniciam nas malícias do sexo, a começar pela masturbação.

E para provar que me falava a verdade, minha prima levantou meu vestido, abriu minhas pernas e começou a pressionar levemente o meu clitóris, descendo seus dedos até o meu cuzinho, onde pressionava mais fortemente. Tentei afastá-la, mas ela procurou me acalmar, garantindo que o que iria sentir era uma coisa maravilhosa, que ia mudar completamente a minha vida. Ela continuou explorando minha buça com os dedos, alisando ora levemente, ora com força, pressionando os dedos na minha grutinha apertadinha, jamais explorada antes. Quando o orgasmo explodiu, pensei que ia morrer. O coração batia desesperadamente, minhas têmporas latejavam e minhas entranhas se retesavam, até que aquelas ondas de prazer foram se espaçando e fiquei prostrada, semi-inconsciente.

Minha prima também me explicou o que era aquele monte duro que eu senti quando estava sentada no colo de Floriano e pegou umas revistas para me mostrar fotos de homens nus, com pênis eretos. Voltei para casa, sabendo tudo o que precisava para ter exata noção do que Floriano pretendia ao sentar-me no seu colo e ficar me bolinando. Como minha prima me disse, ele queria me comer. E a bem da verdade, apesar de todo o medo que sentia, porque minha prima dissera que a primeira vez doeria muito, eu queria experimentar aquilo. Eu queria ser comida.

Passaram-se alguns dias, em que eu explorei meu corpo intensamente, me masturbando até a exaustão, sonhando com Floriano me enfiando aquele pênis que eu imaginava enorme, na bucinha, me tirando o cabacinho e me fazendo gozar loucamente, como minha prima me disse que acontecia quando um homem metia o pênis na buceta da mulher. Mas Floriano não aparecia mais. Acho que ficou assustado com a minha reação e de eu fazer queixa a meu pai, um homem considerado violento no meio da peãozada.

Até que um dia de manhã, pouco depois de meus país terem saído para a roça, senti-me observada e vi Floriano, do outro lado da rua, meio escondido atrás de uma árvore . Meu coração ficou aos pulos e ele tentou se afastar sem ser visto. Eu fiz-lhe sinal para se aproximar e ele, a muito custo, acabou vindo para perto de mim.

Como sempre, eu estava com um vestidinho leve no corpo. E só. Além disso, minha roupa estava completamente encharcada, porque eu estiveram lavando a casa dos cachorros. Arredio, ele me cumprimentou e pareceu feliz, ao ver que eu tinha um comportamento amistoso com ele. Começou a pedir desculpas pelo que tinha feito, mas eu, sem nem pensar direito no que estava fazendo, disse-lhe o que ele nem sonhava ouvir:

-Eu fiquei com medo na hora, mas gostei. Gostei mesmo. Foi muito bom…

A partir daí, as coisas aconteceram rapidamente, ficaram praticamente foram de controle.

-Você gostou? Então vamos fazer de novo. Vamos lá pra dentro, vamos, vamos…

Na minha cabeça, uma voz me dizia para não ir, mas minha sensibilidade gritava que sim, que eu fosse correndo e me entregasse aquelas sensações que eu sonhava sentir, àquele fogo que já tomava conta de mim inteira, causando um ardor forte e gostoso na minha grutinha, já completamente molhada naquele momento.

De cabeça baixa, vacilante, entrei na casa, com Floriano me seguindo. Logo que a porta se fechou, ele me agarrou por trás, e colou aquele monte duro em minha bundinha. Meu sangue ferveu. Ele me apertou bem contra o seu corpo e começou a se mexer fazendo aquela coisa dura roçar na minha bunda, ao mesmo tempo em que com a língua explorava minha nuca e mordia minhas orelhas. Com mãos acariciava meus seios levemente, alisando meus biquinhos, duros como pedra, ameaçando rasgar o fino vestido de algodão.

