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A prima da minha esposa

  • Enviado: 8 de novembro de 2013 10:56
A prima da minha esposa

Corpo do conto

Sou casado, tenho 32 anos e 1,95 de altura. Tenho um bom físico, sempre atraio os olhares por onde passo. Na vida sexual não tenho nada a reclamar da minha esposa. Quatro anos mais nova e muito fogosa só conheceu a mim como homem, mas sempre fez de tudo para me agradar na cama, com muita disposição. O caso que venho lhes contar aconteceu há pouco tempo, e foi meu primeiro “deslize”. Paulinha, prima de primeiro grau e grande amiga da minha esposa, estava passando por uma separação difícil. Com apenas vinte e cinco anos ela teve que agüentar uma traição do marido que dizia não havia química entre eles e que ele nunca tinha tido tesão nela. Depois de longos meses aconteceu a separação inevitável e foi um duro golpe na auto-estima de Paulinha que agora se sentia a mais feia e indesejada entre as mulheres. O tal marido tinha sido o único homem na vida dela e obviamente não tinha tirado o tempo necessário para mostrar o mundo do sexo como deveria.

Paulinha vinha muito até nossa casa para conversar conosco e eu ficava muito incomodado por ver que certos assuntos tão necessários para melhorar a auto estima da coitada não podiam ser tratados junto com minha esposa. Além disso eu tenho certeza que ninguém mais teria coragem de falar o que ela precisava ouvir.Certo dia, porém ela veio nos visitar e me encontrou sozinho, minha esposa tinha saído para resolver alguns assuntos, o que me pareceu uma boa oportunidade de sozinhos podermos conversar mais a vontade. Paulinha é uma loira de 1,65 de altura, muito bem cuidada, pele de cetim, seios pequenos e uma bundinha gostosa, ela gostava de malhar e estava em ótima forma. Mesmo assim se sentia feia e foi por aí que começamos o assunto. Ela sentada num sofá de dois lugares e eu no de três, se virou pra mim e disse que até entendia o marido, afinal ela realmente não era tão atraente, não tinha bundão nem peitão e estava pensando até em colocar silicone. Eu respondi que era bobagem, o marido era um viado e que ela era muito bonita e mais que suficiente para agradar a qualquer homem. Ela olhou pra mim e disse que eu só falava aquilo porque era “primo” dela e que eu não pensava aquilo de verdade, eu logo a interrompi e disse: eu posso responder como homem se vc quiser, mas o que for dito tem que ficar entre nós dois. Ela concordou na hora e disse que precisava muito de uma opinião de um homem de verdade. Aqui cabe um parêntese. Minha mulher sempre falou muito de mim para Paulinha, sobre como eu a mimava de todas as maneiras e de tudo que eu fazia com ela na cama e Paulinha tinha toda uma admiração por mim como minha esposa sempre me falava. Bom ela perguntou, como homem o que eu achava. Eu olhei bem pra ela e disse: Olha, de verdade eu só posso falar do que eu vi, já que você é muito discreta com suas roupas eu só posso dizer que vc tem um rosto muito bonito e que esse seu jeito de menina é bem sedutor para muitos homens. Muitos homens incluiu você? Ela perguntou. Sem cerimônia eu respondi que sim, que gosto da idéia de ensinar tudo sobre sexo para uma menina inocente. Ela pareceu gostar daquilo, mas ficou incomodada sobre meu parecer inconclusivo quanto aos seus dotes. Há mas eu preciso saber mais, você fica chateado se eu te pedir uma coisa? Ela disse. Respondi que não, e ela pediu pra tirar algumas peças pra que eu pudesse olhar melhor. Eu disse que poderia claro, se ela se sentisse vontade. Ela olhou pra mim e respondeu que comigo ela não se sentiria vulgar, já que eu lhe transmitia grande segurança. Nisso ela que estava com uma blusa sem decote e uma saia começou lentamente a tirar a blusa, revelando um sutien preto de renda com seus seios branquinhos e sua barriginha sarada. Logo olhou para mim buscando aprovação. Eu lhe disse que até agora tudo bem, que de fato ela não