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A patricinha brigou com o namorado e deu pro motorista

  • Enviado: 10 de dezembro de 2013 11:20

Corpo do conto

(escrito por Kaplan)
Iasmin. Loura, alta, bonita, charmosa, gostosa. E muito chata. Tudo isso quem pensava era o Juliano, motorista da família. Depois de deixar o pai e a mãe dela em seus locais de trabalho (escritório de engenharia e loja de jóias respectivamente), ele era obrigado a ficar por conta dela. E do namorado dela, outro chato.
Juliano só não achava de todo ruim porque a Iasmin tinha belas pernas, sempre à mostra em vestidos curtíssimos, shorts minúsculos. Adorava quando ela usava vestido ou saia, era sinal de que poderia ver belos lances da calcinha dela pelo espelho retrovisor. Iasmin percebia isso e só de sacanagem caprichava nos movimentos de pernas, para que ele pudesse ver. Menina má, pensava o Juliano. Muito má!
Mas ele ficava louco mesmo era quando levava a família nos fins de semana, para a casa de campo. Os biquínis que a Iasmin usava! Ele já tinha perdido a conta de quantas punhetas batera em homenagem a ela. E quando ele surpreendia ela com o namorado dando amassos violentos! Aquilo deixava o Juliano piradão.
Mas.. era motorista, ela de classe alta, mal falava com ele onde queria ir, não adiantava querer puxar um papo que ela friamente descartava. Ele sofria com isso, mas entendia.
Houve um dia, entretanto, em que sua sorte mudou. A Iasmin veio brigando ao telefone com o namorado. Ele só ouvindo o esporro que ela dava nele. Sacou que ela ficou sabendo que ele ficara com outra garota numa balada. Tinha uma amiga dela lá, que viu e contou. Juliano ficou apavorado, nunca imaginou ouvir o que ele ouviu dentro do carro!
Chegando em casa, ele abriu a porta do carro, ela desceu dando outro belo lance, ele foi à frente, abriu a porta da casa, ela entrou ainda com o telefone na mão e xingando o namorado. Parou na sala, ele ficou ali também à espera de ordens. Quando a Iasmin largou o telefone e o viu parado fez algo que o deixou alucinado. Levou a mão por baixo do vestido, tirou a calcinha e entregou a ele.
- Peça à empregada para lavar esta calcinha prá mim.
Com os olhos arregalados ele pegou a calcinha e ia saindo quando ela disse:
- Depois de entregar a ela, venha ao meu quarto.
Ele foi rapidamente até a lavanderia e entregou a calcinha à lavadeira. E voltou correndo para a sala, ela não estava lá mais. Subiu a ampla escada acarpetada e bateu à porta do quarto dela.
- Entra!
Entrou. Ela estava sentada na cama, pensando.
- Pronto, dona Iasmin. O que a senhora deseja que eu faça agora?
- Juliano, você gosta de mim, não gosta?
- Gosto de todos da casa, dona Iasmin.
- Não, estou falando de outra coisa, e você sabe muito bem do que é. Acha que nunca vi seus olhos tentando ver lances meus pelo retrovisor? Acha que nunca vi você me devorando com os olhos quando estou na piscina? Duvido que você tenha esse comportamento com minha mãe, por exemplo!
- Claro que não, por favor!
- Então, é isso que quero dizer. O seu jeito de gostar de mim é outro, você me deseja, não é? Pode falar, não vou mandar você embora se confirmar!
- Bem, dona Iasmin, não posso negar. A senhora é muito bonita, nunca trabalhei antes para uma pessoa tão linda!
- Obrigada. Bem, você ouviu o esporro que dei naquele fresco do meu namorado, não ouviu? Nem precisa responder, eu sei que ouviu. Pois é, o desgraçado ficou com uma outra menina numa balada. E eu estou muito furiosa!