Eu perdi o sentido das coisas, esqueci que o que estava fazendo era proibido para meninas da minha idade, como minha prima tinha falado (ela apenas me aconselhara a brincar com os meninos da minha idade), e me entreguei completamente ao tesão daquele homem que tinha idade para ser meu pai, mas me levava a loucura com aquela barba espetando e arranhando meu pescoço e minhas costas.

Sequer esbocei uma reação quando ele subiu suas mãos pelas minhas coxas, levantando o meu vestido, até atingir minha bucetinha de pelos ralos. Aí, senti uma tontura e tive um orgasmo muito mais intenso de todos os que experimentara antes em minhas masturbações de menina inexperiente. Minhas pernas dobraram e minhas vistas escureceram.

Floriano pensou que eu estivesse desmaiando e levantou-me em seu colo me depositando no velho tapete no centro da sala. Deixou-me deitada, foi até a porta. Trancou-a e voltou para perto de minha já tirando sua roupa. Olhei aquele homem enorme, cabeludo, só de cueca e fixei-me “naquele volume”. Quando ele se deitou ao meu lado, virei-me e coloquei minha mãozinha em seu cacete sob a cueca. Ele me olhou fixamente e desceu a cueca, fazendo com que eu tivesse o meu primeiro contato direto com um membro masculino. Ao tocá-lo, sentindo sua rigidez e percebendo que mal conseguia envolvê-lo com meus dedos, o fogo me devorou novamente. Apertei-o com toda a minha força, arrancando um gemido de Floriano. Acho que até o machuquei.

- Você quer brincar com ele, quer? Faça assim – disse e pegou minha mão, iniciando os movimentos de masturbação.

Minha mãozinha subia e descia naquele tronco imenso e mesmo descontrolada eu fiquei imaginando como aquela coisa poderia entrar na minha grutinha, que doía muito até mesmo quando tentava introduzir a pontinha do meu dedo mínimo… Fui arrancada destas reflexões por Floriano que como um louco explorava todo o meu corpo, apertando, lambendo, mordendo, beijando e chupando cada centímetro do meu corpo. Ele mordia meus biquinhos e lambia meu umbigo. Depois foi descendo, descendo, até chegar ao meu clitóris, que ele lambeu levemente com a ponta da língua. O que senti foi indescritível. Em poucos segundos, estava explodindo em mais um orgasmo, gemendo e chorando, me contorcendo como uma cobra.

- Isso, minha florzinha, goza na minha língua, goza muito. Pode gritar, pode fazer o que você quiser, que eu vou fazer você gozar muito…

Tive não sei quantos orgasmos com aquele língua castigando meu clitóris e indo até o meu cuzinho. Até que ele montou sobre meu corpo, abriu minhas pernas o máximo que pôde e encostou a ponta daquele cacete enorme na porta da minha grutinha. Antes mesmo de ele fazer pressão, eu já pressentia a dor que iria sentir…

- Não, eu não quero. Vai doer muito, vai me machucar. Tá muito bom, mas eu não quero -protestei

Ele não ouviu o que eu disse, ou fingiu não ouvir e continuou disposto a me atravessar com aquele tronco assustador.

- Vou te fazer mulher. Vai doer só um pouquinho, mas passa logo. Quando você parir vai doer muito mais, benzinho. Você quer? Diz que você quer me dar este selinho, diz…

Eu não disse nada. Apenas gemi e me contorci toda quando aquela coisa começou a me invadir. Um tranco mais forte e eu berrei desesperada. Ele pareceu assustado e tapou a minha boca com a mão. Ao mesmo tempo, deu mais um tranco. A dor foi muito forte. Fiquei com o corpo completamente rígido, mas ao mesmo tempo ele deu mais um tranco. Senti alguma coisa romper-se nas minhas entranhas e me veio um gosto de sangue na boca. Eu não sentia mais nenhum prazer. O tesão havia desaparecido. Meu corpo estava frio e enrijecido. Só sentia dor, muita dor. Mais um tranco e perdi a consciência.

Não sei quando tempo fiquei desmaiada. Quando acordei, senti o peso de Floriano sobre o meu corpo e retomei consciência do que estava acontecendo. Minhas pernas estavam abertas ao máximo. Mais um pouco e eu me rasgava toda. Aquela coisa estava cravada até o cabo em minha grutinha, que ardia e queimava como se aquele cacetão fosse de brasa.