tinha grandes seios mas que os dela pareciam ser muito bonitos e firmes e que sua barriguinha sarada estava de tirar o fôlego. Ela então continuou e baixou a saia, mostrando a calcinha também preta de renda, não muito pequena, fazendo jogo com o sutien. Minha esposa já havia me falado que por conta de um distúrbio hormonal Paulinha quase não tinha pelos, o que não foi minha surpresa notar que sua depilação estava perfeita tanto na virilha quanto nas coxas, mais porém não se via. Pedi pra ela dar uma voltinha, e percebi o quanto ela se esforçou pra ser sexy nessa hora, dobrou um pouco uma das pernas como uma môdelo e empinou bem a bunda, o que com certeza ela sabia que era um ponto forte. E de fato que bunda. Não era gigante, mas muito perfeita e trabalhada, branquinha e arrebitada me deu muito tesão, e a barraca que já estava armada ficou ainda mais. Ela então pediu o veredito, ao que eu disse que até onde eu via ela era um tesão e não entendia porque o viado do marido a rejeitou, mas que lógico debaixo dos panos é que estava o espetáculo que não dava pra julgar de verdade com ela de roupas. Porém nessa hora ela deu uma travadinha e ficou mais tímida, e eu falei para ela que por exemplo uma mulher ter os mamilos rosadinhos faz os homens ficarem loucos e mais uma vez ela me perguntou se eu me incluía no grupo, respondi que sim novamente e ela timidamente foi revelando aqueles seios lindos, que como eu já imaginava tinha os mais lindos mamilos rosados que eu já vira, e ao ver minha reação ao olhar pra eles percebi que os mamilos deram uma endurecida. Ela perguntou o que eu achava e eu disse que o melhor indicativo era meu pau extremamente duro dentro das minhas calças, ela disse que não acreditava, que o marido já não ficava de pau duro com ela a algum tempo e que queria ver pra crer, até porque só tinha visto um único pau na vida. Prontamente eu lancei a mão no botão da calça e desabotoei o jeans, ao baixar ela viu o volume e percebi o quanto ficou surpresa. Pelo visto nas conversas minha esposa não falou dos meus 20cm de muita grossura. Ela ficou olhando atônita enquanto eu baixava a cueca e meu pau vibrou pra fora, ela só ficava olhando e eu lógico fui meu aproximando e a puxei firmemente pra mim. Hoje eu tinha que mostrar pra aquela menina o significado de ter pegada e eu não ia deixar barato.

A beijei com toda a intensidade, preenchendo seus lábios macios com languidez, beijando seu lábio superior enquanto acariciava com uma mão seu seio direito e com a outra sua bundinha linda ainda de calcinha. Fiz questão de beijá-la muito, enquanto sem que ela percebesse ia conduzindo seu corpo para uma parede próxima onde eu a pressionei. Passei a chupar seu pescoço e mordiscar sua nuca e sua orelha sussurrado o quando ela era gostosa e safada, por estar transando com o marido da prima. Passei com a mão esquerda a massagear sua bucetinha e já por cima da calcinha pude perceber duas coisas. Uma que eu não achava sinal de pelos e outra que ela já estava muito molhada. Sem parar de acariciar sua bocetinha passei a lhe chupar os peitos, mas não qualquer chupada. Vim rodeando o seio cuidadosamente, com a língua até chegar na base da pequena aureola. Ao que umedeci e sorvi para dentro dos meus lábios arrancando gemidos cada vez mais altos de Paulinha. Ela começou a falar que não imaginava que pudesse sentir tanto prazer nos seios, que o marido gay nunca tinha dado atenção pra eles. Quando vi que ela já estava pra gozar dei mais alguns beijos na sua barriguinha lisa e voltei a beija-la, abracei pela cintura e a levantei, o que ela foi ao delírio. Levei-a até o sofá beijei mais um pouco e vim descendo lentamente por seus seios barriga até chegar naquela calcinha encharcada, mordi de um lado e passei um dedo de outro, tirando lentamente a peça, até expor aquela xaninha deliciosa, que como eu imaginava não tinha um pelo sequer. Quando vi aquela xana elouqueci de vez e comecei