- Eu percebi sim.
- Tira a roupa, Juliano!
- Co…co…como assim, dona Iasmin?
- Estou mandando você tirar a roupa. Vou dar o troco no meu namorado e acabei de decidir que será com você. Anda, tira tudo, quero ver você pelado aqui na minha frente!
Sem saber o que fazer, Juliano obedeceu. Tirou tudo e não teve como esconder a ereção. A patricinha olhou, fez um sinal que havia achado interessante.
- Agora, Juliano, levante meu vestido. Só levante, não tire, levante até na altura da cintura.
Com as mãos trêmulas, ele fez como ela mandara. Viu a xoxota dela. Coisa linda, pensou! Nunca tinha visto uma igual!
Mas ela subiu na cama, ficou de quatro, com a bunda voltada para onde ele estava.
- Está gostando do espetáculo?
- Sim, senhora. Magnífico!
- Pois então faça o que você sempre sonhou fazer!
Ele começou passando as mãos nas pernas e na bunda da Iasmin. Parecia seda! Aí chegou com a cabeça bem perto dela e admirou aquela buceta bem à sua frente. Encostou o nariz nela e deu uma respirada funda. A Iasmin nunca tinha visto aquilo, arrepiou toda e quase deu um grito quando ele deu uma lambida forte na buceta dela. Só faltou cair da cama. O que era aquilo? Que loucura!
Virou-se para ele. O pau duríssimo ali na sua frente. Bem maior do que o dos namorados que ela já transara. Pegou nele. Parecia uma barra de ferro de tão duro. Enfiou na boca. Engoliu tudo que pôde e ficou chupando, lambendo feito uma desesperada. E ele, enquanto era chupado, mandava a mão na bundinha dela e o dedo se aproximava do cuzinho e ele forçou, ela deu um pinote mas deixou.
Se ela pretendia continuar com o vestido e o sutiã, desistiu. Ela mesma tirou tudo, encantando o Juliano quando viu os seios dela, tão redondinhos! E ela deitou de bruços na cama, com a bumbum ligeiramente levantado. Ele entendeu e enfiou o cacete na buceta da patricinha. Meteu com gosto, para se vingar de todos os momentos em que ela o tesara! Inclinou o corpo, beijou a nuca.
- Sem beijos, Juliano. Lá embaixo é tudo seu, mas sem beijos!
Ele tirou o pau de dentro, e ficou relando ele na bucetinha dela, chegando até o cu. A patricinha já estava ensandecida.
- Juliano, enfia logo este caralho em mim… quero gozar muito!
Ele enfiou e meteu, meteu, meteu e meteu. E não satisfeito, ainda deitou-se na cama dela e fez ela sentar no pau dele, de costas para ele. E mandou que ela mexesse com a bunda, só ficou assistindo ela subir e descer e exibindo o cuzinho para ele. Ah, era bom, muito bom ver a patricinha orgulhosa gemer sentada no pau dele. Cadê a imponência dela? Cadê o nariz empinado?
E ele, incansável, ainda a comeu de frente, chupando os seios dela e metendo sem parar, e só ouvindo os gemidos. E já que ela dissera que lá embaixo era tudo dele, virou-a novamente e enfiou o pau no cuzinho da patroa. Mas não gozou lá não, fez questão de tirar o pau na hora H e despejar a porra no rosto dela. Parece que ele queria humilhar a patricinha, só que ela gostou demais!
- Juliano, você sabe que se alguém ficar sabendo disso você está na rua, não sabe?
- Sim senhora. Pode deixar. Será um segredo que vai morrer comigo.
- Ótimo. Eu te chamei hoje para cometer uma vingança contra o meu namorado. Só que a encomenda foi a melhor possível. Você dá um banho de qualidade nas trepadas que já tive até hoje. Vou querer mais, ouviu? Semana que vem nós iremos prá casa de campo, só nós dois. Vamos nos divertir muito lá. O preço disso é o silêncio!

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