Chorei, pedindo que Floriano saísse de cima de mim, mas ele riu e disse que agora a dor iria passar. E começou um lento vaivém, tirando aquele caralho de minha entranhas (que alívio!…) e voltando a meter tudo de novo (a cada vez que ele fazia isso, a dor era menor e o prazer maior). Aos poucos, aquele monstro duro e grosso ia me abrindo mais e minha grutinha se acostumava ao tamanho do invasor.

Em pouco mais de três minutos, como Floriano dissera, aquele vaivém só me causava prazer. Uma prazer cada vez mais forte. E foi aumentando, aumentando e eu me peguei pedindo que ele enfiasse tudo, com força…

-Assim, faz assim, que está bom. Aí, uiiiiiii….aaaaaaaaaiiiiiiiii, éééééé booooommmmm… ai, ui, é grande … demais… dói mas é bom, é bom…. aaaaaaaaiiiiiiii.

E gozei desesperadamente, me agarrando àquele homem de braços e pernas, puxando todo para dentro de minha xaninha, querendo sentir o seu peso me amassando e aquela estaca me arrebentando toda por dentro…

Não sei quantas vezes gozei, até que ele, urrando como um cão ferido, cravou-me ferozmente aquele caralhão e despejou seu leite quente no meu útero dolorido. Ao sentir que ele gozava, ao perceber que tinha pela primeira vez um homem explodinho dentro de mim, tive outro orgasmo avassalador e desmaiei de novo.

Acordei quando já estava escurecendo e estava sozinha, nua, deitada no meio da sala. Tudo o que acontecera voltou à minha mente como uma avalancha e me senti tomada de uma imensa euforia, a euforia de uma fêmea que nem tinha chegado à puberdade, mas já se sentia realizada.

Depois, assustei-me com a lembrança de que meus pais já podiam estar chegando em casa. Levantei-me de um salto e senti o corpo todo dolorido. Minhas pernas estavam ainda moles e minha xana, em brasa. Parecia que eu tinha sido atropelada por uma carroça e comida por um jumento. Cambaleando, dei alguns passos e vi no tapete uma grande mancha avermelhada. Agachei-me e constatei que havia uma grande quantidade de porra e de sangue. Pelas minhas coxas, ainda corria um filete de sangue.

Coloquei o tapete para lavar e tomei um banho. Comi um pedaço de bolo de milho com um copo de leite e senti minhas forças voltarem. Depois, deitei-me na minha rede e deixei que tudo o que aconteceu desde que entrara na casa com Floriano passasse em minha lembrança como um filme. E o que via só me causava prazer, até mesmo o momento em que aquela estaca monstruosa invadira minha xaninha, fazendo-me sentir uma dor quase insuportável.

Depois disso, minha vida mudou completamente. O sexo passou a ser parte essencial de minha vida e tive todas as experiências possíveis. Meus parceiros preferidos sempre eram os homens de cacetes avantajados, pois sem sentir dor na penetração o meu prazer não era o mesmo. Deixei o interior com 14 anos, para viver numa grande cidade, formei-me e nunca me casei. Sempre quis liberdade para satisfazer-me sexualmente, sem limites e sem compromissos. Fiz um filho, em produção independente, e como tinha três parceiros quando decidi engravidar, nunca quis saber ao certo quem era o pai, embora desconfie quem seja, pois sou morena e meu filho é muito claro, quase louro.

Ah! Se vocês querem saber sobre o Floriano, não há muito o que dizer. Transamos mais umas quatro vezes, mas desisti dele quando um dia tentou comer meu cuzinho a força. E minha primeira vez no rabinho é uma coisa que jamais vou revelar”.

Esta é a história da primeira vez de G. A seguir, mandarei muitas outras “primeiras vezes”. Se alguém gostou e quiser fazer algum comentário, mande-me e-mails. Meu e-mail é josephmed@ig.com.br

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