a falar alto que aquele marido dela só podia ser viado mesmo, que aquela era xana mais linda e deliciosa que eu já tinha visto, ela ficava louca, nisso eu cai de boca. Comecei a lamber de baixo, abrindo mais os lábios até chegar ao clitóris, quando comecei a rodear com a língua ela já gritava, que o marido nunca chupava ela e que nunca tinha achado seu clitóris, aquilo pra mim era afrodisíaco, suguei seu clitóris pra dentro dos meus lábios e comecei a chupá-la sem dó, ela gemia desconexamente, e com poucos minutos gozou muito, seu corpo se contraiu forte e então relaxou, continuei chupando como se não houvesse amanha e ela gozou de novo e de novo, orgasmos múltiplos pra minha sorte. Depois de uns três menores parei de chupar e apresentei meu pau pra ela, e disse que hoje ela ia aprender a fazer um verdadeiro boquete, e que se conseguisse com um pau tão grande e grosso como o meu o resto seria fácil. Ela olhou bem intimidada, e disse que não sabia se caberia na boca dela, ao que eu respondi que cabia muito bem na boca da prima, seus olhos brilharam na hora e o tal espírito de competição feminino entrou em campo. Ela abocanhou a cabeça do meu pau e começou a tentar engoli-lo, ao que eu a acalmei e conduzi pro meu saco, e ordenei que ela começasse e lamber, ordenei também que a outra mão ficasse na cabeça do meu pau, dando umas apertadinhas e subindo e descendo aos poucos, nisso ela começou a explorar e perguntou se poderia descer um pouco, consenti e ela lambeu por debaixo do meu saco deliciosamente, até escorrer uma gotinha de líquido da ponta. Aquilo a deixou muito animada ela sorveu o líquido e então deixei que ela começasse a lamber, desde a base até a ponta do meu pau, lubrificando ele inteiro, falei pra ela não economizar na saliva e perder qualquer nojo que um dia ela tenha tido, que na cama a mulher pode tudo. Ela estava muito louca e já respondia com: sim meu macho, me ensina tudo, me ensina a ser mulher. A medida que foi se acostumando foi conseguindo colocar meu pau na sua boca, chegando a colocar até um terço de uma vez, mas começou a engasgar. Nisso eu olhei nos seus olhos e disse que era hora de ela ser comida de verdade pela primeira vez.Eu sabia que sua bocetinha estava encharcada, mas mesmo assim também sabia que ela nunca havia sentido um pau de verdade, pois seu marido tinha um palito, que segundo ela não chegava a 13 cm.
Encaxei a cabeça e comecei a esfregar de cima pra baixo, ela implorava pra que eu metece logo, mas eu sabia que se fosse afoito demais a rasgaria por inteiro e ela não agüentaria, então fui colocando centímetro a centímetro, ela fez algumas caretinhas em certas horas, mas depois que entrou tudo eu agarrei seus seios e a beijei com força, lógico uma estratégia para distraí-la e dar tempo para ela se acostumar com todo aquele volume. Logo que senti que já dava comecei a bombar em sua bocetinha, que de tão apertada parecia virgem. Comecei devagar e fui aumentando o ritmo, depois de uns 5 minutos já bombava forte e ela revirava os olhos e falava coisas desconexas, só entendia pau gigante, tesão, nunca imaginei e coisas do tipo, cada palavra me dava mais impulso e eu já bombava insanamente, até que gosei muito forte e gritei de modo inconseqüente. Ela instintivamente relaxou e começou a querer me abraçar, ao que eu olhei nos seus olhos e disse: você acha que acabou? Estamos apenas começando, nisso pulsei meu pau dentro da sua xana e ela me olhou com uma cara curiosa e perguntou se eu não tinha gosado. Respondi que gosei um dos gosos mais deliciosos da minha vida, mas que ela tinha me dado tanto tesão que meu pau continuava muito duro, de desejo por ela. Aquilo foi fomo encher novamente um balão que estava murcho. Essa mulher brilhou amigos e começou a rebolar de um jeito safado, colocou as mãos no meu peito e indicou que queria ficar por cima, não me fiz de rogado e deixei , é preciso saber quando dominar e quando recuar. Ela começou a rebolar de um jeito que me deixou louco, agora numa segunda vez eu estava muito mais tranqüilo e não precisava me preocupar com segurar o gozo, então a cada rebolada dela eu ajudava com uma estocada, e massageava seus seios, colocava um dedo na sua boca pra ela chupar, mas logo vi que pela falta de hábito aquela posição estava lhe cansando, então segurei no seu quadril e sem tirar minha pica de dentro a movi para o canto do sofá, onde ela ficava com ambos os pés nos chão sentada sobre mim. Ela ficava encantada de como eu conduzia a foda e automaticamente começou a me cavalgar com força e velocidade. Volta e meia eu corrigia sua cavalgada segurando sua cintura, evitando que ela impusesse um ângulo ruim para meu pau, mas ela pegou o jeito logo e voltou a rebolar e pular, não demoraram mais 5 minutos e ela teve seu primeiro orgasmo com minha pica, e no que ela gozou meio que desmontou por cima de mim, a abracei com força mas agora um pouco de carinho e a puxei para trás, dando apoio para suas costas. Meu pau ainda estava duro, afinal para mim a foda estava no meio, mas percebi que dada a força do seu gozo ela precisava de um tempinho. Por trás eu mordiscava sua nuca e a prensava contra mim, mexia circularmente meu pau dentro de sua xana para intensificar o prazer do pós gozo, bem devagar. Quando ela endureceu novamente seu corpo eu a virei, e pedi que ela ficasse de quatro. Ela ficou meio sem graça e disse que nunca tinha feito aquela posição e que não deixava o marido vê-la assim porque expunha o anus que era sujo. Eu agarrei a base do seu cabelo, olhei no fundo dos seus olhos e disse: A viagem que você contratou é completa, não tem retorno agora, e voltei a massagear sua bunda com uma mão e a bucetinha com a outra.
Obviamente ela não resistiu muito e logo assumiu a posição, mas com o cofrinho lacrado. Chegava ser engraçado a força que ela fazia. Passei a mão por debaixo e comecei a massagear sua bocetinha rosa, e naquela posição com as pernas fechadas eu sabia que ela sentia muito prazer, daí comecei a beijar aquela bundinha linda, beijei cada lado e fui massageando e vendo sua reação, daí assumi posição na parte superior da rachinha da bunda e comecei a lamber, mas ela ainda estava muito travada e tive que forçar meu caminho, usando muita saliva e habilidade consegui ir abrindo espaço até chegar naquele cuzinho, que eu ainda não conseguia ver, mas já sentia que era muito cheiroso e cuidado. A primeira tentativa só consegui colocar a pontinha da língua, mas vi que ouve uma piscada imediata em reação e que ela abriu só um pouquinho mais, permitindo uma lambida mais profunda e quente. Nessa hora ela estremeceu e abriu as nadegas, me mostrando o cuzinho virgem mais lindo do mundo. Muito rosinha e parecia um presente. Passei a mão na xana e peguei bastante mel e labuzei aquele cuzinho, novamente enfiando minha cara e chupando com muita vontade. Nessa hora que percebi o quanto usa xana estava molhada, ela estava adorando fazer algo que considerava ainda mais proibido. Da sua boca ela falava que não, que era sujo, que não podia, mas seu corpo implorava. Como estava muito lambuzado resolvi colocar um dedinho em sua bundinha, ela tomou um baita susto e quis recuar, mas logo o prazer falou mais alto e ela começou a rebolar e dizer: me come pelos dois buracos, sempre fantasiei isso, me come, me come! Nessa hora não precisou dizer mais nada, enfiei minha pica em sua xana, bombei algumas vezes pra encharca-la com seu melzinho e encaixei a cabeça no seu botãosinho. Ela gemeu muito alto, e disse que mal agüentava na xana, no cuzinho então jamais. Daí eu disse pra ela: Eu vou comer o que você nunca deu pro broxa do seu marido, na mesma hora ela ficou louca e entendeu isso como uma vingança, dar pro cara que o marido morria de inveja aquilo que ele sempre quis e não pode ter. Paulinha abriu bem a bunda e eu comecei a colocar com muita calma, sei o tamanho do meu pinto e não adianta querer se afobar. A pressão era imensa e quando ela piscava o tobinha eu quase enlouquecia, mas fui colocando até entrar metade e parei um pouco pra ela acostumar. Ela ficou toda feliz e perfuntou com os olhos cheios de lágrimas se tinha entrado tudo, quando eu falei que tinha entrado metade ela não acreditou. Abaixou mordeu a fronha e disse: Quero tudo, agora vou até o fim. Aquilo meu deixou louco, voltei a estimular a bucetinha e colocar devagarinho até que de fato entrou tudo. Apensar da dor ela ficou eufórica e pediu pra bombar, eu ri e disse pra ela ter calma, senão não ia sentar por um mês. Depois de uns 2 minutos comcei a bombar e mecher mais forte na xana com a outra mão, ela gemia muito num misto de dor e prazer, até que eu senti que podia começar a colocar força e velocidade. Fui aumentado o ritmo ate que finalmente consegui meter com vontade. Nunca vi uma mulher gemer tanto, ela disse que ia gozar eu pedi pra esperar pra gozarmos juntos, ela foi cadenciando o ritmo até que eu avisei que estava pronto e juntos mechemos forte e gozamos demais, contraindo nossos corpos juntos até que caímos de lado quase desfalecidos.Depois de uns 10 minutos abraçados sem falar nada, só deixando meu pau sair lentamente do seu cuzinho e recuperando o fôlego ela se virou para mim e disse que nunca imaginou que sexo pudesse ser tudo aquilo, que eu era um deus na cama e que nada do que ela conhecia se comparava aquilo. Que ela tinha muitos pudores e medos e que o marido nunca afez se sentir a vontade com seu corpo nem com essas situações, que achava tudo sujo e complicado, que exigia sempre banhos antes deles transarem e não sei o que mais.Falei pra ela que sexo e sacanagem são as melhores coisas da vida e perguntei se ela tinha mais alguma tara. Ela respondeu que tinha uma curiosidade, mas que teríamos que deixar pra outro dia. Não entendi porque e ela muito sem graça disse que era porque ouviu falar num filme que o cara gosava na boca da moça, mas que eu já tinha gosado tanto, então teria que esperar. Falei pra ela que um tesão de mulher como ela faz qualquer um ficar louco e que não precisava de tempo nenhum que bastava ela começar a chupar, sendo que agora era ideal porque ia ter menos porra.Ela começou a me chupar seguindo as instruções que eu tinha dado, e confesso que meu pau ainda estava bem sensível, quando ela lambia a cabecinha eu dava umas encolhidas, ela perguntou o que era e eu dizia que era tesão, e ela ficava mais louca, depois de uns 5 minutos eu já tinha voltado ao normal e ela estava concentrada só no pau agora, eu dei uma volta do seu cabelo na minha mão e comecei a puxar sua cabeça de encontro a meu pau, ela olhava para cima com uma cara de safada que nem parecei aquela menina que tinha entrado em casa. Mais uns cinco minutos e avisei que ia explodir, e inclinei sua cabecinha um pouco pra trás e gozei dentro daquela boquinha de princesa e mesmo já tendo gozado tanto ainda saiu muita porra, enchendo a boquinha dela. Seu primeiro impulso foi cuspir, mas olhei pra ela e disse: tesudas como você engolem e enlouquecem os homens! Ela imediatamente olhou pra mim, engoliu em dois goles e pois a língua pra fora completamente limpa. Boa menina, eu lhe falei, e ela sorriu. A trouxe pra junto de mim e nos abraçamos de novo, com aquela pequena se embrulhando nos meu braços maravilhada com aquele mundo novo. Ela olhou pra mim e perguntou quando poderíamos repetir a dose, já que agora que ela sabia tudo ia aproveitar muito mais. Eu avisei que poderíamos repetir sempre que a esposa desse uma folga, mas que longe de saber tudo eu ainda tinha muito pra lhe mostrar. Mas isso fica pra outro relato, se gostou vote e comente.

One Response to “A prima da minha esposa”

  1. Parabens!!! muito bom seu conto.
    espero que seja real como vc diz, pena que nao tem mais dados do mesmo.
    contato com vc se possivel

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